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sábado, 26 de abril de 2014

QUANDO O CASAMENTO ENTRA EM ADULTÉRIO, APRENDENDO COM O PROFETA OSÉIAS...


QUANDO O CASAMENTO ENTRA EM ADULTÉRIO, APRENDENDO COM O PROFETA OSÉIAS...
Decepcionado no Amor
A história de Oséias aconteceu na cidade de Samaria. Oséias encontrou, amou e mais tarde se casou com uma jovem mulher chamada Gômer. Gômer deve ter sido arrebatada por este homem de coração heróico, apaixonado como um poeta e zeloso como um santo. Ainda que Deus conhecesse bem o desenrolar desse relacionamento, deu sua permissão para que Oséias cassasse com Gômer. "...Disse, pois, o SENHOR a Oséias: Vai, toma uma mulher de prostituições e filhos de prostituição; porque a terra certamente se prostitui, desviando-se do SENHOR". (Oséias 1:2)
A vida de qualquer homem é abençoada ou amaldiçoada conforme a mulher com quem se casa. Logo que Oséias encontrou Gômer, deve ter pensado que ela era tão pura como o lírio do vale do seu poema favorito - Cântico dos Cânticos de Salomão. Ele deve ter esperado que o seu futuro fosse repleto de bênçãos e alegria.
Mas à medida em que se passavam os dias e ele ia conhecendo-a melhor, começou a ficar decepcionado. Será que as pétalas de sua pureza já não haviam sido arrancadas e pisoteadas pelas paixões de homens vis e impuros antes do casamento? Será que Oséias estava ocupado demais para dar à sua jovem esposa a atenção de que ela necessitava? Talvez jamais venhamos a sabê-lo. Sabemos apenas que o coração de Gômer se afastou do marido e que ela foi em busca do afeto de outros amantes.
Oséias deve ter notado e sofrido com esse esfriamento da afeição da esposa. E não foi esse o único fardo colocado sobre o seu coração. Ele também via sua nação, a nação de Israel, afastando-se de Deus. Tinha havido uma série de vitórias militares sob o rei Joás, cujo filho Jeroboão II continuou o seu sucesso militar e prosperidade, ganhando para si um reinado de quarenta e um anos. Contudo o Rei Jeroboão afastou de Deus o coração do seu povo. "E fez o que era mau aos olhos do SENHOR; nunca se apartou de nenhum dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate, com que fez pecar Israel" (2 Reis 14:24).
Oséias pôde observar que sua nação, embora próspera, eventualmente iria cair vítima da máquina bélica da Assíria, a não ser que se arrependesse do seu pecado. Dia após dia, Oséias regressava ao lar com o fardo de uma nação decadente pesando em seu coração. Noite após noite, ele ficava acordado, a ponto de prejudicar-se, aguardando o regresso da esposa ao lar.
Certamente ele deve ter orado e visto como era um homem piedoso, levou o seu fardo ao Senhor.
Filhos do Adultério
Foi então que Gômer deu à luz um bebê. Para Oséias isso seria uma renovação de esperança. Talvez quando ele segurou aquele menino nos braços, deve ter raciocinado: "Foi Deus quem o fez. Pois este garotinho tomará uma mão gorducha e a colocará ao redor do meu peito e com a outra enlaçará o coração de Gômer e manterá nossas vidas unidas".
"E disse-lhe o SENHOR: Põe-lhe o nome de Jizreel; porque daqui a pouco visitarei o sangue de Jizreel sobre a casa de Jeú, e farei cessar o reino da casa de Israel" (Oséias 1:4).
Na língua hebraica "Jizreel" significa "se livrar de alguma coisa", deixar algo de lado. Era também o nome de uma cidade que havia desempenhado um papel trágico na história de Israel. A terrível apostasia sob o Rei Acabe e a Rainha Jezabel havia chegado a um desfecho ameaçador, quando a rainha foi atirada de uma janela do seu palácio e o seu corpo foi devorado por cães, nas ruas de Jizreel.
Então quando Deus disse a Oséias que chamasse o seu filho de Jizreel, ele estava tornando o garoto e sua família, uma lição ilustrativa da relação de Deus com o seu povo. É como se hoje um pai judeu chamasse o filho de Dachau, ou Bergen-Belsen, nomes dos campos de horror de Hitler, onde milhões de judeus foram massacrados durante a II Guerra Mundial. Esses nomes, soando aos ouvidos de um judeu hoje em dia, iriam arrancar do cemitério das memórias, fantasmas dos dias passados.
Desse modo, Jizreel era um lembrete a Israel do relacionamento de Deus com o seu povo. Cada vez que Oséias chamasse o seu filho para brincar, cada vez que o chamasse no mercado, esse nome iria soar aos ouvidos de um judeu piedoso como uma nefasta lembrança de que no passado Deus havia sido fiel para lidar com o pecado da nação.
Contudo, apesar do filho pequeno, Gômer não mudou. "E tornou ela a conceber, e deu à luz uma filha. E Deus disse: Põe-lhe o nome de Lo-Ruama; porque eu não tornarei mais a compadecer-me da casa de Israel, mas tudo lhe tirarei" (Oséias 1:6). Este nome significa "desgraça" ou "sem misericórdia".
Depois que Lo-Ruama foi desmamada, Gômer gerou uma terceira criança - o segundo filho. Por ordem de Deus este foi chamado Lo-Ami.
Esses três nomes dos filhos de Oséias significam duas coisas. Primeiro, eles nos dão um esboço do que iria acontecer à nação de Israel. Segundo, eles nos dão um relance quanto ao que iria acontecer com a família do profeta. Pois este terceiro nome Lo-Ami, significa não meu povo. Mostram que em sua amargura e sofrimento de coração, Oséias foi dominado por uma suspeita que se tornou uma certeza condenatória de que essas crianças geradas em seu lar não eram de modo algum seus filhos!
Indo atrás de uma Esposa Infiel
Muito embora Gômer vivesse em adultério, Oséias não quis divorciar-se dela. O que aconteceu depois pode ser avaliado, conforme a mensagem de Deus dada por Oséias ao seu povo no Capítulo 2. Parece que Gômer o abandonou. Quem sabe ela deixou um bilhete pregado na porta, dizendo-lhe que estaria indo embora para viver sua própria vida, deixando as crianças com Oséias, e que este não deveria ir atrás dela.
Então podemos visualizar o profeta, à noite, colocando na cama, seus filhos para dormir. Ele tem de ser pai e mãe ao mesmo tempo. Ele lhes dá o jantar frugal e escuta suas orações e depois fica velando até que adormeçam. Mas Oséias continua insone. Muito embora Gômer tenha abandonado o lar, não abandonou o seu coração.
Provavelmente, quando Gômer abandonou Oséias, pensou que iria melhorar de vida. "Porque sua mãe se prostituiu; aquela que os concebeu houve-se torpemente, porque diz: Irei atrás de meus amantes, que me dão meu pão e a minha água, a minha lã e o meu linho, o meu óleo e as minhas bebidas" (Oséias 2:5). Talvez ela tivesse sido iludida por promessas de alimentos exóticos e roupas excitantes. Mas, como sempre acontece com as pessoas que trilham esse desastroso caminho, que a princípio parece conduzir às alturas, de repente muda e cai até às profundezas.
Todo esse tempo Oséias ficou observando a trilha degradante seguida pela esposa. Eventualmente parece que Gômer caiu nas mãos de um homem incapaz de prover suas necessidades básicas da vida. Mesmo sem o amor da esposa, Oséias deve ter decidido prover suas necessidades. Podemos imaginá-lo indo à casa do amante dela, apresentando-se e dizendo: "O senhor é o homem que está vivendo com Gômer, filha de Diblaim? O homem responde: "Bem, e se eu for?" Oséias diz: "Sou o marido dela". O homem fecha o punho e se prepara para a luta. Oséias diz: "Não, o senhor não entende. Veja, eu amo minha esposa. Amo-a profundamente e gostaria de saber se o senhor receberia um pouco do meu ouro e da minha prata para comprar as coisas de que ela precisa".
O homem olha espantado o profeta. Contudo, ao ver a prata na palma de sua mão, ele pensa: "não existe um tolo maior do que um velho tolo", e concorda com a proposta do profeta.
Vocês me diriam: "Não é lógico um homem pagar em sonante prata e ouro pela manutenção de uma mulher que foi falsa com ele". E concordo plenamente. Mas o caso é que, conforme se vê, Oséias não está agindo pela lógica. Está agindo por amor! "O coração tem razões que a própria razão desconhece" (Blaise Pascal). Pois o amor é de Deus e é infinito. "Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus" (1 João 4:7). Oséias está desempenhando com Gômer o papel que Deus tem desempenhado com você e comigo, durante toda a nossa vida.
Vejamos então este libidinoso crápula, voltando para casa. Seus braços estão cheios de coisas compradas com o dinheiro de Oséias. Gômer sai da cabana, vê o amante com os braços cheios de provisões e se atira sobre ele enlaçando-o e agradecendo pelo que ele fez.
Em algum lugar por trás das sombras, vemos Oséias. Ele tem uma rápida visão de Gômer e esta lhe enche o coração. Ele vê quando Gômer extravasa o seu afeto pelo sensual amante, agradecendo as coisas que o amor do marido lhe proveu. Em lágrimas Oséias diz: "Ela, pois, não reconhece que eu lhe dei o grão, e o mosto, e o azeite, e que lhe multipliquei a prata e o ouro, que eles usaram para Baal" (Oséias 2:8).
Antes de se zangar com uma mulher como Gômer, gostaria de lembrar-lhe que você e eu temos feito exatamente isso com Deus. É de Sua mão que recebemos o dom da vida. Dele temos recebido o alimento para nossas mesas e as vestes para nossos corpos. Contudo, quão depressa agradecemos a todos e a tudo, exceto a Deus, que no-los deu. Agradecemos aos amigos, ao governo, agradecemos o nosso vigor físico, a tudo e a todos, exceto a Deus, de quem provêm as bênçãos.
Redimindo a Rebelde
 Em Oséias 2:9-23, Deus anuncia o seu plano de dupla face, no sentido de ganhar de volta o seu povo. Primeiro ele diz que lhe trará dureza, privando-o de todos as boas coisas da vida: "Portanto tornarei a tirar o meu grão a seu tempo e o meu mosto no seu tempo determinado; e arrebatarei a minha lã e o meu linho, com que cobriam a sua nudez" (Oséias 2:9).
Em seguida, quando o seu povo cair na maior miséria, Deus começará a "cortejá-lo" novamente, procurando ganhar-lhe de volta os corações. "Portanto, eis que eu a atrairei, e a levarei para o deserto, e lhe falarei ao coração" (Oséias 2:14). Tanto a justiça como o amor de Deus, fazem parte do seu plano. Nem a Sua justiça nem o Seu amor permitir-lhe-ão abandonar o seu povo.
Será que Deus nos ama desse modo? Saltando das fontes escriturísticas, está a verdade de que Deus nos ama exatamente assim.
Deus dá ao homem o metal da mina. Deus dá ao homem as árvores da floresta. Deus dá ao homem a destreza manual. O homem com a sua destreza derruba a árvore. O homem com a sua destreza extrai o metal da mina. Depois do metal extraído e da árvore cortada, o homem com a sua destreza pega essa árvore e faz dela uma cruz. Com sua destreza toma o metal e o transforma em pregos.
Em seguida, Deus vem na Pessoa de Jesus Cristo e permite que os homens, com violência cruel, fixem os pregos em suas mãos. Então Ele morre naquela cruz por amor de cada homem que ali o colocou, pelas multidões que zombam ao pé da cruz, pelos soldados que cravaram os pregos em suas mãos. Ele morre ali por eles e por nós, por você e eu, para que tenhamos os nossos pecados perdoados, a fim de obtermos vida eterna e possamos ir morar no céu, para todo o sempre.
No Capítulo 3 descobrimos o último ato deste admirável drama da redenção. Não apenas Gômer caiu nas mãos de um homem incapaz de prover suas necessidades. Ela agora caiu nas mãos de um homem que não queria provê-las. Evidentemente, esse homem decide vendê-la como escrava.
Nos dias em que esta história aconteceu, a escravidão era institucionalizada. Alguns historiadores contam que quando uma mulher era oferecida num leilão de escravos, ela era despida de suas vestes e forçada a permanecer de pé diante da multidão curiosa. Foi evidentemente para esse lugar que Gômer fora levada e para lá Oséias fora chamado.
Vocês podem imaginar o cochicho da multidão e o comentário que ia de boca em boca, quando esta viu Oséias. As pessoas diziam: "Ele veio para observar o que ela merecia. Ele veio para observar o seu castigo".
Então começa o pregão. Alguém oferece dez peças de prata, outro oferece doze. E Oséias diz: "dou quinze peças de prata". Alguém mais diz: "dou quinze peças de prata e um feixe de cevada". Oséias diz: "dou quinze peças de prata e um feixe e meio de cevada". Soa o martelo e Oséias se apressa em redimir a esposa. "E comprei-a para mim por quinze peças de prata, e um ômer, e meio ômer de cevada" (Oséias 3:2).
Enquanto a conduz para longe da multidão, o povo deve ter dito: "é um preço alto pago pela vingança. Por que não apenas deixou que ela fosse vendida como escrava? Por que pagar tanta prata por uma mulher que usou de falsidade?"
Mas Oséias não comprou sua esposa a fim de puni-la, mas para redimi-la. "E ele lhe disse: Tu ficarás comigo muitos dias; não te prostituirás, nem serás de outro homem; assim também eu esperarei por ti" (Oséias 3:3). O que Oséias está sugerindo é : "o que você não faria de sua livre vontade, peço-lhe para fazer agora como uma possessão adquirida".
Isso é o que depreendemos através de toda a Bíblia. Deus diz que nos ama e porque Ele nos redimiu, pede que O sirvamos. O apóstolo Pedro disse aos que estavam sob os seus cuidados: "Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo" (1 Pedro 1:18,19-a).
O apóstolo Paulo escrevendo aos Coríntios, membros de uma igreja culpada de perversão sexual, disse-lhes: "Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus" (1 Coríntios 6:20).
Lições de Oséias
 A primeira lição de Oséias é esta: se você fosse servir a Deus, de hoje até o dia de sua morte, ele não o amaria mais do que o ama agora. Porque Deus não o ama por causa do que você faz. Deus o ama apesar do que você faz.
Somos supremamente amados e porque temos sido tão amados, retribuímos com adoração, serviço, amor e louvor.
A segunda lição talvez seja para homens e mulheres que absolutamente não conhecem a Deus e jamais colocaram sua confiança em Cristo. É uma lição para pessoas de corações partidos e lares desfeitos, com sonhos desfeitos e vidas destruídas. É uma lição para aqueles que das profundezas de suas almas clamam na escuridão da noite: "onde está Deus? Onde está Ele para que eu possa encontrá-Lo?"
A resposta do livro de Oséias é: "Deus não está perdido, você é quem está" .
Este é o Deus que foi à cruz do Calvário, e em busca dos homens, através do túnel de um túmulo vazio. Sempre e sempre Ele os procura para trazê-los de volta até Ele.
Quando os homens gritam: "onde está Deus?" A resposta é sempre a mesma.
Deus está aqui mesmo. Ele está esperando por você. Ele pede que você venha até Ele. Ele o espera para enlaçá-lo com o Seu amor. Ele o apressa a vir pela fé, a fim de conhecê-Lo e conhecer a significação do amor na verdadeira profundidade do seu coração...
BISPO/JUIZ. MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE


sexta-feira, 25 de abril de 2014

FAZ-ME UMA VISITA ESPÍRITO SANTO...


                                             FAZ-ME UMA VISITA ESPÍRITO SANTO...
Um dos aspectos mais fascinantes no estudo das manifestações do Espírito Santo está nos seus contornos diferenciados em cada indivíduo. Isso porque Ele parece ter sempre algo de muito especial também no individual e não apenas no coletivo, ou seja, cada um é uma pessoa no singular para o mesmo e, da mesma forma, o Espírito Santo terá sempre algo particular a mostrar para aqueles que lhe buscam de todo coração.
Todavia, algumas manifestações do Espírito Santo nos saltam aos olhos nas Escrituras Sagradas quando se apresentavam de maneira comum e coletivamente, sobretudo quando uma grande porção do Espírito do Senhor era derramada sobre homens e mulheres de Deus.
Assim, faz parte da minha obrigação tratar sobre algumas delas, já que, infelizmente, religiosos as marcaram com polêmicas desnecessárias até nossos dias.
É importante esclarecer que dado o conteúdo do livro de Atos dos Apóstolos, onde se registra o derramar do Espírito Santo sobre a igreja, o seu mover está longe de ser um momento contemplativo e silencioso. Assim, caso você tenha crescido numa igreja evangélica tradicional, quero dizer, de primeira mão, que Pentecostes foi um momento de sinais e barulho, já que Atos registra o Batismo do Espírito Santo com: som, como de um vento impetuoso, e línguas, como de fogo.
Veja o que aconteceu: “Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; de repente, veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam assentados. E apareceram, distribuídas entre eles, línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem.” (Atos 2, 1-4).
Vale a pena abrir um parêntese e destacar que o mover do Espírito, é claro, não pode ser visto como um momento de desordem no culto, mesmo porque Paulo diz que: “Tudo, porém, seja feito com decência e ordem.” (1 Coríntios 14, 40).
Há que se ter um equilíbrio, já que existem momentos diferenciados durante o culto. No instante da ministração da Palavra, a atuação do Espírito Santo depende de reverência e silêncio, é claro, a não ser que o pregador faça uma interação com a igreja; entretanto, durante o momento de adoração e busca do Espírito Santo não há qualquer motivo para cerceamento daquela pessoa que busca unção para si.
Quando falamos de “busca para si” também não significa que esta mesma pessoa tem autorização espiritual para buscar para terceiros ou atuar na vida de outros que estejam na igreja, já que a condução do culto continua sobre o pastor e seus oficiais. Em outras palavras, não permitimos que pessoas desautorizadas saiam colocando a mão sobre a cabeça e orando os membros que estão participando do culto.
Na Igreja Cristã Contemporânea, orar e ministrar o Espírito Santo sobre as pessoas durante um momento do culto sempre será função dos pastores e seus oficiais.
Voltando ao tema, é importante frisar que ninguém deve se sentir incomodado durante o momento de busca do Espírito Santo, já que cabe a cada um se ligar somente no Espírito de forma a se encher dEle e não ficar olhando para o que acontece com as pessoas ao seu redor.
Podemos dar por certo que Pentecostes dividiu opiniões: os que criticaram ficaram sem a unção, mas os que se lançaram tiveram a maior experiência do homem com o Senhor que é ser cheio do Espírito Santo, senão vejamos: “Todos, atônitos e perplexos, interpelavam uns aos outros: Que quer isto dizer? Outros, porém, zombando, diziam: Estão embriagados!” (Atos 2, 12-13).
Os incrédulos começaram a zombar dos discípulos que haviam recebido o Espírito Santo dizendo que eles estavam embriagados. Este texto nos dá uma característica muito interessante do que aconteceu naquele momento, pois Atos registra que eles estavam como que embriagados, mas não de álcool, e sim do poder do Espírito Santo que havia descido sobre eles.
Quando uma pessoa fica embriagada com álcool, ela fica tonta, “cai”... enfim, perde os sentidos. Daí convém explicarmos um dos fenômenos que acontece quando a unção do Espírito Santo está muito forte.
Para isso exemplificaremos com o que ocorreu no Retiro de Carnaval de 2010, onde tivemos momentos de muita intimidade com o Espírito Santo. Em um dos cultos, a glória de Deus foi tão grande que, durante o momento de busca do Espírito Santo, senti-me tocado para dizer àquelas pessoas: “Recebam o Espírito Santo!” Em seguida soprei sobre o microfone, num mesmo gesto que fez o Senhor Jesus sobre os discípulos: “E, havendo dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo.” (João 20, 22).
Então, fui ministrando o Batismo com o Espírito Santo e caminhando, caminhado do altar pelo meio da igreja até o fundo de onde estávamos reunidos. Para glória de Deus, a unção naquele lugar estava tão forte que conforme caminhava, as pessoas caíam no poder de Deus como se estivessem embriagadas, não de álcool, mas da unção do Espírito Santo.
Tudo aconteceu sem que aplicássemos qualquer tipo de “técnica espiritual”, mesmo porque o Espírito Santo não são técnicas, mas todos juntos criamos uma atmosfera tão grande de adoração e louvor que, quando o Espírito Santo desceu sobre aquele lugar, ninguém podia ter-se de pé. A Bíblia relata uma situação bem parecida que ocorreu com os sacerdotes no templo:
“13 E aconteceu que, quando eles uniformemente tocavam as trombetas, e cantavam, para fazerem ouvir uma só voz, bendizendo e louvando ao SENHOR; e levantando eles a voz com trombetas, címbalos, e outros instrumentos musicais, e louvando ao SENHOR, dizendo: Porque ele é bom, porque a sua benignidade dura para sempre, então a casa se encheu de uma nuvem, a saber, a casa do SENHOR; 14 E os SACERDOTES NÃO PODIAM PERMANECER EM PÉ, para ministrar, por causa da nuvem; porque a glória do SENHOR encheu a casa de Deus.” (2 Crônicas 5, 13-14).
A visita do Espírito Santo foi tão forte no instante que introduziram a Arca da Aliança para dentro do Templo de Salomão que os Sacerdotes foram imediatamente lançados ao chão, pois sequer tinham força para estar de pé e ministrar. Você, contemporâneo, está tendo hoje o mesmo privilégio daqueles sacerdotes.
Daniel também teve uma grande experiência com o poder de Deus e caiu sem sentidos com o rosto no chão: “8 Fiquei, pois, eu só e contemplei esta grande visão, e não restou força em mim; o meu rosto mudou de cor e se desfigurou, e não retive força alguma. 9 Contudo, ouvi a voz das suas palavras; e, ouvindo-a, caí sem sentidos, rosto em terra.” (Daniel 10, 8-9).
Ezequiel também foi tomado pela presença do Espírito Santo por mais de uma vez que não pôde permanecer de pé: "Como o aspecto do arco que aparece na nuvem no dia da chuva, assim era o aspecto do resplendor em redor. Este era o aspecto da semelhança da glória do SENHOR; e, vendo isto, caí sobre o meu rosto, e ouvi a voz de quem falava." (Ezequiel 1, 28) bem como em: “E levantei-me e saí ao vale, e eis que a glória do Senhor estava ali, como a glória que vira junto ao rio Quebar; e caí sobre o meu rosto.” (Ezequiel 3, 23).
No momento em que o Senhor Jesus estava para ser preso, a unção do Espírito Santo sobre o mesmo estava tão forte que quando ele se apresentou aos soldados, todos caíram para trás: “Quando, pois, (Jesus) lhes disse: Sou eu, recuaram e caíram por terra” (João 18, 6).
Por fim, o apóstolo Paulo, até então como Saulo, perseguidor da igreja, quando estava no caminho de Damasco e o Senhor Jesus veio sobre ele, também não reteve forças em si para ficar sobre o cavalo que montava: “E caindo em terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues?” (Atos 9, 4)...

BISPO/JUIZ. MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE

quarta-feira, 23 de abril de 2014

QUANDO TUDO PARECE QUE ESTÁ PERDIDO, O SENHOR NÓS SOCORRE...


             QUANDO TUDO PARECE QUE ESTÁ PERDIDO, O SENHOR NÓS SOCORRE...
Imagine um dia que começa como qualquer outro. Você se levanta para ir ao serviço e, chegando na firma, encontra as portas lacradas. A firma fechou, sem aviso. Você, inesperadamente, ficou desempregado. Tendo obrigações para cumprir, você decide ir ao banco para sacar dinheiro e pagar algumas contas que estão vencendo. Mas, chegando ao banco, eles dizem que sua conta foi fechada, sem explicação, e que você não tem nenhum centavo. O dia já está piorando. Você resolve voltar para casa, ainda tentando entender o que está acontecendo. Chegando perto de sua rua, você percebe vários bombeiros e ambulâncias correndo por todos os lados. Suas vizinhas estão na rua, chorando inconsolavelmente. Antes de você chegar até sua casa, um dos vizinhos chama você e fala palavras que jamais esquecerá: "Aconteceu tão rápido", ele diz, "que não foi possível salvar ninguém. A casa, de repente, explodiu. Todos que estavam dentro morreram. Eu sinto muito. Todos os seus filhos estão mortos."

Alguns dias passam. Você acorda num lugar estranho. Olhando para seu redor, percebe que está num hospital. Você está sentindo dores terríveis, e uma coceira constante. Depois de algumas horas de sofrimento, a enfermeira avisa que está na hora de visita. No seu caso, várias pessoas serão permitidas entrar para visitá-lo. A primeira pessoa que entra no quarto é sua esposa. Precisando muito de uma palavra de consolo e de explicação, você olha para ela com tanta esperança, nunca imaginando o que ela vai falar. Ela chega perto da sua cama e começa a gritar: "Eu não entendo a sua atitude", ela diz. "Sua fé não vale nada. Você confia num Deus que fez tudo isso? Amaldiçoe o nome de Deus e morra!" Com essas palavras, ela sai do quarto.

Enquanto você procura entender tudo isso, chegam alguns amigos seus. São velhos amigos, sempre prontos para ajudar. Agora será consolado! Mas, eles entram no quarto, vêem seu estado crítico e seu corpo desfigurado pela doença, e não falam nada. Ficam com a boca aberta, olhando, mas não acreditam. Depois de um longo período de silêncio, um deles fala: "Você mereceu isso. Você deve ter feito alguma maldade muito grande, e Deus está te castigando. Ele tirou todos os seu bens e matou seus filhos. Ele causou esta sua doença. Ele fez tudo isso porque você é mau!" Você começa discutir quando um dos outros concorda com o primeiro, e depois outro também concorda com eles. Não adianta discutir. Para eles, você é um detestável pecador que deve sofrer mais ainda.

De repente, algumas crianças passam no corredor. Você se anima, porque crianças sempre trazem alegria e amor. Mas, estas crianças param na porta, vêem a feiura do seu rosto e corpo, e saem correndo. "Nunca vi nada tão feio", uma delas comenta.

Tudo ficção? Jamais aconteceria uma coisa tão terrível? Modifiquei os detalhes para ajudar você, o leitor moderno, sentir na pele o que aconteceu na vida de Jó. O livro de Jó é, possivelmente, o primeiro livro bíblico escrito. Um homem fiel e abençoado por Deus perdeu, num dia só, todas as suas posses e todos os seus filhos. Logo depois, foi atacado por uma terrível enfermidade. A própria esposa foi contra este homem de Deus, e disse: "Amaldiçoa a Deus e morre" (Jó 2:9). Os amigos o condenaram e discutiram com ele para provar a sua culpa (a maior parte do livro relata essas discussões, começando no 2:11 e continuando até 37:24). Todos os conhecidos dele, até as crianças, o desprezaram (19:13-19).

O livro de Jó trata de um dos assuntos mais difíceis na experiência humana: como entender e lidar com o sofrimento. É um livro rico e cativante que todos os servos de Deus precisam estudar. Um dia, mais cedo ou mais tarde, ele será útil na sua vida. Neste artigo, vamos considerar algumas lições claras e importantes desse livro.

Pessoas boas sofrem
Talvez o ponto principal do livro é o simples fato que pessoas fiéis a Deus ainda sofrem nesta vida. O primeiro versículo do livro já define, do ponto de vista de Deus (veja, também, Jó 1:8) o caráter de Jó: "Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal." Enquanto entendemos que o sofrimento entrou no mundo por causa do pecado (Gênesis 3:16-19), aprendemos em vários trechos bíblicos que a dor e a tristeza atingem as pessoas boas e dedicadas. Jó, um homem íntegro, sofreu imensamente. Paulo, um servo dedicado ao Senhor, sofreu muito mais do que a grande maioria dos ímpios (2 Coríntios 11:23-27). Mesmo quando ele pediu a Deus, querendo alívio de algum problema, Deus recusou seu pedido (2 Coríntios 12:7-9). Mas, não devemos estranhar com isso, pois o próprio Filho de Deus sofreu na carne (Hebreus 2:9-10,18). Os que servem a ele sofrem, também.

O diabo quer nos derrubar com nosso sofrimento
O propósito de Satanás fica bem claro nos primeiros dois capítulos de Jó. Ele vê o sofrimento como uma grande oportunidade para derrubar a fé dos servos de Deus. Ele aceitou o desafio de tentar destruir a fé de um dos homens mais idôneos do mundo. Depois, ele foi tão ousado que desafiou o próprio Jesus, usando todas as tentações imagináveis para o vencer (Mateus 4:1-11). O diabo entende muito sobre a natureza humana. Ele sabe que pessoas que servem a Deus fielmente quando tudo vai bem na vida podem ser tentadas por meio de alguma calamidade pessoal. Problemas financeiros, a morte de um ente querido, alguma doença grave -- tais sofrimentos na vida são, freqüentemente, o motivo de abandonar a Cristo. Enquanto a mulher de Jó não prevaleceu na vida do próprio marido, o conselho dela (Jó 2:9) vem derrubando a fé de muitas outras pessoas que enfrentam dificuldades na vida. Jó não sabia a fonte de seu sofrimento (capítulos 1 e 2 contam a história para nós, mas ele não sabia de tudo que estava acontecendo entre Deus e Satanás). Às vezes, nós não temos noção da fonte das nossas dificuldades. Mas, podemos ter certeza que o diabo está torcendo para que tropecemos e afastemos de Deus.

Amigos nem sempre ajudam
Três amigos de Jó ficaram sabendo de seu sofrimento, "e combinaram ir juntamente condoer-se dele e consolá-lo" (Jó 2:11). Mas as palavras deles não ajudaram. Ofereceram explicações baseadas nas opiniões deles, e não na verdade que vem de Deus. Onde Deus não tinha falado, eles ousaram de falar. O resultado não foi consolo e ajuda, e sim perturbação e desânimo. A mesma coisa acontece hoje. Quando alguém sofre de um problema de saúde, outras pessoas tendem falar sobre algum caso triste de alguém que teve a mesma doença e morreu. Quando uma pessoa amada morre, muitas pessoas procuram confortar a família com palavras insensatas e até mentirosas. É melhor falar umas poucas palavras com compaixão do que falar muito e entristecer a pessoa mais ainda. Quando sofremos perda, é melhor procurar conselho na palavra de Deus e da boca de pessoas que a conhecem e que vivem segundo a vontade do Senhor.

Deus não explica tudo
Quando sofremos, é natural perguntar: "Por quê?". Jó fez isso (Jó 3:24). Habacuque fez a mesma coisa (Habacuque 1:3). Milhões de outras pessoas têm feito a mesma pergunta. É interessante e importante observar que Deus não responde a todas as nossas perguntas. Pode ler o livro de Jó do começo ao fim, e não encontrará uma resposta completa de Deus à pergunta do sofredor. Durante a boa parte da história, Deus deixou Jó e seus amigos a ponderar o problema. Quando o Senhor falou no fim do livro, ele não explicou o porquê. A partir do capítulo 38, Deus afrima que o homem, como mera criatura, não é capaz de entender muitas das coisas de Deus, e não é digno de questionar a sabedoria divina. Jó entendeu a correção de Deus, e respondeu humildemente:"Sou indigno; que te responderia eu? Ponho a mão na minha boca. Uma vez falei e não replicarei, aliás, duas vezes, porém não prosseguirei" (Jó 40:4-5). Jó pediu desculpas a Deus por ter duvidado da justiça e da bondade do Criador: "Na verdade, falei do que não entendia; coisas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia....Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza" (Jó 42:3,6).

Depois do sofrimento, vêm as bênçãos
O sofrimento desta vida é temporário. O sofrimento de Jó foi intenso, mas não durou para sempre. É bem provável que ele lembrou, durante o resto da vida, daquelas experiências doloridas. Mas a crise passou, e a vida continuou. Deus restaurou as posses dele em porções dobradas. A mesma coisa acontece conosco. Enfrentamos alguns dias muito difíceis, mas as tempestades passam e a vida continua. Vivendo na época da nova aliança de Cristo, nós temos uma grande vantagem. Temos uma esperança bem definida de uma recompensa eterna no céu (Hebreus 11:13-16,39-40; 12:1-3; 13:14). Qualquer sofrimento é pequeno quando o colocamos no contexto da eternidade.

Fiéis no sofrimento
Nós vamos sofrer nesta vida. Pessoas que dizem que os filhos de Deus não sofrem são falsos mestres que ou não conhecem ou não aceitam a palavra do Senhor. Jó perdeu tudo. Jeremias foi preso. João Batista foi decapitado. Jesus foi crucificado. Estêvão foi apedrejado. Paulo sofreu naufrágio e prisões. Você, também, vai sofrer. Os problemas da vida não sugerem falta de fé, e não são provas de algum terrível pecado na sua vida. Às vezes, as provações vêm como disciplina de Deus (Hebreus 12:6-13); às vezes, não. Mas sempre são oportunidades para crescer (Tiago 1:2-4), e convites para adorar a Deus (Tiago 5:13; Jó 1:20)...
BISPO/JUIZ. MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE

QUEBRANDO AS MALDIÇÕES FAMILIARES...


                                   QUEBRANDO AS MALDIÇÕES FAMILIARES...
Provérbios 26.2
-Introdução: Vivemos em um tempo em que as pessoas assumem o compromisso de um lar sem estar preparados para isso. Juntam-se duas pessoas sofridas e imaturas resultando em ferimentos mútuos. Com o tempo um começa a falar coisas desagradáveis com o outro e isso pode se tornar uma maldição para a família.
O texto de provérbios compara a maldição com um pássaro que foge sem saber para onde vai. Isso porque na hora de falar ‘besteira’ a pessoa está apavorada e nem percebe para onde está fugindo. É como um passarinho que não sabe par aonde ir. Também como uma andorinha que voa errante parecendo não entender o que está fazendo e sem destino correto. Ambas as comparações mostram que a maldição sem motivo ou causa não tem poder sobre nossas vidas.
Então se alguém te amaldiçoou sem motivo, não há porque você se preocupar, pois está maldição não encontrará lugar em sua vida. Mas o problema é que muitas vezes as pessoas dão oportunidade ou brecha para receber maldições. É por isso que precisamos vencer tudo isso com as palavras de bênção das Escrituras.
Como quebrar as maldições na família?
Vamos aprender como quebrar maldições na família:
 1- O que é uma maldição? Provérbios 18.21
Maldição é uma palavra ‘mal dita’ ou atos que trazem consequências ruins.
Existem pais que falam palavras pesadas com os filhos sem saber que isso irá repercutir no seu futuro. Na hora da cabeça quente a pessoa fala sem pensar, mas não tem como voltar atrás.
Jesus disse que “a boca fala do que o coração está cheio” (Lucas 6.45), então se a pessoa fala maldições, palavrões e coisas desagradáveis é porque está assim por dentro. Por isso é importante orar e profetizar sobre a família para colher o que a boca diz. Isso não é confissão positiva, mas é a Palavra de Deus que diz que “como fruto dos seus lábios criei a paz, paz para os que estão longe e para os que estão perto, diz o SENHOR, e eu o sararei” (Isaías 57.19).
Você tem semeado palavras de bênção ou de maldição sobre sua família?
Profetize bênçãos e colha vitórias para seu lar!
2- Como surge a maldição? Êxodo 20.5,6
A maldição vem pelo pecado através das gerações.
Na própria família a pessoa herda problemas, desvios de comportamento, dívidas e até enfermidades. Infelizmente isso é inevitável. Recebemos herança genética, material e comportamental de nossos antepassados, sem contar os problemas espirituais. Mas Deus delimitou isso para que não perdure mais que quatro gerações para que qualquer maldição seja encerrada no tempo de Deus. Contudo, a bênção tem duração infinita simbolizada por ‘mil gerações’.
Mas conforme já entendemos a maldição só encontrará lugar se houver pecado, senão mesmo que seja lançada terá que voltar por não achar brecha em sua vida. A desobediência é a causa de todas as maldições, por isso Moisés exortou ao povo escolher entre a bênção e a maldição: “Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência” (Deuteronômio 30.19). Ser abençoado é uma escolha!
O profeta Daniel, um homem santo e justo, pediu a Deus perdão pelos pecados de seu povo e de seus familiares reconhecendo que “todo o Israel transgrediu a tua lei, desviando-se, para não obedecer à tua voz; por isso, a maldição e as imprecações que estão escritas na Lei de Moisés, servo de Deus, se derramaram sobre nós, porque temos pecado contra ti” (Daniel 9.11).
Você tem escolhido a bênção ou a maldição?
Escolha a bênção e seja livre de toda maldição!
3- Como ser livre das maldições? Gálatas 3.10,11
Pela Graça somos livres da maldição da lei.
Se antes houvera uma lei que determinava que a maldição atingisse até a quarta geração de uma pessoa, hoje sabemos que pela Graça de Jesus podemos ser livres de todo mal. Não estamos mais debaixo da lei e sim da Graça (Romanos 14.6) que é Dom gratuito de Deus (Romanos 6.23).
Jesus nos deu autoridade para expulsar todo mal (Lucas 10.19) e para que tudo o que ligarmos na terra seja ligado nos céus e o que desligarmos na terra seja desligado nos céus (Mateus 18.18) então temos poder para desligar toda maldição e ligar as bênçãos da Palavra de Deus.
Quando ouvir alguém dizer algo que não edifica, seja ousado para declarar em seguida uma palavra de vitória e não perca oportunidade para abençoar. Mantenha sua família sustentada na Graça de Deus que te protege de todo mal.
Você já se desligou de toda maldição e já se ligou nas bênçãos?
Use a autoridade que tem em Jesus para abençoar e quebrar maldições!
4- Como manter a família livre de maldições? Malaquias 4.6
Jesus é o elo de amor que mantém a família abençoada e também como uma muralha de proteção para que a família seja livre de todo mal.
Existem famílias que fisicamente estão unidas, mas emocional e espiritualmente estão separadas. Prova disso é que nas casas existe uma TV para cada um e até mesmo um computador para cada pessoa. As pessoas não conseguem compartilhar. O individualismo domina as famílias e gera maldições. Jesus veio para unir os corações.
Antes de Jesus vir, as famílias estavam sob a maldição da lei, mas como Deus falou por meio de Malaquias, através de Jesus os filhos se converteram aos pais e estes aos seus filhos. Ou seja, uma família onde cada um era por si, quando Jesus entra na casa tudo muda e um passa a procurar mais o outro. Os caminhos que estavam separados agora se encontram em um único CAMINHO que é Jesus (João 14.6) a fonte de todo amor.
Se há alguém em sua casa que está longe de você, procure esta pessoa e peça a Jesus para unir vocês. Não permita brechas que possam atrapalhar sua família de ser abençoada. Edifique sua família com sabedoria porque “A mulher [homem] sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derriba” (Provérbios 14.1). Procure preservar o Amor que é Deus (I João 4.8) porque se uma família tem Deus, tem que ter amor. Nunca perca a comunhão com o Senhor que te dará todas as bênçãos.
Você tem mantido as bênçãos ou perde facilmente?
Procure perseverar na bênção e resistir as maldições!
Jesus quebra toda maldição em sua família!
-CONCLUSÃO: Neemias 13.2
Mesmo que sua família seja sofrida e já tenha enfrentado tantas maldições, creia que Deus pode transformar tudo em bênçãos e “Em lugar da vossa vergonha, tereis dupla honra; em lugar da afronta, exultareis na vossa herança; por isso, na vossa terra possuireis o dobro e tereis perpétua alegria” (Isaías 61.7).
Lute para que haja lugar para a bênção e nunca haja brechas para maldições em sua família. Não aceite maldições em sua família. Ore e quebre toda maldição semeando bênçãos e vitória sobre o seu lar.
Há alguma história de maldição em sua família?
Ore e repreenda todo mal em sua casa...

BISPO/JUIZ. MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR. EDSON CAVALCANTE

terça-feira, 22 de abril de 2014

COMO DEUS É BOM...


                                                              COMO DEUS É BOM...
“Procure descobrir, por você mesmo, como o Senhor é bom. Feliz aquele que encontra segurança nele.” (Salmo 34:8 )
· homem muitas vezes questiona a bondade de Deus ao olhar o mundo e ver tanto sofrimento. Países da África apresentam milhares de jovens e crianças mutiladas pelas minas explosivas plantadas durante a guerra civil. Países do Oriente mostram o sofrimento de um povo religioso, porém faminto, como por exemplo na Índia. Olhamos para o nosso Nordeste e vemos nossas crianças se alimentando de lagartos (quando conseguem) e comida de gado para não morrerem de fome. Andamos pelas ruas e praças de São Paulo (como se fosse só aqui) e vemos crianças de rua passando fome e buscando uma pedra de crack para fugir de um mundo de sofrimento. Aí surge a pergunta: se Deus é bom porque Ele permite tudo isso? A resposta é simples: todas essas tragédias não são obra de Deus, mas do inimigo através do próprio homem. É o homem, e não Deus, que com sua ganância por dinheiro e poder, faz seu semelhante sofrer com guerras, fome e abandono. É o homem, e não Deus, quem espanca seus filhos a ponto dos mesmos preferirem fugir de casa, ficando sujeito a violência das ruas. É o homem, e não Deus, que fraudam empresas e órgãos públicos, buscando um enriquecimento ilícito a custa da morte de crianças e idosos que ficam sem atendimento
· médico e uma aposentadoria decente. Mas vamos deixar uma coisa bem clara: não foi isso que Deus planejou para a humanidade.
1- TUDO O QUE DEUS FAZ É BOM.
a) No princípio, na criação (Gênesis cap. 1), Deus viu que tudo o que Ele fez era bom.
b) Deus criou tudo e todos com o propósito de serem bons
2- A BONDADE DE DEUS PODE SER VISTA EM TODAS AS COISAS QUE ELE CRIOU.
a) Ao admirarmos toda criação (animais, plantas, montanhas, mares, rios, cachoeiras, vales, campinas, florestas, praias, etc.) podemos contemplar a bondade de Deus.
b) Ao olharmos para o espaço e vermos a sua criação (estrelas, planetas, lua, sol, constelações, galáxias, etc.) podemos contemplar a bondade de Deus.
3- DEUS É BOM PARA COM O HOMEM.
a) “O Senhor é justo e bom e por isso mostra aos pecadores o caminho que devem seguir.” (Salmo 25:8 BLH). Saulo de Tarso julgava-se um homem correto ao perseguir a igreja, mas estava errado. Deus foi bom o suficiente para derruba-lo do cavalo e revelar-se a ele de uma forma extraordinária, e ensinando a ele o verdadeiro caminho.
b) Deus é bom ao permitir nosso crescimento e amadurecimento através das lutas. “Antes de me castigares, eu andava errado, mas agora obedeço a tua palavra.” (Salmo 119:67 BLH) . “Foi bom que tivesse sido castigado, pois assim aprendi os teus mandamentos.” (Salmo 119:71 BLH).
c) Deus é tão bom, que permitiu que Jesus Cristo fosse castigado em nosso lugar, dando-nos assim através d’Ele a vida eterna. “Todos nós éramos com o ovelhas que se haviam perdido; cada um de nós seguia o seu próprio caminho. Mas o Senhor castigou o seu servo; fez com que ele sofresse o castigo que nós merecíamos. Ele foi maltratado, mas agüentou tudo humildemente e não disse uma só palavra. Ficou calado como um cordeiro que vai ser morto, como uma ovelha quando cortam sua lã.” (Isaías 53:6-7 BLH).
DEUS É BOM. ELE NÃO É O RESPONSÁVEL PELA MALDADE DO MUNDO, POIS É O HOMEM QUEM PRATICA AS MÁS OBRAS. COM CERTEZA. ELE É TÃO BOM QUE PODE FAZER DE VOCÊ UMA PESSOA MELHOR INDEPENDENTE DE QUEM VOCÊ SEJA...

BISPO/JUIZ. MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE

segunda-feira, 21 de abril de 2014

A FALSIDADE E A MENTIRA NA VIDA DO CRISTÃO...


                                       A FALSIDADE E A MENTIRA NA VIDA DO CRISTÃO...
A mentira é outro dos pecados mais generalizados de nossa sociedade, a tal ponto que a consciência de muitos cristãos têm se tornado insensível e debilitada com relação ao pecado da mentira. Existem muitas pessoas crentes que crêem "que não se pode viver sem uma mentirinha".
A mentira é covardia para não enfrentar a realidade. O homem se justifica ao mentir; considera que as mentiras são "piedosas" ou "por necessidade" ou ainda para evitar problemas maiores. São justificativas ilusórias e sem fundamentos, pois a falsidade e mentira são imorais e contrárias à conduta que Deus requer do homem.
Que é a Mentira?
Mentira: É uma manifestação contrária à verdade, cuja essência é o engano, e cuja gravidade se mede segundo o egoísmo ou a maldade que encerra. Está proibida pelo decálogo (10 mandamentos) divino (Ex 20:16), e um dos efeitos da conversão ao cristianismo é deixar de mentir (Ef 4:25).
A mentira direta, como a de Ananias e Safira (At 5:4), não é a única forma de mentira. Em algumas ocasiões se trata de meias verdades (que é uma "mentira inteira"), como Abraão disse de sua esposa Sara a Abimeleque: "É minha irmã." (Gn 20:2,12). O propósito é sempre enganar.
Pode ser também uma resposta evasiva, como a que Caim disse a Deus (Gn 4:9); um silêncio como o de Judas quando o Senhor o acusou indiretamente na última ceia (Jo 13:21-30), ou toda uma vida enganosa. "Se dissermos que mantemos comunhão com Ele, e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade" (I Jo 1:6).
A mentira não é um "pecadinho", isto não existe: Os mentirosos irão para o lago de fogo (Ap 21:8).
Hipocrisia: Pretensão ou fingimento de ser o que não é. Hipócrita é uma transcrição do vocábulo grego "hypochrités", que significa ator ou protagonista no teatro grego. Os atores gregos usavam máscaras de acordo com o papel que representavam.
É daí que o termo hipócrita chegou a designar a pessoa que oculta a realidade atrás de uma máscara de aparência.
Deus proíbe e condena a mentira e a falsidade
Não devemos enganar, mentir, nem jurar falsamente (Lv 19:11,12); Mt 5:33-37)
Deus destruirá o mentiroso (Sl 5:6)
Deus aborrece a mentira (Pv 6:16-19; 12:22)
Pesos e medidas falsas são abominação ao Senhor (Pv 20:10)
As mentiras corrompem o homem (Mt 15:18-20; Mc 7:21-23)
Manifesta a relação filial entre o homem e Satanás (Jo 8:43-47)
O engano é parte integral da profunda degradação do homem (Rm 1:28-32; sl 58:3; 62:4; Pv 26:24-28; Jr 9:3-6)
Devemos rejeitar a mentira (Ef 4:22-25; Cl 3:9; I Pe 2:1)
O engano faz a vida infeliz, mas Deus promete bençãos e dias bons aos homem que fala a verdade (I Pe 3:10; Sl 34:12,13)
Deus condena a hipocrisia (Mt 6:2, 16-18; 15:6-8; 22:18; 23:27-28; Rm 12:9; I Tm 1:5-6; Tt 1:16; Tg 3:14; I Pe 1:22; 2:1-2)
Deus rejeita a religiosidade (Tg 1:26)
Cristo é o nosso exemplo de verdade
Não houve engano na Sua boca (Is 53:9; I Pe 2:21,22)
Veio ao mundo para ser testemunha da verdade (Jo 18:37)
Estamos "no verdadeiro" (I Jo 5:20)
Cristo, o Senhor, nos ordena a ser absolutamente verazes; "seja a tua palavra sim, sim e não, não" (Mt 5:37). Está preparando para si uma igreja sem mancha e sem ruga ( Ef 5:27), e como discípulos seus e parte do seu corpo, devemos ser absolutamente verazes, francos, sinceros, honestos, honrados; ainda quando tenhamos de sofrer por Sua vontade (1Pe 4:15-19; 3:17; Pv 19:22).
O povo de Deus aborrece a mentira (Sl 119:104, 128,163; Pv 30:8) e rejeita os que a praticam (Sl 40:4; 101:7; 144:11; Ef 5:11), orando para ser guardado da mentira (Sl 119:29; Pv 13:5).
O dano que faz a mentira e o engano.
A mentira anestesia a consciência do mentiroso; torna-o insensível à verdade; a verdade não penetra para uma transformação. A mentira vicia com mais facilidade, já que uma mentira conduz a outra.
A falsidade e a mentira são muito prejudiciais ao relacionamento entre os discípulos de Cristo. Cria a desconfiança, o receio, a incredulidade, a suspeita. Destrói o ambiente de fé, de amor, de compreensão e estimula o ciúme. O senhor nos ordena a rejeitar a mentira em todas as suas formas: falso testemunho, engano, hipocrisia, fingimento, exagero, calúnia, desonestidade, não cumprir os tratos injustificadamente, fraude, falsificação em todas as áreas de nossa vida: lar, trabalho, comércio, igreja, autoridades, colégio, amizades, etc.
A sociedade assentada sobre a mentira e a falsidade está destinada a desmoronar. É preciso edificar uma estrutura moral de veracidade em todas as ordens e escalas da vida: nos governantes e nos governados, nos pais e nos filhos, nos patrões e empregados, nos mestres e nos alunos, nos comerciantes, nos profissionais, nos clientes.
Como libertar-se e corrigir-se.
Arrepender-se: mudar de atitude e de mentalidade em relação à mentira e à falsidade. Rejeitar a mentira eliminá-la da vida. Determinar obedecer a Deus em tudo e viver sempre na verdade. Disciplinar-se até cultivar uma nova atitude baseada na veracidade.
Confessar o pecado: (Pv 28:13-14; 1 Jo 1:9; 2:1) toda a mentira é pecado e deve ser completamente confessada, esclarecendo-se a verdade com Deus e com a pessoa enganada. Quando a mentira constitui um vício arraigado à maneira de viver, deve ser confessada a um irmão maduro, responsável, procurando uma ampla orientação (Tg 5:16).
Exortação (Tg 5:19-20: Gl 6:1-2; Ef4:25) como este pecado afeta as relações entre os irmãos, somos responsáveis uns diante dos outros para corrigir, admoestar, ensinar, etc...

BISPO/JUIZ. MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE

domingo, 20 de abril de 2014

O QUE SIGNIFICA A PÁSCOA...


                                                 O QUE SIGNIFICA A PÁSCOA...
Deuteronômio 16:1 e 12
INTRODUÇÃO
Para muitos a Páscoa é uma oportunidade para troca de ovos de chocolate e de comemorações distorcidas do verdadeiro sentido espiritual. E para as lojas significa aumento das vendas pela elevação do consumo. Mas vamos entender como a Páscoa foi instituída pelo Senhor. Em Deuteronômio 16:1, Ele manda: "Observem... e celebrem a Páscoa do Senhor, o teu Deus... pois Ele os tirou do Egito!". Podemos afirmar que a tradição não tem nada a ver com o que foi proposto por Deus no tempo de Moisés! A Páscoa atual tem como símbolo o famoso coelhinho que traz a ideia equivocada de fertilidade como se o tal animalzinho colocasse ovos; e a mídia, nesses dias que antecedem a "celebração", invade nossas casas para nos incentivar ao consumismo; basta ver como os ovos de chocolate abarrotam os supermercados. Até parece que tudo vai se acabar em "pizza" de chocolate e em bacalhoada! Você deseja viver o verdadeiro espírito da Páscoa? Então, abra seu coração para que você entenda o seu real significado:
I - A PÁSCOA DO SENHOR SIGNIFICA LIBERTAÇÃO
A nossa sociedade é facilmente influenciada e dominada por uma infinidade de coisas que o mundo oferece! Vivemos obcecados pela possibilidade de sempre ter mais bens, dinheiro e até de se tornar conhecido, famoso, mesmo que para isso o que menos importa seja a forma! Vivemos num mundo totalmente dominado pelo materialismo, onde a grande maioria age como se tudo acabasse aqui ou como se Deus não existisse! Às vezes as pessoas até se lembram de Deus em momentos como esses, apenas para cumprir um hábito da sua religião! Mas chega o dia em que se dão conta que toda essa correria desenfreada somente trouxe tristeza, amargura e um grande vazio no coração. Essa realidade espiritual é comparada ao "Egito" (prisão, escravidão). Sabe quem pode mudá-la? Jesus Cristo, a verdadeira Páscoa que traz libertação (João 8:32 e 36)!. Hoje mesmo Ele pode preencher completamente o vazio do seu coração! Você deseja conquistar sua liberdade em Jesus Cristo?
II - A PÁSCOA DO SENHOR SIGNIFICA CONFORTO ESPIRITUAL
Assim como Deus tirou seu povo do Egito para conduzi-lo a uma terra que mana leite e mel, nesse dias de muito chocolate, coelho da páscoa e após o sábado de aleluia, Deus tem algo muito mais prazeroso prá você! O Senhor quer te tirar da sua zona do "desconforto"! É isso mesmo, Deus quer te tirar do "Egito" da escassez, da religiosidade, da falta de fé e do sofrimento. Deus quer te levar há lugar de descanso, de eterna alegria e de verdadeira felicidade na presença dEle! O verdadeiro conforto e a verdadeira paz só Jesus Cristo pode dar (João 14:27)! Jesus está à porta e bate, pronto para oferecer equilíbrio emocional para você (Apocalipse 3:20)! Você deseja uma vida abundante e espiritualmente confortável? Abra logo a porta do seu coração para Jesus Cristo entrar!
III - A PÁSCOA DO SENHOR SIGNIFICA REVELAÇÃO
Como vimos até aqui, é um equívoco associar a comemoração da Páscoa a coelhos e chocolates. A Bíblia ensina que a verdadeira Páscoa celebra a libertação de um povo e a passagem para uma nova realidade. Hoje, Jesus apresenta-se como nossa fonte de libertação e o Caminho para uma nova vida. É um erro achar que pelo simples fato de não estar preso a nenhum vício, de não usar drogas, de nunca ter roubado e de cumprir as responsabilidades como profissionais, como pais ou como cidadãos, estamos salvos. Afinal de contas adota-se um padrão de vida "certinho"! Mas a salvação não é pelas obras (Efésios 2:8-9). Assim, Deus providenciou a única forma de obtermos a vida eterna: Jesus Cristo. Portanto, convide-O para ser o seu salvador!
CONCLUSÃO
Você está se sentindo preso, com a vida espiritual vazia e precisando entender a vontade de Deus? Deixe Jesus Cristo te libertar! Esse é o melhor projeto de vida que Deus preparou pra você. Então clame ao Senhor e saia desse "Egito"! Ele o abençoará conduzindo-o em paz e segurança para rumo às Suas promessas...
BISPO/JUIZ. MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE