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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

CONFIAR APENAS EM DEUS...


                                                  CONFIAR APENAS EM DEUS...   
            "Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece". 
Romanos 9:16 




 Há algumas horas atrás, eu senti de trazer uma mensagem sobre esse tema e orei à Deus, para que ele confirmasse, nos desse sabedoria para entregar essa mensagem aos corações dos amados.
  
   O significado da palavra DEPENDÊNCIA, segundo o dicionário Aurélio, é subordinação, sujeição. Quando nós falamos que dependemos de uma pessoa de um objeto, quer dizer que precisamos daquela pessoa ou daquele objeto para realizar algo. No mundo, existem dois tipos de dependência:

 - Dependência física - É quando uma pessoa depende de alguma substância física para viver, que é o caso de um usuário de drogas, pois quando uma pessoa usa drogas pela primeira vez, o organismo dela sente a necessidade de usar outra vez e por assim vai. Cria-se então a dependência física.

 - Dependência psicológica - É é quando um usuário de droga deixa de consumir essa droga. Quando uma pessoa viciada em cocaína deixa de consumir, ela começa à passar mal-estar e então volta á consumir para se sentir bem. Essa é a dependência psicológica.


  Mas a dependência que eu vou falar aqui não nenhum desses tipos, pois a dependência que vou falar é a DEPENDÊNCIA DE DEUS. 
  Estar na dependência de Deus é a melhor coisa que um homem pode fazer, pois não há melhor coisa do que fazer a vontade do pai e estar em sua presença. No mundo em que vivemos, vemos gente dependendo de muitas coisas, mas não dependendo de Deus; gente se apegando com muitas coisas que são passageiras, mas não querem se apegar com Deus, e quando acontece isso, Deus nos passemos por uma provação, para nos ensinar à depender dele.

 Eu aqui, quero dar alguns motivos para estar na dependência de Deus:

1 - QUANDO VOCÊ ESTÁ NA DEPENDÊNCIA DE DEUS, ELE NÃO TE DEIXA DESAMPARADO

 A palavra desamparado no dicionário Aurélio, tem o sentido de: aquele que não tem amparo, abandonado. Pode ter certeza que, Deus nunca te abandona e nunca te abandonará; seja qual for o te problema, seja qual for a tua situação, você não está sozinho, Deus está contigo.

 A Bíblia narra no livro de Êxodo, capitulo 13, a saída do povo de Deus do Egito, e se você ler essa passagem, você vai perceber à medida que o povo ia caminhando, Deus ia com eles pelos seguintes fatos: durante o dia tinha uma nuvem para fazer sombra, pois o sol no deserto é escaldante; e de noite, tinha uma coluna de fogo para iluminar o caminho e mais: quando eles ficaram com fome, Deus mandou maná.

   Amados, nem que desça maná do céu, mas quando você está na dependência de Deus, o alimento na tua mesa não vai faltar.

  A Bíblia conta no livro de Daniel, a história de Hananias, Misael e Azarias. Esses três homens, juntamente com Daniel, foram levados para a Babilônia e tiveram seus nomes mudados para Sadraque, Mesaque e Abede-nego. Em Daniel capitulo 3, a Bíblia fala que o rei Nabucodonosor fez um decreto obrigando á todos adorarem uma estátua de ouro que ele tinha feio todos adoraram essa imagem, menos Sadraque, Mesaque e Abede-nego. Quando o rei soube disso, ficou furioso, mandou aquecer a fornalha de fogo ardente sete vezes mais e mandou jogar esses três homens lá. 
    Mas,em dado momento, o rei olhou para fornalha e perguntou aos seus homens se eram realmente três que foram lançados e os homens confirmaram. O rei falou: "Eis que vejo quatro homens soltos andando". Quando mandaram Sadraque, Mesaque e Abede-nego sair, não havia nenhum chamuscado, não havia cheiro cheiro de queimado nem nada neles, sabe por quê ??, porque Deus estava com eles.

 A Bíblia diz dez em Salmos 37:25:"Fui moço e agora sou velho, mas nunca vi um justo desamparado, nem a sua descendência à mendigar o pão.

 Então amado, tenha certeza, que nessa luta que você está passando, Deus está contigo. Nem que ele tire o sono de alguém como fez com Daniel, mas a sua vitória é certa.

 2 - QUANDO VOCÊ ESTÁ NA DEPENDÊNCIA DE DEUS, VOCÊ ESTÁ PROTEGIDO.


 No livro de Êxodo, na mesma passagem que eu falei no primeiro tópico, a Bíblia diz que: quando o povo estava no deserto e os egípcios vinham atrás, a bíblia diz em Êxodo 14, verso 19 e 20, anjo e a nume que vinham à frente do povo foi para trás e aquela nuvem, para os egípcios, era escuridão, enquanto que para o povo de israel, ela clareava.

 Amado, esse texto me diz uma coisa: que entre o crente que depende de Deus e o inimigo, existe Deus e pra ele poder tocar em você, ele terá que pedir permissão primeiro. Então amado, pode ter certeza, que quando você está na dependência de Deus, você está protegido.

3 - QUANDO VOCÊ ESTÁ NA DEPENDÊNCIA DE DEUS, VOCÊ TEM FÉ.

 A Bíblia diz que a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem. A palavra de Deus também registra em várias passagens, que o justo viverá pela fé..

 Ter fé é quando você estiver passando por uma situação feia, mas você crê que a vitória virá. É quando as soluções humanas acabam, mas mesmo assim você crê que a vitória vêm, e muitas vezes Deus nos manda para o deserto para provar a nossa fé.


                                    CONCLUSÃO
 A Bíblia diz que não cai uma folha da árvore sem que Deus permita. Talvez você esteja passando por uma provação, por uma luta, e às vezes, pode ser que Deus esteja te ensinando à depender dele. Dependa dele, confie nele, pois ele é poderoso para resolver o teu problema.

 Que nós possamos cada dia mais à depender dele e estar fazendo a vontade dele aqui na Terra.
Apóstolo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciências da Religião Dr. Edson Cavalcante

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

RISPA UM EXEMPLO DE MÃE...


                                                RISPA UM EXEMPLO DE MÃE...
    “Então Rispa, filha de Aiá, tomou um pano de saco, e o estendeu para si sobre uma penha, desde o princípio da ceifa, até que sobre eles caiu água do céu; e não deixou as aves do céu pousar sobre eles de dia, nem os animais do campo de noite.” (2Sm 21.10.)    Rispa era uma mulher forte e de caráter firme. Seu nome significa “pedra quente”. Ela era filha de Aiá, cujo nome vem da mesma raiz da palavra “intocável”. Ela foi mulher do rei Saul e teve com ele dois filhos: Armoni e Mefibosete. Talvez por ser uma das esposas de Saul, Rispa e seus filhos se considerassem mesmo “intocáveis”.
    Muitas mulheres pensam que sua posição social, sua riqueza, ou mesmo sua capacidade intelectual as colocam em um pedestal “intocável”. Mas isto não é verdade! Todas nós estamos sujeitas às vicissitudes (mudanças) da vida. Todas nós somos vulneráveis às tempestades e aos açoites dos vendavais que podem surgir inesperadamente em alguma curva do caminho da vida… E é nessas horas que o caráter se revela. Nosso interior torna-se exposto, como em uma vitrine, quando somos assoladas pelas provações, e quem sabe, pelas tragédias.
    A Bíblia nos relata que houve três anos de fome em Israel. Foi um tempo difícil e com grandes perdas para o povo e a nação. O rei Davi então consultou ao Senhor e veio a resposta divina: “Há culpa de sangue sobre Saul e sobre a sua casa, porque ele matou os gibeonitas.” (v.1b.) Davi chamou os gibeonitas e lhes perguntou: “O que quereis que eu vos faça? E que resgate vos darei, para que abençoeis a herança do Senhor?” E a sua resposta foi: “Não é por prata nem ouro que temos questão com Saul e com sua casa; nem tampouco pretendemos matar pessoa alguma em Israel […] Quanto ao homem que nos destruiu e procurou que fôssemos assolados, sem que pudéssemos subsistir em limite algum de Israel, de seus filhos se nos dêem sete homens, para que os enforquemos ao Senhor, em Gibeá de Saul, o eleito do Senhor…” (v.3-6.)
    Davi estava diante de dura situação: de um lado o povo de Israel, sofrendo com a seca as conseqüências da desobediência de Saul e de outro lado a dor de mandar enforcar homens da sua própria família, pois Davi era genro de Saul… Saul não respeitara a aliança feita por Josué aos gibeonitas (Js 9.15, 20-21). Quando Canaã fora conquistada pelo exército de Israel, os moradores de Gibeom vieram a Josué e, fingindo vir de uma terra muito distante (fora dos limites da “Terra Prometida”), pediram-lhe que fizesse aliança com eles: que lhes conservariam a vida e seriam um povo amigo. O líder Josué não consultou ao Senhor nessa questão, talvez por julgá-la de pouca importância; e concedeu-lhes paz e firmou aliança de proteção. Foi então que descobriu que eles eram moradores de Canaã e estavam na lista de Deus como povos para serem destruídos; mas era tarde demais, a aliança tinha sido firmada e não poderia voltar atrás…
    Muitas pessoas firmam impensadamente alianças muito sérias em suas vidas: casamentos, sociedades… E depois é que vão refletir sobre o que fizeram. Então é tarde. As alianças são registradas diante do Senhor. Elas têm um peso de responsabilidade e compromisso. Não podem ser desfeitas de maneira leviana… Por isso, querida irmã, pense muito antes de se casar. Pense muito antes de romper um casamento. Pense muito antes de fazer uma sociedade com alguém. Não somente pense, mas ore ao Senhor a respeito dessas decisões. Ouça a sua voz e não caia em armadilhas, para que, mais tarde, você não venha a se arrepender.
    E Davi teve de escolher sete homens da família de Saul para serem enforcados, para que a chuva pudesse novamente cair sobre a terra de Israel. Davi escolheu os cinco filhos de Merabe, netos de Saul, e os dois filhos de Rispa, sua concumbina. A Bíblia diz que foram mortos nos primeiros dias da ceifa da cevada. Seus corpos foram esquecidos pelos seus executores; foram deixados no madeiro, ao relento… Então Rispa, a mãe de Armoni e Mefibosete, “tomou um pano de saco e o estendeu para si sobre uma penha, desde o princípio da ceifa, até que sobre eles caiu água do céu” (v.10). Rispa assistiu ao milagre da chuva caindo, após a execução do castigo conseqüente da ira irrefletida de Saul e de seu “zelo” pelo Senhor, levado a efeito fora da sua suprema vontade. Rispa pôde ver o valor de uma aliança feita diante de Deus… As conseqüências do rompimento de uma palavra empenhada.
    E ela, que era a “pedra quente”, firme como uma rocha, colocou pano de saco sobre a penha em frente aos cadáveres de seus filhos e os ficou guardando de dia e de noite: […] “e não deixou as aves do céu pousar sobre eles de dia, nem os animais do campo de noite.”(v.10.) Ao colocar ali um pano de saco e não um tapete “persa”, ou uma almofada confortável, percebe-se a dor de Rispa; sua humilhação diante de Deus em favor de seus filhos. O “pano de saco”, na Bíblia, sempre teve o significado de arrependimento e humilhação diante do Senhor.
    Você pode imaginar a dor dessa mulher diante dos corpos em decomposição, dia e noite? Pode imaginar o que se passava em seu coração de mãe? Suas lágrimas e o desejo de vê-los com um sepultamento digno, pelo menos?
    Ah! quantas mães como Rispa choram por seus filhos que estão mortos em seus próprios pecados… Quantas mães que colocam “panos de saco” sobre a “Rocha”, que simboliza a Palavra de Deus e suas promessas, e vigiam seus filhos “mortos”. Não seus filhos literalmente mortos, mas espiritualmente mortos. Seus filhos nas drogas, nos vícios, na prostituição, no homossexualismo, nas depravações da imoralidade, nas mais extravagantes seitas… exalando o mau cheiro do pecado; decompondo-se dia-a-dia na podridão do mundo… Mães que oram, crendo no impossível; que Deus irá ressuscitar seus filhos e lhes dará uma nova e maravilhosa vida. Elas crêem que seus filhos receberão o “toque” de vida do Espírito Santo e serão ressuscitados, aleluia! E, por isso, elas não se cansam dia e noite de vigiar… E orar… E crer… Até que o “rei” olhe para elas, tenha misericórdia e faça cessar a sua dor.
    Rispa ficou em seu posto sozinha. Espantava as aves de dia e as feras de noite. Ela não tinha medo. Não saía de sua “torre de vigia”, mas esperava que o rei se compadecesse e desse um sepultamento digno de nobres aos seus filhos. Ela ficou por muitos dias ali, passaram-se mais de dois meses, e isto foi dito a Davi. Ele então “tomou os ossos de Saul e os ossos de Jônatas […] e também os ossos dos enforcados […] Enterraram […] na terra de Benjamim […] Depois disto, Deus se tornou favorável para com a terra” (v.12-14). Enquanto Davi não honrou aos que morreram pelo pecado de outro, não houve o favor, a bênção de Deus sobre a terra. E foi Rispa quem fez a mão do rei Davi trazer a bênção novamente sobre Israel.
PARA VOCÊ REFLETIR:
Como você agiria estando no lugar de Rispa?
Você tem amado seus filhos e paga um preço de oração por eles?
Onde e como estão seus filhos agora?
Você, querida irmã, que talvez não seja ainda casada, não tenha filhos, pode sentir a dor de quantas pessoas estão mortas em seus pecados e precisam receber a Vida? Que tal orar por estas pessoas ao seu redor?
Você sabe o que é assentar-se em “pano de saco” sobre a Penha? Tem buscado se humilhar diante do Senhor em oração?
Você tem coragem suficiente para “enxotar” as aves de rapina e os animais (demônios e más companhias) que querem “devorar” seus filhos?
Quanto você acha que valem as lágrimas de uma mãe?
Leia estes textos e seja uma mulher intercessora: Is 54; Lc 1.39-56; 1Sm 1.1-28; 2.1-11.
Apóstolo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciências da Religião Dr. Edson Cavalcante

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

NÃO SIGA UM OUTRO EVANGELHO (CARTA AOS GÁLATAS...)

                     NÃO SIGA UM OUTRO EVANGELHO (CARTA AOS GÁLATAS...)
Gálatas 1:1 - 2:10

Não Sigam Outro Evangelho

Não sigam outro evangelho (1:1-9). Paulo começa a sua carta às igrejas da Galácia abordando a questão de autoridade. Sua própria autoridade como apóstolo veio diretamente de Jesus (1:1). A autoridade de Jesus era a autoridade de Deus, que foi provada na ressurreição (1:1; veja Mateus 28:18 e Atos 17:30-31). O evangelho que Paulo pregou falou sobre a graça de Cristo, que se entregou pelos nossos pecados “para nos desarraigar deste mundo perverso” (1:4).
Contudo, alguns perturbavam os gálatas, pregando “outro evangelho” (1:6). De fato, não existe outro evangelho, mas estes estavam pervertendo “o evangelho de Cristo” (1:7). Perverter o evangelho quer dizer acrescentar (ou diminuir) sem a autoridade de Cristo. Paulo disse que qualquer pessoa que “vos pregue evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema” — mesmo se for um apóstolo ou um anjo do céu (1:8-9)! “Anátema” quer dizer “separado para ser destruído”. Qualquer pessoa que não ensina o evangelho que Cristo entregou não tem a autoridade de Cristo e será destruída (veja 2 João 9).
A fonte do evangelho (1:10-24). Paulo afirmou enfaticamente que o evangelho que ele ensinava não veio do homem. Primeiro, se viesse dos homens, seria mais agradável a eles. Mas, Paulo está sendo perseguido por seu evangelho, até pelos próprios gála-tas! (Veja 4:16 e 5:11). Está sendo perse-guido porque ele procura agradar a Cristo, não ao homem (1:10; veja Mateus 6:24).
Quando Paulo recebeu o evangelho de Cristo (1:11-12), ele não foi para Jerusalém para ser instruído pelos outros apóstolos. Antes, ele foi diretamente para Arábia e Damasco, pregando o evangelho que tinha recebido (1:15-17; veja Atos 9:1-22). Três anos passaram antes de Paulo encontrar os apóstolos em Jerusalém (1:18). Os irmãos na Judéia não o conheciam, mas apenas ouviram que ele estava pregando a mesma fé que anteriormente tentava destruir (1:22-23). O ponto dele é este: sem conhecer os outros, como ele poderia ter recebido o evangelho deles?


Paulo perante os falsos mestres (2:1-10). Quando Paulo voltou a Jerusalém 14 anos mais tarde, ele comunicou aos líderes da igreja o evangelho que ele havia pregado entre os gentios (2:1-2). Ele viajava com um gentio chamado Tito. Alguns “falsos irmãos” tentaram convencê-lo a ser circuncidado. Mas Paulo não se submeteu a eles por “nem uma hora” quando queriam avançar seu acréscimo (e perversão) do evangelho, “para que a verdade do evangelho permanecesse” (2:3-5).

Quando Tiago, Cefas e João viram que Deus estava trabalhando em Paulo como também trabalhava em Pedro, eles lhe ofereceram “a destra de comunhão”, aceitando-o porque Deus o havia aceitado (2:6-9). Eles reconheceram que a sua glória era de Cristo, e eles não pediram que ele mudasse algum ensinamento. Pediram apenas que ele lembrasse dos pobres, como já o fazia (2:10).
Perguntas para mais estudo:
  • Esta carta foi escrita a pessoas que já tinham recebido o evangelho verdadeiro no primeiro século d.C. (1:9). O que ela ensina sobre “novas revelações” depois do primeiro século (incluindo hoje), mesmo por profetas, apóstolos ou anjos? (1:8-9).
  • Qual é a fonte certa do evangelho? (1:11-12; veja Efésios 3:3-4).
  • O que Paulo fez quando alguns tentaram pregar um evangelho pervertido? (2:4-5). O que devemos fazer na mesma situação?


Estudo Textual: Gálatas 2:11 - 3:5 

A Justificação Vem pela Fé

O erro de Pedro (2:11-21). Quando o apóstolo Pedro (Cefas, veja João 1:41-42) visitou Antioquia, Paulo viu que ele não praticava a mesma coisa que pregava (2:11-14). Até o fiel Barnabé (veja Atos 11:22-24) começou a praticar erro devido ao mau exemplo de Pedro (2:13). Se esses homens erraram, pessoas honestas podem errar em questões de fé hoje em dia.
Pedro errou porque temia “os da circuncisão”. O foco dele estava em homens e não em Deus. Deus revelou o evangelho e nos julgará por ele (João 12:47-49). Muitas pessoas praticam erro porque querem agradar seus cônjuges, pais, amigos ou pastores ao invés de focalizar Deus e sua palavra (1:10; veja Mateus 10:28).
Os judeus procuraram ser justificados por Deus devido às suas obras da lei (o Velho Testamento). Mas o evangelho de Cristo revela que homens não são justificados por obras da lei, e sim pela fé em Cristo Jesus (2:16). Enquanto Pedro tinha sido justificado pela fé em Cristo, ele voltou à prática da lei como se a sua justificação pela fé não fosse suficiente. Muitos hoje que alegam ter fé em Cristo caem no mesmo erro de Pedro: guardando o sábado, pagando o dízimo, procurando intercessão de sacerdotes e praticando outras obras baseadas na justiça da lei. Mas voltando à lei nega a graça de Cristo, e invalida a morte dele (2:21).
Obras da lei podem justificar uma pessoa somente se ela guardar perfeitamente toda a lei (veja Tiago 2:10). Cristo morreu porque todos são pecadores —tanto judeus como gentios. Todos têm desobedecido a lei de Deus (2:17; veja Romanos 3:23). Aquele que foi justificado pela fé em Cristo tem morrido para a lei, “a fim de viver para Deus” (2:19). Morrer relativamente à lei não quer dizer viver sem lei (veja 1 Coríntios 9:19-21). Antes, quer dizer fazer as obras de Deus (Efésios 2:10) como pessoa justificada, não como pessoa que procura se justificar pelas suas próprias obras. Viver pela fé exige uma vida de sacrifícios diários, para que possamos nos entregar àquele que nos justificou (2:19-20; veja Romanos 12:1-2).
Obras da lei ou pregação da fé? (3:1-5). Os gálatas haviam sido justificados pela fé em Cristo Jesus sem saber nada sobre a lei de Moisés. Seria tolice para eles voltarem a uma lei que não justifica, uma vez que já foram justificados em Cristo (3:1).
Os gálatas haviam recebido o Espírito Santo como a confirmação do evangelho (3:2; veja Marcos 16:15-20; 2 Coríntios 12:12; Hebreus 2:4). Se Deus lhes tinha confirmado o evangelho pelo Espírito, como é que eles procuraram o aperfeiçoamento através de leis que pertencem à carne: circuncisão, restrições sobre alimentos, etc. (3:3-5)?
Muitos, hoje em dia, ainda procuram a perfeição por meios carnais, impondo regras baseadas no Velho Testamento. Mas, a justificação vem somente pela fé em Cristo e obediência ao evangelho dele (veja Colossenses 2:20-23; 2 João 9).
Perguntas para mais estudo:
  • A fé é meramente uma questão de "opinião" ou "interpretação", ou é questão de fato sobre a qual eu poderia errar? (2:11)
  • Dê exemplos de maneiras que algumas pessoas hoje estão voltando para a lei ao invés de viver pela fé em Cristo? Qual o resultado de voltar para a lei? (2:21)
  • O evangelho de Cristo trata do aperfeiçoamento físico ou o espiritual? (3:3)



Estudo Textual: Gálatas 3:6-29

Até Que Viesse o Cristo

Recipientes da promessa (3:6-18). No livro de Gênesis, Deus fez várias promessas a Abraão (Gênesis 12:1-3). Quando Deus confirmou essas promessas, Abraão "creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça" (3:6; Gênesis 15:6). Dessa forma percebemos que Abraão não foi justificado por guardar perfeitamente as obras da lei, e sim pela fé nas promessas de Deus (3:10-12). Mas, a promessa de bênção não foi limitada a Abraão: "Em ti, serão abençoados todos os povos" (3:8). 


Deus fez a aliança para abençoar as nações com Abraão e seu descendente, o Cristo (3:16). Foi confirmada pela promessa, que Abraão aceitou (3:17,6). A lei, que entrou em vigor 430 anos depois, não anulou a promessa já dada gratuitamente a Abraão. Junto com Abraão, todos que vivem pela fé nas promessas de Deus herdam a bênção que foi prometida em Cristo muito tempo antes de existir a lei (3:9,14,18).

O propósito da lei (3:19-25). Embora a promessa de bênção já tinha sido dada, a lei foi necessária por dois motivos:

"por causa das transgressões" (3:19). A lei foi dada a Israel quando saiu do Egito, para que fosse uma nação santa, diferente das outras ao seu redor (Êxodo 19:1-6). A lei trouxe conhecimento do pecado e castigo pelo pecado para que o pecado pudesse ser evitado (veja Romanos 3:19-20; 5:13; 7:7).

"para nos conduzir a Cristo" (3:24). Uma vez que alguém transgrediu a lei, ele foi condenado porque a lei não trouxe perdão pelo pecado (3:10,21-22). Nos sacrifícios de animais, a lei serviu como sombra do perdão pelo pecado que seria realizado no perfeito sacrifício de Cristo (veja Hebreus 9:1 - 10:18). Assim, a lei foi dada para proteger contra o pecado "até que viesse o descendente a quem se fez a promessa", Cristo (3:16,19-23). A lei foi feita para guiar, não para salvar. Mesmo na época da lei, a salvação foi dada somente através do futuro sacrifício de Cristo (Hebreus 9:15).
A importância desses fatos é isto: se a lei foi dada até a vinda de Cristo, então, uma vez que ele veio, a lei não está mais em vigor (3:24-25).


Filhos e herdeiros mediante a fé (3:26-29). Uma vez que a lei não está mais em vigor, nós devemos nos tornar filhos de Deus da mesma maneira que Abraão o fez, pela fé na promessa do Cristo (3:7,26). Os filhos de Deus pela fé são aqueles que se revestiram de Cristo no batismo — uma resposta de fé (veja 1 Pedro 3:21) — e que, por isso, se uniram a ele como "herdeiros segundo a promessa" (3:27-29).

Perguntas para mais estudo:

  • Como Abraão foi justificado diante de Deus: por obras da lei ou pela fé? (3:6)
  • Por que foi dada a lei? (3:19-25). Alguma parte da lei de Moisés continua em vigor hoje? Justifique sua resposta.
  • O que eu devo fazer para me tornar um filho adotivo de Deus e herdar a bênção prometida? (3:7,26-29)



Estudo Textual: Gálatas 4:1-31

Na Plenitude do Tempo

Continuando a discussão da herança que vem pela fé e não pela lei (veja capítulo 3), Paulo utiliza duas ilustrações para esclarecer seu ponto:


1ª Ilustração: Herdeiro X Escravo (4:1-11). O herdeiro, um dia, será senhor da casa. Não obstante, enquanto é menor ele não tem nenhum direito mais do que os escravos (4:1). Até que alcance uma idade determinada pelo pai, ele continua sob a supervisão de tutores e curadores (4:2). Contanto, chegando à maior idade, ele rece-be todos os seus direitos como herdeiro.

Em termos espirituais, tanto judeus como gentios eram menores na casa de Deus, sem direitos à herança (4:3). Mas, Deus determinou que o tempo da maior idade para ambos chegaria em Cristo (4:4-5). Em Cristo, os dois se tornam filhos e herdeiros, com todos os devidos benefícios (4:6-7).

Como menores sem Cristo, tanto judeus como gentios estavam "sujeitos aos rudi-mentos do mundo" (4:3). Os gentios esta-vam sujeitos aos falsos deuses (4:8). Os judeus estavam sujeitos a uma lei física (4:10). Porém, em Cristo, ambos são "conhecidos por Deus", reconhecidos como os verdadeiros herdeiros. Voltando à idola-tria ou à lei de Moisés seria voltar à escravi-dão e perder a herança (4:9,11).

"Inimigo, por vos dizer a verdade?" (4:12-20). Paulo pediu que eles seguissem o seu exemplo (4:12). Ele deixou para trás tudo que ele era como judeu para adquirir as riquezas de Cristo (veja Filipenses 3:2-11). Do mesmo modo, esses judeus e gentios precisam deixar tudo para ganhar a herança em Cristo. 

Paulo ficou admirado que aqueles que o aceitou quando ele pregou no início (4:13-15) agora o rejeitaram por causa da verdade (4:16). Infelizmente, muitos recebem a palavra de Deus com prontidão até que a verdade pise nas suas tradições. Devemos ser zelosos pelo bem (4:18), custe o que custar, e prontos para aceitar a verdade de Deus, mesmo se ela contradiz tudo que sempre acreditávamos.

2ª Ilustração: As duas alianças (4:21-31). Para entender melhor este trecho, veja Gênesis capítulos 16, 20 e 21. A segunda ilustração é uma forte imagem baseada na história de Isaque e Ismael. Ismael foi o filho de Abraão pela serva Agar, "segundo a carne", ou seja, através de meios perfeitamente naturais. Isaque, porém, foi o filho de Abraão e sua esposa, Sara, que já tinha passado a idade para ter filhos. O nascimento de Isaque não foi um acontecimento natural, e sim o cumpri-mento da promessa de Deus (4:21-23).

Paulo diz que isso é uma alegoria da nossa situação atual em Cristo. Agar representa todos que são filhos de Abraão segundo a carne —aqueles que nasceram em Israel. Estes são os escravos sob a lei (4:24-25). Mas Sára representa todos que são filhos de Abraão segundo a promessa —segundo a fé em Cristo (veja 3:26-27). Estes são os herdeiros, "filhos da promessa, como Isaque" (4:26-28). A Escritura diz que estes da promessa receberão a herança, e aqueles da carne serão lançados fora (4:30). 

Perguntas para mais estudo:
  • Quem decide quando o herdeiro toma posse da herança? (4:2)
  • Quando é que uma pessoa se torna herdeira de Deus?
  • Como os cristãos são como Isaque e não como Ismael? Por que essa diferença importa?


Estudo Textual: Gálatas 5:1-26

Permanecei Firmes em Cristo

Paulo começou defendendo o evangelho e o seu próprio apostolado (capítulos 1 e 2). Então, ele ensinou que a justificação do pecado vem pela fé no evangelho, e não por guardar a lei de Moisés (capítulos 3 e 4). Agora, tendo apresentado o argumento que o cristão nasce à liberdade em Cristo e não à escravidão (4:21-31), ele encerra a carta com aplicações práticas da liberdade cristã (capítulos 5 e 6).
Liberdade em Cristo (5:1-12). Cristo libertou esses discípulos do rigor da lei mosaica, mas ainda corriam risco de voltar à escravidão (5:1). Paulo lhes avisou que, se eles se submetessem à lei (especificamente à circuncisão), não aproveitariam Cristo (5:2). Há dois motivos para isso. Primeiro, a pessoa é justificada pela lei somente se ela guardar “toda a lei” (5:3; veja Tiago 2:10). A circuncisão é o primeiro passo de uma lei que precisaria ser guardada inteiramente. Segundo, procurando a justificação pela lei nega a graça de Deus no sacrifício de Cristo (5:4-5). Cristo derramou seu sangue para a remissão dos pecados (veja Mateus 26:28 e Hebreus 9:11-15). As pessoas que respondem a esse sacrifício com fé ativa e amoro-sa são justificadas (5:5-6). Aqueles que procuram remissão dos pecados através de obras da lei decaem da graça (5:4).
Embora esses começaram na liberdade, estavam sendo impedidos de continuarem na verdade (5:7). Paulo os chamou na ver-dade, mas outros mudaram a mensagem (5:8). Mudando o evangelho sempre im-pede, ao invés de ajudar. Doutrinas falsas têm efeitos duradouros, e aqueles que as divulgam receberão punição justa (5:9-10; Tiago 3:1). Aqueles que ensinam que os cristãos precisam guardar alguma parte da lei de Moisés hoje “incitam à rebeldia” contra o evangelho de Deus (5:11-12).
Liberdade exige serviço (5:13-15). Embora há liberdade, em Cristo, da lei de Moisés, essa liberdade não quer dizer que estamos sem lei (veja 1 Coríntios 9:20-21; Tiago 1:22-25). A vida do cristão é uma de serviço ao Senhor e aos outros: a fé “atua pelo amor” (5:6,13). Esses irmãos foram divididos pelo ensinamento falso no meio deles e estavam atacando ao invés de servir um ao outro (5:15). No seu “zelo” pela lei, já estavam negligenciando a lei em que esperavam a salvação (5:14).
Andai no Espírito (5:16-26). O Espírito e a carne são inimigos naturais (5:17). Andando no Espírito excluirá, naturalmente, andando na carne (5:16). No contexto, andar no Espírito é a mesma coisa de ser “guiados pelo Espírito”. Não é alguma experiência mística no Espírito Santo, e sim, o andar claramente delineado em contraste com o andar da carne. Aqueles que continuam nas “obras da carne” (5:19-21) não são guiados pelo Espírito de Deus, e “não herdarão o reino de Deus” (5:21). Por outro lado, aqueles que cultivam “o fruto do Espírito” (5:22-23) não recebem nenhuma condenação pela lei; são justificados (5:23). O cristão cultiva fruto espiritual porque ele se crucifica com Cristo e vive como um ressurreto, no Espírito e não na carne (5:24-25; veja Romanos 6:1-14; Colossenses 2:11-12). Aquele que não crucificou a si mesmo ainda faz as obras da carne, tentando se exaltar por meios carnais (5:26).
Perguntas para mais estudo:
  • Deus quer que o homem guarde a lei de Moisés hoje? O que Paulo disse sobre aqueles que continuam ensinando a lei de Moisés? (5:1-12)
  • O cristão é livre de toda lei? (5:13)
  •  O que quer dizer “andar no Espírito”? (5:18-26)


Estudo Textual: Gálatas 6:1-18

Levai as Cargas Uns dos Outros

Ensinamento falso estava causando divisão entre os discípulos na Galácia. Estavam atacando um ao outro (5:15) e invejosamente se exaltando uns sobre os outros (5:26), ao invés de trabalhar juntos para superar batalhas espirituais. Mas, na guerra contra o pecado, precisamos da ajuda um do outro para encorajamento e força. Em Gálatas 6, Paulo continua com as aplicações práticas na vida cristã, exortando os irmãos a ajudarem um ao outro.
Levar as cargas dos irmãos (6:1-10). Se um irmão cair no pecado, outro que "anda no Espírito" (veja 5:16,22-26) tem a responsabilidade de corrigi-lo, evitando que aquele esteja sobrecarregado pelo erro (6:1; veja Tiago 5:19-20; Judas 22-23). Ajudando o outro a superar o pecado mostra o amor que cumpre tanto a lei de Moisés como a de Cristo (6:2; veja 5:14).
A pessoa de mente carnal, porém, não ajuda o irmão caído, pois vê a oportunidade para se julgar superior (6:3; veja Lucas 18:9-14). Paulo avisa que tal auto-julgamento comparativo é vão, porque cada um será julgado individualmente de acordo com seu próprio desempenho nos seus deveres (6:4-5; veja 2 Coríntios 5:10). Ironicamente, aquele que não ajuda o irmão caído a ficar em pé já se julga como irresponsável.
Em termos mais gerais, o cristão tem o dever perante Deus para fazer o bem para seus irmãos. O servo de Deus tem responsabilidade de compartilhar "todas as coisas boas" com aquele que se dedica ao ensinamento da palavra de Deus (6:6).
Com Deus, o que uma pessoa semeia é o que ela ceifará (6:7). A pessoa que desperdiça seus recursos satisfazendo desejos carnais receberá somente a herança da carne: a corrupção. Porém, aquele que usa seus recursos para o crescimento espiritual receberá a recompensa do espírito: a vida eterna (6:8-9).
O cristão tem a responsabilidade de usar todos os seus recursos (espirituais, financeiros e outros) de um modo que agrada a Deus. A responsabilidade individual de fazer "o bem a todos" (6:10) incluirá ajuda ao irmão caído (6:1), apoio a um pregador do evangelho (6:6) ou dar ajuda a qualquer um que precisa.
O Israel de Deus (6:11-18). Aqueles na Galácia que exigiam a circuncisão para a salvação não estavam realmente interes-sados em ajudar as pessoas ensinadas, nem em guardar eles mesmos a lei de Moisés. Eles queriam evitar a perseguição pelos judeus (6:12-13; veja 2:11-14; 5:3,14-15). Eles se gloriaram na carne dos seus "convertidos", e não na cruz de Cristo (6:13-14). Muitos hoje ainda gloriam na carne dos seus convertidos, usando um evangelho carnal para atrair grandes números de pessoas, ao invés de ensinar a verdade de Cristo e sofrer a perseguição da cruz (6:14; 2 Timóteo 3:12-13). A verdadeira conversão vem, não por meios carnais, e sim na circuncisão do coração, para se tornar uma nova criatura (6:15; veja Colossenses 2:11-15). O "Israel de Deus" são aqueles que andam segundo esta nova criação em Cristo. Estes não levam as marcas da circuncisão na sua carne, e sim as marcas de Jesus numa vida transformada (6:16-17; veja 5:22-25; Romanos 2:28-29).
Perguntas para mais estudo:

  • Qual a nossa responsabilidade para com um irmão que peca? (6:1-5)
  • Qual a nossa responsabilidade com as bênçãos que Deus nos dá? (6:6-10)
  • O que faz alguém um membro do "Israel de Deus"? (6:11-18). 
  • Apóstolo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciências da Religião Dr. Edson Cavalcante

terça-feira, 21 de novembro de 2017

DEUS É O MILAGRE EM SUA VIDA...


                                               DEUS É O MILAGRE EM SUA VIDA...
Atos 9.36-43
-IntroduçãoJesus ordenou a seus seguidores para fazerem milagres e disse que quem acreditasse n’Ele faria coisas maiores ainda (João 14.12).
O maior milagre é a salvação em Cristo Jesus, mas Deus faz também outros para que creiamos n’Ele.
Você crê em milagres? Mas quando acontece um problema o que você faz? Ora? Se desespera? Profetiza? Declara a sua fé? Qual seria a atitude certa para quem crê?
Como acontecem os milagres?
Vejamos 7 passos para acontecer um milagre:

1- Enfrentar o problema: v.39
Aqui Pedro foi corajoso, não julgou que estava tudo perdido, mas enfrentou o problema.
Não fuja como Pedro no mar que olhou para os lados, Jonas que fugiu para outro lugar e as pessoas que voltaram atrás no mar vermelho.

2- Procure pessoas de v.40a
Ali todos estavam tristes e sem esperança, por isso Pedro preferiu estar sozinho. Jesus também sempre separava dois ou três como na ressurreição filha de Jairo que fez sair a todos e ficou apenas com os pais da menina e Pedro, Tiago e João, na transfiguração fez o mesmo.

3- Ajoelhe e ore: v.40b
Pedro se ajoelhou em atitude de humilhação diante de Deus para orar como diz em Filipenses 2.11.

4- Fale o que crê: v.40c
Diga o que crê e não o que vê, porque é preciso declara a fé. Jesus ordenou a falarmos ao monte (Marcos 11.24)Ezequiel falou com os ossos secos e Josué falou com a muralha. Fale com vontade!

5- Contemple a ação de Deus: v.40.d
Dorcas se sentou, viu e ouviu, e Pedro também. Quando Deus age tanto você como a pessoa vêm o milagre. Deus não faz nada escondido. Pare de olhar as dificuldades e perceba a ação de Deus.

6- Estenda a mãov.41
Aquela atitude de Pedro em tocar não foi um toque qualquer, e sim um toque de poder. Faça isso, imponha as mãos sobre pessoas, erga as mãos sobre sua casa e tudo. Deus manda orar impondo as mãos (I Timóteo 2.8).

7- Testemunhev.42
Conte a todos para a glória de Deus! É preciso glorificar a Deus com suas obras maravilhosas. Crente que não tem coragem de testemunhar, não está preparado para milagres.

Creia em milagres!

-CONCLUSÃO:
Deus pode ressuscitar nossa vida, sonhos, família... e tudo que tenha morrido.
Se você não tem Jesus no coração, Deus quer fazer este milagre em sua vida. Se você já conhece Jesus, Deus quer fazer milagres através de sua vida.
Quando acabam todas as possibilidades, começa então a ação de Deus sobre o impossível.
Apóstolo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciências da Religião Dr. Edson Cavalcante

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

O IMENSURAVEL AMOR DE DEUS...


                                                 O IMENSURAVEL AMOR DE DEUS...
Há muito que o SENHOR me apareceu, dizendo: Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí.(Jr 31:3)
Muitas pessoas definem o amor como um sentimenro forte que une duas pessoas ou como um sentimento que predispoe alguem a desejar o bem do outrem. E isso realmente é verdade.

Porém, existe um amor que é mais que tudo isso, que humanamente podemos sentir. É um amor que excede todo entendimento, e por causa disso, nos constrange. Esse amor , se chama “amor de Deus” (Ef 3:14, 2 Cor 5:14)

Se examinarmnos as Sagradas Escrituras e procurar o significado do AMOR segundo o hebraico vemos que é muito mais essas definições descritas acima. Existem dois termos no hebraico que definem o amor com maior complexidade . São os termos ahabah אַהֲבָה

e hesed חֶ֫סֶד que significam o amor pactual, ou seja, que existe entre Deus o o ser humano uma aliança, num amor profundo e duradouro.
Existe, portanto, uma aliança entre o Senhor e seu povo. Como diz o dicionário bíblico, o amor de Deus é a base da aliança e o fundamento de sua fidelidade. E nesse amor, ainda que sejamos infiíes el continua sendo fiel (2 Tm 2:13).
Sua fidelidade e amor envolvem misericórdia e o perdão necessãrio a qualquer relacionamento. Como diz o salmista:

A tua misericórdia, SENHOR, está nos céus, e a tua fidelidade chega até às mais excelsas nuvens.

Quão preciosa é, ó Deus, a tua benignidade, pelo que os filhos dos homens se abrigam à sombra das tuas asas.(Sl 36:5;7).

Só que muitas pessoas não entendem que por amor o Senhor nos atrai com “cordas humanas” e “laços de amor” ,as vezes mais flexiveis e outras vezes mais rígidas (Os 11:4).

Deus repreeende e disciplina a quem ama (Hb 12:6). O Senhor não é um Deus vingativo, mas amoroso, pois sua essência é amor. Diz a palavra que Deus é amor(1 Jo 4:8).
As vezes o Senhro nso atrai e nos elva ao deserto, para que possamos aprender com Ele falar ao nosso coração (Os 2:14). E Ele quer conquistar nosso coração, ou seja, atrai-lo, mas não fará isso abruptamente. O amor de Deus é comparado ao amor de um Pai(Os 11:1-4), de uma mãe (Is 66:13) e de um esposo (Os 2:21).
A palavra de Deus diz que o Senhor nos amou sendo nós ainda pecadores(Rm 5:8). Isso quer dizer que seu amor é incondicional, ou seja, não deseja nada em troca e nem está sujeito ao que façamos.

Porém o que o Senhor deseja é reciprocidade. É por isso que Ele nos atrai ao seu amor. Diz as Sagradas Escrituras que nós o amamos porque Ele nos amou primeiro (1 Jo 4:19).

É seu amor esta alicerçado em Jesus. Foi em Jesus que o amor de Deus se consumou. Foi no sacrifício de Jesus e Sua morte de cruz que a amor do Pai nos atraiu definitivamente.

Diz a palavra de Deus:
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que DEU o seu Filho unigênito, para que TODO AQUELE que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.(Jo 3:16)

NINGUÉM tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.(Jo 15:13).

Quem é atraído por Cristo, não morre,AINDA QUE LHE SOBREVENHAM ANGÚSTIAS E TRIBULAÇÕES como disse Paulo aos Romanos:
Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?
Que aceita Jesus é amado de Deus.
Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos.

Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.(1 Jo 4:9-10)

Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, POR AQUELE QUE NOS AMOU.

Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir,
Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.(Rm 8:35;37-39)

Este amor de Deus é tão forte como a morte. Este amor é imensurável, ou seja, não se pode medir. É por isso que o Senhor como noivo declara :
Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte (Cânticos 8:6)
Apóstolo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciências da Religião Dr. Edson Cavalcante