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sábado, 25 de janeiro de 2014

COMO MATAR O UZIAS QUE ATRAPALHA O NOSSO MINISTÉRIO...


            COMO MATAR O REI UZIAS QUE ATRAPALHA O NOSSO MINISTÉRIO...
Uzias, também chamado de Azarias, teve o segundo mais longo reinado de Israel, 52 anos (2Rs 15.1; 2Cr 26.3). Depois dele só Manassés, com 55 anos de governo (2Rs 21.1; 2Cr 33.1). Se Uzias tivesse subido ao trono com a mesma idade de Manassés (12 anos invés de 16), seria dele o mais extenso reinado.
Poucos reis de Judá foram tão empreendedores quanto Uzias. Acerca de Ezequias, por exemplo, a Bíblia diz que ele “fez o açude e o aqueduto, e trouxe água para dentro da cidade [de Jerusalém]” (2Rs 20.20). Contudo, nada comparado às realizações do rei Uzias. Ele foi um grande estrategista militar com muitas vitórias sobre os principais inimigos de Israel – os assírios, filisteus, arábios e meunitas (2Cr 26.2,6,7) – construindo cidades mesmo em território inimigo (2Cr 26.2,6). “Os amonitas deram presentes a Uzias, cujo renome se espalhara até a entrada do Egito, porque se tinha tornado em extremo forte” (2Cr 26.8). Fez de Jerusalém uma fortaleza com torres edificadas em pontos estratégicos das muralhas (cf. 2Cr 26.9).
Também edificou torres no deserto e cavou muitas cisternas, porque tinha muito gado, tanto nos vales como nas campinas; tinha lavradores e vinhateiros, nos montes e nos campos férteis, porque era amigo da agricultura (2Cr 26.10).
Debaixo das suas ordens, havia um exército guerreiro de trezentos e sete mil e quinhentos homens, que faziam a guerra com grande poder, para ajudar o rei contra os inimigos. Preparou-lhes Uzias, para todo o exército, escudos, lanças, capacetes, couraças e arcos e até fundas para atirar pedras (2Cr 26.13,14).
Fabricou em Jerusalém máquinas, de invenção de homens peritos, destinadas para as torres e cantos das muralhas, para atirarem flechas e grandes pedras; divulgou-se a sua fama até mesmo longe, porque foi maravilhosamente ajudado, até que se tornou forte (2Cr 26.15).
No entanto, nenhum homem que atribua a si mesmo o sucesso de seus feitos é verdadeiramente forte. O rei Uzias “se tinha tornado em extremo forte” (2Cr 26.8), “se tornou forte” (2Cr 26.15) porque Deus o fez prosperar em todo tempo em que ele, Uzias, fez o que era reto perante o Senhor e se propôs a buscá-lo com inteireza de coração (2Rs 15.3; 2Cr 26.4,5). Tristemente, no final dos seus cinquenta e poucos anos de reinado a soberba tomou conta do coração do rei. A Bíblia relata: Mas, havendo-se já fortalecido, exaltou-se o seu coração para a sua própria ruína, e cometeu transgressões contra o SENHOR, seu Deus, porque entrou no templo doSENHOR para queimar incenso no altar do incenso (2Cr 26.16). Quando o ser humano se envaidece a tendência é cometer loucuras.
Uzias se achou no direito de entrar no templo de Deus a fim de supostamente queimar incenso ao Senhor. Digo “supostamente” porque o que o rei desejava de fato era se aparecer. Qualquer semelhança não é mera coincidência com os dias de hoje. Quantos vivem dizendo que fazem isso e aquilo para a glória do Senhor quando, na verdade, desejam é mesmo o louvor que pertence a Deus?! E olha que estou falando de gente bem menor que Uzias.
O rei Uzias cometeu transgressões contra o Senhor, praticando sacrilégio e profanando a Casa de Deus, ignorando completamente o que a Lei dizia. Adentrar no santuário para queimar incenso era competência do sumo sacerdote, conforme prescreveu o próprio Deus a Moisés (Êx 30.7,8; Nm 3.10). Porém o sacerdote Azarias entrou após ele, com oitenta sacerdotes do SENHOR, homens da maior firmeza; e resistiram ao rei Uzias e lhe disseram: A ti, Uzias, não compete queimar incenso perante oSENHOR, mas aos sacerdotes filhos de Arão, que são consagrados para este mister; sai do santuário, porque transgrediste; nem será isso para honra tua da parte do SENHOR Deus (2Cr 26.17,18).
Há de se destacar a postura de Azarias e dos oitenta sacerdotes do Senhor diante do rei. O escritor sagrado do livro das Crônicas observa que esses sacerdotes eram “homens da maior firmeza”, ou seja, firmes na doutrina e prática da Lei do Senhor, e na maneira como resistiram ao rei Uzias. Por sua transgressão Uzias perdeu o direito de ser chamado de rei pelos sacerdotes. Simplesmente o chamam de Uzias: “A ti, Uzias…”.
Os sacerdotes ainda procuraram trazê-lo à razão lembrando-lhe a quem pertencia tal ofício. Expulsaram o rei com um enfático: “sai do santuário, porque transgrediste…”. Então, Uzias se indignou; tinha o incensário na mão para queimar incenso; indignando-se ele, pois, contra os sacerdotes, a lepra lhe saiu na testa perante os sacerdotes, na Casa doSENHOR, junto ao altar do incenso. Então, o sumo sacerdote Azarias e todos os sacerdotes voltaram-se para ele, e eis que estava leproso na testa, e apressadamente o lançaram fora; até ele mesmo se deu pressa em sair, visto que o SENHOR o ferira (2Cr 26.19,20). Duas coisas chamam nossa atenção aqui: (1) Apesar da seriedade do que Uzias tinha feito, Deus não age antes que o rei fique “indignado”. A justa ira de Deus só irrompe contra a ira rebelde humana. (2) Deus não fica indiferente quando sua santidade é manipulada.
Os profetas Amós e Zacarias (o mesmo que é citado em 2Cr 26.5), falam de um grande terremoto ocorrido na época do rei Uzias (Am 1.1; Zc 14.5). Segundo o historiador Josefo, esse terremoto coincidiu com o ato de sacrilégio cometido por Uzias (Antiguidades IX,10.4).
Uzias, o rei que não deu glória a Deus por tudo de bom que o Senhor fez a ele e através dele, acabou sendo vítima de si mesmo. Ele ficou leproso até o dia de sua morte, numa casa separada, porque foi excluído da Casa do Senhor (2Rs 15.5; 2Cr 26.21). Além disso, a doença de Uzias em vida comprometeu o seu lugar de descanso na morte, pois foi sepultado não no sepulcro dos reis, e sim, no campo dos sepulcros que era dos reis, porque disseram: “Ele é leproso” (2Cr 26.23).
No ano da morte do rei Uzias o profeta Isaías viu o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono (Is 6.1). Eis ali, num alto e sublime trono, o Verdadeiro, o Maior de todos os reis.
Há um provérbio de Salomão que diz: “A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda” (Pv 16.18). O apóstolo Paulo nos dá a receita de como nos livrar da soberba quando Deus nos faz prosperar: “Mas, pela graça de Deus, sou o que sou; e a sua graça, que me foi concedida, não se tornou vã; antes, trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo” (1Co 15.10)...

BISPO/JUIZ. MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

ONDE ESTÃO OS TEUS ACUSADORES, APRENDENDO COM MARIA MADALENA...


      ONDE ESTÃO OS TEU ACUSADORES, APRENDENDO COM MARIA MADALENA...
Lucas 8:1-3
“ …e também algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos malignos e de enfermidade: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios;” Vs.2
Maria era conhecida como Madalena, porque nasceu numa cidade chamada Magdala, na região pesqueira da Galiléia, próximo da cidade onde Jesus viveu boa parte de sua vida.
Ela era uma mulher triste, sofredora, usada por homens e possuída de sete demônios que lhe perturbavam, dia e noite sem cessar.   Maria, não tinha paz no coração; sua vida era um tormento: depressiva, angustiada, solitária, sem valor.
Existem muitos homens e mulheres que estão em situação idêntica a de Maria Madalena, sem paz e sem alegrias, sem esperanças…
Talvez a tua situação se pareça com a de Madalena: medo, angústia, tristeza, opressão, sem alegrias, sem paz, sem esperanças…
Porém, Jesus viu o sofrimento de Maria Madalena (João, Pedro, Lúcia, Socorro, Célia…).
O ENCONTRO DE MARIA MADALENA COM JESUS
Jesus passa na cidade de Maria. Ele sempre vai à busca do necessitado, como Pastor que procura a ovelha ferida. Isaías 40:1 “Consolai, consolai meu povo diz o Senhor…”
Maria reconhece sua necessidade, e vai até Jesus para ser liberta. Você precisa reconhecer sua necessidade e ir até Jesus para ser liberto (a) e salvo (a). Mt 11:28 “ Vinde a mim…”
Jesus a liberta. “Se, pois, o filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres… João 8:36
-     Jesus ordena aos demônios que saiam daquela vida
-   Os principados, potestades, poderes, anjos e demônios, todos estão debaixo do domínio de Jesus. I Pd 3:22
-   Jesus tem as chaves  da morte e do inferno. Ap 1:18
-   venceu Satanás na cruz. E só ele pode libertar e trazer a paz.
MADALENA PASSA A SEGUIR JESUS
Deixa tudo para segui-lo. (fardos, pecados, maus amigos, vícios…) Mc 10:28 Aprende com Jesus no dia a dia, vendo seu amor, milagres e prodígios. Passa a servir Jesus com seus bens. (Prática do cristianismo) Lc 8:3 ( Dízimos/ ofertas / dons/ ministérios/ vida …)
MADALENA SOFRE VENDO JESUS NA CRUZ
Maria vê a realidade da cruz de Cristo. (Jo 19:25) (A proximidade da cruz a faz entender o grande amor de Deus para com a humanidade caída.) João 3:16
Fique sempre próxima a cruz. A cruz de Cristo nos ensina muito, como foi grande o seu amor por nós e como ele sofreu por causa de nossos pecados.
Maria acompanha o sepultamento de Jesus. Mt 27:56; Mc 15:40 Não o abandona, quando tudo parecia perdido, obscuro, quando as esperanças se acabam…
Que isso demonstra? Fidelidade; Perseverança; Firmeza, apesar das lutas e tribulações. II Tm 3:12
MARIA MADALENA VÊ JESUS RESSUSCITADO
Deus honra a fé e o amor de Madalena; é a primeira a vê Jesus ressuscitado. Deus sempre honrará aqueles que o buscam com perseverança; estes, certamente, verão o Cristo Glorificado. João 20:11-18
Maria torna-se anunciadora das boas novas (foi contar aos seus irmãos que Jesus ressuscitou).
Maria busca através da oração com as mulheres de Deus para receber o batismo com Espírito Santo. At 1:14 ( Mulher de oração e fé). E é batizado no dia de pentecoste. At 2:1-4
Maria Madalena vivia oprimida por demônios. Jesus foi ao seu encontro e a libertou. Ela sofre com Jesus ao pé da cruz, recebe a honra divina, vendo o Jesus ressuscitado e Glorificado.
Jesus também quer libertar a tua vida de todas as opressões e de todo o mal, faça que nem Maria Madalena venha até Jesus e receba dele a Salvação e a libertação de tua alma...

BISPO/JUIZ. MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

UNGIDO PARA SALVAR OS PERDIDOS...


                                             UNGIDO PARA SALVAR OS PERDIDOS...
“O espírito do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos;” (IS 61.1)
Hoje, esta profecia “ainda” se cumpre diante de vossos olhos e ouvidos.
Uma afirmativa desse cunho pode soar como blasfêmia para muitos, prepotência para uns, arrogância para outros ou até mesmo ousadia para bem poucos.
Mas o que eu quero dizer é que esta profecia escrita por Isaias, e citada por Jesus em Lc 4.18, “ainda” está se cumprindo em nossos dias, pois o espírito do Senhor “ainda” está sobre mim, sobre você; Sobre Nós. Para fazermos a sua obra e nos capacitou com pelo poder do Espírito Santo.
Todos que somos cheio do Espírito Santo devemos participar do ministério de Jesus. E para fazermos assim precisamos estar profundamente conscientes da extrema necessidade e miséria da raça humana, resultante do pecado e do poder de Satanás.
Isaias no capitulo 61.1 descreve o ministério do messias, mas a profecia de Isaías vai além daquele dia em que Jesus pega o pergaminho e Lê exatamente suas palavras. Ali Isaías estava nitidamente também vendo a mim e vendo a você. Pois todo aquele que recebeu o Espírito do Senhor é capaz de fazer a obra dEle.
O testo nos descreve esse tão maravilhoso ministério que Cristo exerceu e nos deixou por herança.
1.       “PORQUE O SENHOR ME UNGIU.”
Fomos ungidos para dar continuidade ao ministério de Jesus. Se não estivermos ativos dentro daquilo para o qual fomos chamados, estaremos sendo, então, negligentes para com o chamado de Deus para nossas vidas. Fazendo uma pequena análise do ministério de Cristo, ele pregou, ensinou, curou e libertou. Nós hoje temos o privilégio de sermos chamados: Cristãos. Agora preste atenção nos significados das palavras:
Cristãos: seguidor de Cristo.
Seguidor: ir atrás de; aderir a; tomar como modelo, prosseguir, continuar, suceder.
Cristo (grego): Ungido.
Ungido: dar posse, investir de autoridade, separado para o uso sagrado.
O problema é que muitos ainda têm um pensamento negativista e saem por aí dizendo que não tem a unção do Senhor.
“Mas vós tendes a unção que vem do Santo, e sabeis tudo.” (1Jo 2.20)
Paulo também atestou a mesma coisa: De que somos ungidos, separados para a obra do Senhor, e mais, Paulo afirma que somos SELADOS com o Espírito Santo. “Aquele que nos confirma convosco em Cristo, e nos ungiu, é Deus.” (2Co. 1.21-22)
Muitas vezes nos pegamos questionando: “Que obra é essa? Que ministério é esse que Jesus fez e quer que façamos iguais?”
O ministério de Jesus se resume em três palavras, a saber: Pregação, Cura e Libertação. Foi para isso que ele nos ungiu, foi para isso que Ele em sua oração em João 17 faz questão de dizer que “não ora somente por ‘aqueles’, mas por todos que irão crer nEle pela Palavra”, E isso incluía a todos nós hoje aqui. Jesus estava orando por você, ele já te via.
2.       “PREGAR AS BOA NOVAS AOS MANSOS.”
Jesus nos ungiu para pregar as boas novas, não somente aos mansos, mas também a todos quantos necessitam da salvação em Cristo Jesus.
E que Boas novas são essas? As Boas Novas que devemos pregar é que Jesus Nasceu sem glória alguma, Deus que se tornou um Homem, o qual se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniqüidade, e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras. (Tito 2.14)
Assim como JESUS, todos os outros profetas, a quem se atribui o surgimento das diversas religiões, Siddhartha Gautama-Buda; krishna, Maomé, etc. morreram, apesar de respeitarmos todas as religiões, mas as semelhanças para por aí, pois o Único que ressuscitou foi JESUS. Glórias a Deus por isso.
“enviou-me a restaurar os contritos de coração...”
Isso implica em curar os espiritual e fisicamente quebrantados de coração, quebrantados de alma. O mundo vive hoje uma das piores fases já vividas, chegando a ser pior que a da época de Noé. A depravação social, cultural e espiritual está a pontos alarmantes e o pior, crescente.
Para isso Deus nos ungiu, para isso o Espírito do Senhor está sobre nós para restaurar os corações, restaurar ao homem o privilégio de estar perto de Deus, que conhecê-lo, de senti-lo, restaurar aquilo que o Diabo tomou que é o direito de sermos chamados filhos de Deus.
3.       “PROCLAMAR LIBERDADE AOS CATIVOS, E A ABERTURA DE PRISÃO AOS PRESOS.”
“Liberdade” é um dos anseios mais acen­tuados do ser hu­ma­no. Desde os pri­mór­dios de sua existência isso tem sido evi­denciado. Já na infância o ser humano conduz a sua atitude para agir com liberdade. Ninguém quer ser contro­la­do, tutelado, monitorado. Ninguém quer ter dono e sub­me­ter a outros o seu modo de agir. Esse sentido de “independência” é da natureza humana e se revela nas diversas áreas de atuação do homem, seja como indivíduo, como no contexto nacional, social, familiar, político, e até religioso. As aspirações de liberdade são notórias e constantes e têm sido a razão dos grandes e sangrentos conflitos humanos, escrevendo as páginas mais negras da história.
Liberdade aos cativos é abrir os olhos dos cegos espiritualmente pelo mundo e por Satanás, é revelar a verdade implícita na boa nova de Cristo que é a verdadeira liberdade, a liberdade da prisão do pecado “se verdadeiramente o filho vos libertar, sereis livres” (Jo 8:36) é essa liberdade que temos que pregar, é essa liberdade que fomos ungidos a proclamar. “Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou e não torneis a meter-vos debaixo do jugo da servidão.” (Gálatas 5:1).
“O espírito do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos;” (IS 61.1)
Pregar, Curar e Libertar resumindo: Deus nos ungiu para resgatar o mundo.
Lembro-me da operação de resgate da senadora Colombiana Ingrid Betencourt alguns outros reféns das FARC por 6 anos.
Ela conta que durante a operação só se viu aliviada quando ouviu alguém dizer “estão Livres”.
Nós ouvimos Cristo dizer: “vocês estão livres”.  Não só isso. Quando nos damos conta desse resgate Ele já tinha nos colocado na família de Deus e nos ensinava a chamar seu Pai de Papai.  Podemos sair de certo indiferentismo espiritual e nos deixar contagiar pela alegria dessa liberdade.
Então, que tal fazer nossas as palavras da Ingrid: “Mas quando ouvimos que estávamos “livres”, gritamos, choramos e pulamos! É um milagre, um “milagre” de Deus!”
Perguntaram à Ingrid o que ela faria agora que estava livre.  Ela disse que iria batalhar para resgatar muitos outros prisioneiros.  Ela não quer ficar apenas nos gritos, no choro e nos pulos.
Façamos o mesmo. Vamos pregar o evangelho a toda a criatura, porque Ele nos ungiu para isso...

BISPO/JUIZ.MESTRE E DOUTOR EM ENFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

COMO DEVO AMAR O MEU PRÓXIMO


                                            COMO DEVO AMAR O MEU PRÓXIMO...
Texto: João 13:34
Introdução
I - Quais suas principais características?
Ser divino
Ser o maior dos dons de Deus
Ser um mandamento de Jesus Cristo
II - A que ele nos conduz?
A refletir Jesus em nossas vidas
A buscar a Deus
A agir pelo Reino de Deus
Conclusão
Falar de amor é uma coisa relativamente fácil. A palavra amor tem uma abrangência muito ampla, por exemplo: amo minha esposa, amo meus filhos, meus pais, meus livros, minha profissão, minha casa ou meu carro e por aí vai...
Mas na verdade, o amor de que quero falar é o verdadeiro amor cristão.
Quando Deus ditou a Moisés a Lei, entre centenas de instruções uma se destacou e ficou conhecida como a Lei Régia. Esta se encontra no livro de Levíticos capítulo 19, verso 18, que diz assim:
"Não te vingarás nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; amarás o teu próximo como a ti mesmo".  Levíticos 19.18
O próprio Jesus quando indagado por aquele jovem rico sobre o que poderia fazer de bom para alcançar a vida eterna , respondeu: "guarda os mandamentos" e enfatizou ainda "amarás a teu próximo como a ti mesmo", este episódio é narrado no Evangelho de Mateus no capítulo 19, versos de 17 a 19.
Mas desde a instituição da Lei mosaica até a vinda de Jesus, parece que os homens não entenderam este mandamento, ou se entenderam fizeram-se de desentendidos. Uma ou outra coisa. Fato é que o amor que Deus esperava dos homens não foi praticado.
LEITURA DA PALAVRA
A dificuldade dos discípulos e, portanto de seus contemporâneos, em compreender a mensagem expressa na Lei Régia era tão grande que foi preciso que Jesus viesse à presença deles e os amasse para então reescrever aquela Lei de Deus. Na nova configuração então Jesus falou a seus discípulos que eles deveriam mirar-se em seu amor. Amor que naquele momento lhes estava sendo dado e os instruiu para que o aplicasse entre eles. Do mesmo modo, contextualizando esta porção da Palavra de Deus que acabamos de ler é que sabemos que seguindo nos passos de Jesus devemos amar o nosso próximo.
O verdadeiro amor cristão - Quais são suas principais características?
É um amor divino - Todo amor emana de Deus, assim aquele que não ama não conhece a Deus. Na Primeira Carta de João, no capítulo 4, verso 7, o apóstolo diz:
"Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus, e todo aquele que ama é nascido de Deus, e conhece a Deus".  I João 4.7
O amor procede de Deus, portanto é um dom divino. E esta é uma outra das características a que nos referimos. O amor é um dom de Deus. Na verdade o amor é o maior dos dons de Deus, que nos é ofertado graciosamente.
O apóstolo Paulo, em uma das passagens mais belas de suas cartas, cita na Primeira Epístola aos Corintios, capítulo 13, a grandeza deste verdadeiro amor cristão, e termina assim no verso 13:
"Agora pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor".  I Coríntios 13.13
Outra característica do verdadeiro amor cristão que não podemos deixar de observar é que ele como vem é um mandamento de Jesus Cristo. Ë preciso que entendamos definitivamente que este mandamento foi nos dado por Deus para ser cumprido.
Ora, não mal comparando, façamos um paralelo com estes sensores óticos espalhados nos cruzamentos pela cidade. Ao vê-los, lembramos que não podemos infringir a lei do trânsito e passar com o sinal fechado. E se o fizermos seremos multados.
Da mesma forma precisamos entender os mandamentos de Deus com clareza. Eles nos foram dados para serem cumpridos. E se não forem cumpridos seremos "infratores da lei" e consequentemente, então, seremos "multados". Como? Não sei, nem serei eu a profetizar coisas desagradáveis, mas é certo, que quando descumprimos este mandamento estamos desagradando ao nosso Deus.
Jesus, no Evangelho de João, no capítulo 13, verso 35, nos diz:
"Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns com os outros".  João 13.35
 O verdadeiro amor cristão nos conduz a refletir Jesus em nossas vidas, ao nosso próximo, e isto só é possível através do amor.
Precisamos ser reconhecidos como discípulos de Jesus, precisamos refletir o amor de Jesus.
Uma ocasião um jovem crente, contava que em uma reunião de amigos havia uma determinada pessoa com quem ele não tinha muita afinidade. Porém, respondendo a um chamado de seu coração, aproximou-se dele e, amavelmente, valorizou sua presença naquela reunião, dando-lhe as boas vindas, agradecendo por ele estar ali.
Para a sua surpresa, em outra oportunidade, aquela mesma pessoa o abordou e o agradeceu pelo carinho que ele havia lhe dispensado naquele ocasião. Acontece que naquele tal dia o homem encontrava-se abatido. Derrotado dentro de si mesmo, e com aquela demonstração de amor ele revigorou-se e encontrou forças para superar as suas dificuldades.
 Isto é o verdadeiro amor cristão. Diante deste testemunho, vem a minha mente uma verdade que deve ser o nosso estandarte. Precisamos além de deixar que brilhe cada vez mais o amor de Jesus em nossas vidas, também reconhecê-lo em nosso próximo. Isto é um desafio constante para o cristão.
 Reconhecer Jesus em nosso próximo dentro dos muros de nossa igreja é tarefa fácil. Afinal somos da mesma família. Professamos a mesma fé. Mas o verdadeiro amor cristão projeta-nos para fora dos muros e lá encontramos um outro mundo, muitas vezes imundo e carente de Jesus, portanto, mais do que nunca devemos deixar que este amor brilhe.
 Assim como refletimos a Jesus através de seu amor, precisamos também reconhece-lo naquela sociedade de excluídos, como crentes comissionados por Jesus Cristo para sermos os portadores do Evangelho da Salvação.
O verdadeiro amor cristão nos conduz a buscar a Deus, e como chegar até Ele? Como praticar este amor diante de Deus?
Na Palavra de Deus encontramos orientações claras para nos apresentarmos diante do Senhor, podemos ler no Segundo livro de Crônicas, capítulo 7, verso 14:
"Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar e me buscar, e se converter de seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra" .  2 Crônicas 7.14
Temos que buscar a Deus em oração, com temor, ou seja, com humildade diante da sua majestade, e Ele ouvirá as nossas orações, nos perdoará e nos abençoará. Que Deus misericordioso!
Precisamos estar conscientes de nossas responsabilidades, porque este amor cristão nos coloca em ação. Estarmos preparados para agir pelo Reino de Deus.
Sabemos que somos salvos pela fé no sacrifício de Jesus Cristo, mas o apóstolo Tiago em sua epístola no capítulo 2, verso 26 nos diz:
"Porque assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta".  Tiago 2.26
No momento que nos colocamos a praticar o verdadeiro amor cristão, somos levados pelo Espirito Santo de Deus a agir. E esta ação SEMPRE estará centrada no nosso próximo. O ensinamento que Tiago nos dá é que não somos salvos pelas boas obras, mas PARA as boas obras, e as boas obras refletem na verdade a prática deste amor.
Gostaria de desafiar a cada irmão neste momento a refletir sobre sua vida cristã. Você tem cumprido com o mandamento de Jesus Cristo? Qual tem sido seu testemunho cristão? Você tem sido reconhecido como discípulo de Jesus pelo amor que tem irradiado? Qual a sua contribuição para sua igreja?
       Estas questões devem estar constantemente em nossos corações, como forma de nos orientar a agir com amor a favor de nosso próximo. Será que você ama as coisas e usa as pessoas, ou ama as pessoas e usa as coisas...

BISPO/JUIZ. MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR. EDSON CAVALCANTE

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

SERMÃO SOBRE AITOFEL...


                                                        SERMÃO SOBRE AITOFEL...
(II Sm 15:31-34).
Ficar no prejuízo nunca foi uma atitude muito aceitável, pois ninguém gosta de saber que o seu direito não é respeitado. A princípio quando somos injustiçados somos levados a um comportamento que nos faz reagir exteriorizando a revolta ou interiorizando uma falsa conformação em virtude da impotência diante do fato.
A perda provoca dor e muitas vezes não podemos chorar ou mostrar a revolta, pois podemos ficar em situação comprometedora diante dos algozes, ou por não admitirmos que não somos tão preparados como pensamos. Admitir que fossem atingidos é problemático, pois alguns aprenderam a conviver ou maquiar perfeitamente o sentimento traumático. Precisamos perceber com clareza a instalação da revolta, pois este sentimento torna-se aprisionador, onde viveremos enclausurados dentro de nós, estabelecendo um comportamento que expressará uma vida hipócrita, pois aparentaremos colaborarmos com o bem, enquanto não depararmos com a realidade que nos aviltou, pois daí em diante é melhor sair da nossa frente!
Antes de falarmos da vingança, deveremos avaliar a condição de justiça, pois apenas os injustiçados precisam de justiça e se esta tardar, apelarão para as suas próprias mãos. Quando esperamos pela justiça entendemos que existe a lei e os legisladores, portando um tribunal que avaliará as causas para estabelecer um veredicto, onde o seu parecer estipulará uma sentença.
Esperar os acontecimentos decorrentes do processo, nos leva a uma exposição diante dos homens e para aqueles que possuem a fé, o veredicto sempre será a vontade estabelecida por Deus. Isto pode ser complicado, pois se Deus quiser fazer justiça para o opositor, podemos cair em um processo de rebelião, pois aprendemos que quando somos de Deus ele sempre nos dará vitória.
Acredito que a derrota pode ser uma grande vitória, pois nem sempre estamos no centro da vontade de Deus, aliás, quase sempre, pois duvidoso e enganoso é o coração e na normalidade da vida, ouvir a voz de Deus não é tão fácil, quando a voz dos nossos interesses nos deixa surdos à palavra de Deus.
Esperar a justiça nos leva a questionamentos legais referentes aos legisladores. Vivemos em uma época onde a corrupção nos impulsiona a evitar os tribunais, pois a lei, mesmo quando exercida corretamente, encontra uma impunidade que transcende a sua aplicação, pois aqueles que deveriam estar encarcerados, estão nos cárceres controlando aqueles que legislam. Esperar pela lei ou pela justiça dos homens pode não ser a melhor opção quando interesses políticos estão sendo colocados em questão, enfim, quando estamos nos tribunais vale mais aquilo que será interpretado
segundo a retórica daqueles que labutam no universo legal, do que propriamente, o interesse daqueles que são beneficiados pela aplicação legal.
As demandas sociais são intensas e a morosidade, aliada a impunidade, em conseqüência da falta de julgamento dos transgressores, está permitindo o nascimento de uma milícia que faz justiça com as próprias mãos, pois desistiram de se esconder atrás do medo, pois aprenderam que a única justiça que se pode acreditar é aquela estabelecida pelo poder do dinheiro ou das armas de fogo.
Gostaria de meditar na vingança, pois ela tem como objetivo a destruição do outro e isto é problemático, pois podemos matar pessoas de algumas maneiras. A primeira é a mais comum, que é tirar a vida de maneira sanguinolenta, eliminando o fôlego de vida. A outra é quando tiramos a vida existencial do outro, não é derramado nem uma gota de sangue, mas aniquilada a identidade do outro, onde tudo aquilo que era referencial de valores de auto-afirmação não lhe é permitido. Este fato é notório quando eliminamos do outro a possibilidade de ter ou de realizar os seus sonhos, ou quando não permitimos ao outro o desenvolver do seu potencial.
A vingança é um sentimento que encontra a sua materialização na destruição do outro. O seu início se dá quando não conseguimos superar a perda daquilo que nos foi tirado, não importa se tínhamos o direito de posse ou não, se é material ou sentimental, apenas uma realidade do ser que é mais forte do que a possibilidade do prejuízo encontrado no estilo de vida daqueles que optaram pelo perdão.
A vingança de Aitofel é um exemplo notório de causas e efeitos desta escolha pessoal. Podemos esperar na justiça dos homens e na justiça de Deus, mas o caminho mais excelente ainda é o do perdão, pois independente dos efeitos e causas, a cura interior do injustiçado, não está no aniquilamento do injusto, mas sim na maturidade de não ser atingido em sua psique pelas conseqüências decorrentes das perdas que lhe foram impostas pela vida. Enfim os verdadeiros vencedores são aqueles que não se abatem com as derrotas.
Aitofel era um homem de Deus, um conselheiro do rei Davi, portanto um homem sábio com maturidade para resolver problemas nacionais, auxiliando com sua sabedoria, em decisões que mudaria a história de muitos. Verificamos que independente de idade e maturidade seremos tentados a agir loucamente quando somos dominados pela vingança. Somos impulsionados a esquecer todos os valores éticos e morais quando optamos por caminhar segundo a motivação vingativa.
Aitofel era pai de Eliã, que era pai de Bate Seba, esposa de Urias, o qual Davi mandou para frente de batalha para morrer, pois queria encobrir o pecado da gravidez indesejada. Davi coabita com a mulher de Urias e encontra-se agora em uma situação complicada diante da lei, pois os adúlteros deveriam ser mortos apedrejados, haja vista que Urias estava na batalha e não tinha contato sexual com Bate Seba para engravidá-la.
Aitofel presencia a sua neta ser possuída pelo rei e precisa ficar em silêncio diante da morte do valente Urias. A injustiça assolou a casa de aitofel e ele nada pode fazer, pois o único que poderia defendê-lo é na realidade o mentor da sua desgraça familiar. Acredito que houve uma reunião de família onde Eliã e Aitofel confabularam a respeito do assunto, mas a autoridade de Davi estava acima dos conflitos familiares, pois aquele que teriam de julgar a princípio era o homem que trazia honras para a casa de aitofel, pois tudo aquilo que sua família era, acontecia decorrente da influência obtida através de Davi.
Perdoar Davi a princípio era a atitude mais sábia, pois quem poderia confrontar o rei? Quem poderia ir contra aquele que era aclamado pelo povo e estabelecido por Deus para reinar? Acredito que o silêncio nem sempre é demonstração de conformidade, as vezes é conseqüência da intimidação, onde a submissão a autoridade não é reflexo de submissão a ela, mas sim ao efeito da não obediência. Davi era rei e estava recebendo conselhos de alguém que tinha uma causa pendente com ele, e isto a princípio acontecia pelo temor de Aitofel em atacar Davi frontalmente. Verificamos que Aitofel não reage e permanece na sua posição, entendendo que Davi passaria, encontrando em certo tempo o momento exato para a sua queda, pois se Deus exaltou a Davi ele mesmo o humilharia.
A problemática de Aitofel é que ao mesmo tempo ele não queria ver a queda do rei, pois era fiel ao seu ministério, mas o sangue de Urias e a vergonha de sua neta, clamavam mais fortes em sua mente. Aitofel já não poderia aconselhar corretamente a Davi, mas fazer o que? O conflito entre fazer a vontade de Deus e a vontade dos homens é complicado, quando a vontade de Deus diz para se subordinar a Davi, mas a vontade dos homens diz que Davi precisa ser julgado. Verificamos posteriormente que Deus julgou Davi, usando o profeta Natã e deixa escrito na sua palavra que Davi foi homem justo diante dele, exceto no caso de Urias. A história de Davi foi manchada, Deus não deixou a criança crescer, levando-a após o nascimento para junto dele. Deus foi fiel a Urias, pois apesar da sua morte, foi de Bate Seba que nasceu o rei Salomão. Apesar da sua vergonha, aprouve a ela a honra de ser mãe do sucessor de Davi.
Aitofel esperou o momento certo para estabelecer a sua vingança, pois esperava a queda de Davi, ao invés do seu reconhecimento de erro, pois já não percebia o sentido da sua função como conselheiro, pois agora ao estabelecer a sua própria justiça, esquecia da justiça de toda uma nação, ameaçada pelo conflito em estabelecer o seu direito familiar.
Davi provou da ira de Absalão, filho rebelde que provou o silêncio do pai, pois ao matar seu irmão Amnon, que deflora a meia irmã, Tamar, não foi em momento algum
censurado por seu pai, que da mesma forma fingiu não saber do incesto do irmão assassinado. Uma família que tinha um filho assassino e outro assassinado, uma filha violentada e um pai ausente.
Absalão toma o reino de Davi e recebe de aitofel um conselho que envergonharia Davi publicamente. Ao sair, Davi deixa algumas concubinas que são usadas por absalão publicamente. Aitofel foi o mentor deste conselho e tentou assim atingir a imagem de Davi. Aprendemos com isto que o sentido inicial daquele que é movido pela vingança é atingir a identidade do outro, pois de uma maneira difamatória, tentará atingir aquilo que o outro pensava ser, destruindo assim o seu sentido existencial, que agora terá de alcançar uma nova percepção da realidade, ou negar a difamação proposta, com um comportamento que não condiga com o exposto. O problema é que em alguns casos não poderemos mudar a situação, como foi o caso de Davi, sexo consumado é sexo consumado, com prazer ou sem prazer...
O primeiro passo a ser superado é manter a auto-imagem, pois se esta for atingida, aquele que se vinga consegue atingir a primeira meta do seu objetivo, pois esta pessoa encontrará agora na situação que o ofensor se encontra, que é sofrendo por uma injustiça cometida. Normalmente o alvo inicial é aquele que segundo a ótica vingativa estabelece a sua dor. Aitofel sofria pelo descrédito de sua neta e agora espera que Davi sofra ao encontrar o seu leito maculado, como foi o de Urias.
Algo que deveria trazer nojo para aitofel traz agora prazer, pois ao ver a vergonha de Davi, estava presenciando a vergonha de Israel e da mesma forma da sua própria casa que fora atingida. Aitofel tem prazer com a vergonha de Davi, porém é temporária a sua satisfação, pois em seguida descobre que a sua verdadeira intenção não é apenas ferir a Davi emocionalmente, mas é matar Davi fisicamente, e solicita a Absalão um exército para buscar Davi e matá-lo. Absalão apesar de odioso, recebe agora outro conselho dado por Husai, onde Aitofel fica sem cumprir o seu desejo final.
Aprendemos com a estória de Aitofel, que o final da vingança é sempre a morte física e não apenas existencial do outro, e se isto não acontecer, provaremos do suicídio, por não suportarmos a nossa própria existência.
Quando não se consegue atingir o objetivo final, arruma-se a casa, da maneira mais organizada possível, mas provando da desorganização causada pelo ódio e da vingança, que não permitem viver a nossa realidade diante da vida do outro, que por um motivo que não aprovamos, foi inocentado pela vida, pelo tribunal humano, pela história e por Deus. A vingança de aitofel foi a sua desgraça, pois foi o motivo do seu suicídio, nos ensina que um coração inclinado a este sentimento provará certamente o próprio extermínio, pois independe de uma história dita como sendo de um homem de Deus, mas sim de um homem dominado pelo ódio que não provém de Deus...

BISPO/JUIZ. MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

SEM DEUS SOMOS APENAS BONECOS DE BARRO...

                              SEM DEUS SOMOS APENAS  BONECOS DE BARRO...
Jeremias - 18:1 a  6
1. A palavra do Senhor, que veio a Jeremias, dizendo:
2. Levanta-te, e desce à casa do oleiro, e lá te farei ouvir as minhas palavras.
3. E desci à casa do oleiro, e eis que ele estava fazendo a sua obra sobre as rodas,
4. Como o vaso, que ele fazia de barro, quebrou-se na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos olhos do oleiro fazer.
5. Então veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo:
6. Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? Diz o SENHOR. Eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel.
INTRODUÇÃO
Esta é umas das mensagens mais lindas que Jeová traz a um de seus profetas para que fosse levada para todos os povos. E olhando para ela vejo a preocupação de Deus com a pessoa do homem que nada mais é do que o barro, pois "a priori" devemos entender que existem três tipos de linguagem das quais dependem a interpretação da bíblia sagrada:
a)    a linguagem literária;
b)    figurada,
c)     simbólica.
Nesta mensagem veremos como nasce um verdadeiro vaso, pois ninguém pode negar que também há somente um Oleiro que tem o domínio da verdadeira técnica para se fazer um vaso, mas não um vaso qualquer, e sim um vaso resistente que suporte as intempéries da vida. Diante dessas palavras gostaria que você abrisse o seu coração e se deixasse ser tocado pelo Oleiro, pois só Ele pode fazer de você uma nova pessoa. Mas para que se nasça um vaso novo, há de se levar em considerações os quatro passos tomados pelo Oleiro que sabemos ser Ele, Jeová, o Senhor dos senhores, o Rei dos reis.
QUEM FOI O PROFETA CHAMADO JEREMIAS
O profeta Jeremias era filho de Hilquias, isto para diferenciá-lo de outros Jeremias que aparecem na bíblia. Foi um profeta da cidade Benjamita de Ananote, talvez tenha sido descendente do profeta Abiatar, que serviu o Rei Davi. A vida de Jeremias é a mais conhecida do que a de qualquer outro profeta do AT, pois ele nos deixou muitas marcas de seus pensamentos, preocupações e frustrações. Jeremias é comumente conhecido por "profeta chorão", também tudo que ele falava o povo fazia o contrário. No cap.16:1, Jeremias recebe ordem de Deus para não se casar ou ter filhos, isso para ilustrar seu ministério, e mostrar que um profeta precisa viver o que prega, ele foi chamado quando tinha cerca de 18 a 20 anos de idade, que missão hein? Jeremias tinha poucos amigos, como todo profeta, mas seu grande companheiro foi seu escriba chamado Baruque, você tem um Baruque em sua vida, saiba que o nome Baruque significa "abençoado", agora você entende porque Jeremias andava com Baruque? Jeremias foi contemporâneo dos profetas Naum, Habacuque, Obadias e Ezequiel. Esse foi o profeta Jeremias, um grande profeta. Mas você sabia que existem três tipos de profecias?
TIPOS DE PROFECIAS.
Estudando a bíblia podemos notar três tipos de profecias pelas quais Deus falava com seu povo.
a)    PROFECIA VERBAL: É quando ela é falada tipo: "assim diz o Senhor".
b)    PROFECIA FACTUAL: Quando é um fato real, concreto que aponta para o futuro.
c)      PROFECIA SIMBÓLICA: Quando um símbolo é tomado, usado como mensagem. Conforme veremos. Que neste contexto é a nossa mensagem.
Mas Jeremias era profeta e não oleiro, por isso Jeová precisava levá-lo até a casa do oleiro para que ele pudesse saber como falar.
O OLEIRO, UMA PROFISSÃO.
A profissão de oleiro é uma das mais antigas que se tem notícia e até hoje pouca coisa mudou desde então. A matéria prima continua sendo o barro, a mesa e o torno, usado para conseguir a forma oca e ideal para os vasos. Sabemos que na cidade de Susã, região do Oriente médio a cerca de 4500 anos a.C. já se usava o torno, e depois de Sesã, o torno passou a ser usado também na Mesopotâmia, hoje atual Iraque.
Diante de tão grandes informações e após ter recebido de Deus a ordem para ministrar uma palavra para a igreja onde pastoreio, após ter orado então recebi esta mensagem e decidi visitar um oleiro que tem em minha cidade. Na conversa que tive com ele lhe perguntei como se faz um vaso de barro. Ele me disse que precisa de muito trabalho e me revelou os passos para se fizer um bom vaso.
1º PASSO - SEPARAR O BARRO
Talvez você não saiba, mas existem cerca de 200 (duzentos) tipos de barro existentes na natureza. Tipos diferentes de barro, alguns mais resistentes e outros menos, alguns mais claros e outros mais escuros, alguns com mais liga e outro sem ou com menos, e sendo assim o verdadeiro oleiro deve ir até o local onde se encontra o barro, e barro não se compra no supermercado, ou na farmácia, e muito menos em um mercadinho a beira da estrada. Barro se encontra em local difícil, no meio do mato longe da cidade, longe do convívio da sociedade. Só o oleiro tem a capacidade para ver um vaso em um monte de barro, no meio do lodo. E lá vai o oleiro, seu nome JEOVÁ, saiu a procurar um barro para que se faça um bom vaso e no fundo do lodo viu sem cor e sem cheiro um monte de barro feio e mal cheiroso, era eu e você, então o oleiro enfiou a sua mão e retirou o barro. Não importa de que lamaçal você veio o importante é que o Senhor Jeová te separou e olhando para você como os olhos de um oleiro, viram algo no fundo de seu coração que o atraiu e lhe fez retirar um monte de lama do lodo começar a imaginar que lindo vaso você daria. Alegre o seu coração e jubile de emoção, pois Ele te escolheu. Não aceite palavras que os outros tentam te intitular, você é escolhido de Deus, e isso ninguém pode negar, pois todo vaso só chega a vaso se for barro.
2º PASSO - AMASSAR O BARRO
Bem, após separar o barro da lama e ter imaginado que lindo vaso ele daria, então o oleiro fará que o barro passe por alguns processos indispensáveis, ou se não for assim o barro nunca chegará a ser um bom vaso e a história de que vaso ruim não quebra é pura mentira do diabo, quem não quebra é vaso bom. Bom, agora que o oleiro tem o barro, ele começa o processo, e o primeiro processo é o amassamento do barro, mas por que o barro deve ser amassado pelo oleiro? Eu te explico. Quando o barro sai do lodo ele ainda traz consigo algumas impurezas, sujeiras, que devem ser retiradas, e só assim o oleiro consegue retira-las, através do amassamento, pois o tato lhe mostra pequenos pedaços de madeira e pedras que ainda estejam no meio do barro. É por isso que vejo muitas pessoas caírem na sarjeta. É por não deixarem o oleiro lhes amassarem e retirar toda a sujeira, pois o processo do amassamento dói, não é fácil, mas é necessário, pois temos impurezas que devem ser retiradas, como ódio, rancores, vaidades, orgulhos, lascívias, vícios, pois estas coisas não podem ter em um vaso feito pelo verdadeiro oleiro. Deixe Jeová te colocar as mãos e então verá que sua vida ainda tem coisas que devem ser retiradas para que você possa ter comunhão com o oleiro, e assim o próprio oleiro depositará em você a confiança de que realmente você dará um bom vaso.
3º PASSO - MOLDAR O BARRO
Depois de separar o barro, o tirando do lodo sujo e fedorento, e após o processo do amassamento limpando o barro das coisas ruins, o oleiro começa a moldar o barro. Então o oleiro o coloca na roda, ou torno e começa a girar a roda, e com as suas mãos ele vai apertando e moldando, apertando e moldando, e o barro vai começando a ter forma. Este também é um processo dolorido, pois tudo parece girar em nossas vidas, no começo ficamos confusos, tudo gira, e algumas dúvidas começam a surgir, mas ninguém disse que ser crente era fácil! Primeiro o oleiro começa de dentro para fora, e com as suas mãos vai nos dando forma por dentro, a bíblia diz que a boca fala do que o coração está cheio, é por isso que ele via de dentro para fora, apertando e apertando, assim o resto de deformidades vão indo embora, e no mesmo momento que molda por dentro ele molda por fora e depois desse também doloroso processo o vaso adquire sua forma e aos olhos do oleiro agora o vaso está quase pronto. Às vezes achamos que estamos pronto, mas o oleiro nos lembra do último processo.
4º PASSO - A FORNALHA DE FOGO
Chegamos ao último processo, esse processo é fogo. Depois de tudo que vimos acima, agora o oleiro com cuidado prepara a fornalha de fogo, então leva o vaso e o coloca dentro da fornalha que já estava acesa e fecha o forno deixando o vaso lá dentro por cerca de vinte e quatro horas. Isso não é magnífico. Sei que parece ser desnecessário, mas o fogo tira o mau cheiro e o calor da fornalha também fecha o processo de purificação, assim como se faz com o ouro, pois sabemos que quanto mais o ouro fica no fogo maior é seu valor de mercado ou o que chamamos de "quilate". O fogo que precisamos passar não é a provação, as lutas, as dificuldades como muitos pensam, mas a bíblia diz que quando os três jovens foram jogados no fogo, eles passeavam, então não tenha medo. Mas o fogo que devemos nos deixar ser levados pelo Oleiro é o fogo do Espírito Santo, este é o fogo que todo crente tem que ter em sua vida. Hoje ouvimos falar que o culto foi fogo puro, a pastor é fogo puro, mas o verdadeiro fogo do Oleiro não passa ou  acaba, é duradouro e desejado, pois o fogo do Oleiro nos prepara para tudo. Depois de deixar o vaso pelo tempo certo dentro da fornalha, o Oleiro volta e retira o vaso da fornalha, e agora ele vê que o vaso está resistente e já não tem mais aquele mau cheiro do lodo, e muito menos possui impurezas. Agora o oleiro olha para sua obra prima e fica contente, pois o vaso passou por todos os processos e venceu e verdadeiramente é um vaso novo. Assim nasce um vaso.
CONCLUSÃO
Muitos de nós queremos ter cargos dentro da igreja, queremos estar nos púlpitos, desejamos algo em nossas vidas, mas não queremos passar pelos processos que nos levarão a ser alguém preparado para realizar a tarefa, pois sem passar pelos processos de nascimento de um vaso, você nunca estará apto para fazer coisa alguma na casa do oleiro conforme a vontade do oleiro.
Deixe o oleiro te pegar, te tocar, te levar ao fogo e verás como é maravilhosa a vida de um vaso que servirá para honra, e não pra desonra. Talvez agora possamos entender por que muitos caem durante a vida...
BISPO/JUIZ. MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE



domingo, 19 de janeiro de 2014

A DIMENSÃO DO AMOR DE DEUS...


                                                A DIMENSÃO DO AMOR DE DEUS...
Jonas. 1.1-17
Jonas foi um profeta que viveu durante o reinado de Jeroboão II (II Rs. 14:25) em Israel e, nesse tempo, a Assíria dominava sobre o Oriente Médio.
A Assíria era nação cruel e detestada por suas práticas desumanas. Nínive era a sua capital.
Deus, então, deu uma direção a Jonas para ir a Nínive e pregar contra ela, ou seja, pregar para que se arrependesse da sua maldade. Mas Jonas decidiu não aceitar a direção de Deus porque tinha resistências em seu coração. Ele comprou uma passagem para Társis e fugiu da presença de Deus. Fugiu do chamado de Deus.
Ora, toda decisão tem consequência! E qual foi a consequência da decisão de Jonas? Passou três dias e três noites no ventre de um grande peixe. Jonas foi literalmente até o fundo!
Porque cada um de nós precisamos passar por um Encontro com Deus que dura três dias? Porque precisamos ser tratados por Deus no nosso caráter.
Só Deus poderia tirá-lo de lá! Vejamos, nessa história, o grande amor de Deus.
Um chamado recusado
Deus deu uma palavra rhema para Jonas: ir à Nínive e pregar contra ela (v.1). Mas Jonas não tinha interesse de pregar em Nínive nem na conversão deles.
Então, por que Deus escolheu Jonas, se sabia que ele recusaria o chamado?
Porque Jonas precisava ser tratado em seu caráter.
Jonas teve problemas porque recusou a direção de Deus e fugiu para uma cidade oposta a Nínive, Társis, o lugar mais distante e a viagem até lá por navio durava em média um ano.
Mas veio uma tempestade que quase destruiu o barco (v.4). Os marinheiros, apavorados, clamaram aos seus deuses. Enquanto isso acontecia Jonas dormia no porão do navio.
A única pessoa que poderia fazer uma oração ao Deus verdadeiro dormia, estava indiferente.
Os marinheiros lançaram sortes para saber quem provocara tudo aquilo e a sorte caíram sobre Jonas. Vemos que, às vezes, nossas decisões erradas prejudicam seriamente outras pessoas.
O que fazer para a tempestade acabar? Ele confessou e pediu que o jogassem ao mar, para cessar a tempestade (v.12). Depois de muita relutância lançaram o profeta ao mar.
Mas Deus não desiste de Jonas, apesar da fuga, e manda um grande peixe tragá-lo (v.17).
Um clamor das profundezas
No ventre do peixe e no fundo do mar Jonas, desesperado, clama ao Senhor.
Ele lembrou que Deus tinha planos para ele (2:7). Ao perceber que morreria, clamou ao Senhor (v.7).
Será que você está como Jonas, dentro do peixe e no fundo do mar? Jonas sabia por que estava lá: porque não quis estar no lugar que Deus direcionou! Isso nos indica que a direção de Deus é sempre melhor. Mas aquele grande peixe foi enviado por Deus não para matá-lo ou feri-lo, mas para guardar sua vida. Deus esperava ouvir o clamor de Jonas!
O Senhor espera ouvir o teu clamor! Se você está no “fundo do poço” clame ao Senhor!
Peça ao Senhor uma nova oportunidade.
Assim como Deus tinha um propósito a cumprir na vida de Jonas, também tem na tua vida!
A disposição de Deus em dar oportunidades
Uma nova oportunidade é dada a Jonas. O Senhor mandou o peixe vomitar o profeta em terra firme (2:10) e, novamente, o Senhor o mandou pregar em Nínive. Deus não muda seu plano.
Dessa vez ele obedeceu e fez o que o Senhor lhe mandou: foi a Nínive e pregou.
A grande cidade de Nínive deveria ser percorrida em três dias, mas Jonas o fez em um dia.
"Daqui a 40 dias Nínive será destruída!". O povo se arrependeu, fizeram jejum, juntamente com o rei e até os animais. Todos clamaram e se humilharam e Deus os poupou (3:10).
Sabe o que acontece quando nós clamamos? Deus no poupa!
Mas Jonas agiu como homem natural e ficou contrariado, pois não esperava por isso. Ele fez o que Deus mandou, mas não orou pedindo a transformação dos corações.
Ele não cria nem queria a conversão geral deles. Jonas não tinha amor pelas vidas!
Sua pregação não tinha a graça de Deus e o tom era de condenação. Ele estava contrariado.
Jonas representa o pregador egoísta e cuja pregação é condenatória e sem compaixão.
Mesmo assim a pregação alcançou a cidade! Todos se converteram ao Senhor (3:5-10).
A cidade mais importante da época se converteu ao Senhor, até o rei, e Deus os perdoou e lhes deu nova oportunidade. Que grande amor de Deus!
Os interesses revelados
Jonas ficou extremamente irado (4:1), ao invés de se alegrar pela salvação da cidade. Ele se afastou e foi para o lado de fora da cidade para ver o que iria acontecer. Como o sol era forte, Deus fez nascer uma plantinha para dar sombra para Jonas e ele gostou. Mas depois Deus mandou um verme ferir a plantinha e ela morreu. Então Jonas protestou e pediu a morte. Ficou revoltado porque Deus tinha feito a planta secar. Mas Deus lhe respondeu: Ora, se você teve pena da plantinha que você não criou nem a fez crescer, como não teria compaixão de 120 mil pessoas que não sabem discernir entre o bem e o mal e de muitíssimos animais?
Jonas não sabia a quem devia amar. Ele se compadeceu da plantinha, mas não amava as pessoas. Mas Deus tem compaixão de todos os pecadores, por isso mandou Jonas a Nínive.
Mas, além de salvar a cidade, Deus também queria mudar o coração de Jonas, Seu profeta; queria que Jonas passasse a se importar com as vidas, mesmo as cruéis e desumanas.
Deus sempre chama o pecador! Todos os pecadores são alvo do amor de Deus. O pecado Deus odeia mas o pecador, Deus ama e se importa.
Conclusão: Deus ama todas as pessoas. Não importa como elas são Ele as ama. E o Seu amor é tão grande que Ele deu o Seu único filho para morrer por toda a humanidade.
E esse amor está disponível para preencher o teu coração. Talvez a tua história seja um pouco parecida com a do profeta Jonas. Talvez você não tenha compaixão pelas pessoas, só com você, mas hoje é dia de tomares a decisão certa, não fugindo do propósito de Deus, mas andando no amor não fingido, o grande amor de Deus...

BISPO/JUIZ. MESTRE EDOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE