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terça-feira, 29 de junho de 2021

O MEU REINO NÃO É DESSE MUNDO.

 

O MEU REINO NÃO É DESSE MUNDO.

Quando Jesus Cristo retornar à terra, Ele irá iniciar “os tempos da restauração de todas as coisas, de que Deus falou por boca dos seus santos profetas” (Atos 3:21, ARA). Os profetas sempre asseguraram para a antiga Israel e Judá que um rei justo iria restaurar o Reino de Deus na terra.

O Reino Milenar de Jesus Cristo
Os profetas revelam o local exato em que o Messias, o Rei ungido de Deus, retornará: “E, naquele dia, estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente” (Zacarias 14:4). Começando com Jerusalém, Sua capital, Ele irá expandir seu reino para o mundo (versículo 9).

Uma vez que o Reino de Deus seja estabelecido em Jerusalém entre o povo de Israel, Cristo vai pedir aos representantes de todas as nações para virem a Jerusalém para que possam aprender sobre as Suas leis. Ele vai convocá-los a Jerusalém para participar da Festa anual de Deus, a Festa dos Tabernáculos: “Todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém subirão de ano em ano para adorar o Rei, o senhor dos Exércitos, e para celebrar a Festa dos Tabernáculos” (versículo 16, ARA; ver Levítico 23:33-44).

Nem todas as nações irão cooperar imediatamente. Lembre-se, Satanás reuniu essas mesmas nações para lutar com Cristo, ao Seu retorno. Elas não vão aceitá-Lo rapidamente, mesmo depois de Satanás estar preso. Por isso, Cristo “exercerá o seu juízo sobre as nações e repreenderá a muitos povos” (Isaías 2:4). No início do reinado de Cristo, fortes medidas ainda serão necessárias para convencer a maioria das nações que Sua intenção é fazer cumprir as leis de Deus.

Como Cristo fará para deixar isso claro, especialmente para as nações que obstinadamente se recusam a participar da Festa dos Tabernáculos? A maneira de comunicar Sua mensagem a eles será direta. Ele simplesmente demonstrará o Seu controle sobre as forças naturais da Terra. “E acontecerá que, se alguma das famílias da terra não subir a Jerusalém, para adorar o Rei, o senhor dos Exércitos, não virá sobre ela a chuva” (Zacarias 14:17).

As nações aprenderão rapidamente que sua existência depende da bênção de Deus. O clima bom e colheita abundante são bênçãos de Deus. A partir deste momento em diante somente as nações que obedecerem a Deus terão Suas bênçãos, e todas as outras não. Tal sistema servirá como um argumento convincente. Com o tempo, todas as nações irão responder.

Agora vamos examinar alguns detalhes do reinado de Cristo.

Recompensa para os santos
Jesus Cristo prometeu recompensar as pessoas que ao longo dos tempos têm servindo-o fielmente (Apocalipse 11:18; 22:12). Observe as suas partes no Seu Reino: “Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte, mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele mil anos” (Apocalipse 20:6). Este período futuro é muitas vezes chamado simplesmente de Milênio (uma extensão de mil anos).

No início do reinado milenar de Cristo os servos fiéis de Deus, inclusive muitos que sofreram severa perseguição e martírio, servirão como professores e administradores nesse maravilhoso mundo porvir. Eles vão ajudar Jesus a ensinar os caminhos da paz e da justiça às nações. Assim se cumprirá a promessa de Cristo para Sua Igreja: “Ao que vencer, lhe concederei que se assente comigo no meu trono, assim como eu venci e me assentei com meu Pai no seu trono” (Apocalipse 3:21).

O profeta Daniel predisse a mesma coisa: “E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será um reino eterno, e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão” (Daniel 7:27).

Cristo não tem planos de mudar o mundo sozinho. Na Sua vinda, Seus servos fiéis serão imediatamente transformados de carne e osso em seres espirituais imortais e O ajudarão. Paulo explicou:

“E, agora, digo isto, irmãos: que carne e sangue não podem herdar o Reino de Deus, nem a corrupção herda a incorrupção. Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade e que isto que é mortal se revista da imortalidade”
(1 Coríntios 15:50-53).

Estes seres transformados se sentarão com Jesus Cristo no Seu trono. Eles servirão como professores e administradores durante Seu reinado milenar. (Para mais detalhes sobre o futuro incrível que Deus tem reservado para a humanidade, não deixe de fazer o download ou solicitar as cópias gratuitas dos folhetos O Evangelho do Reino, Qual é o Seu destino? e O Que Acontece Após a Morte?)

A restauração completa de Israel
Há muito tempo Deus também prometeu: “Está chegando o tempo em que farei com que de Davi venha um descendente [o Messias], que seja um rei justo. Esse rei governará com sabedoria e fará o que é certo e honesto no país inteiro. Quando isso acontecer, o povo de Judá ficará seguro, e o povo de Israel viverá em paz” (Jeremias 23:5-6, BLH).

A restauração de todas as tribos de Israel como uma nação sob o reinado do Messias é predita repetidamente nos escritos dos profetas.

Por intermédio de Ezequiel, Deus diz: “Eis que eu tomarei os filhos de Israel de entre as nações para onde eles foram, e os congregarei de todas as partes, e os levarei à sua terra. E deles farei uma nação na terra, nos montes de Israel, e um rei será rei de todos eles; e nunca mais serão duas nações; nunca mais para o futuro se dividirão em dois reinos” (Ezequiel 37:21-22).

E através de Jeremias: “Por isso, agora, assim diz o senhor, o Deus de Israel, acerca desta cidade [Jerusalém], da qual vós dizeis: Já está dada nas mãos do rei da Babilônia, pela espada, e pela fome, e pela pestilência. Eis que eu os congregarei de todas as terras, para onde os houver lançado na minha ira, e no meu furor, e na minha grande indignação; e os tornarei a trazer a este lugar e farei que habitem nele seguramente. E eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus. E lhes darei um mesmo coração, e um mesmo caminho, para que me temam todos os dias” (Jeremias 32:36-39).

Visto que Cristo constituirá Jerusalém como Sua capital, o primeiro povo a experimentar os efeitos de seu governo será o reino restaurado de Israel. Como seu Rei, imediatamente Ele vai estabelecer uma estreita relação de trabalho com eles: “E farei com eles um concerto de paz; e será um concerto perpétuo; e os estabelecerei, e os multiplicarei, e porei o meu santuário no meio deles para sempre. E o meu tabernáculo estará com eles, e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. E as nações saberão que eu sou o Senhor que santifico a Israel, quando estiver o meu santuário no meio deles, para sempre” (Ezequiel 37:26-28).

O povo de Israel terá um papel essencial em ajudar outras nações a implementar os caminhos de Deus. Uma vez que Deus tenha perdoado seus pecados, Jesus Cristo vai começar a utilizar a humilde e arrependida Israel para difundir o conhecimento da lei de Deus para outras nações. O mundo inteiro gradualmente se submeterá administrativamente sob um código de lei unificado, a lei de Deus. Jesus coordenará tudo isso, reinando sobre as nações, desde Jerusalém. Finalmente, o mundo vai aprender a obedecer a lei de Deus.

Israel ajudará as nações a aprender os caminhos de Deus
Acerca da nação restaurada de Israel durante o reinado milenar de Cristo, Deus diz: “Eis que . . . e os sararei, e lhes manifestarei abundância de paz e de verdade. E removerei o cativeiro de Judá e o cativeiro de Israel e os edificarei como no princípio; e os purificarei de toda a sua maldade com que pecaram contra mim e perdoarei todas as suas iniqüidades . . . E esta cidade [Jerusalém] me servirá de nome de alegria, de louvor e de glória, entre todas as nações da terra que ouvirem todo o bem que eu lhe faço; e espantar-se-ão e perturbar-se-ão por causa de todo o bem e por causa de toda a paz que eu lhe dou” (Jeremias 33:6-9).

Conforme o povo de Israel aprenda a seguir os caminhos de Deus, o exemplo deles inspirará outras nações a buscar o mesmo modo de vida e a querer colher as mesmas bênçãos: “Assim, virão muitos povos e poderosas nações buscar, em Jerusalém, o senhor dos Exércitos e suplicar a bênção do senhor. Assim diz o senhor dos Exércitos: Naquele dia, sucederá que pegarão dez homens, de todas as línguas das nações, pegarão, sim, na orla da veste de um judeu, dizendo: Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco” (Zacarias 8:22-23).

As nações verão que cumprir a lei de Deus vale a pena. E virão a Jerusalém para aprender como podem aplicá-la em suas próprias terras: “E irão muitas nações e dirão: Vinde, e subamos ao monte do Senhor e à Casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e nós andemos pelas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e a palavra do Senhor, de Jerusalém” (Miquéias 4:2). E, finalmente, “a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar” (Isaías 11:9).

O fruto do conhecimento correto
Com Jesus Cristo como Rei, Jerusalém será o centro de aprendizagem para o mundo. A Palavra de Deus, a Bíblia, providenciará uma base sólida para o desenvolvimento da educação e do conhecimento:

“Assim será a palavra que sair da minha boca . . . fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a enviei. Porque, com alegria, saireis e, em paz, sereis guiados; os montes e os outeiros exclamarão de prazer perante a vossa face, e todas as árvores do campo baterão palmas. Em lugar do espinheiro, crescerá a faia, e, em lugar da sarça, crescerá a murta; isso será para o Senhor por nome, por sinal eterno, que nunca se apagará” (Isaías 55:11 -13).

A prosperidade aumentará, enquanto que o crime e a corrupção acabará: “Por cobre trarei ouro, e por ferro trarei prata, e, por madeira, bronze, e, por pedras, ferro; e farei pacíficos os teus inspetores e justos, os teus exatores. Nunca mais se ouvirá de violência na tua terra, de desolação ou destruição, nos teus termos” (Isaías 60:17-18).

Entretanto, é preciso muito mais do que o mero conhecimento para produzir paz e cooperação duradoura. A mudança espiritual também é necessária. E essa a mudança espiritual do povo de Israel irá inspirar outras nações a admirar seu estilo de vida e vão querer imitá-lo:

“Dize, portanto, à casa de Israel . . . pelo meu santo nome . . . E vos tomarei dentre as nações, e vos congregarei de todos os países, e vos trarei para a vossa terra. Então, espalharei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei. E vos darei um coração novo e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei o coração de pedra da vossa carne e vos darei um coração de carne. E porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andeis nos meus estatutos, e guardeis os meus juízos, e os observeis” (Ezequiel 36:22-27).

A restauração espiritual da humanidade é a transformação mais importante que irá ocorrer durante este período milenar, quando o mundo será mudado. senhor: Na mente, lhes imprimirei as minhas leis, também no coração lhas inscreverei; eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo” (Jeremias 31:33, ARA; Hebreus 8:10).

De uma maneira fenomenal, o Espírito de Deus transformará as pessoas. A obediência será generalizada, as pessoas manifestarão atitude de liderança honrosa e desfrutarão de uma sociedade estável: “E te restituirei os teus juízes, como eram dantes, e os teus conselheiros, como antigamente; e, então, te chamarão cidade de justiça, cidade fiel” (Isaías 1:26).

As mudanças serão permanentes e continuarão ao longo das gerações subsequentes: “E todos os do teu povo serão justos, para sempre herdarão a terra . . . para que eu seja glorificado. O menor virá a ser mil, e o mínimo, um povo grandíssimo. Eu, o senhor, a seu tempo o farei prontamente” (Isaías 60:21-22).

Cada nova geração vai continuar essa tradição de justiça: “E todos os teus filhos serão discípulos do senhor; e a paz de teus filhos será abundante” (Isaías 54:13). As pessoas em todo o mundo vão notar e respeitarão o seu exemplo: “E a sua posteridade será conhecida entre as nações, e os seus descendentes, no meio dos povos; todos quantos os virem os conhecerão como semente bendita do senhor” (Isaías 61:9).

A espiritualidade se espalha
Conforme as pessoas de outras nações vejam o que acontece em Jerusalém e seus arredores, elas também vão querer servir ao Deus vivo: “E aos filhos dos estrangeiros que se chegarem ao senhor, para o servirem e para amarem o nome do senhor, sendo deste modo servos seus, todos os que guardarem o sábado, não o profanando, e os que abraçarem o meu concerto, também os levarei ao meu santo monte e os festejarei na minha Casa de Oração . . . porque a minha casa será chamada Casa de Oração para todos os povos”
(Isaías 56:6-7).

Finalmente, cairão as barreiras entre Israel e as outras nações. Isto ocorrerá porque todos acabarão percebendo que “não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gálatas 3:28).

Bênçãos materiais
Quando as pessoas em todo o mundo começarem a obedecer a Deus, colocando suas prioridades espirituais em primeiro lugar, elas começarão a experimentar uma prosperidade material sem precedentes:

“Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que o que lavra alcançará ao que sega, e o que pisa as uvas, ao que lança a semente; e os montes destilarão mosto . . . e reedificarão as cidades assoladas, e nelas habitarão, e plantarão vinhas, e beberão o seu vinho, e farão pomares, e lhes comerão o fruto” (Amós 9:13-14).

Isaías compara esse tempo com uma festa perpétua onde há o melhor de tudo: “Neste monte o senhor dos Exércitos preparará um farto banquete para todos os povos, um banquete de vinho envelhecido, com carnes suculentas e o melhor vinho” (Isaías 25:6, NVI).

Observe esta descrição inspiradora de futuras bênçãos: “Eles edificarão casas e nelas habitarão; plantarão vinhas e comerão o seu fruto. Não edificarão para que outros habitem; não plantarão para que outros comam; porque a longevidade do meu povo será como a da árvore, e os meus eleitos desfrutarão de todo as obras das suas próprias mãos. Não trabalharão debalde, nem terão filhos para a calamidade, porque são a posteridade bendita do senhor, e os seus filhos estarão com eles”.

“E será que, antes que clamem, eu responderei; estando eles ainda falando, eu os ouvirei. O lobo e o cordeiro pastarão juntos, e o leão comerá palha como o boi . . . Não se fará mal nem dano algum em todo o meu santo monte, diz o Senhor” (Isaías 65:21-25, ARA).

Esta visão do reino milenar de Cristo não é uma ilusão, mas, uma promessa real. Jesus Cristo voltará à Terra para transformar espiritualmente seu povo e estabelecer uma utopia, um paraíso na terra. A combinação da remoção da influência de Satanás, da oferta do Espírito de Deus a humanidade e o ensinamento ao mundo das leis e dos caminhos de Deus resultará em mil anos de paz e uma sociedade abençoada muito além dos seus sonhos.

Entretanto, por incrível que pareça, a profecia revela que um período ainda mais surpreendente aguarda a humanidade.
Apóstolo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciências da Religião Dr. Edson Cavalcante.

segunda-feira, 28 de junho de 2021

ARROGÂNCIA PASTORAL

 

ARROGÂNCIA PASTORAL

Poucas coisas contaminam a igreja e mancham sua reputação no mundo quanto pastores arrogantes. A arrogância manifestada nos políticos, da forma lamentável que é, poderíamos esperar. Mas arrogância no púlpito – isso é uma grande mancha na igreja e na comunidade onde ela deveria fazer sua luz brilhar.

Não é como se o Novo Testamento não previsse o perigo, ou que esse seja uma novidade recente para a igreja. Os cristãos sempre souberam manter homens presunçosos no ofício da igreja. Se as difusas condenações do orgulho e da arrogância nas Escrituras não bastassem, então as qualificações expressas para o pastor-presbítero deixam tudo mais claro:

Ele não deve ser arrogante. (Tito 1.7)

Ele não deve ser um convertido recente, “para não suceder que se ensoberbeça e incorra na condenação do diabo”. (1Timóteo 3.6)

“Recém-convertido” (do grego neophytos) significa, literalmente, “recém-plantado”. É uma imagem apropriada para um novo convertido ao cristianismo. Novas plantas ainda não tiveram tempo de crescer profundamente. Novas plantas – sejam elas transplantadas ou da semente – são muito mais fáceis de arrancar do que as árvores que cresceram profundamente no solo em questão de meses e anos, em vez de dias e semanas.

Em outro lugar, quando Paulo se dirige à nomeação formal de pastores e presbíteros, ele responsabiliza Timóteo e as igrejas: “a ninguém imponhas precipitadamente as mãos” (1Timóteo 5.22). Esse princípio de paciência na nomeação para o ofício não se aplica apenas aos pastores, mas também aos diáconos: “Também sejam estes primeiramente experimentados; e, se se mostrarem irrepreensíveis, exerçam o diaconato”. (1Timóteo 3.10).

Um fio mantém essas advertências unidas: o orgulho inchado em um líder põe em perigo toda a igreja, e quanto mais tempo um homem anda fielmente com Deus, menor é a probabilidade de que o orgulho remanescente esteja crescendo em vez de encolher.

Por Que Não Plantas Novas
O ministério pastoral pode ser arduamente emocional – não tipicamente a cada passo, mas agudamente em momentos de crise. É apenas uma questão de tempo até que o ministério pastoral se mostre mais emocionalmente desafiador do que o previsto. Certos tipos de trauma espiritual são inevitáveis ​​porque os pastores são mais regularmente expostos às profundezas da depravação humana.

As profundezas surpreendentes do pecado interior em cristãos professos, multiplicadas através de uma congregação, podem ser o suficiente para danificar, se não arrancar, plantas jovens. Plantas novas ainda não estão prontas para suportar todo tipo de tempestade. Eles precisam enviar suas raízes para baixo e para fora, fortalecer os caules, brotar folhas e dar os primeiros frutos. Logo eles estarão prontos para os ventos fortes e as chuvas do ministério pastoral, mas não imediatamente.

Além disso, Satanás adora atacar os tenentes adversários, e ainda mais quando se é manifestamente jovem e frágil. Um novo convertido entre os pastores pode ser um alvo fácil, uma base conveniente para os esforços do diabo (Efésios 4.27). Igrejas sábias se armam contra tais esquemas (Efésios 6.11).

Esses são os perigos reais de se colocar novas plantas na liderança, mas o perigo específico que Paulo menciona – e assim merece maior atenção – é que a nova planta pode ser “cheia de soberba” (1Timóteo 3.6). Tal conceito aparentemente se tornou um problema na igreja de Éfeso (1Timóteo 6.4; 2 Timóteo 3.4). Os falsos mestres podem ter surgido precisamente dessa maneira. Recém-convertidos, manifestamente talentosos no ensino e vistos como líderes naturais, talvez tenham sido ordenados apressadamente para o ofício pastoral, o que pode ter produzido dois efeitos ao mesmo tempo: (1) Esses homens não deram provas suficientes para mostrar qual era, realmente, sua formação espiritual, e (2) a ordenação em si, e o servir no cargo, pode ter alterado a trajetória do que, de outra forma, poderia ter sido um crescimento e desenvolvimento saudáveis.

1. Como O Velho Orgulho Persistiu?
No primeiro caso, a arrogância do novo convertido pode simplesmente ser remanescente de sua antiga vida de descrença. Paulo lista “enfatuados” como característica dos que estão fora da igreja (2Timóteo 3.4). Assim, os novos convertidos precisam de algum tempo na fé para diminuir esse “inchaço”. A cautela deve ser mais do que simplesmente uma preocupação de que, ser colocado na liderança, pode tornar um homem imaturo arrogante, mas, sendo um novo convertido, ele ainda não se desfez de muito da sua arrogância. Sua mente ainda está sendo colocada sob a autoridade de Deus nas coisas básicas. Não só a poeira precisa se estabilizar; as raízes precisam se aprofundar.

Os pastores não devem ser arrogantes (Tito 1.7), entre outras razões, porque devem ser homens sob autoridade, administradores e estar sob as palavras de Cristo e seus apóstolos. Paulo identifica alguém que está “enfatuado” com alguém que “ensina outra doutrina e não concorda com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo e com o ensino segundo a piedade”, (1Timóteo 6. 3–4). O próprio coração da tarefa pastoral é ensinar – e não ensinar a si mesmo ou suas preferências, mas ensinar “as palavras sãs de nosso Senhor Jesus Cristo”. Paulo menciona “suspeitas malignas”, que em seu orgulho e inchada vaidade não quis se curvar à autoridade de Deus.

2. A Liderança Provocará Um Novo Orgulho?
Não apenas um novo convertido precisa de tempo para o inchaço de seu antigo orgulho cair, também devemos considerar como a ordenação para a liderança pode afetar um homem. Será que ser apresentado como um oficial da igreja pode dar ocasião a um novo tipo de vaidade? Esta parece ser a principal preocupação que Paulo tem em mente em 1Timóteo 3.6: não apenas superando a vaidade anterior, mas sendo afetado pela soberba devido o papel de liderança em si e, assim, cair na mesma (orgulhosa) condenação na qual caiu Satanás?

Ao buscar preencher posições e oportunidades de liderança, muitas vezes adotamos uma de duas abordagens: “o homem para o trabalho” ou “trabalho para o homem”. “o homem para o trabalho” significa que a necessidade é tal que o candidato deve ocupar a função e suas expectativas desde o primeiro dia. “trabalho para o homem” significa que o cargo é uma oportunidade para um líder em desenvolvimento crescer para a função e as expectativas as quais ele serve. Enquanto o pastorado nunca é totalmente um cenário de “o homem para o trabalho” (quem é capaz para essas coisas?), Não devemos nos aproximar de nossa busca com uma mentalidade de “trabalho para o homem” quando se trata de orgulho e arrogância.

Um homem pode ser capaz de crescer em ensinar, crescer nas questões pastorais e uma série de outras coisas enquanto serve, mas não de forma humildade. Não devemos pensar no pastorado como um cadinho usado para humilhar um homem arrogante. O pastorado é de fato um cadinho. Tornará um homem humilde ainda mais humilde (2Coríntios 12.7), mas não é um laboratório para homens arrogantes.

Manter novos convertidos fora do conselho serve não apenas à igreja, mas também ao novo convertido. É saudável estabelecer uma temporada como cristão, para que alguém primeiro absorva a identidade, estando em Cristo, não em um ofício. Antes de experimentar, no ministério, que os espíritos estejam sujeitos a nós, primeiro precisamos de uma boa e sólida temporada de regozijo por nossos “nomes estarem arrolados no céu” (Lucas 10.20).

Quão Novo?
Mas quão novo convertido? Quão nova planta? Aqui a sabedoria da pluralidade na liderança da igreja local está em evidência. O Novo Testamento não nos dá um prazo específico, seja um ano ou cinco. Tal como acontece com as outras qualificações dos presbíteros, “não ser um novo convertido” é analógico, não digital. Não é que um homem vá dormir uma noite como uma “planta nova” ​​e acorde no dia seguinte pronto para resistir às tempestades. Em vez disso, essa maturidade – e, em particular, a humildade – é incremental e se desenvolve dentro de um espectro. E Paulo deixa que isso seja determinado coletivamente pela pluralidade de presbíteros, confirmada pela igreja conforme a idade e maturidade do candidato, da igreja e outras circunstâncias relevantes, não de forma diferente das outras reais necessidades da igreja.

Observe as diferenças entre a bem estabelecida igreja de Éfeso (1Timóteo) e a incipiente igreja cretense (Tito). Ao escrever para Éfeso, Paulo especifica “não seja novo convertido”. A igreja de Éfeso tinha idade suficiente, provavelmente com uma década de vida ou mais, para que convertidos relativamente novos não fossem necessários na liderança. Creta não teve o mesmo luxo. Toda a igreja era recém-plantada e, como Tito ia designar os anciãos, era inevitável que todos eles fossem, em certo sentido, plantas novas. No entanto, a preocupação subjacente permaneceu: vaidade. E assim Paulo especifica para os cretenses, “não arrogante” (Tito 1.7).

Uma qualificação importante de “não ser novo convertido” não significa necessariamente “não ser jovem”. Sabemos que o próprio Timóteo era relativamente jovem, provavelmente entre os vinte e poucos anos ou trinta e poucos anos. No entanto, Paulo escreve a ele dizendo que não permita que a igreja o despreze por sua juventude, mas que ele seja exemplo (1Timóteo 4.12), incluindo fugir das paixões da juventude (2Timóteo 2.22). Como Eliú falou verdadeiramente a Jó, não é a idade que faz um homem sábio, mas o Espírito de Deus (Jó 32. 8–9). Ore para que a passagem do tempo aumente a obra da sabedoria do Espírito em um homem, mas não assuma isso apenas pelo passar dos anos.

Duas Perguntas-Chave
Para tornar tangível a busca da humildade pastoral – para igrejas e conselhos em busca de um pastor e para homens que aspiram ao ministério – considere duas manifestações particulares de humildade essenciais em pastores e presbíteros:

1. Ele Pensa Com Um Julgamento Sóbrio?
Aqui, a questão não é apenas sobre o julgamento sóbrio em geral (que é vital, chamado sobriedade de espírito, 1Timóteo 3.2), mas em particular relacionado à auto avaliação. Romanos 12.3 diz: “Porque, pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um”. Ele é autodepreciativo? Ele está disposto a admitir falhas? Ele está regularmente procurando, com suas próprias palavras, formar uma imagem na mente dos outros? Ele dá evidência de pensar de si mesmo mais do que deveria pensar?

2. Ele Considera Os Outros Mais Importantes Do Que Ele Mesmo?
Paulo escreve a todos os cristãos em Filipenses 2.3-4 uma palavra que é especialmente premente para os líderes da igreja: “Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros”. Considerar os outros mais importante do que você mesmo é um atalho para a essência do chamado pastoral e para a essência da fé. O próprio Jesus, o grande Pastor e supervisor de nossas almas (1Pedro 2.25), é o líder humilde e exemplar que percebeu, olhou e se entregou pelos interesses de outros (Filipenses 2. 5-8). O trabalho pastoral nunca eclipsa ou substitui a perfeita humildade de Cristo, que “a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz” (Filipenses 2. 8), mas procura ecoar sua humildade e, assim, apontar para ela, em nossos esforços diários.

Dá-Nos Pastores Humildes
Quando Deus faz o duplo milagre de produzir homens humildes e dá-los como pastores mestres às igrejas locais, que tipo de homens podemos esperar encontrar ensinando e liderando nossas igrejas? Pastores humildes amam as Escrituras e “as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo” (1Timóteo 6:3). Eles recebem seu chamado como “subpastores”, abraçando alegremente seu papel sob a autoridade de seu chefe. Pastores humildes amam pregar não a si mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor (2Coríntios 4.5).

Pastores humildes dão o benefício da dúvida e esperam o melhor (não assumem o pior) um do outro e do rebanho. Eles não deixam o cinismo se desenvolver sobre o seu povo e infeccionar em seus corações. Eles têm uma espécie de gentileza de espírito e não menos zelo pela honra de Deus, que os impede de ter medo de estar errados e, portanto, sentir uma necessidade constante de autoproteção.

Pastores humildes são transparentes, e não evasivos; autênticos (no melhor dos sentidos) e não superficiais. Não defensivos, mas ansiosos para aprender, crescer e melhorar. Pastores humildes ouvem. Eles são o tipo de homens que não estão inclinados a chamar a atenção dos outros, mais interessados em ouvir os outros do que em contar aos outros sobre si mesmos. Se pudéssemos resumir, em uma palavra, qual atributo de que mais precisamos no pastorado hoje, como em todas as gerações, poucos chegariam perto da palavra humildade.

Deus, nos dê pastores humildes.
Apóstolo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciências da Religião Dr. Edson Cavalcante.

domingo, 27 de junho de 2021

CRISE CONJUGAIS

 

CRISE CONJUGAIS

Colossenses 3.13,14,18,19.
Cantares: 1.16; I Pedro 3.7
Provérbios 24.3
Entende-se que quando duas pessoas se comprometem no casamento, com certeza é porque foram levadas pelo maior e mais forte dos sentimentos: que chamamos de amor.
No entanto, muitos casais chegam ao matrimônio por outros vários motivos, como interesses econômicos, fuga da autoridade dos pais, conveniências particulares, etc. Esses são motivos, e não o amor, que provocam desentendimento e, até mesmo, crises no casamento.

POR QUE ACONTECEM CRISES NA VIDA CONJUGAL

Os problemas fazem parte da vida e, de um modo geral, as pessoas procuram resolve-los de maneira unilateral, pensando somente em si, no seu amor próprio.
Assim, se não for bem solucionada a crise sempre haverá algum ressentimento ou rejeição.

A CRISE DO AMADURECIMENTO

Duas pessoas de famílias diferentes, educadas de maneiras diferentes, com toda a carga emocional, com características próprias, unem-se no casamento para uma vida em comum. Isso traz certas dificuldades de adaptação.
Cada um, então, entenderá que não pertence a si próprio, mas, ao seu cônjuge (I Coríntios 7.4), porque ambos se completarão.

A CRISE DO SER

Quando a pessoa não se sente bem consigo mesma, não estará bem com ninguém mais. Há nesse caso uma transferência, dos traumas pessoais, do vazio interior, os problemas não resolvidos, para o casamento, isto é, para vida conjugal.
Aqui se pode também incluir a crise da integridade que é o desejo de que a verdade seja estabelecida. Não viver uma vida irreal baseada em mentiras.

Quando se Alcança a Idade Madura

Essa época é outro período em que o casal entra em crise.
Para muitos, o casamento perdeu o seu vigor, já não tem nada de interessante. Nada de novo acontece.
A vida parece que toma uma feição de desencanto, em função da mesmice.
É preciso estar recordando, continuamente, o compromisso de fidelidade que assumiram no altar e diante das testemunhas.

Levando em Conta os Papéis Sociais

Cada pessoa exerce vários papéis sociais ao mesmo tempo.
Os papéis devem estar de acordo com as características tanto do homem como da mulher.
A mulher é mais sensível, mais emotiva, afetiva, intuitiva e mais persistente.
O homem é mais racional, lógico, prático, desiste mais rápido.
A troca dos papéis no lar tem dado motivo às crises no casamento.
O homem foi preparado para ser o principal provedor e protetor do lar.
Mas, o que se vê, na atualidade, é um bom número de maridos omissos que transferem todas as suas obrigações para as esposas.
O resultado é um casamento em crise. Deus deu a mulher para ser ajudadora.

A Questão da Falta de Comunicação

Deus deu ao homem esse dom maravilhoso da fala, para ele expressar seus pensamentos, seus sentimentos e emoções. O próprio Deus usou o poder da palavra para criar todas as coisas.
Quando se fala, cria-se, dá-se forma, nomeia-se, expressa-se o que está no interior.
Uma boa sugestão é desligar, por algum tempo, a TV (fazer um pouco de jejum de TV não é mau negócio) e usar esse tempo disponível em conversa familiar.

Quando Discutir Sobre Finanças

Finanças é um assunto que deve ser abordado constantemente através do planejamento e do controle (Lucas 14.28-32).
Existem casais que não vivem a sua realidade de vida. Querem viver imitando quem tem melhor poder aquisitivo e passam a viver de aparência.
O apóstolo ensina esses a evitar tal crise, vivendo segundo as suas possibilidades.
(I Tessalonicenses 4.11-12).

Mal Entendido Causado por Filhos

A educação dos filhos pode-se tornar um sério motivo de crise conjugal. E essa situação é muito freqüente.
Os desentendimentos surgem, na maioria das vezes, pela divergência sobre os valores que devem ou não servir na formação da criança.
Por outro lado, a preferência por um ou por outro filho, desse ou daquele sexo, por parte de um dos cônjuges, também cria problemas.
Os motivos das crises também são os desmandos. O pai dá uma ordem, o filho desobedece, porque conta com o apoio da mãe.
Um pai omisso ou ausente na educação dos filhos, que deixa toda a sua responsabilidade por conta da esposa, é outro problema.

A Crise da Integridade

Muitos casamentos estão acabados, outros já estão fadados ao rompimento. Muitos maridos fracassados, derrotados, caídos na prostituição. Muitas mulheres, maldizentes, decepcionadas, revoltadas. Tudo por falta de uma vida íntima sadia e natural, como deve acontecer num casamento equilibrado.
Outros acham que devem ignorar o fracasso de sua vida conjugal, alegando que precisam se santificar e não viver na "carnalidade".
Na Bíblia existe um livro que trata do relacionamento do casal que, muitas vezes, é usado como simbolismo para a Igreja. É o livro de Cantares de Salomão. Observe esses textos do livro de Cantares de Salomão: 1.2; 5.14-16 e 7.2,3, 7,8.
O apóstolo Paulo, também, com objetividade acerca do assunto, se refere à intimidade do casal com muita clareza. (I Coríntios 7.3-5)
As questões sexuais têm o propósito principal de atender as necessidades fisiológicas e psicológicas do ser humano. Mas não é só isso. Como o indivíduo é um ser indivisível (espírito, alma e corpo) essas questões atendem, também, em parte, as necessidades espirituais. O apóstolo aconselha o casal a que esteja com a vida sexual de maneira satisfatória "para que não sejam impedidas as suas orações".
A sexualidade é o fenômeno do casamento.

A Falta do Alimento Para o Amor

O amor é como uma planta que precisa ser regada, cultivada.
A Bíblia diz que o amor é o vínculo da perfeição. (Colossenses 3.14).
O amor é revelado através do carinho, da afeição, da amizade, do toque e das demais atitudes.

Quanto aos Ressentimentos

"Ressentir" significa tornar a sentir. É algo que vai e volta sempre com a mesma intensidade.
Os ressentimentos são situações que podem resultar em agressões, insultos, calúnias ou, também, em omissão, desinteresse, falta de atenção, indiferença, falta de carinho, até mesmo falta de amor e de perdão.
O cristão deve ser vigilante para evitar certas atitudes que servirão como "brechas" para o inimigo entrar e estragar a boa convivência do casal. (Efésios 4.27).

Quando o Amor é Possessivo

O amor possessivo é um tormento, tanto para o que o adota, como para aquele que é vítima da situação.

Quando Deus Não Tem a Primazia

Quando o Senhor não ocupa o primeiro lugar no casamento, quando o casal não ora mais, não lê a Bíblia, não se preocupa com o culto doméstico, quando não vai mais à Escola Dominical aprender a Palavra de Deus, é porque está havendo uma crise espiritual.

DEBELANDO AS CRISES NO LAR

Muitas situações críticas poderão ser evitadas se o cristão se conscientizar que a sua vida deve ser regulada, dirigida pela Palavra de Deus.

Tomada de Decisão

Para um casamento em crise é preciso se acreditar que nem tudo está perdido . Resta sempre uma esperança para aquele que confia no Senhor.
Dar Lugar à Operação Divina

O Senhor Jesus é um especialista em transformar o mal em bem, as coisas erradas em certas. (Mateus 28.18).
Sem Jesus a felicidade será momentânea, passageira, sem viço (Salmo 127.1).

Desejar Mudanças

Cada um dos cônjuges deve tomar a decisão de mudar a si mesmo, como a maneira de falar, a maneira de pedir, como portar-se com a família diante de outras pessoas, como aceitar as fraquezas do cônjuge, etc. Em lugar de viver pensando que o outro é que tem de mudar, em todos os aspectos, deve mudar a si próprio.

Ceder em Algumas Situações

Ser Flexível em certas circunstâncias. Provérbios 14.1)
A Bíblia reprova a atitude de determinadas mulheres (Provérbios 9.13; 27.15; 21.9, 19; 19.14), que não são sábias para edificar a sua casa. E a Bíblia manda o homem amar a mulher e se entregar a ela (Efésios 5.25,28), isso faz com que o homem ceda em muitas áreas, amando sua mulher como o seu próprio corpo.

Abrir Oportunidade Para a Comunicação

Existe um tipo de comunicação muito superficial. E muitos relacionamentos conjugais não passam desse nível.
Somente cumprimentos, respostas monossilábicas, recados através dos imãs de geladeira;
Esse é um relacionamento frio, à distância, caminho próprio para as crises.

A fórmula Cristã Para Resolver Crises Conjugais

Existe uma fórmula eficaz para conter as crises, e esta engloba todos os itens anteriores.
Trata-se do sentimento mais nobre e mais puro que provem do coração do próprio Deus, o amor.
A Bíblia diz que o amor... "o amor edifica (I Coríntios 8.1) e, também que "o amor não faz mal ao próximo" (Romanos 13.10).

CONCLUSÃO

O convívio no lar cristão deve ser de tal modo condizente com os ensinos de Jesus, que todos possam ver a paz, a harmonia, a alegria, e, principalmente o amor, na vida da família.
Apóstolo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciências da religião Dr. Edson Cavalcante.