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quarta-feira, 8 de novembro de 2017

CAMINHO DE EMAÚS...


                                                       CAMINHO DE EMAÚS...
Lucas 24.13-35

Introdução
A história dos dois discípulos no caminho de Emaús é registrada apenas no Evangelho de Lucas. Possivelmente esses dois discípulos tinham estado em Jerusalém para a celebração da Páscoa, mas ficaram na cidade por causa da crucificação, e dos rumores de que Jesus tinha ressuscitado. 

A situação agora era bem diferente. Os dois discípulos só tinham conhecido Jesus na carne (II Co. 5.16). Conheceram o seu poder em obras e em palavras, mas não no poder de sua ressurreição (Fp.3.10). Note que foi Jesus que se aproximou deles quando ainda não tinham avançado muito pelo caminho a Emaús. Jesus neste momento nos dá uma lição profunda e poderosa. São quatro propósitos importantes que nos enriquece e nos edifica. 

Então precisamos aprender que ir para Emaús significa: 

1º - O caminho de nossos interesses pessoais; 
2º - O caminho de fuga de um compromisso com Cristo; 
3º - O caminho de fuga dos cultos da igreja; 
4º - O caminho de fuga da comunhão com o corpo de Cristo.

Por esta razão, caminhou com eles a maior parte da viagem que durou umas duas horas. Mas a bíblia nos diz que os olhos deles estavam como que fechados (vs.16), por isso não puderam reconhecer que Jesus estava entre eles. Na cegueira deles, esses dois homens estavam amargurados, cansados e absortos em seus tristes pensamentos (Lc.24.17). Não reconheceram Jesus quando se uniu a eles. Interessante que o mesmo aconteceu com Maria, que em circunstâncias similares, não reconheceu Jesus de imediato no dia da sua ressurreição.

Irmãos, as tristezas sugam nossas forças e energias, tiram o bom humor, afetam nosso corpo, trazem angústia para a nossa alma. Então não fique envolvido demais nas suas tristezas! Quando Jesus morreu, os seus discípulos sentiram os seus planos frustrados. Para eles não existia mais horizontes, expectativas, confiança, muito menos esperanças em 
 EMAÚS  (Lc. 24.15).

Quando estamos tristes, preocupados com nossos problemas, sempre fixamos nossos olhos neles; conversamos com alguém a respeito deles, e parece que ficamos numa roda sem soluções. 

Quando olhamos demais para nossas tristezas, o nosso mundo parece desabar!. Esta é a lição que podemos aprender sobre a vida destes dois discípulos a caminho de Emaús.

Crente que vai para Emaús só pode estar “desviado” !. Veremos a seguir Sete Princípios para não tomarmos a mesma atitude destes dois seguidores de Cristo. 

O PRIMEIRO PRINCÍPIO
NÃO PERCA A CONSCIÊNCIA DA PRESENÇA DE JESUS
 (vs. 18.21) 
Estes versos dizem: "Enquanto conversavam e discutiam o próprio Jesus chegou perto e começou a caminhar com eles, mas alguma coisa não deixou que eles o reconhecessem.". Muitas vezes achamos que Jesus não está perto de nós. Você já se sentiu assim? O texto diz ainda: e um deles chamando Cleopas disse: Será que você é o único morador de Jerusalém que não sabe o que aconteceu nestes últimos dias? 

O que foi? Perguntou Jesus. Eles responderam: o que aconteceu com Jesus de Nazaré. Esse homem era profeta de Deus, era poderoso em atos e palavras. Os chefes dos sacerdotes e nossos líderes o crucificaram. “E a nossa esperança era que fosse Ele que iria libertar Israel”. No coração daqueles homens morava uma desconfiança tão grande que não perceberam a presença de Jesus, porque tinham perdido a noção e a certeza sobre a pessoa de Jesus. Irmão, Quem é Jesus para você? 

O SEGUNDO PRINCÍPIO
NÃO DEIXE A TRISTEZA LHE CONTAGIAR POR CAUSA DAS CIRCUNSTÂNCIAS
 (v.17). 
Na nossa vida acontecem certas situações, com as quais precisamos aprender a lidar, porque nem tudo é tão fácil como pensamos ou esperamos. Aqui diz: "Eles pararam, com um jeito triste". Quando achamos que Jesus não está por perto para nos ajudar perdemos a paz. Nosso rosto se abate, entra a tristeza. A tristeza traz desconforto e provoca sofrimento.

O estado de tristeza pode ser tão forte que produz depressão. Mas também pode ser considerado um momento de reflexão quando se passa a valorizar a alegria e a felicidade. Mesmo sendo realidade a presença de situações de tristezas, é importante que aprendamos a superá-la. Para lidar com a tristeza, é necessário pedir sabedoria e ajuda de Jesus. Então Ele nos ensinará que existem maneiras de se tirar proveito dos maus momentos que a tristeza nos proporciona. 

O TERCEIRO PRINCÍPIO
NÃO PERCA A SENSIBILIDADE DE OUVIR TESTEMUNHOS
 (vs. 22-24)
O versículo diz assim: "É verdade que também algumas mulheres dentre nós nos maravilharam, as quais de madrugada foram ao sepulcro; e não achando o seu corpo, voltaram dizendo que também tinham visto uma visão de anjos que dizem que ele vive. E alguns do que estavam conosco foram ao sepulcro e acharam ser assim como as mulheres haviam dito, porém, não o viram". 

Outras pessoas falaram sobre a ressurreição, mas eles não acreditaram.
Nos nossos dias muitas pessoas têm testemunhado daquilo que Jesus tem feito na vida delas, mas muito tem duvidado deste milagre. E você? Acha que Jesus não vai fazer na sua?. Você tem crido nos testemunhos? É importante que tenhamos nossa fé firme nas promessas e ensinos de Cristo. 

O QUARTO PRINCÍPIO
NÃO PERCA O ENTUSIAMO PELA PALAVRA DE DEUS
 (vs. 25-27)
Vamos ler o texto: "Então Jesus lhes disse: - Como vocês demoram a entender e a crer em tudo o que os profetas disseram! Pois era preciso que o Messias sofresse e assim recebesse de Deus toda a glória. E começou a explicar todas as passagens das Escrituras Sagradas que falavam dele, iniciando com os livros de Moisés e os escritos de todos os Profetas". 

Apesar de ser o próprio Jesus que estava falando, houve certo momento que eles não o reconheceram, pois estavam desestimulados. Jesus falou sobre tudo o que a Palavra dizia sobre Ele, mas eles não o reconheceram. Você tem buscado a Deus em sua Palavra? O que a Bíblia têm a ver com seus problemas? Se você não tem experimentado isso, há duas atitudes que você deveria tomar para gerar uma mudança na sua vida: restaurar o seu relacionamento com Jesus, e santificar-se de novo. O ardor e a paixão pela palavra, lhe trará um novo ânimo de participar dos sinais e maravilhas de Cristo.

O QUINTO PRINCÍPIO
CONVIDE JESUS PARA ESTAR COM VOCÊ
 (v. 29)
Diz o v.29: "Mas eles insistiram com ele para que ficasse, dizendo: -Fique conosco porque já é tarde, e a noite vem chegando. Então Jesus entrou para ficar com os dois". A palavra fica conosco tem o sentido de permanecer, estar e continuar. Mostra a importância da presença de Jesus. Naquele momento eles desejavam compartilhar uma refeição em Sua companhia. Será que temos demonstrado para Jesus que ele é importante na nossa vida? É nosso desejo que ele nunca se afaste de nós em nenhum momento?

O SEXTO PRINCÍPIO
DEIXE JESUS LHE GUIAR NA SUA COMUNHÃO
 (v.30)
Lc. 24.30: "Sentou-se à mesa com eles, pegou o pão e deu graças a Deus. Depois partiu o pão e deu a eles". Somente se dava o direito de conduzir a comunhão do partir para uma pessoa que nitidamente fosse reconhecida como autoridade espiritual. Devemos convidar Jesus para que nos guie em sua santa comunhão com Deus. "Eu sou o caminho ninguém vai ao Pai senão por mim". É preciso restaurar a nossa consciência da presença de Cristo (vs.31). Restaurar a nossa Adoração Significa Saber que Jesus Voltou Para os Seus e Voltará Mais uma Vez. Eles voltaram a reconhecer Jesus como o Filho de Deus, o Prometido, o Libertador, o Messias, o Santo de Deus!. Você tem crido assim?

O SÉTIMO PRINCÍPIO
RESTAURE O ARDOR (PAIXÃO) PELA PALAVRA DE DEUS
 (v.32)
"Então eles disseram um para o outro: - Não parecia que o nosso coração queimava dentro do peito quando ele nos falava na estrada e nos explicava as Escrituras Sagradas?" Perceberam que aquilo que estavam sentindo quando Jesus lhes anunciava a Palavra, ardia em seu coração, mas só ficaram conscientes deste valor quando pediram a Jesus para guiá-los na Comunhão. Eles se levantaram logo e voltaram para Jerusalém

Voltaram para Jerusalém onde estavam os outros discípulos. Voltaram para somar. Voltaram para estar juntos. Voltaram para arregaçar as mangas. Voltaram para juntos servirem a Jesus. Você tem deixado de SOMAR NA SUA CONGREGAÇÃO? Então é hora de voltar para Jerusalém. Lá era o lugar onde Jesus queria que seus discípulos permanecessem antes do dia do Pentecostes. 

Conclusão
Hoje, convide o Espírito Santo para ficar com você. Isto desviará seus olhos da sua triste caminhada. Aqueles dois viajantes puderam experimentar e sentir durante a sua caminhada que estavam vivendo um momento especial quando perceberam que era Jesus!. Mas para isso acontecer, você precisa desistir de Emaús, se levantar, e voltar logo para Jerusalém!.

Lá você terá a restauração da consciência da presença de Cristo. Terá o restabelecimento do ardor pela palavra de Deus. Ganhará a retomada da sua trajetória cristã. E por fim terá a restauração do ardor da Palavra de Deus no seu coração. 

Apóstolo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciências da Religião Dr. Edson Cavalcante

terça-feira, 7 de novembro de 2017

JESUS FICOU ANGUSTIADO...


                                                    JESUS FICOU ANGUSTIADO...
Jesus acaba de orar com seus apóstolos fiéis. Então, ‘depois de cantarem louvores, saem para o monte das Oliveiras’. (Marcos 14:26) Eles vão para o leste, a um jardim chamado Getsêmani, onde Jesus costuma ir.
Eles chegam a um lugar agradável entre as oliveiras. Jesus deixa oito apóstolos para trás, talvez perto da entrada do jardim, pois ele lhes diz: “Sentem-se aqui enquanto eu vou ali para orar.” Jesus leva consigo Pedro, Tiago e João, e entra no jardim. Ele fica muito aflito e diz aos três: “Estou profundamente triste, a ponto de morrer. Fiquem aqui e mantenham-se vigilantes comigo.” — Mateus 26:36-38.
Afastando-se um pouco deles nesse momento de fortes emoções, Jesus ‘se prostra no chão e começa a orar’ a Deus: “Pai, todas as coisas são possíveis para ti; afasta de mim este cálice. Contudo, não o que eu quero, mas o que tu queres.” (Marcos 14:35, 36) O que ele quer dizer com isso? Será que está desistindo de ser o Resgatador? Claro que não.
Do céu, Jesus viu o grande sofrimento dos que foram mortos pelos romanos. Agora que é humano, com sentimentos iguais aos nossos e capaz de sentir dor, Jesus se preocupa com o que o aguarda. Porém, mais importante do que isso, ele está aflito por perceber que sua morte como criminoso desprezível pode trazer vitupério sobre o nome de seu Pai. Em algumas horas, ele será pendurado numa estaca como se tivesse blasfemado contra Deus.
Depois de uma longa oração, Jesus volta e encontra os três apóstolos dormindo. Ele diz a Pedro: “Vocês não conseguiram se manter vigilantes comigo nem mesmo por uma hora? Mantenham-se vigilantes e orem continuamente para que não caiam em tentação.” Jesus percebe que os apóstolos também estão sob estresse, e está tarde. Ele acrescenta: “Naturalmente, o espírito está disposto, mas a carne é fraca.” — Mateus 26:40, 41.
Então Jesus sai pela segunda vez e pede a Deus que remova dele ‘o cálice’. Ao retornar, ele mais uma vez encontra os três apóstolos dormindo em vez de estarem orando para não entrar em tentação. Jesus fala com eles, mas os apóstolos ‘não sabem o que lhe responder’. (Marcos 14:40) Ele sai pela terceira vez e se ajoelha para orar.
Jesus está profundamente preocupado com o vitupério que sua morte como criminoso trará ao nome de seu Pai. Mas Jeová está ouvindo as orações de seu Filho e em determinado momento envia um anjo para fortalecê-lo. Mesmo assim, Jesus não para de fazer súplicas a seu Pai e continua a ‘orar ainda mais intensamente’. O estresse é enorme. Que peso sobre os ombros de Jesus! Sua própria vida eterna e a de humanos fiéis estão em jogo. Tanto é que ‘seu suor se torna como gotas de sangue que caem no chão’. — Lucas 22:44.
Quando Jesus volta até os apóstolos pela terceira vez, novamente os encontra dormindo. Ele diz: “Numa ocasião como esta, vocês estão dormindo e descansando! Vejam! Está se aproximando a hora de o Filho do Homem ser entregue às mãos de pecadores. Levantem-se, vamos embora. Vejam! Aquele que me trai está chegando.” — Mateus 26:45, 46.
”Tribulação e angústia virão sobre a alma de qualquer homem que faz o mal, ao judeu primeiro e também ao grego.”(Romanos 2:9)
Por definição ANGÚSTIA é um estado emocional caracterizado por uma sensação penosa, é um mal estar profundo. Essa sensação é causada por uma impressão de um perigo, porém esse medo é confuso e vago. É diferente do medo real, que você sabe definir.
A angústia começa quando nascemos na separação da mãe com o filho. A Angústia é uma reação do indivíduo, ele sempre está relacionado com uma situação de traumas, sendo de origem internas (insatisfação, culpa, carência afetiva, agressividade reprimida) ou externa (decepção, susto) sem que consiga controlá-la. A angústia surge então como um meio de defesa desses traumas.
Sendo assim, podemos ligar a angústia com a perda e à separação, ela pode surgir em vários momentos da vida. No bebê ao 8º mês, ele chora muito pela ausência da mãe, estranha qualquer pessoa diferente da mãe, esse é um sinal positivo da angústia, o bebê reconhece a separação, ou seja, ele não é mais o mesmo que a mãe. É um ser diferente. Isso é importante para o seu desenvolvimento pessoal.
A Angústia é um sentimento de espera de alguma coisa que não se sabe nomear. “É verdade: quando se está angustiado, não se consegue definir o que se sente. É uma coisa ruim, uma dor no peito, um nó…” Não há como explicar esse sentimento, só quem o sente sabe como o é. A angústia paralisa o corpo, a mente e o individuo fica sem ação produtiva.
Vejamos uma explicação prática de como a angústia funciona: “imagine uma represa com as comportas fechadas, – a água vai subindo, a pressão dessas águas vai apertando as paredes, vai aumentando, aumentando… chega um momento em que esse acúmulo de tensão tem que haver uma saída: ou abrem-se as comportas para produzir energia ou a pressão das águas arrebenta tudo e sai causando inundações”.
Assim será o individuo que estiver passando pela angústia, como não há uma explicação em forma de linguagem para se explicar o que sente, surge essa sensação de algo perdido. Falta algo que não se sabe explicar o que é. Nós mineiros explicamos isso dizendo que falta um “trem”. É nesse ponto que encontramos a angustia e a Bíblia.
Essa “coisa” que falta que faz o homem sentir-se vazio, incompleto é conseqüência da separação do homem com Deus. Fomos criados para sermos a imagem do criador, fomos criados para sermos completos, total. Fomos criados para a graça, equilíbrio, alegria, saúde, felicidade, criatividade, liberdade (inclusive sua escolha).
Exatamente ai houve a quebra do homem e Deus, o homem desobedeceu a Deus e pecou. O pecado rompeu com todo esse projeto de Deus para o homem. Nesse momento instalou-se esse “FALTA ALGO”. A partir daí tivemos que trabalhar, correr atrás do prejuízo, tentar suprir essa falta que nos incomoda.
A Bíblia nos mostra várias passagens onde as pessoas que falam da busca, da angústia, e dessa falta.
“Quando estiveres em angústia, e todas estas coisas te sobrevierem nos últimos dias, e te voltares para o SENHOR, teu Deus, e lhe atenderes a voz, então, o SENHOR, teu Deus, não te desamparará, porquanto é Deus misericordioso, nem te destruirá, nem se esquecerá da aliança que jurou a teus pais”. (Dt 4:30-31) ”Eu me alegrarei e regozijarei na tua benignidade, pois tens visto a minha aflição, conheceste as angústias de minha alma”(Sl 31:7)
Em Coríntios testemunhamos a angústia de Paulo ao escrever aos Coríntios, escrevia uma carta aparentemente dura, com lágrimas e amor. Sua primeira visita aquele povo não tinha sido muito agradável (1:23), não queria fazer uma segunda da mesma forma“.“Porque, no meio de muitos sofrimentos e angústias de coração, vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que ficásseis entristecidos, mas para que conhecêsseis o amor que vos consagro em grande medida. Ora, se alguém causou tristeza, não o fez apenas a mim, mas, para que eu não seja demasiadamente áspero, digo que em parte a todos vós”(II Co 2:4-5). Em Mateus encontramos Jesus Cristo se entristecer e angustiar-se, e sente pavor do Getsêmani “e, levando consigo a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se. Então, lhes disse: A minha alma está profundamente triste até a morte; ficai aqui e vigiai comigo” (Mt 26:37-38). O próprio Jesus nos exorta: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”.(João 16:33)
A ANGÚSTIA é um ponto importante na vida do homem, na angústia o ser humano se depara com duas saídas, duas opções: a depressão (que já estudamos) ou a decisão por Jesus. Deus é misericordioso, poderoso, e nesse momento difícil da batalha Ele está conosco e quer nos tirar dessa. A igreja nesse momento funciona como comunidade de terapia. “Suportai-vos uns aos outro.”(Colossenses 3:13)
Todo sujeito, ansioso, angustiado, depressivo precisa escolher por Jesus. Esse momento de decisão precisa ser feito em o Nome de Jesus, pois nós não temos como tomar essa decisão por conta própria, o Salmista nos mostra isso: “Na minha angústia, invoquei o SENHOR, gritei por socorro ao meu Deus. Ele do seu templo ouviu a minha voz, e o meu clamor lhe penetrou os ouvidos”.(Salmos 18:6 )“O que me consola na minha angústia é isto: que a tua palavra me vivifica”. (Salmos 119:50)
Em Romanos 8:35-39 encontramos: “Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? Como está escrito: Por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro. Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”. Porém, em alguns momentos da vida, estamos tão fragilizados que esta postura parece impossível para nós. Daí a igreja funciona como apoio, suporte, é ela que ministrará a unção do Espírito Santo. Não sofra sozinho, divida com a equipe de aconselhamento da igreja, com o Pastor (a). Mas, não guarde apenas para você. Há um caminho para a angústia – Jesus “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida“(João 14:6) e continuemos na fé, a fé em Cristo que é a nossa cura.
Apóstolo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciências da Religião Dr. Edson Cavalcante

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

O CALICE DE CRISTO...


                                                            O CALICE DE CRISTO...
E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres. (Mt. 26:39)
E, indo segunda vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade. (Mt. 26:42)

Muitos pensam que Jesus temia a cruz romana. Isso é mentira!
Outros imaginam que Jesus temia o poder das trevas. Blasfêmia!
Uns dizem que Ele temia os sofrimentos físicos. Absurdo!

Desde a morte e ressurreição de Cristo milhões morreram tragicamente por sua fé em Cristo. Muitos dos quais crucificados de cabeça para baixo ou queimados no fogo. E eles morriam cantando hinos cheios de alegria.
Diante disto, você pode acreditar que Jesus estava num jardim se acovardando por causa de uma cruz que seria enfrentada por muitos de seus discípulos com alegria no coração?
Você pode acreditar que o Capitão de nossa salvação é tão fraco?

Jesus não estava como medo da cruz, de pregos, de uma lança ou coroa de espinhos.
Mas a que cálice Ele se refere? O qual Ele sabia ser muito pesado.
Aquele cálice era constituído da ira de Deus.
Sua ira sob o pecado e a rebeldia do homem.
Ele estava tomando sob si esta ira.
Ele sabia que era algo pesado e terrível.

Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens… (Rom. 1:18)
Na Cruz, Jesus carregou nossa culpa e permaneceu em nosso lugar.
Ele tomou o cálice da ira de Deus destinada ao homem. E bradou: Está consumado!
Aquilo que Deus impediu Abraão fazer, Ele o fez com seu próprio Filho.
Alguém tinha que aplacar a ira de Deus.

Esta é a Cruz que os pregadores modernos escodem, porque é uma coisa vergonhosa.
Os homens querem seguir a Cristo sem conhecer a Cruz.
E assim a transformaram em um símbolo.
E é por isto que a Cruz é ineficaz em suas vidas.

Para demonstrar amor ao homem, Deus tinha que afastar o pecado.
E isto só podia ser feito através de Jesus.
A vida cristã é fundamentada nisto.
A vida crucificada é o marco de alguém que anda com Cristo.
Ele morreu por nós. Nós morremos com Ele.

Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado. Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos. (Rm. 6: 5-6,8)
Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. (Rm. 12: 1)
Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me. (Lc 9:23)

Quanto mais alguém conhece a Cruz, mais se entrega a apresentar sua vida a Jesus.
Ela não é apenas um acessório em que você põe a vida para fazê-la melhor.
Ele é a sua vida. Você é consumido e constrangido por Ele.
Cada pensamento, cada julgamento, cada palavra, cada coisa que você faz é por Ele e para Ele.
O amor de Deus em Cristo nos constrange (II Cor. 5:14)
Jesus trouxe de volta a vida de Deus para o homem
Essas palavras deveriam ser suficientes para alguém quebrar seu coração e adorar a Cristo de joelhos.

Não é só a morte de Jesus que nos salva, mas a sua ressurreição.
Se Ele tivesse permanecido morto não haveria esperança alguma.
A vida é a última notícia dos Céus, e não a morte.
Esta vida está no Filho de Deus, concedida pelo Pai, o autor da vida.
Mas o homem precisa experimentar a morte para ter uma vida ressurreta.

Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição (Rm. 6: 5)
Porque, como o Pai tem a vida em si mesmo, assim deu também ao Filho ter a vida em si mesmo (João 5:26)
Nosso temor deve ser profundo.
Deus investiu muito em nossa redenção.
Aquele que recusa aceitar seu estado de perdição e crer na redenção em Cristo permanece sob a ira de Deus (João 3:36).
Aquele que diz crer nesta redenção, mas a despreza com sua vida de pecado, permanece debaixo da ira de Deus.


Porque é impossível que os que já uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se tornaram participantes do Espírito Santo, E provaram a boa palavra de Deus, e as virtudes do século futuro, E recaíram, sejam outra vez renovados para arrependimento; pois assim, quanto a eles, de novo crucificam o Filho de Deus, e o expõem ao vitupério. Porque a terra que embebe a chuva, que muitas vezes cai sobre ela, e produz erva proveitosa para aqueles por quem é lavrada, recebe a bênção de Deus; Mas a que produz espinhos e abrolhos, é reprovada, e perto está da maldição; o seu fim é ser queimada. Mas desejamos que cada um de vós mostre o mesmo cuidado até ao fim, para completa certeza da esperança; Para que vos não façais negligentes, mas sejais imitadores dos que pela fé e paciência herdam as promessas. (Heb. 6: 4-8; 11-12).
Apóstolo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciências da Religião Dr. Edson Cavalcante

domingo, 5 de novembro de 2017

A CRUZ DE CRISTO...


                                                          A CRUZ DE CRISTO...
A Crucificação de Jesus Cristo se inicia com a chegada ao Gólgota. E retiravam toda a roupa do condenado. Entretanto, de acordo com o costume judeu, era permitido que o vestissem com uma espécie de tanga.
Os membros do Sinédrio realizavam certa inspeção, não permitindo que infringissem a decência dos judeus.
As cruzes não eram muito altas. Geralmente não passavam do dobro da estatura humana. Jesus ficou suspenso a mais ou menos um metro do chão.
No meio da haste vertical, havia uma clavilha de madeira, que parecia uma haste. Nessa espécie de cavalete, o condenado era erguido, por meio de cordas ou correias. Na crucificação, o corpo ficava sustentado por essas amarrações, e impedia que este caísse ao solo, caso sua mão fosse rasgada.
O peso do corpo fazia com que os ferimentos causados pelos pregos, cada vez mais aumentassem. Muitos desenvolviam febre, convulsões e espasmos musculares que traziam ainda mais tormento em ondas de dor insuportáveis.
A crucificação trazia um suplício infame. A forma mais desonrosa de morte, degradante e extremamente dolorosa. Jesus passou as suas últimas horas de vida, suportando dores atrozes. Os pregos entravam rasgando os tecidos mais inervados dos pés, fazendo com que o crucificado se contorcesse de dor!
No que estes respodiam aos seus algozes com enxurradas de insultos e maldições. Mas a resposta de Jesus mostrava muito do seu sublime caráter. O Mestre rogava por seus executores, pedia que o Pai os perdoasse. É em momentos de crise como esta, que se manisfesta o verdadeiro conteúdo da alma.
"E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. E, repartindo as suas vestes, lançaram sortes." Lucas 23:34
Palavras que demonstram a sua superioridade moral, sua força, ternura e doçuras infinitas. Ele era realmente um Rei de uma grandeza que não era deste mundo, o Mestre do amor. Cegos pelo ódio, os que o entregaram para ser crucificado eram indescúlpáveis, mas Jesus, mesmo em sofrendo dores terríveis, deixa de pensar em si mesmo para pensar nos pecadores e os perdoar.
A Crucificação de Jesus Cristo Entre os Dois Ladrões.
Na crucificação de Jesus, era ainda mais doloroso ter diante de si, logo abaixo, sua mãe e seus amigos. Ver a expressão de amargura nos seus olhos. Seus lábios balbuciando, se misturando com lágrimas, profunda tristeza e pranto, por aquele que estava morrendo lentamente, por ter feito apenas o bem.
Jesus era um rei que sofria crucificação, por ter falado somente verdade e amor.

Os soldados tinham por lei direito de ficar com a roupa dos crucificados. Como eram quatro soldados, dividiram o manto, o turbante, o cinturão e as sandálias. A túnica porém, a parte principal das vestes, era feita de um só tecido, sem costura alguma.
"E, havendo-o crucificado, repartiram as suas vestes, lançando sortes, para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta: Repartiram entre si as minhas vestes, e sobre a minha túnica lançaram sortes." Mateus 27:35
Após a crucificação de Jesus, os soldados chegam a um acordo e lançam sortes sobre ela, cumprindo assim a profecia do Salmo 22.18.
"Repartem entre si as minhas vestes, e lançam sortes sobre a minha roupa." Salmos 22:18

Os romanos colocavam uma tábua com a inscrição do motivo da crucificação, na parte superior da cruz. E foi escrita em três línguas: o latim, idioma oficial do governo romano, grego e hebraico - em sua derivação aramaica. E a acusação sobre a sua cabeça dizia Jesus Nazareno, Rei dos Judeus.
Os membros do Sinédrio tentaram dissuadir Pilatos de mudar a incrição para "ele disse: Sou o Rei dos Judeus". Mas Pilatos não aceitou. Era uma forma de humilhar os membros do Sinédrio e se vingar deles.

Dois bandidos, salteadores, sediciosos como Barrabás foram à crucificação com Jesus. As cruzes foram levantadas à direita e outra à esquerda. Uma homenagem de zombaria ao Rei crucificado. Mas Deus permitiu que isso acontecesse para se cumprir a profecia:
"e foi contado com os transgressores; mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e intercedeu pelos transgressores." Isaías 53:12
E em meio a crucificação, um dos ladrões se junta ao jogo cruel de insultos e injúrias.
"E um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava dele, dizendo: Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo, e a nós." Lucas 23:39
Mas logo Jesus percebe um defensor inesperado.
"Respondendo, porém, o outro, repreendia-o, dizendo: Tu nem ainda temes a Deus, estando na mesma condenação? E nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez." Lucas 23:40-41
Este ladrão, ainda que tardiamente, estava a refletir sobre todo o percurso da sua vida. Como fora seduzido por uma "nobre luta de liberdade". O espírito de aventura, a vontade de ser libertar da dominação, exploração, do jugo e dos impostos romanos, o compeliram a praticar diversos crimes "em nome da causa".
Roubo, sangue e sedição sujavam suas mãos. Ele viu o quanto fora enganado, como nada daquilo valeu a pena! E acabou tudo na crucificação.
A Crucificação de Jesus Cristo Segundo a Bíblia.

E passava a admirar a verdadeira coragem, que estava no Salvador ao seu lado. De repente ele percebeu que crer em Jesus é que era a verdadeira luta por liberdade, justiça, paz e amor.
Arrependido, vira-se para o Mestre e lhe faz uma súplica, com uma viva expressão de fé:
"E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino." Lucas 23:42
Um ato de fé admirável, visto as circunstâncias em que se encontravam.
Jesus, que não havia respondido a nenhum insulto ou blasfêmia que lhe eram dirigidas, porém com muito amor responde à súplica sincera do ladrão na cruz:
E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso. Lucas 23:43

Por volta da hora sexta, ou seja, do meio-dia, ocorre um fenômeno extraordinário. Se da parte dos homens, não havia nenhuma manifestação de compaixão pela crucificação, a natureza ao contrário, se vestia de luto e protestava contra o maior crime já cometido na história da humanidade.
O sol se escureceu até a hora nona, em homenagem ao seu criador, que estava agonizando na cruz, próximo da morte.

Jesus pronunciou com voz forte estas palavras, em que mostrava uma angústia e aflição indescritíveis. "Deus, meu, Deus meu, por que me desamparaste?" Era uma forma melhor de expressar o peso esmagador dos pecados humanos, que ele no momento da crucificação trazia sobre si.
E era assim cumprida a profecia do Salmo 22.1
"Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" Salmos 22:1.
Apóstolo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciências da Religião Dr. Edson Cavalcante. 

sábado, 4 de novembro de 2017

GOSTO AMARGO DA VINGANÇA...


                                              GOSTO AMARGO DA VINGANÇA...
“A vingança procede sempre da fraqueza da alma, que não é capaz de suportar as injúrias.” (François de La Rochefoucauld)
Mesmo anterior a Moisés a vingança era uma característica marcante, era a forma de resolver os problemas pessoais. “Certamente requererei o vosso sangue, o sangue das vossas vidas; de todo animal o requererei; como também do homem, sim, da mão do irmão de cada um requererei a vida do homem.”(Gênesis 9:5). Todos do clã eram considerados do mesmo sangue, ficava então responsável pela vingança o mais próximo à vítima. O código penal Mosaico autorizava execução do assassino como forma de vingança. Essa lei prevaleceu até Davi “E eis que toda a parentela se levantou contra a tua serva, dizendo: Dá-nos aquele que matou a seu irmão, para que o matemos pela vida de seu irmão, a quem ele matou, de modo que exterminemos também o herdeiro. Assim apagarão a brasa que me ficou, de sorte a não deixarem a meu marido nem nome, nem remanescente sobre a terra.”(II Samuel 14:7) e passou. A vingança perdeu seu sentido como forma de lei.
Observou-se que a vingança tinha mais de prejudicial do que construtivo. Mas o coração humano nunca esqueceu esta lei. Como se fosse uma lei silenciosa dentro de si. Quem deseja vingança deseja que o outro passe pelo mesmo sentimento que ele sentiu, e a tentativa que deixe de usar do mesmo ato novamente.
O que podemos observar hoje é que as pessoas estão tão feridas com a própria vida, com o outro que enche o coração de ódio e angustia e quer o que o outro tem, não tem piedade nem de si e muito menos de outro. A violência se tornou banal em nossos dias. Matam-se sem nenhum medo de ofender, deixar órfãos, pais chorando. Querem apenas ser arbitrários. A justiça por sua vez perdeu o controle sobre a violência pública. Os pais sobre a violência dos filhos. Perdeu-se o senso do que é violência e misturou-se com vingança.
No trabalho a vingança tem crescido muito, qualquer ato que desagrada o outro é punido pela perda do emprego por fofocas bem boladas, maridos que prendem a família para vingar algo que ele ouviu que TERIA acontecido e nem sabe se é realmente verdade ou não. Apenas quer se ver livre do problema vingando o falado, e sempre com violência.
Não podemos esquecer que a vingança não nos pertence mais, “Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira de Deus, porque está escrito: Minha é a vingança, eu retribuirei, diz o Senhor” (Romanos 12:19). Perdemos a capacidade de acreditar no outro e em Deus. Como se Ele nao visse o que está acontecendo, está sim só que não damos lugar para que Ele possa nos defender. Queremos resolver nós mesmos, afinal deixar para amanhã não é da nossa geração.
Veja o conselho do Rei Salomão: “Não digas: vingar-me-ei do mal; espera pelo Senhor e ele te livrará.”(Provérbios 20:22).
Devemos resistir ao desejo de vingar, e aprender a amar os nossos inimigos, amar o amigo é um sentimento fácil, amar o inimigo já é outra situação. Mas é nesta hora que demonstramos o coração que temos. Amar o próximo como se fosse a mim mesmo, mesmo que este próximo queira me destruir. Mas não conseguirá se o meu coração não estiver ligado a vingança, mas em Cristo Jesus que é o autor da vida e do amor. Só Ele foi capaz de amar o mundo de tal maneira que morreu por nós, mesmo não sendo culpado das  acusações.
Nao deixe seu coração se alegrar quando vir seu inimigo fracassar. “Quando cair o teu inimigo, não te alegres, e quando tropeçar, não se regozije o teu coração; para que o Senhor não o veja, e isso seja mau aos seus olhos, e desvie dele, a sua ira. Não te aflijas por causa dos malfeitores; nem tenhas inveja dos ímpios. Porque o maligno não tem futuro; e a lâmpada dos ímpios se apagará. Filho meu, teme ao Senhor, e ao rei; e não te entremetas com os que gostam de mudanças. (Provérbios 24:17-21)
Guardemos nossos corações de tamanha loucura, vingança gera violência e a violência só leva a mais violência. Não tem fim. Devido a isso estamos vivendo dia mais dificeis que outro. Nos afastamos de Deus, é como se Ele estivesse ficado no passado, não cremos mais em um criador e defensor. Queremos resolver nós mesmos aquio que não nos pertence. O que foi delegado a autoridade, nem nos importamos. Nao acreditamos mais em nada, só em nossas mentes doentes e desorientadas.
Jesus está nos esperando tomar uma decisão por Ele. Que olhemos para os céus e peçamos socorro. Esta é a oração que devemos fazer todos os dias: ”Elevo os meus olhos para os montes; de onde me vem o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra. Não deixará vacilar o teu pé; aquele que te guarda não dormitará (cochilará). O Senhor é quem te guarda; o Senhor é a tua sombra à tua mão direita. O Senhor te guardará de todo o mal; ele guardará a tua vida. O Senhor guardará a tua saída e a tua entrada, desde agora e para sempre.” (Salmos 121).
Apóstolo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciências da Religião Dr. Edson Cavalcante