O Dilema Existêncial Humano
Toda criatura humana enfrenta esse dilema. Não foi sua escolha vir ao mundo, mas não consegue fugir à realidade do fim de sua existência. O dilema existencial resulta da realidade da morte que tem que ser enfrentada. Em Eclesiastes, o pregador diz: “Todos vão para um lugar; todos são pó e todos ao pó voltarão”, Ec 3.20,21. São palavras da Bíblia e não de nenhum materialista contempoprâneo. Quanto à realidade da vida e da morte, o homem é, dentro da criação, o único que sabe que vai morrer. Analisemos alguns sistemas filosóficos os quais discutem esse assunto.
Definição Bíblica para a Morte
1. O sentido literal e metafórico da palavra morte
· Separação. No grego a palavra morte é thanatosque quer dizer separação. A morte separa as partes materiais e imateriais do ser humano. A matéria volta ao pó e a parte imaterial separa-se e vai ao mundo dos mortos, o Sheol – Hades, onde jaz no estado intermediário entre a morte e a ressurreição (Mt 10.28; Lc 12.4;Ec 12.7; Gn 2.7).
· Saída ou partida. A morte física é como a saída de um lugar para outro (Lc 9.31; 2 Pe 1.14-16).
· Cessação. Cessa a existência da vida animal, física (Mt 2.20).
· Rompimento. Ela rompe as relações naturais da vida material. Não há como relacionar-se com as pessoas depois que morrem. A idéia de comunicação com pessoas que já morreram é uma fraude diabólica.
· Distrinção. Ela distingue o temporal do eterno na vida humana. Toda criatura humana não pode fugir do seu destino eterno: salvação ou perdição (Mt 10.28).
2. O Sentido bíblico e doutrinário da morte.
· A morte como o salário do pecado (Rm 6.23). O pecado, no contexto desse versículo, é representado pela figura de um cruel feitor de escravos que dá a morte como pagamento. O salário requerido pelo pecado é merecidamente a morte. Como pagamento, a morte não aniquila o pecador. A verdade que a Bíblia nos comunica é que a morte não é a simples cessação da existência física, mas é uma consequência dolorosa pela prática do pecado, seu pagamento, a sua justa retribuição. Quando morre, o pecador, está ceifado na forma de corrupção aquilo que plantou na forma de pecado (Gl 6.7,8; 2 Co 15.21; Tg 1.15).
· A morte é sinal e fruto do pecado. O homem vive inevitavelmente dentro da esfera da morte e não pode fugir da condenação. Somente quem tem a Cristo e o aceitou está fora desta esfera. Só em Cristo o homem consegue salvar-se do poder da morte eterna. Tiago mostra-nos uma relação entre o pecado e a morte quando diz: “Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte”, Tg 1.14-15. O pecado, portanto, frutifica e gera a morte.
· A morte foi vencida por Cristo no Calvário. A resposta única, clara, evidente e idenpendente de quaisquer idéias filosóficas a respeito da morte é a Palavra de Deus revelada e pronunciada através de Cristo Jesus no Calvário (Hb 1.1). Cristo é a última palavra e a única solução para o problema do pecado e a crueldade da morte (Rm 5.17).
Tipos Distintos de Morte
A Bíblia fala de três tipos distintos de mortes: física, espiritual e eterna.
· Morte Física. O texto que melhor elucida esta morte é 2 Sm 14.14, que diz: “Porque certamente morreremos e seremos como águas derramadas na terra, que não se ajuntam mais”. O que acontece com o corpo quando é sepultado? Depois de alguns dias, terá se desfeito e esvaído como águas derramadas na terra. É isso que a morte física acarreta literalmente.
· Morte Espiritual. Este tipo tem dois sentidos n a perspectiva bíblica; negativo e positivo. No sentido negativo, a morte pode ser identificada pela expressão bíblica “morte no pecado”. É um estado de separação da comunhão com Deus. Significa estar debaixo do pecado, sob o seu domínio (Ef 2.1,5). O seu efeito é presente e futuro. No presente, refere-se a uma condição temporal de quem está separado da vida de Deus (Ef 4.18). No futuro, refere-se ao estado de esterna separação de Deus, o que acontecerá no Juízo Final (Mt 25.46).
No sentido positivo é a morte espiritual experimentada pelo crente em relação ao mundo. Isto é: a sua pena do pecado foi cancelada e, agora vive livre do domínio do pecado (Rm 6.14). Quanto ao futuro, o cristão autêntico terá a vida eterna. Ou seja: a redenção do corpo do pecado (Ap 21.27; 22.15).
· Morte eterna. É chamada a Segunda morte, porque a primeira é física (Ap 2.11). Identificada como punição do pecado (Rm 6.23). Também denominada castigo eterno. É a eterna separação da presença de Deus – a impossibilidade de arrependimento e perdão (Mt 25.46). Os ímpios, depois de julgados, receberão a punição da rejeição que fizeram à graça de Deus e, serão lançados no Geena (lago de fogo) (Ap 20.14,15; Mt 5.22,29,30); 23.14,15,33). Restringe-se apenas aos ímpios (At 24.15). Esse tipo de morte tem sido alvo de falsas teorias que rejeitam o ensino real da Bíblia.
Texto áureo
“ E no Hades, ergueu os olhos , estando em tormentos , e viu ao longe Abraão e Lázaro, no seu seio.” (Lc 16.23).
Para onde as pessoas vão ao morrerem? Esta é uma pergunta intrigante que todos fazem em algum momento da vida. A Bíblia nos fala do juízo final, quando todos serÃo encaminhados para seus lugares eternos: O céu ou o lago de fogo. E antes desse julgamento? Onde estarão os mortos?
O estado intermediário representa um lugar espiritual fixo onde as almas dos mortos aguardam a resposta de seus corpos , para apresentarem-se, posteriormente, perante o Supremo Juiz.
O estado intermediário, é o estado do morto entre a morte a ressurreição.
Argumento histórico. Se questão da vida após além- morte estivesse fundamentada apenas em teoria e conjecturas filosóficas, ela já teria desaparecido. Mas as provas na crença da imortalidade estão impressas na experiência da humanidade.
Argumento teleológico. Procura que a vida ao ser humano tem uma finalidade além da própria vida física. Há algo que vai além da matéria de nossos corpos, é a parte espirítual. Quando Jesus aboliu a morte e trouxe á luz a vida e a incorrupção, estava, de fato, desfazendo a morte espiritual e concedendo vida eterna., a imortalidade ( 2 Tm 1.10). A vida humana tem uma finalidade superior , uma razão de ser, um desígnio.
Argumento moral. Há um governador moral dentro de cada ser humano chamado consciência que reage as suas ações. Sua existência dentro do espirito humano indica sua função interna, como um sensor moral, aliado a soberania divina.
Argumento metafïsico. Os elementos imateriais do ser humano, denunciam o sentido metafïsico que compõem a sua alma e espírito. Esses elementos são indissolúveis; portanto, como evitar a realidade da vida além da morte? Ë impossível ? A palavra imortalidade no grego é athanasia e significa
literalmente ausênsia de morte. No sentido pleno somente Deus possui vida total , imperecível e imortal (1 Tm 1.17). Ele é a fonte da vida eterna e ninguém mais pode dá-la. No sentido relativo, o crente possui imortalidade conquistada pelos méritos de Jesus no Calvário ( 2 Tm 1.8-12).
O que é estado intermediário:
1. É uma habitação espiritual fixa e temporal . Biblicamente, o Estado intermediário é um modo de existir entre a morte física e a ressurreição final do corpo sepultado. No Antigo Testamento, esse lugar é identificado como Sheol (no hebraico), e no Novo Testamento como Hades (no grego). Os dois termos dizem respeito ao reino da morte (Sl 18.5; 2 Sm 22.5,6). É um lugar espiritual em que as almas dos mortos habitam fixamente até que seus corpos sejam ressuscitados, para a vida eterna ou para a perdição eterna. É o estado das almas e espíritos, fora de seus corpos, aguardando o tempo em que terão de comparecer perante Deus.
2. É um lugar de consciência ativa e ação racional. Segundo Jesus descreveu esse lugar, o rico e Lázaro participam de uma conversação no Sheol-Hades, estando apenas em lados diferentes (Lc 16.19-31). O apóstolo Paulo descreve-o, no que tange aos salvos, como um lugar de comunhão com o Senhor (2 Co 5.6-9; Fp1.23). A Bíblia denomina-o como um “lugar de consolação” , “seio de Abraão” ou “Paraíso” (Lc 16.22,25; 2Co 12.2-4). Se fosse um lugar neutro para as almas dos mortos, não haveria razão para Jesus identificá-lo com os nomes que deu. Da mesma forma, “o lugar de tormento”não teria razão de ser, se não houvesse consciência naquele lugar.
Rejeita-se segundo a Bíblia, a teoria de que o Sheol-Hades é um lugar de repouso inconsciente. A Bíblia fala dos crentes falecidos como “os que dormem com o Senhor”(1 Co 15,6; 1 Ts 4,13), e isto não refere-se a uma forma de dormir inconsciente, mas de repouso, de descanso. As atividades existentes no Sheol- Hades não implicam que os mortos possam sair daquele lugar, mas que estão retidos até a ressurreição de seus corpos para apresentarem-se perante o Senhor (Lc 16.19,31; 23.43; At 7.59).
O Sheol-Hades, antes e depois do Calvário
1. Antes do Calvário. O Sheol-Hades dividia-se em três partes distintas. Para entender essa habitação provisória dos mortos, podemos ilustrá-lo por um círculo dividido em três partes. A primeira parte é o lugar dos justos, chamada “Paraíso”, “seio de Abraão”, “lugar de consolo” (Lc 16.22,25; 23.43). A Segunda é a parte dos ímpios, denominada “lugar de tormento” (Lc 16.23). A terceira fica entre a dos justos e a dos ímpios, e é identificada como “lugar de trevas”, “lugar de prisões eternas”, “abismo” (Lc 16.26; 2 Pe 2.4; Jd v. 6). Nessa terceira parte foi aprisionada uma classe de anjos caídos, a qual não sai desse abismo, senão quando Deus permitir nos dias da Grande Tribulação (Ap 9.1-12). Não há qualquer possibilidade de contato com esses espíritos caídos; habitantes do Poço do Abismo.
2. Depois do Calvário. Houve uma mudança dentro do mundo das almas e espíritos dos mortos após o evento do Calvário. Quando Cristo enfrentou a morte e a sepultura e as venceu, efetuou uma mudança radical no Sheol-Hades (Ef 4.9,10; Ap 1.17,18). A parte do “Paraíso” foi trasladada para o terceiro céu, na presença de Deus (2 Co 12.2,4), separando-se completamente das “partes inferiores” onde continuam os ímpios mortos. Somente, os justos gozam dessa mudança em esperança pelo dia final quando esse estado temporário se acabará, e viverão para sempre com o Senhor, num corpo espiritual ressurreto.
Essa doutrina Bíblica fortalece a nossa fé ao dar-nos segurança acerca dos mortos em Cristo, e é a garantia de que a vida humana tem um propósito elevado, além de renovar a nossa esperança de estar para sempre com o Senhor.
Entendemos assim, pelas escrituras que a alma permanece viva e consciente após a morte do corpo. Nesse estado, a alma do justo já se encontra na presença do Senhor, em um lugar que normalmente denomina-se “paraíso”. O ímpio, por sua vez, já se encontra em tormentos no inferno. Tais lugares são de permanência temporária, até que venha o Juízo Final.
Após o juízo, os justos serão introduzidos no céu e os ímpios serão lançados no lago de fogo...
BISPO/JUIZ.DR.EDSON CAVALCANTE
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
A MORTE SOB A MORTE...
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O PERFIL DE UM LÍDER...
O PERFIL DO LÍDER - Um Ser Moral, Social e Ético
1. O Líder como um ser moral
Deus criou o homem à sua imagem e semelhança (Gn 1.26-27; Ef 4.24). Como bem afirmou Hodge (2001, p. 555), conforme os teólogos reformados e a maioria dos teólogos de outras divisões da Igreja, a semelhança do homem com Deus incluía, dentre outros pontos, sua natureza intelectual e moral.
Como ser moral entende-se que o homem é dotado de uma natureza com poderes que capacita a agir de maneira certa ou errada. Esses poderes são o intelecto ou razão, o sentimento e a vontade. Em conexão com estas faculdades humanas está a atividade da consciência, que envolve todos os poderes, e sem a qual não pode haver nenhuma ação moral (STRONG, 2003, p. 64-65; THIESSEN, 1988, p. 158). Estes poderes ou faculdades humanas atuam da seguinte forma:
- O intelecto ou razão habilita o homem para discernir, avaliar entre o certo e o errado;
- A sensibilidade ou sentimento o inclina, o move para o certo ou o errado;
- A vontade livre concretiza, faz.
- A sensibilidade ou sentimento o inclina, o move para o certo ou o errado;
- A vontade livre concretiza, faz.
Um claro exemplo da atividade destas faculdades humanas operando, conforme Leite Filho (1997, p. 62) pode ser vista no filho pródigo (Lc 15.11-32):
- A consciência o acusou (v. 17a);
- O intelecto o fez refletir (v. 17b);
- O sentimento o inclinou (v. 18, 19);
- A vontade o fez agir (v. 20);
- O intelecto o fez refletir (v. 17b);
- O sentimento o inclinou (v. 18, 19);
- A vontade o fez agir (v. 20);
Vale lembrar, que em razão de sua falibilidade, a consciência humana não é o árbitro final do julgamento de suas ações. O que é direito, o que é justo, em última instância, é determinado pelo caráter de Deus, manifesto em sua Palavra.
O homem, criado a imagem e semelhança de Deus, é um agente racional, moral e, portanto, também um agente livre e responsável pelos seus atos.
Como um ser livre e responsável por seus próprios atos, o líder deve assumir responsabilidades e ser responsabilizado. Observemos alguns casos bíblicos:
a) Líderes bíblicos responsabilizados por seus erros
- Adão (Gn 3.17-19)
- Mirian (Nm 12.1-15)
- Corá, Datã e Abirão (Nm 16.1-35)
- Moisés (Dt 32.48-52)
- Sansão (Jz 16.19-20)
- Mirian (Nm 12.1-15)
- Corá, Datã e Abirão (Nm 16.1-35)
- Moisés (Dt 32.48-52)
- Sansão (Jz 16.19-20)
b) Líderes bíblicos que assumiram as responsabilidades por seus erros
- Arão (Nm 12.11)
- Saul (1 Sm 15.22-31)
- Davi (2 Sm 12.1-15)
- Saul (1 Sm 15.22-31)
- Davi (2 Sm 12.1-15)
Aprendemos com os exemplos acima, que os erros de um líder são tratados e punidos das mais diversas maneiras, devido às complexidades e peculiaridades das pessoas e circunstâncias envolvidas. Extraímos várias lições dos episódios aqui descritos:
- O erro consciente e intencional é passivo de punição.
- Deus, como ser moral perfeito, através de sua direção ou intervenção sobrenatural ou de processo naturais, decorrentes da quebra de princípios e leis naturais (Gl 6.7), nunca nos deixa impunes.
- A disciplina divina está fundamentada em seu amor (Hb 12.6-13).
- A graça e a misericórdia divina podem outorgar ao líder, imperfeito e falível que é, uma nova(s) oportunidade(s).
- Os vitimados pelos erros devem sempre ser tratados com um sentimento e desejo de restauração, sem, contudo, relativizarmos a palavra de Deus, buscando “jeitinhos” que só trarão mais problemas ou a perda da credibilidade dos envolvidos no episódio e nas decisões.
A autoridade moral de um líder não se fundamenta em sua credencial de obreiro, em seu cargo ou função. Fundamenta-se em sua integridade moral (santidade, retidão/justiça, bondade e verdade).
2. O Líder como um ser social
“Disse mais o Senhor: Não é bom que o homem esteja só;” (Gn 2.18)
O homem é um ser social. A necessidade de “estar com” é inerente ao ser humano. O próprio Deus deixa isto explícito.
O Senhor dotou o homem da capacidade de viver em sociedade. A socialização acontece na medida em que o indivíduo participa ativamente da vida em sociedade, aprende suas normas, valores, hábitos e costumes.
O líder cristão necessita de viver ativamente, solidamente e exemplarmente sua vida social, em seus vários níveis ou contatos sociais (primários e secundários).
- A vida social ativa do líder cristão. Implica em que o mesmo deve assumir o seu papel (responsabilidade) de ator e sujeito histórico, de agente transformador da realidade, da busca de uma sociedade mais justa, através de ações concretas que beneficiem os seus familiares (Mt 15.1-9; 1 Tm 5.8), os da família da fé (At 4.32-35; 6.1; 11.27-30; Rm 15.25-27; 1 Co 16.1-4; Gl 6.9-10) e de maneira geral, o seu próximo (Lc 10.25-37; Jo 6.1-13). O líder cristão não deve ser um sujeito alienado das principais questões de sua época (econômica, política, religiosa, ambiental, educacional, saúde, legal etc.);
- A vida social sólida do líder cristão. A sociedade contemporânea é caracterizada por aquilo que o sociólogo polonês Zygmunt Bauman definiu como “modernidade líquida”, caracterizada pela fragilidade dos laços humanos, da virtualidade das amizades e da brevidade dos relacionamentos, afetando desta maneira a qualidade e solidez de nossas relações sociais. Os relacionamentos tornam-se descartáveis, coisificados, desumanizados. É a sociedade do homem sem vínculos familiares, sem vínculos de amizade, sem vínculos com igrejas, sem vínculos com ministérios, sem vínculos com convenções etc. O líder cristão, na condição de sal da terra e luz do mundo (Mt 5.13-16), não conformado ao sistema (Rm 12.2), é promotor da solidez, da perpetuidade e da qualidade dos seus relacionamentos com os de fora (1 Co 5.9-10, com os de dentro (1 Ts 4.9-12; 1 Tm 5.1-3; 1 Jo 4.20-21), com a sua família (1 Co 7.10-13, 32-34; Ef 5.22, 25; 6.1-4). O líder cristão é um cultivador de amizades sinceras. Como bem escreveu Swindoll (1998, p. 291) “...penso em meus amigos como grandes árvores frondosas, que estendem seus ramos sobre mim, oferecendo sombra, cuja presença é uma proteção contra as rajadas do vento de inverno e da solidão. Uma grande árvore protetora; isso é um amigo.”;
- A vida social exemplar do líder cristão. O líder deve conduzir-se em sua vida social (pública e familiar) exemplarmente. Nas qualificações para a separação, apresentação e consagração de obreiros, prescritas em 1 Timóteo 3.1-7 (NTLH), lemos que o líder deve, em termos de vida social, ser um homem que ninguém possa culpar de nada, ter somente uma esposa, ser moderado, prudente, simples, hospedeiro, não chegado ao vinho nem briguento, pacífico e calmo, não deve amar o dinheiro, ser um bom chefe de sua própria família, ser um bom educador dos filhos, ser respeitado pelos de fora da igreja, para que não fique desmoralizado e não caia na armadilha do diabo;
A alienação e falta de responsabilidade social de um obreiro, produzirá uma mensagem evangelística ou doutrinária desacreditada, descontextualizada e irrelevante, resultado de uma fé morta (Tg 2.14-26), de um ministério com muito discurso e pouca (ou nenhuma) ação.
3. O Líder como um ser ético
Comecemos observando alguns conceitos de “ética”.
Ética, do grego etiké é o estudo por parte da filosofia e da teologia, que busca identificar o certo e o errado. A ética busca oferecer discernimento, princípios ou mesmo um sistema de orientação na busca pela boa vida ou pela forma correta de agir nas situações gerais e específicas. De modo geral, os sistemas éticos são deontológicos (guia o comportamento identificando ou descobrindo o que intrinsecamente é certo ou errado) ou teleológicos (buscam guiar o comportamento entendendo os resultados ou os efeitos causados).
Ética cristã é o conjunto de princípios baseados nas Sagradas Escrituras, principalmente nos ensinos de Cristo e de seus apóstolos, cujo objetivo é orientar a conduta do cristão em seus relacionamentos com Deus, com o próximo, consigo mesmo e com a natureza.
Ética ministerial é o conjunto de princípios baseados na Bíblia Sagrada, de forma mais específica nos ensinos de Cristo e nas epístolas pastorais, que fundamentam e orientam a conduta do obreiro nas seguintes áreas:
a) Sua vida particular (1 Tm 4.16)
- Espiritual. Devoção, consagração, comunhão, sinceridade;
- Pessoal. O cuidado com a saúde física (exercício, descanso, alimentação), emocional (estresse, ansiedade, fadiga, angústia, medo, depressão) e mental (estudos, leitura);
- Familiar. O cuidado com o lar, a esposa e os filhos (comunicação, participação e atenção);
- Pessoal. O cuidado com a saúde física (exercício, descanso, alimentação), emocional (estresse, ansiedade, fadiga, angústia, medo, depressão) e mental (estudos, leitura);
- Familiar. O cuidado com o lar, a esposa e os filhos (comunicação, participação e atenção);
b) Sua vida em sociedade (Rm 13.1-7; 1 Co 10.31-33; 1 Tm 3.7)
- Em relação aos não crentes;
- Em relação às autoridades constituídas;
- Em relação às autoridades constituídas;
c) Sua vida congregacional (1 Tm 4.12)
- Com os irmãos em geral (crianças, adolescentes, jovens, adultos e anciãos);
- Com o sexo oposto;
- Com os seus companheiros de ministério;
- Com o seu líder;
- Com os seus liderados;
- Nas visitas pastorais;
- No gabinete pastoral;
- No púlpito;
- Na pregação;
- No ensino;
- Na administração;
- Com o sexo oposto;
- Com os seus companheiros de ministério;
- Com o seu líder;
- Com os seus liderados;
- Nas visitas pastorais;
- No gabinete pastoral;
- No púlpito;
- Na pregação;
- No ensino;
- Na administração;
Como ser moral, social e ético, o líder cristão nos tempos pós-modernos, precisa continuar primando e observando os princípios norteadores da palavra de Deus, não se rendendo às ditaduras relativistas, filosóficas, antinomistas, ideológicas e culturais de nossa época...
BISPO/JUIZ.DR.EDSON CAVALCANTE
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
A FALSIDADE E A MENTIRA...
A mentira é outro dos pecados mais generalizados de nossa sociedade, a tal ponto que a consciência de muitos cristãos têm se tornado insensível e debilitada com relação ao pecado da mentira. Existem muitas pessoas crentes que crêem "que não se pode viver sem uma mentirinha".
A mentira é covardia para não enfrentar a realidade. O homem se justifica ao mentir; considera que as mentiras são "piedosas" ou "por necessidade" ou ainda para evitar problemas maiores. São justificativas ilusórias e sem fundamentos, pois a falsidade e mentira são imorais e contrárias à conduta que Deus requer do homem.
Que é a Mentira?
Mentira: É uma manifestação contrária à verdade, cuja essência é o engano, e cuja gravidade se mede segundo o egoísmo ou a maldade que encerra. Está proibida pelo decálogo (10 mandamentos) divino (Ex 20:16), e um dos efeitos da conversão ao cristianismo é deixar de mentir (Ef 4:25).
A mentira direta, como a de Ananias e Safira (At 5:4), não é a única forma de mentira. Em algumas ocasiões se trata de meias verdades (que é uma "mentira inteira"), como Abraão disse de sua esposa Sara a Abimeleque: "É minha irmã." (Gn 20:2,12). O propósito é sempre enganar.
Pode ser também uma resposta evasiva, como a que Caim disse a Deus (Gn 4:9); um silêncio como o de Judas quando o Senhor o acusou indiretamente na última ceia (Jo 13:21-30), ou toda uma vida enganosa. "Se dissermos que mantemos comunhão com Ele, e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade" (I Jo 1:6).
A mentira não é um "pecadinho", isto não existe: Os mentirosos irão para o lago de fogo (Ap 21:8).
Hipocrisia: Pretensão ou fingimento de ser o que não é. Hipócrita é uma transcrição do vocábulo grego "hypochrités", que significa ator ou protagonista no teatro grego. Os atores gregos usavam máscaras de acordo com o papel que representavam.
É daí que o termo hipócrita chegou a designar a pessoa que oculta a realidade atrás de uma máscara de aparência.
Deus proíbe e condena a mentira e a falsidade
- Não devemos enganar, mentir, nem jurar falsamente (Lv 19:11,12); Mt 5:33-37)
- Deus destruirá o mentiroso (Sl 5:6)
- Deus aborrece a mentira (Pv 6:16-19; 12:22)
- Pesos e medidas falsas são abominação ao Senhor (Pv 20:10)
- As mentiras corrompem o homem (Mt 15:18-20; Mc 7:21-23)
- Manifesta a relação filial entre o homem e Satanás (Jo 8:43-47)
- O engano é parte integral da profunda degradação do homem (Rm 1:28-32; sl 58:3; 62:4; Pv 26:24-28; Jr 9:3-6)
- Devemos rejeitar a mentira (Ef 4:22-25; Cl 3:9; I Pe 2:1)
- O engano faz a vida infeliz, mas Deus promete bênçãos e dias bons aos homem que fala a verdade (I Pe 3:10; Sl 34:12,13)
- Deus condena a hipocrisia (Mt 6:2, 16-18; 15:6-8; 22:18; 23:27-28; Rm 12:9; I Tm 1:5-6; Tt 1:16; Tg 3:14; I Pe 1:22; 2:1-2)
- Deus rejeita a religiosidade (Tg 1:26)
Cristo é o nosso exemplo de verdade
- Não houve engano na Sua boca (Is 53:9; I Pe 2:21,22)
- Veio ao mundo para ser testemunha da verdade (Jo 18:37)
- Estamos "no verdadeiro" (I Jo 5:20)
Cristo, o Senhor, nos ordena a ser absolutamente verazes; "seja a tua palavra sim, sim e não, não" (Mt 5:37). Está preparando para si uma igreja sem mancha e sem ruga ( Ef 5:27), e como discípulos seus e parte do seu corpo, devemos ser absolutamente verazes, francos, sinceros, honestos, honrados; ainda quando tenhamos de sofrer por Sua vontade (1Pe 4:15-19; 3:17; Pv 19:22).
O povo de Deus aborrece a mentira (Sl 119:104, 128,163; Pv 30:8) e rejeita os que a praticam (Sl 40:4; 101:7; 144:11; Ef 5:11), orando para ser guardado da mentira (Sl 119:29; Pv 13:5).
O dano que faz a mentira e o engano.
A mentira anestesia a consciência do mentiroso; torna-o insensível à verdade; a verdade não penetra para uma transformação. A mentira vicia com mais facilidade, já que uma mentira conduz a outra.
A falsidade e a mentira são muito prejudiciais ao relacionamento entre os discípulos de Cristo. Cria a desconfiança, o receio, a incredulidade, a suspeita. Destrói o ambiente de fé, de amor, de compreensão e estimula o ciúme. O senhor nos ordena a rejeitar a mentira em todas as suas formas: falso testemunho, engano, hipocrisia, fingimento, exagero, calúnia, desonestidade, não cumprir os tratos injustificadamente, fraude, falsificação em todas as áreas de nossa vida: lar, trabalho, comércio, igreja, autoridades, colégio, amizades, etc.
A sociedade assentada sobre a mentira e a falsidade está destinada a desmoronar. É preciso edificar uma estrutura moral de veracidade em todas as ordens e escalas da vida: nos governantes e nos governados, nos pais e nos filhos, nos patrões e empregados, nos mestres e nos alunos, nos comerciantes, nos profissionais, nos clientes.
Como se libertar e corrigir-se.
Arrepender-se: mudar de atitude e de mentalidade em relação à mentira e à falsidade. Rejeitar a mentira, eliminá-la da vida. Determinar obedecer a Deus em tudo e viver sempre na verdade. Disciplinar-se até cultivar uma nova atitude baseada na veracidade.
Confessar o pecado: (Pv 28:13-14; 1 Jo 1:9; 2:1) toda a mentira é pecado e deve ser completamente confessada, esclarecendo-se a verdade com Deus e com a pessoa enganada. Quando a mentira constitui um vício arraigado à maneira de viver, deve ser confessada a um irmão maduro, responsável, procurando uma ampla orientação (Tg 5:16).
Exortação (Tg 5:19-20: Gl 6:1-2; Ef4:25) como este pecado afeta as relações entre os irmãos, somos responsáveis uns diante dos outros para corrigir, admoestar, ensinar, etc...
BISPO/JUIZ.DR.EDSON CAVALCANTE
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QUEM É JESUS PARA VC?
TEXTO: MATEUS 16:13-16
INTRODUÇÃO:
Jesus e seus discípulos estão na costa de “Cesaréia de Filipe”.
Esta era uma área predominantemente por gentios, localizada cerca de 30 quilômetros ao norte de Betsaida, onde Jesus havia acabado de curar um homem cego, Marcos 8:22-26. Neste local jorra uma nascente vinda do monte Hermom, que constitui um dos afluentes que se torna o rio Jordão.
Esta era uma bonita área que estava mergulhada na religião pagã. Em tempos antigos, a cidade tinha sido chamado de "Balinas", porque tinha sido um centro de culto a Baal. Baal era o fenício deus da fertilidade e da natureza. Mais tarde, o nome foi mudado para "Panias", porque os gregos acreditavam que seu deus Pan nasceu em uma caverna nas colinas acima da cidade, no sopé do Monte Hermom. Pan era metade cabrito, metade homem eles acreditavam ser o guardião dos rebanhos e da natureza. Na verdade, o moderno nome desta antiga cidade é "Banias", que é uma forma de "Panias". Cesaréia de Filipe também continha um templo de mármore cintilante, construído por Herodes Filipe, para homenagear César, imperador romano, que era considerado um deus. Os cidadãos desta cidade eram obrigados a entrar neste templo, pelo menos uma vez por ano, colocar uma pitada de incenso em um altar em chamas e proclamar: "César é o Senhor"!
Foi aqui, nesta cidade, dedicado à adoração de ídolos e deuses artificiais que Jesus escolheu como local para fazer a revelação mais completa de Si mesmo aos seus discípulos. Foi também aqui que Simão Pedro viu pela primeira vez que Jesus Cristo era verdadeiramente o Filho de Deus. Jesus usou este cenário trágico do paganismo e da adoração falsa para levar seus discípulos a pensar sobre a questão mais fundamental da vida. Essa questão é, Quem é Jesus para você? A correta compreensão de quem Jesus é mostra a diferença entre ser salvo e estar perdido. Isso significa a diferença entre o Céu e o Inferno.
Esta era uma área predominantemente por gentios, localizada cerca de 30 quilômetros ao norte de Betsaida, onde Jesus havia acabado de curar um homem cego, Marcos 8:22-26. Neste local jorra uma nascente vinda do monte Hermom, que constitui um dos afluentes que se torna o rio Jordão.
Esta era uma bonita área que estava mergulhada na religião pagã. Em tempos antigos, a cidade tinha sido chamado de "Balinas", porque tinha sido um centro de culto a Baal. Baal era o fenício deus da fertilidade e da natureza. Mais tarde, o nome foi mudado para "Panias", porque os gregos acreditavam que seu deus Pan nasceu em uma caverna nas colinas acima da cidade, no sopé do Monte Hermom. Pan era metade cabrito, metade homem eles acreditavam ser o guardião dos rebanhos e da natureza. Na verdade, o moderno nome desta antiga cidade é "Banias", que é uma forma de "Panias". Cesaréia de Filipe também continha um templo de mármore cintilante, construído por Herodes Filipe, para homenagear César, imperador romano, que era considerado um deus. Os cidadãos desta cidade eram obrigados a entrar neste templo, pelo menos uma vez por ano, colocar uma pitada de incenso em um altar em chamas e proclamar: "César é o Senhor"!
Foi aqui, nesta cidade, dedicado à adoração de ídolos e deuses artificiais que Jesus escolheu como local para fazer a revelação mais completa de Si mesmo aos seus discípulos. Foi também aqui que Simão Pedro viu pela primeira vez que Jesus Cristo era verdadeiramente o Filho de Deus. Jesus usou este cenário trágico do paganismo e da adoração falsa para levar seus discípulos a pensar sobre a questão mais fundamental da vida. Essa questão é, Quem é Jesus para você? A correta compreensão de quem Jesus é mostra a diferença entre ser salvo e estar perdido. Isso significa a diferença entre o Céu e o Inferno.
Hoje, vamos olhar mais atentamente sobre a pergunta feita pelo Salvador no versículo 15. A pergunta é: "quem dizeis que eu sou?" Sua resposta a essa questão determina como você vai viver sua vida aqui, e ela irá determinar aonde você vai quando você morre. É a mais importante pergunta que você já ouviu, ou que você vai responder.
Vamos considerar as possíveis respostas juntos, quero pregar em torno da questão: "Quem é Jesus para você?"
Vamos considerar as possíveis respostas juntos, quero pregar em torno da questão: "Quem é Jesus para você?"
I. VAMOS PERGUNTAR A HUMANIDADE
A. O que disseram os homens no passado? - Durante a vida de Cristo, os homens tinham muito a dizer sobre ele e o que eles pensavam que ele era. O versículo 14 nos mostra o que alguns pensavam que Jesus era. Alguns pensavam que Jesus era:1. João Batista - Um homem santo dispostos a morrer por sua fé. Até mesmo o rei Herodes pensou que Jesus era João Batista que havia ressuscitado dentre os mortos, Mat. 14:1-2.
2. Elias - O maior de todos os profetas do AT. Os judeus estavam esperando Elias voltar um pouco antes de o Messias vir, Ml. 4:5. Alguns acreditavam que Jesus era o precursor, mas não o Messias.
3. Jeremias - Um profeta santo que era esperado retornar a terra antes do Messias. Era suposto trazer com ele o Tabernáculo, a Arca da Aliança e o altar de incenso que ele tinha escondido no Monte Nebo antes de morrer, 2 Macabeus 2:1-12; 2 Esdras 2:18.
4. Um dos Profetas - Um homem que Deus enviou com uma mensagem para o tempo deles, ou um homem em quem habitava o espírito de um dos grandes profetas.
Todos estes pontos de vista elevavam Jesus acima do status de um homem comum. Eles mostram que os judeus, pelo menos, acreditavam ser Jesus um grande homem, até mesmo um homem santo, mas seus pontos de vista estão muito aquém do que é necessário para a salvação.
5. Nem toda as pessoas nos dias de Jesus acreditavam que ele era um grande homem. Alguns pensavam que Ele era nada mais do que ninguém. Alguns até pensaram que Ele era um homem mal.
ü Um carpinteiro humilde - Marcos 6:3
ü O filho de José - João 6:42
ü O pecador - João 9:24
ü Um filho ilegítimo - João 8:41
ü Um diabo - Mat. 12:24
ü Um homem louco - João 10:20
ü Um tolo e objeto de desprezo e escárnio - Matt. 27:38-43
6. Mesmo seus meio-irmãos tinha coisas duras a dizer sobre Jesus - João 7:3 – 5.
Se eles diziam esses tipos de coisas sobre Jesus, agora, o que eles dizem sobre ele quando ele não está aqui na terra, fazendo milagres e demonstrando seu poder, Lucas 23:31?
B. O que dizem os homens no presente? - Assim como os homens tinham uma opinião sobre a identidade de Jesus Cristo em seu dia, isso eles ainda fazem hoje. Aqui está o que algumas pessoas estão dizendo sobre Jesus.
1. As Testemunhas de Jeová - "Arcanjo Miguel não é outro senão o Filho unigênito de Deus, agora Jesus Cristo.” (Novos Céus e Nova Terra, p. 30-31)
2. Os mórmons - "... Jesus, nosso irmão mais velho, foi gerado na carne pelo mesmo personagem que estava no jardim do Éden, e que é nosso pai no céu. "(Journal of Discourses; vol. 1, p. 50-51.) “... que Lúcifer o filho da manhã é nosso irmão mais velho, e o irmão de Jesus”. (Apostle B. McConkie, Mormon Doctrine, Mormon Doctrine, p. 163-164.) "Jesus era casado em Caná da Galiléia e tinha muitas mulheres, incluindo Maria e Marta, eles também tiveram filhos homens." (Journal of Discourses, vol. 1, p. 345-346, vol. 2, p. 79-82, vol. 4, p. 259-260; The Seer, p. 172). Jesus foi o primeiro bebê nascido de Deus no céu, quando Deus, em um corpo físico, teve relações sexuais com Maria, sua própria filha. Ele é o espírito do irmão Lúcifer.
3. O Islã - "Jesus não era mais que um mortal a quem Deus favoreceu e fez o exemplo para os israelitas. Eles estão incrédulos que dizem que Deus é o Messias, filho de Maria." (Sura 43:59) Jesus era um profeta, mas ele não foi crucificado em uma cruz. Ele vai voltar, mas ele não é Deus.
3. O Hindu - Jesus é apenas um dos milhões de deuses.
5. O Talmude judaico - escritos judaicos que detalham como os judeus devem viver suas vidas, tem as seguintes coisas para dizer sobre Jesus. "Ele, foi o descendente de príncipes e governadores que se prostituiu com carpinteiros. "(Sanhedrin, 106a)" Miriam (Maria), a cabeleireira teve relações sexual com muitos homens." (Shabbeth 104b) "Jesus foi executado porque Ele praticava Feitiçaria". (Sanhedrin 43a) "Jesus está no inferno sendo cozido em excremento quente." (Giffin 57a) As imagens da Enciclopédia Judaica mostram Jesus como "cego de um olho e manco de um pé."
6. As pessoas que vivem ao redor de nós têm uma opinião a respeito de Jesus Cristo.
Alguns acreditam que ele era um bom homem. Outros pensam que ele era um grande mestre. Pessoas têm todos os tipos de idéias sobre quem é Jesus Cristo. O que é triste é que nada do que tenho compartilhado com você, até agora, é mesmo perto da verdade.
Todas essas pessoas e grupos têm idéias sobre Jesus, mas nenhuma delas são idéias bíblicas. Desde que a humanidade não pode nos ajudar a determinar a identidade de Jesus, então vamos pedir o céu.
B. O que dizem os homens no presente? - Assim como os homens tinham uma opinião sobre a identidade de Jesus Cristo em seu dia, isso eles ainda fazem hoje. Aqui está o que algumas pessoas estão dizendo sobre Jesus.
1. As Testemunhas de Jeová - "Arcanjo Miguel não é outro senão o Filho unigênito de Deus, agora Jesus Cristo.” (Novos Céus e Nova Terra, p. 30-31)
2. Os mórmons - "... Jesus, nosso irmão mais velho, foi gerado na carne pelo mesmo personagem que estava no jardim do Éden, e que é nosso pai no céu. "(Journal of Discourses; vol. 1, p. 50-51.) “... que Lúcifer o filho da manhã é nosso irmão mais velho, e o irmão de Jesus”. (Apostle B. McConkie, Mormon Doctrine, Mormon Doctrine, p. 163-164.) "Jesus era casado em Caná da Galiléia e tinha muitas mulheres, incluindo Maria e Marta, eles também tiveram filhos homens." (Journal of Discourses, vol. 1, p. 345-346, vol. 2, p. 79-82, vol. 4, p. 259-260; The Seer, p. 172). Jesus foi o primeiro bebê nascido de Deus no céu, quando Deus, em um corpo físico, teve relações sexuais com Maria, sua própria filha. Ele é o espírito do irmão Lúcifer.
3. O Islã - "Jesus não era mais que um mortal a quem Deus favoreceu e fez o exemplo para os israelitas. Eles estão incrédulos que dizem que Deus é o Messias, filho de Maria." (Sura 43:59) Jesus era um profeta, mas ele não foi crucificado em uma cruz. Ele vai voltar, mas ele não é Deus.
3. O Hindu - Jesus é apenas um dos milhões de deuses.
5. O Talmude judaico - escritos judaicos que detalham como os judeus devem viver suas vidas, tem as seguintes coisas para dizer sobre Jesus. "Ele, foi o descendente de príncipes e governadores que se prostituiu com carpinteiros. "(Sanhedrin, 106a)" Miriam (Maria), a cabeleireira teve relações sexual com muitos homens." (Shabbeth 104b) "Jesus foi executado porque Ele praticava Feitiçaria". (Sanhedrin 43a) "Jesus está no inferno sendo cozido em excremento quente." (Giffin 57a) As imagens da Enciclopédia Judaica mostram Jesus como "cego de um olho e manco de um pé."
6. As pessoas que vivem ao redor de nós têm uma opinião a respeito de Jesus Cristo.
Alguns acreditam que ele era um bom homem. Outros pensam que ele era um grande mestre. Pessoas têm todos os tipos de idéias sobre quem é Jesus Cristo. O que é triste é que nada do que tenho compartilhado com você, até agora, é mesmo perto da verdade.
Todas essas pessoas e grupos têm idéias sobre Jesus, mas nenhuma delas são idéias bíblicas. Desde que a humanidade não pode nos ajudar a determinar a identidade de Jesus, então vamos pedir o céu.
II. VAMOS PERGUNTAR AO CÉU
A. O Soberano - Observe o que Deus, o Pai diz sobre Jesus.
“... Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.”, Mat. 3:17.
"... Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo, ouvi-lo." Mat. 17:5.
B. Os Espíritos - O mundo espiritual tem algo a dizer sobre Jesus.
1. Os espíritos celestiais - Mat. 1:18-25, Lucas 1:26-38, Lucas 2:8-20
2. Os espíritos infernais - Mat. 8:29 e Lucas 4:41, Tiago 2:19
C. As Escrituras - Isaias 9:6; - Miquéias 5:2; - Isaias 11:1-5; - Jeremias. 23:5; - Isaias. 53:1-12; - João 1:1, 14, - Marcos 1:1; - Filipenses 2:5-11, - Atos 2:36, - Atos 10:36. A Bíblia está repleta de informações sobre a identidade do Senhor Jesus Cristo. Mesmo o nome dado a Jesus na Bíblia fala de sua posição: Ele é chamado de Senhor, isso implica que Ele está no controle, que é uma deidade. Ele é chamado de Jesus, este nome significa "Jeová é a salvação." Esta é o Seu nome terreno. Lembra-nos que Ele é humano. Ele é chamado de Cristo, o nome significa "ungido", refere-se a Jesus como o escolhido por Deus para ser o Messias. A Bíblia é absolutamente clara sobre quem é Jesus Cristo!
D. Os santos - Muitas das grandes figuras do Novo Testamento ofereceram seu testemunho sobre a identidade do Senhor Jesus Cristo.
Como Jesus disse a Pedro em Mateus. 16:17, o conhecimento de quem é Jesus não provém do coração humano, ela vem do céu. Por uma questão de tempo, só vamos pedir dois desses grandes homens no momento: João Batista, João 1:34, e Paulo Atos 9:20.
E. O Salvador - O que uma pessoa diz sobre si mesmo também é importante na discussão de sua identidade. Aqui estão algumas das coisas que Jesus disse sobre Ele mesmo.
“... Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.”, Mat. 3:17.
"... Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo, ouvi-lo." Mat. 17:5.
B. Os Espíritos - O mundo espiritual tem algo a dizer sobre Jesus.
1. Os espíritos celestiais - Mat. 1:18-25, Lucas 1:26-38, Lucas 2:8-20
2. Os espíritos infernais - Mat. 8:29 e Lucas 4:41, Tiago 2:19
C. As Escrituras - Isaias 9:6; - Miquéias 5:2; - Isaias 11:1-5; - Jeremias. 23:5; - Isaias. 53:1-12; - João 1:1, 14, - Marcos 1:1; - Filipenses 2:5-11, - Atos 2:36, - Atos 10:36. A Bíblia está repleta de informações sobre a identidade do Senhor Jesus Cristo. Mesmo o nome dado a Jesus na Bíblia fala de sua posição: Ele é chamado de Senhor, isso implica que Ele está no controle, que é uma deidade. Ele é chamado de Jesus, este nome significa "Jeová é a salvação." Esta é o Seu nome terreno. Lembra-nos que Ele é humano. Ele é chamado de Cristo, o nome significa "ungido", refere-se a Jesus como o escolhido por Deus para ser o Messias. A Bíblia é absolutamente clara sobre quem é Jesus Cristo!
D. Os santos - Muitas das grandes figuras do Novo Testamento ofereceram seu testemunho sobre a identidade do Senhor Jesus Cristo.
Como Jesus disse a Pedro em Mateus. 16:17, o conhecimento de quem é Jesus não provém do coração humano, ela vem do céu. Por uma questão de tempo, só vamos pedir dois desses grandes homens no momento: João Batista, João 1:34, e Paulo Atos 9:20.
E. O Salvador - O que uma pessoa diz sobre si mesmo também é importante na discussão de sua identidade. Aqui estão algumas das coisas que Jesus disse sobre Ele mesmo.
ü João 14:9,"aquele que vê a mim vê o Pai”
ü João 10:30: "Eu e o Pai somos um".
ü João 8:58, “disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: que antes que Abraão existisse, eu sou."
ü João 14:6:" Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, a verdade, e a vida: ninguém vem ao Pai senão por mim".
ü João 17 - O capítulo inteiro!
ü João 6:35,"Eu sou o pão da vida".
ü João 8:12,"Eu sou a luz do mundo".
ü João 10:9,"Eu sou a porta."
ü João 10:11, "Eu sou o bom pastor."
ü João 10:36, "Eu sou o Filho de Deus"
ü João 11:25, "Eu sou a ressurreição e a vida."
ü João 14:6," Eu sou o caminho, a verdade e a vida ... "
ü João 15:1," Eu sou a videira verdadeira."
III. VAMOS PERGUNTAR AO NOSSO PRÓPRIO CORAÇÃO
A. Vamos ouvir de outros corações - Nas páginas da Bíblia, várias pessoas tiveram um encontro pessoal com Jesus que mudou para sempre suas vidas. Gostaria de compartilhar algumas das suas declarações sobre Jesus com você
hoje.
1. Simeão - Lucas 2:28-32: "Meus olhos viram a tua salvação ... Uma luz para iluminar as nações e a glória do teu povo Israel ".
2. Natanael - João 1:49: "Rabi, Tu és o Filho de Deus, Tu és o Rei de Israel."
3. Simão Pedro - Mat. 16:16
4. A mulher junto ao poço - João 4:29, "Vinde e vede um homem, que me disse tudo quanto tenho feito: porventura não é este o Cristo? "
5. Marta - João 11:27 "Senhor, eu creio que tu és o Cristo, o Filho de Deus, que devia vir ao mundo."
6. O ladrão moribundo - Lucas 23:39-43 "E um dos malfeitores que estavam pendurados, blasfemava dele, dizendo: Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo e a nós. Respondendo, porém, o outro repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação? E nós na verdade com justiça, porque recebemos o que os nosso feitos mereciam, mas este nenhum mal fez. E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino. E Jesus disse-lhe: Em verdade te digo que hoje estará comigo no paraíso".
7. O centurião romano - Marcos 15:39 "Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus".
8. Tomé - João 20:24-28 "Meu Senhor e meu Deus".
Há testemunho de muitos outros que poderíamos chamar para depor sobre quem é Jesus. Mas, estes são suficientes para ver que qualquer vida que é tocada diretamente por ele é uma vida profundamente afetada!
B. Vamos ouvir de nossos corações - Ouvimos o homem de hoje. Temos visto que, entre os humanos, há aqueles que negam que Jesus é o Filho de Deus e é a única forma de salvação. Temos testemunhos de outras vidas que foram alteradas por ele. Estes dados indicam que ele é quem afirma ser.
Ouvimos o que o Deus Todo-Poderoso disse a respeito dele. Nós ouvimos como os anjos deu voz ao que sabem ser a verdade.
Temos ainda ouvido o testemunho de má vontade dos espíritos demoníacos.
Temos ouvido o suficiente para ser convencido de que Jesus Cristo é alguém sobre quem devemos tomar uma decisão. Com isso em mente, o que faz seu coração dizer sobre ele hoje?
1. Ele é apenas um bebê no natal e um homem em uma cruz, na Páscoa? Ou Ele é o Senhor crucificado e ressuscitado da sua vida?
2. Ele é um caminho para Deus, apenas um entre muitos? Ou. Ele é o caminho, a verdade e a vida?
3. Ele é um bom homem, um grande mestre e um profeta? Ou ele é o Filho de Deus e sua única esperança de salvação?
4. Ele é um mentiroso? Ele é um lunático? Ou, ele é seu Senhor?
5. Qual é o testemunho de seu coração hoje? Você está confiando em Jesus somente para a salvação de sua alma? Você já enfrentou uma época em que você viu a si mesmo como um pecador e Jesus Cristo como sua única esperança? É você confiar em Jesus e só Jesus para a salvação de sua alma hoje?
6. Vamos ouvir a Bíblia mais uma vez: João 3:16, Atos 16:31, Atos 4:12; Rom. 10:13; Rom. 10:9. Onde você está no meio de tudo isto? Quem é Jesus para você?
hoje.
1. Simeão - Lucas 2:28-32: "Meus olhos viram a tua salvação ... Uma luz para iluminar as nações e a glória do teu povo Israel ".
2. Natanael - João 1:49: "Rabi, Tu és o Filho de Deus, Tu és o Rei de Israel."
3. Simão Pedro - Mat. 16:16
4. A mulher junto ao poço - João 4:29, "Vinde e vede um homem, que me disse tudo quanto tenho feito: porventura não é este o Cristo? "
5. Marta - João 11:27 "Senhor, eu creio que tu és o Cristo, o Filho de Deus, que devia vir ao mundo."
6. O ladrão moribundo - Lucas 23:39-43 "E um dos malfeitores que estavam pendurados, blasfemava dele, dizendo: Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo e a nós. Respondendo, porém, o outro repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação? E nós na verdade com justiça, porque recebemos o que os nosso feitos mereciam, mas este nenhum mal fez. E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino. E Jesus disse-lhe: Em verdade te digo que hoje estará comigo no paraíso".
7. O centurião romano - Marcos 15:39 "Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus".
8. Tomé - João 20:24-28 "Meu Senhor e meu Deus".
Há testemunho de muitos outros que poderíamos chamar para depor sobre quem é Jesus. Mas, estes são suficientes para ver que qualquer vida que é tocada diretamente por ele é uma vida profundamente afetada!
B. Vamos ouvir de nossos corações - Ouvimos o homem de hoje. Temos visto que, entre os humanos, há aqueles que negam que Jesus é o Filho de Deus e é a única forma de salvação. Temos testemunhos de outras vidas que foram alteradas por ele. Estes dados indicam que ele é quem afirma ser.
Ouvimos o que o Deus Todo-Poderoso disse a respeito dele. Nós ouvimos como os anjos deu voz ao que sabem ser a verdade.
Temos ainda ouvido o testemunho de má vontade dos espíritos demoníacos.
Temos ouvido o suficiente para ser convencido de que Jesus Cristo é alguém sobre quem devemos tomar uma decisão. Com isso em mente, o que faz seu coração dizer sobre ele hoje?
1. Ele é apenas um bebê no natal e um homem em uma cruz, na Páscoa? Ou Ele é o Senhor crucificado e ressuscitado da sua vida?
2. Ele é um caminho para Deus, apenas um entre muitos? Ou. Ele é o caminho, a verdade e a vida?
3. Ele é um bom homem, um grande mestre e um profeta? Ou ele é o Filho de Deus e sua única esperança de salvação?
4. Ele é um mentiroso? Ele é um lunático? Ou, ele é seu Senhor?
5. Qual é o testemunho de seu coração hoje? Você está confiando em Jesus somente para a salvação de sua alma? Você já enfrentou uma época em que você viu a si mesmo como um pecador e Jesus Cristo como sua única esperança? É você confiar em Jesus e só Jesus para a salvação de sua alma hoje?
6. Vamos ouvir a Bíblia mais uma vez: João 3:16, Atos 16:31, Atos 4:12; Rom. 10:13; Rom. 10:9. Onde você está no meio de tudo isto? Quem é Jesus para você?
CONCLUSÃO:
Quem é Jesus para você? É a sua única resposta que irá garantir-lhe um lar no céu quando você deixar este mundo? É a resposta do tipo que agrada a carne, o mundo e o diabo, ou é do tipo que agrada ao Senhor? Você está salvo? Você quer ser salvo? Essas questões são vitais. A mais importante de todas as questões é a que temos considerado juntos. “Quem é Jesus para você?”
Simão Pedro tinha a resposta certa, v. 16. Ele só acertou porque a resposta tinha sido revelada a ele pelo Senhor, v. 17. Agora, o Senhor está revelando a sua identidade ao seu coração. Ele é condenação dos seus pecados e Ele é o desenho que você mesmo, João 6:44. Agora é o tempo para você chegar a ele. Agora é o momento para você ser salvo, 2 Coríntios. 6:2.
Agora você está perguntando "O que devo fazer com Jesus?" Um dia a pergunta será: "O que Jesus vai fazer comigo?"
Simão Pedro tinha a resposta certa, v. 16. Ele só acertou porque a resposta tinha sido revelada a ele pelo Senhor, v. 17. Agora, o Senhor está revelando a sua identidade ao seu coração. Ele é condenação dos seus pecados e Ele é o desenho que você mesmo, João 6:44. Agora é o tempo para você chegar a ele. Agora é o momento para você ser salvo, 2 Coríntios. 6:2.
Agora você está perguntando "O que devo fazer com Jesus?" Um dia a pergunta será: "O que Jesus vai fazer comigo?"
BISPO/JUIZ.DR.EDSON CAVALCANTE
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