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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

O APOSTOLO PAULO PREGA O EVANGELHO PARA O REI AGRIPA...


                 O APOSTOLO PAULO PREGA O EVANGELHO PARA O REI AGRIPA...
Atos 26.24-29
Introdução
O livro de Atos foi escrito para mostrar a história inicial da igreja e sua grande expansão missionária. No entanto, os capítulos finais têm outro objetivo: narrar as dificuldades enfrentadas pelo apóstolo Paulo em Jerusalém por causa das acusações dos judeus e como isso contribuiu para sua viagem final a Roma.
A empolgante narrativa mostra o apóstolo defendendo-se das acusações e anunciando o evangelho diante de várias autoridades judaicas e romanas: o Sinédrio, o comandante Cláudio Lísias, os governadores Félix e Pórcio Festo e por fim o rei Agripa. Em reação ao testemunho de Paulo, este último declara: “Você acha que em tão pouco tempo pode convencer-me a me tornar cristão?” (NVI).
Um homem carente de Deus
Agripa II foi o último dos reis herodianos. Durante muitos anos, teve um relacionamento incestuoso com sua própria irmã, Berenice (25.13, 23; 26.30). Além disso, tinha um coração dividido entre os judeus e os romanos. Foi a esse homem ao mesmo tempo poderoso e subserviente, bem como marcado pela imoralidade em sua vida pessoal, que Paulo confrontou com o evangelho de Cristo.
Uma mensagem desafiadora
As palavras de Paulo tocaram as feridas da personalidade do rei. O apóstolo havia recebido a missão de “abrir os olhos” dos gentios e de “convertê-los das trevas para a luz e do domínio de Satanás para Deus”, a fim de receberem “remissão dos pecados” (26.18). Ele anunciava aos judeus e aos gentios, “que se arrependessem e se convertessem a Deus, praticando obras dignas de arrependimento” (26.20). Acima de tudo, ele pregava a Cristo, seu sofrimento, morte e ressurreição, segundo o testemunho dos profetas e de Moisés, ou seja, as Escrituras judaicas (26.22s).
Uma resposta vacilante
A resposta do rei à mensagem do evangelho foi decepcionante. Ele achou que o apóstolo quis convertê-lo com muita facilidade. Agripa era inteligente e conhecia tanto o judaísmo como a fé cristã. O que lhe faltou? Sensibilidade para ouvir a voz de Deus, para considerar seriamente o desafio que lhe era dirigido, e coragem para assumir uma posição firme, sem evasivas. Ele é típico daqueles que não se definem no âmbito da fé.
Conclusão
  • Desafio aos que não creem: responder positivamente ao amor de Deus revelado em Cristo, deixando de lado as evasivas.
  • Desafio aos crentes: anunciar o evangelho com fidelidade, sabendo que Deus irá usá-lo para chamar à fé os seus eleitos...
  • BISPO/JUIZ. MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE



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