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quarta-feira, 13 de maio de 2015

ESTUDO DERRUBANDO AS CORTINAS DE FERRO DA MAÇONARIA...


            ESTUDO DERRUBANDO AS CORTINAS DE FERRO DA MAÇONARIA...
Um livro raro, que contém a tradução de um antigo manuscrito hebraico, traz a revelação de que a mais popular e a mais influente de todas as sociedades secretas, a Franco Maçonaria, foi fundada pelo Rei Herodes Agripa, neto de Herodes I, o Grande, e filho de Herodes Antipas, a quem Jesus denominou “raposa”.
Segundo esse manuscrito, por sugestão de Hiram Abiud, seu conselheiro, com a anuência de Moab Levy, Adoniram, Johanan, Jacob Abdon, Antipas, Solomon Aberon, e Ashad Abia no ano de 43, formalizou-se uma sociedade secreta cujo nome original era a “Força Misteriosa”. Todos os seus membros pertenciam ao Judaísmo.
Esse manuscrito é pouco conhecido até mesmo pela esmagadora maioria dos maçons.
Aliás, sobre as remotas origens históricas de sua própria sociedade os maçons nada tem de concreto senão especulações. Cada rito, ou mesmo cada loja, oferecem uma história diferente e vaga sobre suas verdadeiras raízes históricas.
História da origem da Maçonaria, segundo o manuscrito hebreu
Acredita-se, geralmente, que a Franco-Maçonaria moderna tenha sido criada em 1717 quando a sua Grande Loja da Inglaterra foi estabelecida.
Acredita-se, além disso, que foi o Dr. James Anderson quem escreveu as suas “Novas Constituições”. (Vide, por exemplo, Paul A Fisher, Behind the Lodge Door, Shield Publishing, Inc., P. O Box 90181, Washington D.C. 20090, p. 24).
Anderson publicou em 1723 as Constituições dos Maçons. Seu nome não aparece na capa, mas sua autoria é declarada em um apêndice. As Constituições foram editadas e reimpressas por Benjamin Franklin, também maçom, em Filadélfia, no ano de 1734, tornando-se o primeiro livro impresso na América maçônica
Realmente o novo nome foi adotado em 1717, mas o verdadeiro fundador da Franco-Maçonaria não foi Anderson.
A história verdadeira está baseada nesse raro manuscrito escrito no idioma hebraico que conta as minutas das reuniões dos fundadores originais da Maçonaria.
Portanto, esse documento revela claramente os reais motivos e intenções da fundação dessa associação, que é perseguir a Cristo e sua Igreja até o fim dos tempos.
A cópia do manuscrito hebreu foi roubada por Desaguliers, o fundador da moderna Maçonaria, após este ter assassinado o judeu Joseph Levy, um de seus legítimos herdeiros
Esse manuscrito foi transmitido pelos nove fundadores somente aos seus descendentes diretos. Uma das cópias do original hebreu foi passado de Moab Levy, um dos fundadores, a Joseph Levy no século XVII.
Entretanto, a cópia de Joseph Levy foi roubada por Desaguliers, o fundador da moderna Maçonaria, após este tê-lo assassinado.
John Theophilus ou Jean Théophile Desaguliers (La Rochelle, 13 de Março de 1683 - Londres, 29 de Fevereiro de 1744)
O filho de Joseph, Abraham Levy morreu de tuberculose dois anos após o seu casamento com Esther.
Esther se casou novamente, com Abraham Abiud que era um descendente direto de Hiram Abiud, outro fundador da antiga Associação Maçônica.
Abraham Abiud possuía a outra cópia do manuscrito original. A sua filha única, também chamada Esther, foi casada com Samuel Lawrence. Seu filho Jonas Lawrence teve um filho de nome Samuel da primeira esposa, porém mais tarde casou-se com Janet, uma cristã protestante e também se converteu ao Cristianismo.
Jonas Lawrence assassinado devido a sua conversão ao Cristianismo e por sua posse ilegal da história
Este único manuscrito foi entregue a Jonas que expressou o desejo de publicá-lo. Porém Jonas foi assassinado devido a sua conversão ao Cristianismo e também por sua posse ilegal da história, uma vez que não era um descendente direto da família Levy.
O desejo de Jonas não se concretizou até que o seu bisneto, Lawrence G. S. Lawrence, nascido em 1868, também protestante, traduziu a história do manuscrito hebreu para o inglês.
Nesta tradução, Sr. Lawrence - o último descendente do proprietário da história (o manuscrito hebreu) - adotou o título: A Dissipação da Escuridão, a Origem da Maçonaria.( LAWRENCE, Jonas (James). DISSIPATION OF THE DARKNESS. History of the Origin of Masonry. O original é dedicado em honra e recordação de Samuel Lawrence, que determinou realizar a vontade de seus avós Jonas e Janet. Jonas James Lawrence morreu misteriosamente em 1825.)
A primeira federação que reuniu as Lojas maçônicas sob uma obediência coletiva institucional, foi a Grande Loja de Londres, fundada em 24 de junho de 1717
História do Manuscrito Hebraico narrada pelo próprio Lawrence G.S. Lawrence
A História do Manuscrito Hebraico é narrada nas palavras do próprio Lawrence G.S. Lawrence:
“E eu, Lawrence, filho de George, que foi filho de Samuel, filho de Jonas, filho de Samuel Lawrence, de origem russa, o último descendente dos descendentes de um dos proprietários da História (o próprio manuscrito), digo que: Eu herdei de meu pai um manuscrito composto por nossos ancestrais na língua hebraica e traduzido por um deles para a língua russa.
“Um outro deles traduziu para o inglês. (pág. 18). Nosso ancestral, Jonas Lawrence, introduziu no manuscrito uma série de eventos; esta História, portanto, foi produzida por ele e seus ancestrais. Jonas Lawrence rearranjou-a e dividiu-a em duas seções. Era o seu desejo publicá-la, mas vários obstáculos o impediram: a saúde, situação financeira, e eventos políticos. Ele e sua esposa Janet, conceberam a idéia de publicarem a história; mas ao se encontrarem incapacitados de assim fazerem, eles designaram a sua publicação ao seu filho, o meu avô, Samuel.
“Jonas faleceu sem ter visto o seu tão desejado empreendimento ser concretizado (pág. 18). Meu avô, Samuel, o filho de Jonas Lawrence, e que era o filho de Samuel Lawrence, aqui dirige as suas palavras para o seu filho, George, que era meu pai.
Sucessivos herdeiros desta história desde a renovação da Associação A Força Misteriosa
Samuel assim disse ao seu filho, George: – Filho: Aqui você vê estas introduções encabeçadas por uma lista de nomes. Estes nomes correspondem aos sucessivos herdeiros desta história desde a renovação da Associação (A Força Misteriosa) onde esta mudou o seu nome para “Franco-Maçonaria”.
Joseph Levy concebeu a idéia de alterar o nome da associação para Franco-Maçonaria e de reformar os seus estatutos
“Nelas está incluída: Joseph Levy. (pág. 19) – Joseph Levy é um dos renovadores da associação. Ele é judeu e herdeiro da história desses antigos ancestrais que, por sua vez, a herdaram de MOAB LEVY, um dos nove fundadores originais. – Foi o nosso ancestral, Joseph Levy, quem concebeu a idéia de alterar o nome da associação (A Força Misteriosa) para Franco-Maçonaria e de reformar os seus estatutos. – Aqui você tem todos os detalhes: Ele foi enviado para Londres, juntamente com o seu filho, Abraham (Abrahão) e um outro amigo que se chamava Abraham Abiud, todos judeus, descendentes dos herdeiros da história e muito bem financiados.
“Eles se esforçaram para entrarem numa outra cidade, e não tiveram sucesso, então rumaram para Londres. Alí eles se encotraram com duas pessoas muito influentes e de grande conhecimento que lhes serviriam como elementos apropriados para realizarem os seus propósitos. Essas pessoas são/eram: John Theophilus Desaguliers e um companheiro seu chamado George (o sobrenome é desconhecido pelo proprietário do documento) (pág. 19).
Os novos estatutos passam a atrair membros e a sociedade começa a crescer
“Após ter estreitado os laços de amizade entre eles. Joseph Levy revelou o nome da associação: “A Força Misteriosa”, e relatou aos seus dois amigos, em sintese e discrição, algumas partes da história, escondendo deles os segredos fundamentais. Eles também tornaram conhecido a eles dois que por um longo tempo a associação estava inativa, quase morta, e que necessitava, para a sua renovação e reforma de seus estatutos, a alteração de seu nome de tal modo que os novos estatutos poderiam atrair muitos membros. E assim pudesse crescer (pág. 19)
“Com muita eloqüência e esperteza, Joseph Levy foi bem sucedido em convencer os seus dois amigos John Desaguliers e George da necessidade de reviverem a associação.
Tendo alcançado este sucesso inicial eles se separaram com a condição de que se encontrariam novamente, e que cada um deles deveria trazer três nomes apropriados para a associação, de onde um nome específico sairia.
O próximo encontro se deu dez dias depois. Cada um deles apresentou um nome sendo que o nome aprovado foi aquele proposto por Joseph Levy: FRANCO MAÇONARIA (FREEMASONRY em inglês).
Símbolos maçônicos preservam uma expressão adequada dos antigos simbolos e sinais utilizados na associação A Força Misteriosa
“Era o dia 25 de agosto de 1716. (pág. 20) Abraham (Abrahão), filho de Joseph Levy, e que foi testemunha dessas duas seções, disse: Este nome teve a preferência, em vez dos outros dois nomes propostos, por duas razões. Primeiro, porque é o mesmo nome que os antigos arquitetos adotaram no século XVIII: Pedreiros Livres (Freemasons em inglês). E segundo, porque é uma expressão adequada dos antigos símbolos e sinais utilizados na associação A Força Misteriosa (The Mysterious Force); símbolos esses que pertenceram a construção e a arquitetura, propostos por Hiram Abiud, um dos fundadores, com o propósito de ocultar a origem da Associação, atribuindo a ela a épocas anteriores a J. (Jesus Cristo) (pág.20). John Theophilus Desaguliers aprovou as palavras de meu pai, acrescentado: "Em terceiro lugar, os arquitetos de hoje em dia e construtores, possuem associações, sindicatos e lojas, onde eles se reúnem para fortalecerem e dignificarem as suas profissões.
Um espesso véu sobre os segredos da origem de sua fundação
“Portanto, com este nome (Franco-Maçonaria), nós podemos nos reunir, todos, em uma única associação, sem que ninguém saiba de nossos propósitos. E, em quarto lugar, estes dois nomes, Maçonaria (ou Masonry que em inglês significa construção, obra de alvenaria) e Maçom (ou Mason que em inglês significa pedreiro) são encontradas desde a antiguidade, e serão um espesso véu sobre os segredos da origem de sua fundação; e, além disso, sem dúvida alguma, irão aumentar o prestígio da Associação” (pág. 20).
“Nosso ancestral, Abraham Levy, antes de sua morte, acrescentou: 'Desaguliers especificou que àquelas pessoas que se juntassem às lojas antes de 1717 em Londres seriam Maçons, no sentido de que eram engenheiros, arquitetos, construtores, e aprendizes (no sentido de ajudantes de pedreiro), mas não teriam conexão com a Associação, A Força Misteriosa, que deu o verdadeiro inicio da Maçonaria'” (pág. 20).
Ocultando a origem e os verdadeiros propósitos da associação
“Para este propósito cinco homens se encontraram/reuniram: Joseph Levy, John Desaguliers, e os companheiros mencionados acima e eles aprovaram o acréscimo do termo Livre ou Franco ("Free") assim inequivocadamente ocultando a data da fundação do resto das pessoas em geral e dos membros e associados em particular (pp. 20-21). John Desaguliers e seu companheiro começaram a exigir que Joseph Levy lhes mostrasse a história.
“Levy os fez saberem que a história havia sido traduzida para a lingua inglesa, e que três dos manuscritos que haviam sido herdados haviam se perdido recentemente, quatro dos manuscritos haviam se perdido havia muito tempo atrás, e que prestaram apenas a sua própria cópia e uma outra. (Nota: a outra cópia era o manuscrito de Abraham Abiud. É deste manuscrito que temos a tradução nas mãos.)
Rabbi Isaac Mayer Wise (1819-1900), Maçom de Grau 32
Importante judeu da America e principal rabbi durante o século XIX
Em agosto de 1855, quando Wise escreveu os artigos abaixo, ele teria 36 anos de idade, e era tanto o editor, quanto fundador e proprietário do jornal judaico de Cincinnati em que eles aparecem, The Israelite, desde 1874, conhecido como The American Israelite.  Com os artigos inteiros, somos capazes de aprender em qual contexto ele fez essas afirmações (concentre-se que ele fez isso repetidamente) que a maçonaria era uma instituição judaica.
Wise tinha claramente ficado irado por uma carta que havia sido publicada no The Boston Morning Times de um maçom anônimo de Massachusetts, em que ele alegava que:
"... aqui em Massachusetts a maçonaria é uma instituição cristã, ou particularmente protestante; cristã como é meramente TOLERA judeus; prostestante como é, detesta católicos."
Wise reimprimiu a carta do maçom de Massachusetts na edição de 3 de agosto de 1855 de The Israelite, e escreveu uma resposta, em que ele declarava:
"Nós caracterizamos os princípios acima como anti-maçônicos, porque nós sabemos que não somente católicos, mas israelitas nesse país e na Europa são proeminentes e brilhantes maçons.  Nós sabemos ainda mais, quer dizer, que a maçonaria é uma instituição judaica cuja história, graus, deveres, senhas e explicações são judaicas do início ao fim, com a exceção de umas poucas palavras na obrigação, cuja verdadeira origem na Idade Média é católica romana. (...) É impossível ser bem colocado na maçonaria sem ter um professor judeu,"
Cerca de duas semanas depois, em 17 de agosto de 1885, na edição de The Israelite, Wise publicou uma carta de "Um jovem maçom" de Boston, Massachusetts, respondendo ao artigo original de Wise.  Mais uma vez, Wise seguiu com uma resposta.  Desta vez ele escreveu:
"A maçonaria nunca foi especialmente judaica, nem é agora especialmente cristã, ela sempre foi sustentada, e de acordo com sua natureza deve sustentar caráter cosmompolita."
Mas isso estava em resposta direta a uma afirmação de "Um jovem maçom", que um Rev. Irmão Randall (presumidamente, um clérigo protestante e maçom em Massachusetts), insiste que a maçonaria "foi uma vez judaica, mas agora é principalmente cristã."
Um claramente irado, e às vezes sarcástico Rabbi Wise, veio a clarificar sua posição que a maçonaria era uma instituição judaica.  Ele também insistia que os judeus deram ao mundo o cristianismo para gradualmente converter os pagãos aos ensinamentos dos profetas de Israel.  E então ridiculariza o Rev. Irmão Randall, declarando que os judeus não fizeram-lhe pessoalmente um favor, embora ele esteja numa posição privilegiada, sendo um pregador em uma fé que os judeus criaram:
"É um grande favor, o Rev. R. acredita que os judeus são admitidos nas lojas etc. das quais eles devem ficar sensíveis e gratos.  Por que ele não a considera um favor, que nós temos o privilégio de viver em nossas casas?  A maçonaria foi fundada por judeus como uma instituição cosmopolita, por conseguinte é um favor para o judeu ser admitido nas lojas, quer dizer, em nossa própria casa.  Quão sapiente!
Nós judeus demos origem à fraternidade maçônica como uma instituição cosmopolita; mas nós não consideramos nenhum favor admiti-lo na loja, com a condição que, porém, você deixe seu sectarismo do lado de fora dos muros consagrados.  Nós demos seu cristianismo para converter os pagãos gradualmente ao puro deísmo e ética de Moisés e dos Profetas; ainda, nós não consideramos nenhum favor especial concedido a você de nossa parte, que tenha o privilégio de ser um pregador em uma das igrejas..."

Bispo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciência da Religião Dr. Edson Cavalcante.

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