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sábado, 7 de novembro de 2015

ESTUDO LIVRE DIREITO DE ESCOLHA, MAS A CULPA É DE QUEM?


            ESTUDO LIVRE DIREITO DE ESCOLHA, MAS A CULPA É DE QUEM?
Desde o principio tentamos colocar a culpa no outro, apenas transferir a responsabilidade e não assumir parte na culpa seja qual for o problema, aliás, ninguém gosta de problema.

Quando transferimos a responsabilidade aparentemente ficamos livres, leve e solto, mais isto não nos limpa da responsabilidade e das consequências. O certo é que são poucos os que batem no peito e diz: Eu errei, eu assumo a culpa, sou culpado sou responsável.

Para entendermos sobre a transferência de responsabilidade, precisamos acompanhar a primeira vez que o homem tenta transferir a culpa ou a responsabilidade para o outro. Em Gênesis vemos esta historia, vejamos: Gênesis 3:6 Ambos, tanto Adão quanto Eva desobedeceram e comeram do fruto e portanto ambos erraram. Há aqueles que defendem a Mulher, por ter Deus dado instrução apenas para Adão e não Eva.

Em Gênesis 2:16-17 Vemos antes da criação da mulher, Deus orientando o homem a não comer do fruto, pois no dia em que fosse degustado aquele fruto ele morreria. Portanto dentro deste contexto ela não seria tão culpada assim, pois Deus falou apenas com Adão.

Contra partida vemos que a Serpente dialogou com a Eva, e não vemos Adão participando do diálogo que se passou entre a Serpente e Eva, portanto ele não foi enganado e sim a Eva, vemos também neste diálogo Eva fazendo menção do que Deus havia falado com Adão.

Com certeza Adão instruiu sua mulher a respeito da arvore proibida. Então também alguns dizem que Eva foi a culpada, pois deu ouvido a serpente e foi a primeira a comer, sendo enganada pela serpente. O certo é que ambos comeram, ambos erraram, ambos desobedeceram, ambos sabiam que não deveriam comer do fruto. O próprio apóstolo Paulo diz que quem foi enganado não foi Adão e sim Eva I Timóteo 2:14.

Sempre que o homem erra, ou comete algum delito a primeira ação dele é: Esconder-se, e a segunda é transferir a responsabilidade. Dizem eles: Se errei por isso ou aquilo, não foi totalmente culpa minha, e sim de fulano ou de beltrano.

Voltando para Gênesis, vemos: eles escondendo-se , Deus chama no Éden, Adão! Onde estás? Respondeu Adão: Ouvi tua voz e me escondi. Retruca Deus: Porque Adão Você se escondeu? Respondeu Adão:Temi Senhor, porque estava nu. Deus continua a perguntar: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu do fruto proibido? A resposta, portanto seria muito simples, apenas teria que responder: Comi Senhor do “tal” fruto proibido. Gênesis 3:9-14.

Vemos a partir deste ponto um jogo de empurra; Senhor! A mulher que tu me deste como companheira me deu do fruto e eu comi. Quando ela por sua vez é também interrogada, transfere a culpa para a serpente. Ou seja, que errou? De quem foi a culpa? Quando não tem ninguém para culpar simplesmente é culpa do diabo.

Como é difícil assumir nossas falhas, como é difícil responder fui eu, sou culpado. Vemos isso no nosso dia a dia, em nossos relacionamentos, na empresa onde trabalhamos, no transito em qualquer âmbito na sociedade. Existe um jogo de empurra, e aquele velho ditado: “Segura que o filho é teu” sempre a culpa vai ser do outro.

Entre os conjugues quase sempre o marido diz: Não sou culpado, se ouvirmos também a esposa, prontamente ela também diz: A culpa é dele. Finalmente de quem é a culpa?

Talvez você diga irmão a culpa continua sendo da serpente chamada “diabo” Com certeza os frutos e as consequências alguém assumirá e colherá. É a famosa e acontecida é a lei da física, para cada ação há uma reação.

Temos um pouco de juiz em nossos procedimentos, gostamos de apontar o errado, gostamos de falar, as vezes alto dizendo: Foi você o culpado. Devemos ter a consciência que não nos cabe a função de Juiz, e sim de pacificador. Bem aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus. Mateus 5:9. Não é transferindo culpas ou responsabilidades, que seremos livres das consequências...
Bispo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciência da Religião Dr. Edson Cavalcante.


sexta-feira, 6 de novembro de 2015

ESTUDO BÍBLICO SOBRE OPRESSÕES...


                                ESTUDO BÍBLICO SOBRE OPRESSÕES...
A opressão ocorre quando uma pessoa é influenciada por demônios; consequência absoluta do pecado. Quem está debaixo de opressão pode perder a vitalidade, sentir dores, tonturas, calafrios e inúmeras outras sensações. Seus sintomas incluem cansaço emocional, físico e espiritual.
Quando o demônio exerce poder sobre a mente da pessoa, ele insere pensamentos destrutivos e o seu coração fica “apertado”. Esta é uma das razões para crermos que a mente e o coração são os alvos principais de Satanás e seus demônios.
A pessoa oprimida deixa de ter vontade de viver, desanima e perde toda a esperança. Já não vê mais graça no que via antes, não tem mais vontade de fazer qualquer coisa e julga-se incapaz de conseguir algo melhor. Tão somente sobrevivem. Em geral, este tipo de gente não suporta ouvir a Palavra de Deus; sente-se irritada, incomodada e passa mal diante palavra.
E O CRISTÃO? Novamente ratifico. Um servo de Deus pode vir perder a comunhão com Deus, por causa de algum pecado não confessado, ou de alguma heresia. Deus não convive harmoniosamente com trevas (2Co 6.14). Quando o pecado encontra espaço no coração do cristão, ele fica exposto aos ataques malignos. Na realidade ele cedeu direito ao inimigo para fazer isso.
Sempre que ocorrer um ataque demoníaco, o cristão deve clamar ao Senhor, implorar pelo seu auxilio, confessar os seus pecados e, fechar todas portas que foram abertas ao inimigo. Como última providência cubra-se com o Precioso Sangue de Jesus que nos limpa de todo o pecado e restabelece nossa comunhão com o Seu Espírito. Muitos não conseguem fazer isso sozinhos, e precisam da ajuda de um homem de Deus para alcançarem a misericórdia do Senhor.
A esta altura você deve estar perguntando o seguinte: como descobrir se a pessoa está oprimida?
Ao ministrar a Palavra em lugares onde não conhecemos as pessoas, só poderemos identificar se alguém está sofrendo de opressão maligna, caso nos relatem alguns sintomas. A maior ajuda, porém, vem do próprio Deus, que concede o dom de DISCERNIMENTO ESPIRITUAL. Se você não for munido de discernimento, correrá o risco de confundir uma dor de barriga com opressão. Outro fator importante para reconhecer uma opressão, é a experiência ministerial, que só é obtida após alguns anos trabalhando com Libertação.
Geralmente, uma pessoa oprimida não consegue glorificar o Nome do Senhor, sentir a presença do Espírito Santo ou expressar qualquer sensibilidade espiritual. Nesses casos, percebemos um bloqueio na sua mente que deve ser quebrado, sempre em Nome de Jesus.
Há casos em que orar, chorar e até mesmo falar em línguas, não passam de um disfarce utilizado pelos demônios com o fim de enganar os incautos. Os demônios podem imitar algumas manifestações do Espírito Santo. Conseguem falar em línguas, talvez por terem sido anjos, e ainda se lembrarem dos sons celestiais. Por outro lado, a mente humana pode, devido às pressões do ambiente, tentar imitá-las. Em alguns círculos eclesiásticos, esta pressão é bem forte.
Como reconhecer uma opressão, visto que alguns oprimidos se fazem passar por adoradores? É aqui que entra o dom de discernimento de espíritos (1Co 12.10). Estou falando de um discernimento que vem de fora e não do interior do coração. Para que isto aconteça é preciso consagração.
Satanás é ardiloso, e fará tudo o que puder para enganar o ministro de libertação. Enquanto está oprimindo uma vida, tenta camuflar esta realidade, com sorrisos, palavras bonitas proferidas, orações e cânticos. Devemos permanecer firmes e vigilantes contra essas ciladas (Ef 6.11).

Eis alguns sinais de opressão:

Nervosismo excessivo
Dores constantes na cabeça
Insônia
Medo
Desmaios
Vontade de morrer
Doenças que médicos não descobrem
Visões / Audições
Coração apertado
Pensamentos pecaminosos
Atitudes descontroladas
Entre muitos outros...

Como libertar uma pessoa que sofre de opressão

Em primeiro lugar, a pessoa deve ser conscientizada de seu verdadeiro estado. Não use de sensacionalismo, evite expor a vida da pessoa ao ridículo. Se for durante um culto, fale com elas particularmente. Elas precisam entender a situação em que se encontram e desejarem a libertação no Nome de Jesus. Peça que orem ao Senhor, confessando seus pecados e rejeitando as investidas do inimigo. Em seguida, como representante de Jesus, desfaça todo direito de opressão dado ao demônio e feche todas as portas de entrada.
Normalmente durante uma opressão maligna não há manifestação de demônios, porém algumas pessoas podem cair, durante o processo de libertação, isto acontece, porque seu físico até então, estava sob controle de forças satânicas, e ao saírem, sobrevém uma desestruturação. Isso é normal, para resolver o problema, basta pedir ao Senhor que cuidem do corpo, alma e espírito dessas pessoas. É sempre bom ter o apoio de outros cristãos, que amparem essas vidas. O papel destes é segurar, cuidar e lhes oferecer um pouco de água, e muito amor, para então orar com elas e ministrar-lhes a paz de Cristo...

Bispo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciência da Religião Dr. Edson Cavalcante

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

ESTUDO SOBRE DEMÔNIOS QUE ATUAM EM NOSSAS MENTES QUANDO ENCONTRA BRECHAS...


ESTUDO SOBRE DEMÔNIOS QUE ATUAM EM NOSSAS MENTES QUANDO ENCONTRA BRECHAS...
Por que a vida mental do cristão é tão assediada pelos espíritos malignos? Porque os crentes dão a esses a oportunidade de atacá-los. É importante que todos entendam claramente que o diabo pode atacar a mente de uma pessoa. A experiência de muitos cristãos confirma isso. A área que os espíritos malignos preferem atacar é a faculdade mental, pois ela tem uma afinidade especial com eles. Ela escapou parcial ou totalmente da soberania do homem e veio a ficar sob a ordem satânica. Da mesma forma, essas potestades podem ligar ou desligar os pensamentos de alguém conforme os desejos deles, menosprezando completamente as ideias da vítima. Embora a cabeça do crente ainda esteja ligada a ele, a soberania dele sobre ela foi suplantada por outro. E por mais que ele proteste, pouco pode ser corrigido. Sempre que alguém dá oportunidade aos espíritos malignos, não pode mais seguir a própria vontade. Tem de obedecer à vontade de outro.
Assim que um indivíduo cede terreno na mente, perde a soberania sobre esta. Isso também indica que, agora, os espíritos malignos ocupam a faculdade mental dele. Se esses espíritos não tivessem atacado sua mente, ele continuaria no controle de tudo. Poderia pensar ou parar de pensar sem dificuldade, conforme seu querer. Devido a essa afinidade entre a mente e os maus espíritos, o cristão frequentemente abre caminho para eles. O terreno que essas potestades conquistam concede - lhes autoridade para operarem na mente do crente sem impedimento. Por isso, tenhamos consciência do seguinte: a mente do homem pertence ao homem.
Sem sua permissão, o inimigo não tem poder para usá-la. A menos que o homem voluntariamente entregue (sabendo ou não) sua mente aos espíritos malignos, eles não têm o direito de se intrometer na sua liberdade.
Isso não significa que essas forças malévolas nunca nos tentem em nosso pensamento (isso é inevitável). Contudo, ao exercitar nossa vontade, fazendo oposição ao pensamento tentador, este cessará imediatamente. O problema de muitos cristãos hoje é que mesmo resistindo conscientemente, o pensamento continua vulnerável. E não deveria ser assim. Isso é uma firme indicação de que os espíritos malignos estão operando nele. O fator mais crítico em relação à atividade perversa deles é a concessão do terreno a eles. Sem isso, eles não podem operar. O limite da operação deles depende da quantidade de espaço que lhes cedemos. É no órgão do pensamento que o cristão fornece território aos espíritos malignos, e é dali que eles operam. Falando de modo geral, são seis os tipos de terreno que podemos ceder ao inimigo. Vamos examinar cada um deles agora mais detidamente.
1. Uma mente não renovada. A carne seguidamente fornece base para as operações do inimigo. Se a mente do homem não for renovada quando seu espírito é regenerado, ele expõe grande território às maquinações do espírito maligno. Embora muitos crentes tenham a mentalidade mudada por ocasião da conversão, os olhos do seu coração, uma vez cegados por Satanás, ainda não foram iluminados inteiramente e podem continuar tapados em muitas áreas. Esses cantos escuros são os antigos centros de operação dos espíritos malignos. Embora impedidos em grande parte, eles não foram eliminados e, assim, continuam a fornecer as bases para a operação das hostes invisíveis da impiedade.
Os exércitos do diabo encobrem cuidadosamente seus feitos. Se o cristão permanecer carnal, eles irão introduzir nele noções que aparentemente concordam com seu temperamento e suas avaliações, levando-o a crer que tudo isso é seu pensamento natural. Sabedoras de que essa mente não renovada constitui sua melhor oficina de trabalho, as forças do inimigo empregam todo artifício para manter o crente na ignorância, impedindo-o de buscar a renovação da sua mente. Esse tipo de entrega de terreno é bastante comum entre os cristãos. E se estes cedessem apenas nele, o sofrimento do intelecto e da memória não seria tão severo; mas existem ainda outros tipos.
2. Uma mente incorreta. Todos os pecados fornecem território ao adversário. Se um filho de Deus alimenta um pecado no coração, está cedendo a mente aos espíritos satânicos para que eles a usem. Visto que todos os pecados têm origem nas potestades das trevas, o crente não tem como resistir a tais poderes que estão por trás de quaisquer pecados que ele permita que continuem em sua mente. O período que ele admite a permanência de pensamentos pecaminosos em seu coração é exatamente o tempo em que os espíritos malignos continuarão operando. Todos os pensamentos impuros, maus, injustos ou de orgulho fornecem base para a atividade desses espíritos. Se o filho de Deus permitir que tais pensamentos permaneçam, encontrará dificuldade em resistir na próxima vez em que eles surgirem, porque os poderes das trevas já asseguraram uma área em sua mente.
Além dos pensamentos pecaminosos, existem muitos outros impróprios que oferecem base de operação ao inimigo. Frequentemente, as hostes de Satanás introduzem uma ideia na mente do cristão. Se ele a aceitar, essa noção terá conquistado um terreno para operar nela. Toda teoria não provada, pensamento vão ou de origem desconhecida, palavras ouvidas ao acaso ou uma frase que lemos inadvertidamente, constituem terreno que damos ao inimigo como base futura para operações. O adversário pode assim encher uma pessoa com preconceitos, a fim de levá-la, pelo engano, a se opor à verdade de Deus e a abraçar muitas heresias.
3. Interpretar mal a verdade de Deus. Os crentes raramente têm consciência de que fornecem terreno ao inimigo toda vez que aceitam uma mentira dos espíritos malignos. Se os seguidores de Deus aceitam ou, erradamente, interpretam como sendo natural, ou causado por eles mesmos, algo que esses espíritos colocam em seu corpo, circunstâncias ou trabalhos, estão lhes cedendo um terreno precioso para suas abomináveis realizações. Quando abraçamos uma mentira, damos terreno para que os elementos satânicos continuem operando. Se, erroneamente, aceitarmos esses fenômenos como sendo originados em nós mesmos, daremos a autorização para que eles permaneçam em nossa vida. Apesar de os espíritos malignos obterem essa permissão por meio do engano, ela fornece um lugar para a operação deles.
Por outro lado, muitos cristãos interpretam mal as verdades de Deus. Ignorando o verdadeiro sentido de haverem morrido com Cristo, da consagração, do mover do Espírito Santo, e assim por diante, concebem no coração interpretações inexatas dessas verdades e, consequentemente, prejudicam a si mesmos. Os espíritos malignos aproveitam essa oportunidade e comunicam aos cristãos seu entendimento e interpretação errada das verdades divinas.
Eles planejam de acordo com o entendimento errado do crente e este julga que essas coisas são de Deus, ignorando que são apenas uma imitação feita pelos tais espíritos, fundamentadas no seu mal entendimento.
4. Aceitação de sugestões. Inúmeras são as sugestões que as hostes de Satanás plantam na mente do cristão, principalmente ideias com respeito às suas circunstâncias e seu futuro. Elas gostam de dar-lhe profecias, predizendo o que será feito dele e o que lhe acontecerá. Se ele não tiver consciência da origem de tais predições, e permitir que elas permaneçam em sua mente, os espíritos malignos, na hora certa, atuarão em suas circunstâncias para provocarem tudo aquilo que profetizaram.
Talvez o crente já espere por isso, sem ter conhecimento de que tudo foi planejado pelos poderes inimigos. Eles simplesmente elaboram um pensamento na forma de profecia, depois o plantam na mente do cristão para ver se ele vai aceitá-la ou rejeitá-la. Se a mente dele não oferecer objeção, e até mesmo aprovar a profecia, os espíritos da impiedade terão conquistado um lugar para realizar o que planejaram. O cumprimento das palavras dos adivinhos é baseado inteiramente nesse princípio. Ocasionalmente, o adversário injeta declarações proféticas com respeito ao corpo do cristão, predizendo, por exemplo, fraqueza ou doença. Se ele aceitar esse pensamento, ficará realmente enfermo e fraco. Ele pensa que está doente de verdade.
Os que possuem conhecimento científico concluem que se trata de uma doença psicológica. Contudo quem tem discernimento espiritual sabe que isso acontece simplesmente porque a pessoa aceitou a sugestão de um espírito maligno. Desse modo, concedeu terreno para que ele criasse a situação. Quantas das doenças chamadas naturais e psicológicas são, na realidade, maquinações desses espíritos. Quando um cristão não repele os pensamentos que têm origem nos espíritos malignos, ele lhes concede base para que atuem em sua vida.
5. Uma mente vazia. Deus criou o homem com uma mente que deve ser utilizada: "... é o que ouve a palavra e a compreendi'" (Mt 13.23). O Senhor quer que o homem compreenda sua palavra com o intelecto, de onde a mensagem passa à emoção, à vontade e ao espírito. Uma mente vivida é, portanto, um obstáculo à obra dos espíritos malévolos. Um dos principais alvos desses espíritos é conduzir a mente da pessoa a um estado de vazio interior, estabelecendo ali um verdadeiro vácuo. As potestades do inimigo empregam o engano ou a força para transformar a faculdade mental do cristão numa entidade vazia. Elas sabem que, enquanto sua cabeça estiver vazia, ele não poderá pensar. Elas o despojaram de lodo raciocínio e sentido e o levaram a aceitar, sem questionar, os ensinos malignos, a despeito da natureza ou consequência deles.
O cristão deve exercitar a mente, pois o exercício dela constitui uma enorme desvantagem para os espíritos malignos. Tanto é que eles são compelidos a exercitar sua força total para tentar esvaziá-la. Só quando a mente funciona de forma normal é que o cristão está apto a discernir as revelações sobrenaturais absurdas e as várias insinuações nela implantadas, e também a reconhecer que são de origem demoníaca.
Uma mente vazia constitui uma base para o maligno atuar, todas as revelações e noções que entram numa cabeça vazia emanam de fontes inimigas. Se o cristão não utilizar seu órgão de pensamento, descobrirá como os espíritos malignos estão ansiosos para ajudá-lo a pensar!
6. Uma mente passiva. Em termos gerais, a mente vazia difere bastante da passiva. A diferença é que, enquanto a mente vazia é aquela que não é usada, a passiva fica à espera de alguma força exterior para ativá-la. Encontra-se um passo além da mente vazia.
Ser passivo é se abster de mover-se por si mesmo e deixar que elementos exteriores o façam. Um cérebro passivo não pensa por si mesmo, mas permite que uma força estranha pense por ele. A passividade reduz o homem a uma máquina.
A mente que se encontra em um estado passivo é muito vantajosa para os espíritos malignos, porque lhes oferece a oportunidade de ocupar também a vontade e o corpo do crente. Assim como a mente obscurecida é facilmente enganada por não saber o que está fazendo e para onde está indo, assim também a passiva acha-se vulnerável ao ataque, visto não ter nenhuma sensibilidade. Se alguém permitir que sua cabeça cesse de pensar, pesquisar, decidir e de examinar sua experiência e ação à luz da Bíblia, está praticamente convidando Satanás a invadir sua mente e enganá-lo.
Muitos dos filhos de Deus, em seu desejo de seguir a direção do Espírito Santo, acham que não precisam avaliar investigar e julgar à luz da Palavra todos os pensamentos que aparentemente vêm do Senhor. Pensam que ser guiado pelo Espírito é estar morto para si mesmo e obedecer toda noção e impulso do cérebro.
Seguem principalmente as ideias que surgem depois de um período de oração. Por isso, procuram deixar a mente passiva durante e depois da oração. Interrompem o fluxo dos próprios pensamentos e outras atividades mentais a fim de se prepararem para receber os "pensamentos de Deus". O resultado é que se tornam duros e inflexíveis, sem raciocínio, e adotam práticas severas, obstinadas e irracionais. Eles ignoram vários fatos.
Primeiro, a oração não transforma nossos pensamentos comuns em espirituais.
Segundo, ficar esperando pensamentos divinos durante e após a oração é abrir a mente às operações dos espíritos malignos que tentam imitar as de Deus.
Terceiro, a direção do Senhor ocorre na intuição, que é do espírito, e não na mente, que é da alma. Não são poucos os crentes que procuram treinar a si mesmos para alcançarem uma mente passiva. Estão ignorando a vontade de Deus que não deseja que o homem seja passivo, mas que coopere ativamente com ele. Eles induzem a si mesmos a não pensar, a fim de receberem os pensamentos divinos. Não entendem que, se eles mesmos não estão usando o cérebro, o Senhor também não o usará nem introduzirá nele seus pensamentos.
O princípio de Deus é que os homens, pela própria vontade, controlem todo o seu ser, e trabalhe junto com ele. Somente o diabo se aproveita da mente passiva, impedindo que o homem a controle. Deus não deseja que os homens recebam sua revelação como autômatos; os espíritos inimigos é que almejam isso.
Toda passividade é proveitosa para esses, pois prazerosamente tiram vantagem da insensatez e da inércia do povo de Deus, para operar em sua mente...
Bispo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciência da Religião Dr. Edson Cavalcante.


quarta-feira, 4 de novembro de 2015

ESTUDO SOBRE JÔNATAS O PRÍNCIPE DE ISRAEL...


                         ESTUDO SOBRE JÔNATAS O PRÍNCIPE DE ISRAEL...
Jônatas possuía quatro virtudes que todo o cristão deve ter… A primeira virtude é a FÉ. Alguma pessoa tem dificuldades em ter fé e chegam mesmo a desejar ter a uma fé igual a do irmão fulano de tal... Mas fé é um exercício, uma aprendizagem diária. São quatro os pré-requisitos para sermos pessoas de fé:

1) Fé é sinônimo de OBEDIÊNCIA a DEUS;
Exemplo: Gênesis 12-1 – Abrão é chamado por DEUS para ser pai de uma grande nação. Gênesis 22:1-19 (especialmente 18) – Abraão cumprindo uma determinação de DEUS oferece Isaque como sacrifício.

2) Fé é sinônimo de FIDELIDADE a DEUS;
Exemplo: Daniel 3:1-30 (especialmente 15 à 18) – Hananias, Misael, Azarias. Três jovens que optaram pela fornalha de fogo do que deixar a sua fidelidade ao DEUS vivo. Tinham conteúdo Sabiam que a idolatria é um pecado abominável perante DEUS.

3) Fé é sinônimo de PERSEVERANÇA em DEUS;
Exemplo: Gênesis 32:22-31 – Jacó lutou com o anjo durante toda a noite e só o liberou depois que foi por ele abençoado. Lucas 18: 35-43 – Bartimeu não se intimidou com a multidão perseverou até ser atendido pelo mestre.

4) Fé é sinônimo de COMUNHÃO com DEUS;
Exemplo: Daniel 6:10 – Daniel orava diariamente três vezes ao dia a DEUS, Daniel conhecia a Deus.
É necessário que conheçamos a DEUS, precisamos ser íntimos de DEUS, falar com ELE, orar, jejuar, buscá-lo continuamente e a todo momento.
Fé é OBEDIÊNCIA, FIDELIDADE, PERSEVERANÇA, COMUNHÃO.

A segunda virtude é a CORAGEM. Precisamos ter coragem para enfrentar os filisteus que se levantam em nossa caminhada com Cristo. Existem certos momentos em nossas vidas que precisamos tomar decisões, precisamos trilhar um caminho à frente, não podemos nos desviar nem para a esquerda e nem para a direita. E pela nossa fé pedimos um sinal a DEUS sobre a que atitude tomarmos. E DEUS nos responde quer seja por visão, sonho, ou um irmão que você nunca viu e te entrega a resposta do seu problema. A partir daí a responsabilidade é sua cabe a você tomar a atitude que Deus determinou, não tenha medo de decidir, pois tu não serves há um Cristo pendurado numa cruz, raquítico, de olhar distante e morto. Tu serves ao Cristo vivo, cujos olhos são chamas de fogo, tudo vê, que te ajuda nos momentos difíceis de sua vida. Você é Jônatas e Cristo o escudeiro, Jônatas utilizou sua habilidade da luta corpo a corpo para subjulgar os adversários, diferentemente as tuas armas são a oração e o jejum, a leitura da Palavra e o sangue de Cristo que vai derrubando os filisteus que tenta te afligir. CORAGEM tenha CORAGEM, não desista desta tua caminhada enfrente os seus problemas confiando que Cristo está ao seu lado como o escudeiro encontrava-se ao lado de Jônatas.

Se você que nos visita é amigo do evangelho, desviado, o tempo é agora crie coragem e aceite a Cristo como senhor e salvador de sua vida. Haverá dias em que você desejará ouvir está palavra, mas não a encontrará, pois a palavra cessará.

CORAGEM, CORAGEM, CORAGEM esta deve ser a sua postura, a postura do verdadeiro cristão.

A terceira virtude é a LEALDADE. Recorri ao dicionário para ver qual e definição da palavra LEALDADE: “Sincero, franco. Fiel aos seus compromissos”.

Nós temos compromisso com a Casa de Davi. Nós temos compromisso com a Igreja que sou membro. 

Como cristão leal, eu oro para que os pastores sejam homens cheios do Espírito Santo, sejam homens de oração, que a sua família seja uma benção, eu me preocupo em ajudar a Igreja em jejum e oração. 

Somos leais às atividades da minha Igreja

Vestindo a camisa da minha Igreja, compareço aos cultos de sábados as reuniões de oração, ao grupo de visita, a EBD, eu tenho maturidade no evangelho sei exatamente o que eu quero
contribuo com a campanha do quilo

LEALDADE é fundamental em sua vida cristã, lealdade a causa de Cristo.


A quarta virtude é a HONRA. Mais uma vez recorri ao dicionário para verificar a definição da palavra HONRA: “Consideração e homenagem à virtude, à coragem, às boas ações ou às qualidades de alguém. Sentimento de dignidade própria que leva o indivíduo a procurar merecer e manter a consideração geral. Honestidade”. 
A sociedade nos dias de hoje está cancerosa, o câncer se espalhou em todas as camadas da sociedade. O certo passou a ser errado e o errado passou a ser o certo. Os valores morais foram jogados na lata de lixo, a rebeldia se espalhou, trazendo dor e sofrimento as pessoas. Jônatas nos dá um exemplo de homem com honra, que pelo direito da primogenitura deveria ser ele o próximo rei de Israel, entretanto, DEUS ungiu a Davi como sucessor de Saul. Em momento algum Jônatas reclamou com DEUS, contestando a Sua decisão. Pelo contrário, no texto ele diz que Davi reinaria e ele seria o segundo em comando, isto quer dizer, soube acatar a decisão de DEUS.
Assim deve ser a sua postura a sua conduta ÉTICA e MORAL, como cristão, baseada na palavra de DEUS.
Você tem um nome e esse nome de modo algum deve ter manchas.
Nós honramos os nossos compromissos
Nós honramos a nossa palavra (mesmo que eu leve prejuízo)
Não contraio dívidas que não posso pagar
Não saio cedo do trabalho e peço ao colega para bater o meu cartão de ponto
Não ando com o meu carro irregular e quando sou parado pela polícia assumo a minha responsabilidade, não suborno o policial.
Na Igreja acato as decisões da liderança
Estou sempre disposto a ajudar o meu líder de departamento

Em minha casa eu sou o exemplo para os meus filhos
E eles me conhecem como sendo um homem de honra, temente a DEUS
Eu planto a semente do evangelho na minha família, sem falar nada, somente com as minhas atitudes.

Bispo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciência da Religião Dr. Edson Cavalcante.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

ESTUDO BÍBLICO, O SINCERO ARREPENDIMENTO LEVA A SALVAÇÃO...


            ESTUDO BÍBLICO, O SINCERO ARREPENDIMENTO LEVA A SALVAÇÃO...
Jesus não foi crucificado sozinho. Dois ladrões ocuparam cruzes uma de cada lado dele (Mateus 27:38; Marcos 15:27; João 19:18). A princípio, ambos ridicularizaram Jesus (Marcos 15:29-32). Mas um deles evidentemente mudou de opinião. "Um dos malfeitores crucificados blasfemava contra ele, dizendo: Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também. Respondendo-lhe, porém, o outro, repreendeu-o, dizendo: Nem ao menos temes a Deus, estando sob igual sentença? Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez. E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino. Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso" (Lucas 23:39-43).
O Bom Exemplo do Ladrão
Apesar da história criminosa deste homem, ele se tornou um bom modelo. Ele se arrependeu. Inicialmente, ele tinha se juntado às pessoas zombando de Jesus. Mas, acusado por sua consciência, ele mudou e começou a defender o Senhor. É frequentemente difícil mudar, duro admitir que estávamos errados. É muito mais fácil continuar nos velhos hábitos e ser levado pela maré. Este ladrão mudou de direção e começou a nadar contra a corrente.

Ele temia a Deus. Ele já estava sofrendo uma morte angustiosa, mas entendeu que havia castigos piores do que a crucificação. O próprio Jesus tinha dito, "Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo" (Mateus 10:28). A ira divina não é satisfeita totalmente por sofrimentos que experimentamos nesta vida. O castigo eterno será bem pior do que qualquer dor física na terra (João 5:14; Hebreus 10:26-31).

Ele confessou sua culpa. Ele admitiu que o sofrimento dele e do seu companheiro foi justo. Vivemos numa época que gosta de transferir a culpa. As pessoas são artistas na fuga da responsabilidade por suas ações, culpando seus pais, seus amigos, sua natureza ou sua má sorte. Precisamos erguer a cabeça e encarar nossos pecados e suas consequências. Precisamos dizer, "pequei", sem acrescentar desculpas. Sempre que cometo um erro, a culpa é minha (1 Coríntios 10:13).

Ele defendeu Jesus. Ele proclamou a inocência de Jesus. Certamente este ladrão já sabia algo sobre ele anteriormente, talvez o tivesse ouvido pregar ou mesmo tivesse-o conhecido pessoalmente. Ele reconheceu o escárnio como injusto e reprovou o outro ladrão. Muitos naquele tempo não estavam dispostos a se expor à rejeição por defender o Senhor (João 12:42-43). Estou envergonhado de proclamar minha fidelidade a Cristo?

Ele acreditou na realeza de Jesus, porque pediu-lhe que se lembrasse dele quando se tornasse rei. Que admirável foi ele ter reconhecido que Jesus seria exaltado justamente no momento de sua maior humilhação. Havia muitos que o tinham visto ressuscitar os mortos e não creram; este homem viu Jesus sendo morto e creu.

Ele pediu misericórdia a Jesus. É difícil pedir socorro, porque não gostamos de nos humilhar e de admitir nossa necessidade. Muitos, mesmo em circunstâncias desesperadoras, como o outro ladrão, continuam a manifestar sua bravura proclamando orgulhosamente sua autossuficiência. Jesus exaltará somente aqueles que se humilham e pedem sua ajuda.

O bom exemplo deste ladrão mostra nossos próprios fracassos mais claramente. Somos tão bons como o ladrão arrependido?

O Ladrão e o Batismo

O Novo Testamento ensina que precisamos ser batizados nas águas para sermos salvos (Marcos 16:16; João 3:5; Atos 2:38; 22:16; Romanos 6:4; 1 Pedro 3:21, etc.). Alguns buscam fugir do peso desse ensinamento, alegando que querem ser salvos como o ladrão na cruz, isto é, sem batismo. A salvação do ladrão prova que não temos que ser batizados para sermos salvos?

1. Se pudesse provar que o ladrão nunca tinha sido batizado, não justificaria nossa recusa do batismo. Uma vez que o ladrão estava na cruz, ele não poderia ser batizado. Mas nós não estamos numa cruz e assim podemos ser batizados. Justificar nossa falta de sermos batizados com base no ladrão seria como argumentar que não temos que confessar Cristo porque alguém não pode falar. Mas nós o podemos.

2. A verdade, contudo, é que o ladrão poderia ter sido batizado. De fato, a evidência favorece essa conclusão. João Batista batizou muitas pessoas com o batismo de arrependimento preparando o caminho para Jesus: "Então, saíam a ter com ele Jerusalém, toda a Judéia e toda a circunvizinhança do Jordão; e eram por ele batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados" (Mateus 3:5-6). Quanto mais popular era o batismo de João, mais pessoas eram batizadas por Jesus e seus discípulos: "Quando, pois, o Senhor veio, a saber, que os fariseus tinham ouvido dizer que ele, Jesus, fazia e batizava mais discípulos que João (se bem que Jesus mesmo não batizava, e sim os seus discípulos)..."(João 4:1-2). A maioria do povo comum da Palestina, portanto, havia sido batizada. Mas o ladrão não era apenas "qualquer um"; ele creu em Jesus e evidentemente sabia bastante a respeito dele. Assim, fica ainda mais provável que ele foi batizado.

3. Não importa se o ladrão tinha sido batizado ou não. Ele viveu antes do batismo da grande comissão, o batismo na morte e ressurreição de Cristo (Mateus 28:18-20; Marcos 16:15-16; Romanos 6:3-4). Ninguém poderia ser batizado na morte de Cristo antes dele morrer, nem ressuscitado do batismo com Cristo antes de sua ressurreição. O novo testamento de Cristo tornou-se válido somente quando ele morreu (Hebreus 9:16-17).

Houve vários salvos pessoalmente por Jesus durante seu ministério (Mateus 9:1-8; Lucas 7:36-50; 19:1-10, etc.). Se essas pessoas tinham sido batizadas no batismo de João, não sabemos; mas certamente não foram batizadas na morte de Jesus, nem acreditaram que Jesus havia ressuscitado. No entanto, foram salvas. Abraão, Davi e muitos outros do Velho Testamento foram salvos sem batismo, e sem crerem que Jesus tinha ressuscitado. Antes da morte de Jesus ninguém tinha que ser batizado com ele na sua morte, nem crer que ele tinha sido ressuscitado, para ser salvo. Mas depois que ele morreu ninguém poderia ser salvo sem acreditar tanto na ressurreição de Jesus como também ser batizado (Marcos 16:16).

Isto não deveria surpreender-nos. Ainda que eu tenha um testamento que estipula o que deverá ser feito com meus bens após minha morte, enquanto eu estou vivo posso dispor deles como me aprouver. Quando eu morrer, contudo, o testamento entrará em vigor e os meus bens terão que ser distribuídos de acordo com as determinações contidas nele. Enquanto Jesus estava vivo na terra, ele concedia a salvação a quem ele queria; mas depois de sua morte, seu testamento tornou-se a regra pela qual a salvação é herdada. Considere esta ilustração: Getúlio Vargas não pagou CPMF no Brasil. Mas quem quer que tente usar esse fato para fugir da responsabilidade de pagar tal imposto, hoje em dia, seria rapidamente informado: Getúlio Vargas não pagou CPMF porque ele viveu antes da lei que determina esse imposto. Mas nós vivemos sob essa lei; portanto, temos que pagá-lo. O ladrão viveu antes da lei que exige o batismo na morte de Jesus. Vivemos sob essa lei, portanto, temos que ser batizados.

Em vez de ressaltar o que Jesus disse ao ladrão, precisamos considerar o que Jesus nos diz. "Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado" (Marcos 16:16). Seus apóstolos e profetas pregaram a mesma coisa: "Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo" (Atos 2:38). "E agora, por que te demoras? Levanta-te, recebe o batismo e lava os teus pecados, invocando o nome dele" (Atos 22:16). "... a qual, figurando o batismo, agora também vos salva, não sendo a remoção da imundícia da carne, mas a indagação de uma boa consciência para com Deus, por meio da ressurreição de Jesus Cristo" (1 Pedro 3:21). É Jesus quem salva, por isso é necessário ouvi-lo para descobrir o que fazer para ser salvo. Tragicamente, alguns olham para a cruz do ladrão em busca da salvação. Por favor, estude O Batismo e a Salvação para ter mais informação.

Apesar de qualquer outra realização do ladrão, esse foi o maior momento de sua vida. Nada é tão valioso como a salvação (Mateus 16:26). É triste que, enquanto Jesus morreu também pelo outro ladrão, o espírito rebelde deste impediu-o de recebê-la. E quanto a nós?


Bispo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciência da Religião Dr. Edson Cavalcante.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

ESTUDO BÍBLICO VEM AMADO MEU, APRENDENDO COM O CÂNTICO DOS CÂNTICOS...


ESTUDO BÍBLICO VEM AMADO MEU, APRENDENDO COM O CÂNTICO DOS CÂNTICOS...
O nome do livro vem da tradução para o latim, a Vulgata. Este livro foi colocado entre os livros de sabedoria pois contém, implicitamente, instruções acerca do relacionamento sexual correto entre homem e mulher . No judaísmo posteiro era lido na páscoa em virtude da alegorização do amor divino por Israel.
A tradição judaica atribui a autoria do livro a Salomão, embora alguns eruditos creditem a composição a Ezequias devido à sua atitude em favor da preservação da literatura de sabedoria (Pv. 25:1; 2 Cr. 32:27-29). A dúvida quanto à autoria salomônica tem início no título, que em hebraico pode significar “de/para/sobre Salomão”. Embora o conteúdo do livro identifique Salomão como o personagem principal, nenhum trecho afirma sua autoria. Entretanto, os registros históricos de Israel demonstram que Salomão era hábil na composição de cânticos (1 Rs. 4:32). Outro fator que depõe a favor da autoria salomônica é o conhecimento da fauna e flora de Canaã, que também era um interesse de Salomão que ficou registrado na história (1 Rs. 4:33).
O livro de Cântico dos cânticos é o livro que possui mais abordagens de interpretação em toda a Bíblia. Estudiosos de diversas denominações e abordagens teológicas, tanto cristãos como judeus, estão muito divididos quanto à maneira de interpretá-lo. O quadro abaixo apresenta algumas dessas abordagens que têm sido sugeridas ao longo dos anos de estudo em cima deste livro.
1. Dramática
Esta abordagem considera o livro como uma peça de teatro baseada nas antigas tragédias gregas. Esta teoria era bastante comum na tradição da igreja a partir do século III d.C.A poesia do livro é um roteiro para uma peça para encenação real, dividida em seis atos com duas cenas cada um.
2. Tipológica
A abordagem tipológica não desconsidera a historicidade do livro, mas relaciona esta história com o relacionamento da aliança de Deus com Israel, para os intérpretes judeus, ou o relacionamento de Cristo com a Igreja, para os intérpretes cristãos.
3. Cúltica
Esta linha de interpretação considera o livro como uma adaptação hebraica de um mito mesopotâmico da fertilidade. Os que adotam esta abordagem dizem que o amado é o deus Dode retratado numa encenação que associa os personagens mitológicos da trama para aceitação na fé hebraica.
4. Matrimonial
Nesta abordagem supõe-se que o livro retrate o ciclo matrimonial com coleções de poemas similares aos cânticos árabes da antiguidade.
5. Didática
A linha didática não rejeita a historicidade do livro, porém considera os aspectos morais de simplicidade, fidelidade, castidade e santidade no casamento acima das questões históricas.
6. Alegórica
A abordagem alegórica difere da tipológica desconsiderando totalmente a historicidade do livro. A alegoria acontece quando o intérprete atribui um significado mais profundo ao conteúdo mesmo que o autor nunca tenha pretendido isso. Este foi o método mais utilizado nas tradições cristã e judaica na história.
7. Literal
A interpretação literal considera a poesia por si mesma, isto é, uma manifestação de amor sensual e erótica de dois jovens apaixonados, combinando os elementos histórico e didático.Se Salomão não foi de fato o autor do livro, pode ainda ser considerado uma ironia sobre a exploração de Salomão sobre as mulheres e o caráter exemplar da Sulamita que rejeitou o cortejo do rei sobre si demonstrando fidelidade ao pastor plebeu.
Se Salomão não foi de fato o autor do livro, pode ainda ser considerada uma ironia sobre a exploração de Salomão sobre as mulheres e o caráter exemplar da Sulamita que rejeitou o cortejo do rei sobre si demonstrando fidelidade ao pastor plebeu.
Estrutura de Cântico dos Cânticos
O conteúdo de pode ser dividido da seguinte forma:
Cabeçalho – 1:1
A sulamita no harém de Salomão – 1:2 – 3:5
Salomão galanteia a sulamita – 3:6 – 7:9
A sulamita rejeita o rei Salomão – 7:10 – 8:4
O reencontro da sulamita com o pastor amado – 8:5-14
O estilo literário de Cântico dos cânticos, por apresentar uma visão pastoril israelita do segundo milênio a.C. nos parecem hoje indelicadas e até mesmo engraçadas (Ct. 4:2). Por vezes nos constrangemos com sua linguagem e metáfora (7:8). Contudo, esta era a linguagem literária para o amor nesta época, onde o jardim era retratado como símbolo erótico e de mistério do amor sexual entre um homem e uma mulher.
Propósito e conteúdo
A mensagem do livro de Cantares trata dos seguintes temas:
A perfeição do homem e da mulher criados à imagem de Deus
A sexualidade humana dentro dos limites estabelecidos por Deus
A integridade do amor humano
A nobreza de manter-se puro antes do casamento e da fidelidade após o casamento
O propósito do livro, independente da dificuldade em identificar todos os personagens, é celebrar o amor sexual entre um homem e uma mulher dentro do matrimônio instituído por Deus (Ct. 2:3-7, 16; 7:9-12).
A mensagem de Cântico dos cânticos está na contramão da perversão que se tornou o relacionamento sexual entre um homem e uma mulher, e mostra a dignidade da afeição erótica heterossexual dentro dos limites que Deus estabeleceu (Gn. 2:23-24; Rm. 1:24-32). Além disso o livro mostra que Deus criou o sexo também para o prazer e não apenas para a procriação (Ct. 6:2-3; Ct. 7:10-13; Ct. 8:1-3).
O livro tem o propósito de mostrar a diferença entre os tipos de afeição entre homem e mulher ao retratar o comportamento vulgar, sensual e polígamo de Salomão com seu harém (Ct. 6:8) com o amor simples, fiel, sincero e erótico da Sulamita por seu pastor amado.
O livro aborda a castidade nos jovens apaixonados (Ct. 4:12; 6:3; 7:10-13; 8:10) indo contra os costumes sexuais das sociedades da época. O livro mostra o caráter de um amor sincero e genuíno por meio do compromisso e integridade dentro dos limites do casamento ordenado por Deus...

Bispo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciência da Religião Dr. Edson Cavalcante.

domingo, 1 de novembro de 2015

ESTUDO BÍBLICO SEMEADOR DE CONTENDAS...


                       ESTUDO BÍBLICO SEMEADOR DE CONTENDAS...
"E os pastores de Gerar porfiaram com os pastores de Isaque, dizendo: Esta água é nossa, por isso chamou o seu nome Eseque, porque contenderam com ele. Então, cavaram um outro poço e também porfiaram sobre ele. Por isso, chamou o seu nome Sitna. E partiu dali e cavou um outro poço; e não porfiaram sobre ele. Por isso, chamou o seu nome Reobote e disse: Porque agora nos alargou o Senhor, e crescemos nesta terra." Gn 26.20-22

Vemos neste texto que a contenda provoca inimizade, e aqueles que permanecem fiéis à Deus e não se envolvem em contendas serão abençoados. Para nossa melhor compreensão, vamos analisar alguns detalhes de Gn 26.20-22:

* SIGNIFICADOS DAS PALAVRAS.
ESEQUE-contenda
SITNA-inimigo, inimizade. Sitna é uma palavra hebraica que deu origem ao nome "Satanás", literalmente; adversário.
REOBOTE-alargamento e prosperidade.

* O QUE OS SIGNIFICADOS DAS PALAVRAS ENSINAM:
1º) A contenda começa onde há interesse pessoal e egoísta. No caso, os pastores de Gerar se interessaram pelo poço cavado pelos pastores de Isaque ( confira o versículo 19: "Cavaram, pois, os servos de Isaque naquele vale e acharam ali um poço de águas vivas." Gn 26.19).

2º) Depois de começada a contenda, vem a inimizade. Os pastores de Isaque não se importaram em perder o poço que eles mesmos cavaram, mas os pastores de Gerar voltaram a contender pelo o outro poço que foi cavado, e daí começou a inimizade entre ambos.
(Gn 26.21).

3º) Isaque e seus pastores saíram do lugar onde havia contenda e inimizade, e como resultado de seu bom procedimento, ele foi abençoado por Deus ( Gn 26.22).

Para compreendermos ainda mais os resultados negativos causados pela contenda, vamos olhar para o que a Bíblia diz sobre o assunto.

* COMO COMEÇA A CONTENDA:
1º) Pessoas orgulhosas e soberbas. "O altivo de ânimo levanta contendas, mas o que confia no Senhor engordará"(Pv 28.25). "Da soberba só provém a contenda, mas com os que se aconselham se acha a sabedoria"(Pv 13.10).
Mas os orgulhosos serão arruinados(" A soberba precede a ruína, e altivez do espírito precede a queda." Pv 16.18).
E Deus resite os soberbos ( " Deus resiste aos soberbos, dá, porém, graça aos humildes." Tg 4.6).

2º) Pessoas em pecado. "O que ama a contenda ama a trangressão; o que alça a sua porta busca a ruína" ( Pv 17.19). " perversidade há no seu coração; todo o tempo maquina o mal; anda semeando contendas." Pv 6.14).

3º) Pessoas carnais. "...porque ainda sois carnais, pois havendo entre vós inveja, CONTENDAS, e dissensões, não sois, porventura, carnais e não andais segundo os homens?" (1Co 3.3 grifo meu). " Donde vem as guerras e pelejas entre vós? Porventura, não vem disto, a saber, dos vossos deleites, que nos vossos membros guerreiam?"(Tg 4.1).
A Palavra de Deus assegura que os carnais não herdarão o Reino de Deus ( Gl 5.19-21).

* DEUS DETESTA A CONTENDA
" Estas seis coisas aborrece o Senhor, e a sétima a sua alma abomina:...
..., e o que semeia contendas entre irmãos" (Pv 6.16-19).

* A CONTENDA DESTRÓI A UNIDADE DA IGREJA

"Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa e que não haja entre vós dissensões; antes, sejais unidos, em um mesmo sentido e em um mesmo parecer. Porque a respeito de vós, irmãos meus, me foi comunicado pelos da familia de Cloe que há contendas entre vós." (1Co 1.10,11)

* PARA MANTERMOS A UNIDADE DA IGREJA, É PRECISO RESISTIR À TENDÊNCIA DE CONTENDER

" Ma, se alguém quiser ser contencioso, nós não temos tal costume, nem as igrejas de Deus." (1Co 11.16) Confira Fp 2.1-3,14,15; 2Tm 2.23,24.

* COMO VENCER A CONTENDA?

1º) Com amor (Pv 10.12; 1Pe 4.8).
2º) Com oração ( Jd 17-21).

Bispo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciência da Religião Dr. Edson Cavalcante