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quinta-feira, 6 de março de 2014

A SOBERBA MATA O CRISTÃO LENTAMENTE...

                                     A SOBERBA MATA O CRISTÃO LENTAMENTE...
Daniel 4.1-37
Introdução
> Contar a história descrita nos v. 4-26 (Talvez possam ser lidos os v. 19-26).
Transição
> A soberba é um grande mal a ser evitado.
> O texto nos mostra alguns ensinos referentes à soberba, a qual devemos evitar a todo custo.
I.) A soberba pode ser freada e suas consequências evitadas quando há verdadeiro arrependimento – v. 27
> Deus nos dá tempo para arrependimento – v. 29
> Os ninivitas se arrependeram e Deus mudou a sentença de juízo!
> Deus pode mudar a sentença de juízo se houver verdadeiro arrependimento – ver Jr 18.7-10.
II.) A soberba precede a ruína – v. 29-33
> Quanto maior a posição e quanto maior a soberba, maior o juízo de Deus!
> O juízo de Deus é proporcional ao tamanho da soberba e da posição!
> Ler Pv 11.2; 16.18; 29.23.
III.) A soberba deve dar lugar ao reconhecimento de que o Altíssimo governa – v. 34, 35
> Nabucodonosor reconheceu a soberania de Deus. Todavia, o fez apenas após ser humilhado!
> Que não precisemos ser humilhados antes de reconhecer a soberania do Altíssimo.
> Quanto antes nos humilharmos diante dEle, reconhecendo-o como Senhor (inclusive de nossas vidas), menos humilhação teremos de enfrentar!
IV.) A soberba, quando devidamente tratada (tanto por Deus como por nós mesmos), pode dar lugar à exaltação – v. 36
> Primeiro, a soberba de Nabucodonosor foi duramente tratada. Segundo, Nabucodonosor reconheceu a soberania de Deus. Então, Deus o exaltou novamente.
> O mesmo princípio pode acontecer conosco. Se dermos lugar à soberba, Deus vai nos tratar. Algumas das tribulações pelas quais passamos na vida são nada mais nada menos que tratamentos de Deus para conosco para que nosso orgulho seja quebrado. Temos que reconhecer isso enquanto estamos sendo tratados por Deus. Quando não continuarmos orgulhosos e reconhecermos o tratamento de Deus, nos submetermos a Ele e reconhecermos a Sua Soberania, então, estaremos prontos para sermos novamente exaltados pelo Senhor!
V.) A soberba deve ser para sempre afastada (de nossas vidas) pelo reconhecimento contínuo de que o Senhor reina – v. 37, 1-3
> Os v. 1-3 mostram a mudança que houve na atitude de Nabucodonosor!
> Se continuamente reconhecermos ao Senhor em nossos caminhos e andarmos no temor de Deus vamos evitar que a soberba suba ao nosso coração (Pv 3.5,6)!
Conclusão
- Ler Salmo 19.12,13...

BISPO/JUIZ. MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE

quarta-feira, 5 de março de 2014

SENHOR COMO EU TE AMO...


                                                       SENHOR COMO EU TE AMO...
"Ouve, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único SENHOR. Amarás, pois, o SENHOR teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas" (Dt 6.4-9).
Amados irmãos, como é bom servirmos ao Deus verdadeiro e que não foi feito segundo a vontade humana, mas é firme, completo, estável e constante em tudo o que faz.
Nosso texto de hoje encontra-se dentro do "temível" pentateuco - isto é, os cinco primeiros livros da bíblia. Digo "temível", pois em primeiro lugar, as pessoas tem medo de lê-lo, pois lhes parece que o Senhor é apenas ira e n'Ele não reside misericórdia alguma. Em segundo lugar, lhes parece "temível", pois são muitas leis, regras, tudo muito minucioso e outras coisas mais que não agradam o coração regenerado. Ainda um terceiro ponto que poderíamos citar é porque as pessoas o leem e conseguem entender pouca coisa - ou seja, quase não lhes é proveitosa a leitura.
Mas conforme louvamos a Deus [em oração] anteriormente, damos graças a Ele porque para nós - Seus filhos - o pentateuco não é "temível", "chato", "enfadonho" ou não compreensível [embora certamente contenha elementos de difícil assimilação], mas maravilha-nos por sabermos que o "deus" do Antigo Testamento é o mesmíssimo "deus" no Novo Testamento - devendo-nos levar a glorificá-lo em tudo, desde Gn 1 até Ap 22.
O motivo de termos um texto mais longo do que o comum é que todos eles formam uma cadeia de pensamento - isto é, não devem ser separados [até poderiam, mas é prudente que não se faça, já que busca-se um melhor entendimento da palavra de Deus].
Os presentes versículos são parte da narrativa de Moisés ao povo de Israel. Moisés começa a relatar [a partir de Dt 1.1] ao povo israelita tudo que já lhes sucedera naquelas terras e constantemente lembrava-os de que Deus havia firmado um pacto com aquele povo - "E andarei no meio de vós, e eu vos serei por Deus, e vós me sereis por povo" (Lv 26.12) - e que também o Senhor conhecia a dureza de seus corações: "A uma terra que mana leite e mel; porque eu não subirei no meio de ti, porquanto és povo de dura cerviz, para que te não consuma eu no caminho" (Êx 33.3 - ênfase minha).
Então, após Moisés lhes falar sobre os dez mandamentos [e outras coisas mais] que Deus havia lhe dado no monte Sinai, ele diz: "Ouve, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único SENHOR" (v.4) e prossegue com as semelhantes palavras que mais tarde seriam repetidas por Jesus: "Amarás, pois, o SENHOR teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças" (v.5). Mas ele não para neste ponto, e sim vai adiante dizendo: "E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração" (v.6), mas não somente no coração daquela geração, mas: "E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te" (v.7). E finaliza dizendo: "Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas" (v.8).
O que nos admira em toda essa sequência é o fato de Moisés dar vários exemplos ao povo, a fim de instruir-lhes da melhor maneira possível, pois sabia que eram um povo muito lento para aprender e obedecer [conforme também dizia Calvino].
Moisés sabia - e eu e você sabemos - o quão lerdo o povo de Deus é para aceitar as verdades do evangelho. Moisés sabia - e novamente, eu e você sabemos - que o coração do povo de Deus muitas vezes é obstinado, amargurado, raivoso, cheio de auto justificação, orgulho, impiedade e toda sorte de afrontas ao Deus santíssimo.
Moisés começa dizendo para o povo que somente "o SENHOR nosso Deus é o único SENHOR" (v.4). Ele começa anunciando a grandeza de seu Senhor, pois serviam ao único Senhor. Moisés inicia essa parte do texto conclamando a todo aquele Israel para que escuta-se, como que querendo dizer: "Meus amados, prestem muita atenção no que vos lhes dizer: O nosso Senhor, o nosso Deus, é o único Senhor verdadeiro. Não caiam em mentiras, não creiam em falácias, mas tão somente apeguem-se a verdade que vos está sendo revelada".
Porém, quão miserável era a prontidão com que o aquele povo recebia a mensagem. O povo havia sido liberto do Egito, protegido de uma miríade de infortúnios que lhes poderia vir e mesmo assim ainda tinham extrema dificuldade em reconhecer o Senhor como único Senhor verdadeiro.
De modo semelhante, meus amados, não é isso que acontece conosco? Tal qual aquele povo no deserto, não somos nós? Quantas vezes professamos uma fé cristã, dizemos que somos crentes e que adoramos somente ao Senhor, que não há nada mais importante para nós do que a cruz de Cristo, mas no estante seguinte viramos as costas e fugimos para o mais distante que conseguimos disso! Não deveria-nos causar pavor e angústia e fato de não temos a reverência devida ao Senhor?
É com grande tristeza que olhamos para os nossos dias, dias esses em que o Senhor é proclamado com o único Senhor, mas é tratado como apenas mais uma oportunidade de se conseguir aquilo que desejamos. Homens e mulheres tem prostituído sua fé em troca de barganhas ínfimas e destituídas de qualquer valor espiritual por migalhas inúteis aos seus corações.
Um fato verídico que ocorre em nossos dias é que muitos ainda não atentaram para as palavras que dizem: "Amarás, pois, o SENHOR teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças" (v.5). Muitíssimos homens tem citado o nome de Jesus aos 4 cantos da Terra, muitos outros tem se empenhado em campanhas evangelísticas, distribuindo folhetos, mostrando uma boa referência de moral e civilidade, contudo, quantos desses amam ao Senhor com todo o seu coração e com todas as suas forças? Quantos? Quantos desses compreendem qual é a verdadeira mensagem do evangelho?
Será que estimativa de que o Brasil possui aproximadamente 46 milhões de cristãos está correta? Se estiver correta, prefiro retirar-me neste momento e não mais pregar nem acreditar nesse Senhor. Pois o senhor dessa grande parcela que se diz evangélica, nada tem evangelho, apenas louvam o seu próprio umbigo, seu próprio livre-arbítrio [coisa que não existe] e suas vãs concupiscências carnais, podres, sujas e afastadas do senhorio de Cristo.
A verdade é que muitos são enganados por Satanás e enganam-se a si mesmos. Sabem que não são cristãos, sabem que seus corações estão tão longe do Senhor tanto quanto seus corpos estão distantes da lua. Sabem que não vivem uma vida de santidade, sabem que não se esforçam para mortificar seus corpos a fim de prosseguirem na caminho de Deus - contudo, continuam a crer em suas próprias mentiras.
Não é então por acaso que Moisés também disse aquele povo: "E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração" (v.6). Se as palavras de Deus não estão em seu coração, duvide de seu cristianismo. Tema, meu amado, se você tem vivido de maneira desordeira. Se a oração tem sido um peso para você, se a leitura é mais apenas mais uma parte de sua agenda, tema e trema diante do Senhor.
Quando o salmista diz que, "Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite" (Sl 1.1,2), ele necessariamente está inferindo aos homens que se eles não meditam de dia e de noite na palavra de Deus é porque ela não está em seus corações! Aquilo que ocupa a nossa mente, nossos desejos, nossas afeições, nossas vontades, nossos anseios, nossos planejamentos, são constantemente alvo de nossa meditação e ponderação. Portanto, se não meditamos na lei de Deus " de dia e de noite" [ou seja, em todo o tempo - durante todos os dias de nossa vida] há algo de errado conosco e estamos vivendo de maneira incoerente com o verdadeiro evangelho.
Quando o cristão ama a Cristo mais do que todas as coisas, o objeto de seus pensamentos é Cristo, seus planejamentos giram em torno de Cristo, sua família é ensinada nos moldes de Cristo, seu marido [ou esposa] é amado como Cristo os amou, seus vizinhos veem Cristo nele, seus maiores inimigos percebem que Cristo é o centro de sua vida e não eles mesmos - tudo transpira e vive Cristo.
É certo que não teremos uma vida sem mais pecados, podridão e muitíssimos defeitos, mas o problema encontra-se quando nos deparamos com professos da fé cristã e que usam de desculpas frívolas para não almejarem e buscaram a glória de Deus em cada afazer de suas vidas, conforme nos ensino Paulo em 1Co 10.31.
Se Cristo não está em nossos corações, somos as mais miseráveis das criaturas.
Moisés então diz para que povo: "E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te" (v.7).
Moisés sabia que aquele povo era altamente propenso ao pecado e a logo desviarem-se do Senhor, pois continuamente reclamavam e murmuravam contra o Senhor que os havia retirado do Egito. Moisés sabia que se eles não fossem diligentes na sua busca pelo Senhor, certamente iriam trilhar caminhos que levavam a perdição. De igual modo, somos nós - homens e mulheres que buscam conhecer a Deus, mas fazem pouco para obter o seu conhecimento.
Vivemos numa geração de jovens que são capazes de passarem horas a fio treinando e estudando seus instrumentos musicais ou ainda mexendo em seus computadores, contudo, não conseguem ficar meia hora lendo a palavra de Deus, pois ela lhes causa "sono". Homens e mulheres sem fim encontram-se no Dia do Senhor - isto é, o domingo - ano após ano e nunca "conseguiram" fazer o feito olímpico, majestoso, grandioso, digno de honras e aplausos, que é ler a bíblia toda. Para esses e para aqueles (que tem sono ao lerem a palavra) só resta um veredicto: são mais amantes desse mundo do que de Deus. Não que instrumentos musicais e computadores sejam errados e perniciosos em si mesmos [embora tenham seu local e horário adequado para serem usufruídos], mas se os colocamos como prioridade em nossas vidas e dedicamos a eles mais tempo do que à palavra de Deus, servimos a elas e não ao Senhor.
O povo de Israel não tinha essa infinidade de utilidades que temos para ouvir e ler a palavra de Deus - até porque nem a possuíam em sua completude. O povo de Israel não tinha notebooks, "tablets", mp3, rádio FM ou qualquer outra coisa dessas que pudesse os auxiliar na busca pelo Senhor e era isso por isso mesmo que eles deveriam memorizar tudo quanto pudessem, pois só assim poderiam meditar "de dia e de noite" na lei do Senhor. Contudo, nós temos tudo isso e usamos apenas para nossos deleites e prazeres mundanos. "Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites. Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus" (Tg 4.3,4).

Nossa geração está maciçamente atolada pela busca do prazer momentâneo e efêmero. Vivemos em dias em que a leitura bate às portas do sepulcro e a pouca leitura que ainda vemos, na maioria das vezes é de autores perniciosos e contrários em evangelho de Jesus Cristo. Mas você sabe por que isso acontece? Porque o evangelho de Cristo não agrada à mente humana, não faz carinho no ego, não eleva o homem ao posto de honra que ele deseja, mas tão somente declara que sem Cristo ele é o mais miserável de todos os seres vivos.
Se quando estamos sentados, andando, deitando ou levantando não é o evangelho que nos perpassa à mente, com o que temos nos ocupado? Acaso temos nós algo mais importante que o evangelho?
Observamos que quando Moisés diz, "E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te", ele cobre todos os momentos da vida cotidiana, instando o povo para que não deixe sequer um minuto de suas vidas sem ser preenchida pela palavra de Deus.
Somos como homens e mulheres que vivem na miséria, na maior pobreza e escassez daquilo que é mais essencial para a vida e que sabem que do outro lado da estrada há um pote de ouro com pedras preciosas e todo o dinheiro suficiente para se comprar tudo aquilo que queremos, mas preferimos nos agarrar aos nossos sacos e montes de lixo cheios de comida em decomposição à atravessarmos a rua e desfrutarmos daquelas riquezas. Somos como Pedro diz: "Deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama" (2Pe 2.22).
Por fim, Moisés diz ao povo: "Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas" (v.8). [1]
Moisés finaliza sua exortação àquele povo dizendo-lhes para fazerem tudo quanto fosse possível para estarem constantemente familiarizados com a lei de Deus e com o que o Senhor requeria deles. Essa admoestação de Deus - por meio de Moisés - não visava fazer com que o povo tivesse um conhecimento meramente intelectual do Senhor, mas sim que a obediência ao Senhor certamente era (e é) grande fonte de bênçãos para o seu povo. Alguns versículos antes isso nos é confirmado: "Quem dera que eles tivessem tal coração que me temessem, e guardassem todos os meus mandamentos todos os dias, para que bem lhes fosse a eles e a seus filhos para sempre" (Dt 5.29).
Meus amados, que possamos atentar para a grandiosa necessidade de estarmos continuamente diante e aos pés da cruz de Cristo. Que nos lembremos de que não há nada mais importante para o homem cristão do que conhecer a Jesus Cristo corretamente.
Não sejamos como aquele homem que entre o ouro, as riquezas e um monte de lixo, acaba por escolher o lixo - pois não sabe o verdadeiro valor do ouro.
Que tenhamos mais tempos de oração e leitura da santa palavra de Deus, a única ferramenta capaz de nos fazer perfeitamente habilitados para toda boa obra (2Tm 3.16,17).
Se a bíblia estiver continuamente em nossos corações enquanto estivermos sentados, andando, deitando ou levantando, certamente que seremos abençoados e conheceremos o Senhor de uma maneira magnífica. Se levarmos cativo Sua palavra em nossos corações e em nossas casas, não há dúvida de que seremos próspero em tudo o que fizermos - ainda que essa prosperidade não venha a ser da maneira que imaginamos.
Que Deus conceda-nos um coração pronto a obedecer, uma mente firme para guardá-la as suas palavras e pés ágeis para a proclamação do evangelho...

BISPO/JUIZ. MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE

terça-feira, 4 de março de 2014

PECADORES NAS MÃOS DE UM DEUS IRADO...


                                   PECADORES NAS MÃOS DE UM DEUS IRADO...
Pastor. Jonathan-Edwards
Jonathan Edward, pastor congregacional norte-americano, nasceu em 5 de outubro de 1703, e foi o mais destacado teólogo e erudito da Nova Inglaterra no período colonial do século XVIII. Em 1734 o reavivamento religioso, parte do Grande Despertament, chegou à sua  igreja. Seu famoso sermão “Pecadores nas Mãos de um Deus Irado” (1741), foi proferido durante esse reavivamento. Edwards não era bom orador, mas, enquanto ele pregava, houve pessoas que choravam e clamavam por arrependimento, enquanto que outros se agarravam às colunas da igrejas, como se estivessem sentindo sendo engolidos pelo inferno. Ele teve que esperar as pessoas se acalmarem para terminar o sermão. Na opinião de Wesley L. Duewel, este sermão contribuiu grandemente para a continuação do avivamento.
Segue abaixo, um resumo desta mensagem, tão fundamental em nossos dias.
… A seu tempo, quando resvalar o seu pé” (Deuteronômio 32.35).
Nesse versículo, israelitas são ameaçados com a vingança do Senhor. Apesar de todas as obras maravilhosas que Deus operara em favor desse povo, este permanecia sem juízo e destituído de entendimento, como está escrito no versículo 28.
A declaração que escolhi para meu texto, “A seu tempo, quando resvalar o seu pé”, parece subentender que aqueles israelitas estavam sempre sujeitos a uma súbita e inesperada destruição, à semelhança daquele que anda por lugares escorregadios e a qualquer instante pode cair.  Outra coisa implícita no texto é que os ímpios estão sujeitos a cair por si mesmos, sem serem derrubados pelas mãos de outrem, pois aquele que se detém ou anda por terrenos escorregadios não precisa mais do que seu próprio peso para cair por terra. E também a razão pela qual ainda não caíram, e não caem, é por não haver chegado ainda o tempo determinado pelo Senhor. Pois está escrito que quando este tempo determinado, ou escolhido, chegar, seu pé irá resvalar.  Sim, não há nada, a não ser a boa vontade de Deus, que impeça os ímpios de caírem no inferno a qualquer momento.
A verdade dessa observação transparecerá nas seguintes considerações:
1. Não falta poder a Deus para lançar os ímpios no inferno a qualquer momento. Não há força que resista ao seu poder.
2. Os ímpios merecem ser lançados no inferno (Jo 3.18). A espada da justiça divina está o tempo todo erguida sobre suas cabeças, e somente a mão de absoluta misericórdia e a mera vontade de Deus podem detê-la.
3. Assim sendo, eles são objetos da ira e da indignação de Deus, que se manifesta através dos tormentos do inferno. A fúria de Deus arde contra eles, sua condenação não demora. O abismo está preparado, o fogo está pronto, a fornalha incandescente está ardendo, pronta para recebê-los. As chamas vermelhas queimam. A espada luminosa foi afiada e pesa sobre suas cabeças. O inferno abriu a sua boca debaixo deles.
4. O diabo está pronto a cair sobre os ímpios, para apoderar-se deles como coisa sua, no momento em que Deus o permitir (Lc 11.21).
5. Existe na própria natureza carnal do homem uma potencialidade alicerçando os tormentos do inferno (Is 57.20). Há aqueles princípios corruptos que agem de maneira poderosa sobre eles, que só dominam completamente, e que são sementes do fogo do inferno. Por enquanto Deus controla as iniqüidades deles pelo seu imenso poder, como faz com as ondas enfurecidas do mar, dizendo: “virão até aqui, mas não prosseguirão.” Mas se Deus retirasse deles seu poder refreador, seriam todos tragados por elas.
6. O fato de não haver sinais visíveis da morte por perto, não quer dizer que haja, por um momento sequer, segurança para os ímpios. Deus tem muitas maneiras diferentes e misteriosas de tirar os homens pecadores do mundo e despachá-los para o inferno.
7. Todo o esforço e artimanha dos ímpios para escaparem do inferno não os livram do mesmo, nem por um momento, pois continuam a rejeitar a Cristo, e, portanto permanecem ímpios.
8. Deus não se sujeita a nenhuma obrigação, nem a nenhuma promessa de manter o homem natural fora do inferno, senão àquelas que estão contidas na aliança da graça – as promessas concedidas em Cristo. Portanto, apesar de tudo que os homens possam imaginar ou pretender sobre promessas de salvação, devido suas lutas pessoais e buscas incessantes, deixamos claro e manifesto que qualquer desses esforços ou orações que se façam em relação à religião, será inútil. A não ser que creiam em Cristo, o Senhor, de modo nenhum Deus está obrigado a conservá-los fora da condenação eterna.
Esse mundo de tormento, isto é, o lago de enxofre incandescente, está aberto debaixo de todo aquele que não está em Cristo. Ali se encontra o terrível abismo de chamas que ardem com a fúria de Deus, e o inferno com sua imensa boca escancarada. E vocês não têm onde se apoiarem, nem coisa alguma onde se segurarem. Não existe nada entre vocês e o inferno, senão o ar, e só o poder e o favor de Deus podem vos suster.
Vossas iniqüidades vos fazem pesados como chumbo, pendentes para baixo, pressionados em direção ao inferno pelo próprio peso, e se Deus permitisse que caíssem vocês afundariam imediatamente, desceriam com a maior rapidez, e mergulhariam nesse abismo sem fundo. Vossa saúde, vossos cuidados e prudência, vossos melhores planos, toda a vossa retidão, de nada valeriam para sustentar-vos e conservar-vos fora do inferno.
O Deus que vos mantém acima do abismo do inferno está terrivelmente irritado e seu furor contra vocês queima como fogo. Vocês são dez mil vezes mais abomináveis a seus olhos do que é a mais odiosa das serpentes venenosas para olhos humanos. Vocês o têm ofendido infinitamente mais do que qualquer rebelde obstinado ofenderia a um governante. Não existe outra razão porque vocês não foram lançados no inferno ao se levantarem pela manhã, a não ser o fato da mão de Deus ter-vos sustentado.
Oh, pense no perigo terrível que se encontra!  A quem pertence essa ira? É a ira do Deus infinito. Se fosse somente a ira humana, mesmo a do governante mais poderoso, comparativamente seria considerada como coisa pequena (Lc 12.4-5). É à ferocidade de sua ira que vocês estão expostos.
Lemos em Is 66.15 “Porque, eis que o Senhor virá em fogo, e os seus carros como um torvelinho, para tornar a sua ira em furor, e a sua repreensão em chamas de fogo.” Essas palavras são incrivelmente aterradoras. Se estivesse escrito apenas a “ira de Deus”, isso já nos faria supor algo bastante temível. Mas está escrito “o furor da ira de Deus“, ou seja, a fúria de Deus, o furor de Jeová! Oh!, quão terrível deve ser esse furor! Quem pode exprimir ou conceber o que essas palavras contêm?
“Pelo que também eu os tratarei com furor; os meus olhos não pouparão, nem terei piedade. Ainda que me gritem aos ouvidos em alta voz, nem assim os ouvirei.” (Ez 8.18).
“O lagar eu o pisei sozinho, e dos povos nenhum homem se achava comigo; pisei as uvas na minha ira; no meu furor as esmaguei, e o seu sangue me salpicou as vestes e me manchou o traje todo.” (Is 63.3).
 “Que diremos, pois, se Deus querendo mostrar a sua ira, e dar a conhecer o seu poder, suportou com muita longanimidade os vasos da ira, preparados para a perdição.” (Romanos 9.22).
“Os povos serão queimados como se queima a cal, como espinhos cortados arderão no fogo. Ouvi vós os que estais longe, o que tenho feito; e vós, que estais perto, reconhecei o meu poder. Os pecadores em Sião se assombram, o tremor se apodera dos ímpios; e eles perguntam: quem dentre nós habitará com o fogo devorador? Quem dentre nós habitará com chamas eternas?” (Isaías 33.12-14).
“E será que de uma lua nova à outra, e de um sábado a outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor. Eles sairão, e verão os cadáveres dos homens que prevaricaram contra mim; porque o seu verme nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará; e eles serão um horror para toda a carne.” (Isaías 66.23-24).
É uma ira eterna. Já seria algo terrível sobre o furor e a cólera do Deus Todo-poderoso por um momento. Mas vocês terão de sofrê-la por toda a eternidade. Essa intensa e horrenda miséria não terá fim.
Inúmeras pessoas poderão estar no inferno em breve tempo, antes mesmo do ano terminar. E aqueles que estão agora com saúde, tranquilos e seguros, podem chegar lá antes do próximo amanhecer.
Mas agora vocês têm uma excelente ocasião. Hoje é o dia em que Cristo abre as portas da misericórdia, e se coloca de pé clamando e chamando em alta voz aos pobres pecadores. Queira Deus todos àqueles que ainda estão fora de Cristo, pendentes sobre o abismo do inferno, quer sejam senhoras e senhores idosos, ou pessoas de meia idade, quer jovens ou crianças, que possam dar ouvidos agora aos chamados da Palavra e da providência de Deus.
Portanto, todo aquele que está fora de Cristo, desperte, e fuja da ira vindoura.
“Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo os seus pensamentos; converta-se ao Senhor, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar”. (Isaías 55.6-7)
Amém...

BISPO/JUIZ. MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE

LASCÍVIA OBRA DA CARNE...


                                                       LASCÍVIA OBRA DA CARNE...
"Ora, as obras da carne são manifestas, as quais são: a prostituição, a impureza, a LASCÍVIA." (Gálatas 5:19)
"Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: ...Paixão LASCIVA." (Colossenses 3:5)
A LASCÍVIA é um pecado que geralmente passa meio que desapercebido em meio à igreja, porém é listado como um dos frutos da carne em Gálatas. E, na Epístola aos Colossenses é descrito como, comum à natureza humana.
Mas, o que significa? Na prática, onde encontramos a lascívia na igreja? É comum entre os crentes?
A definição, segundo o Dicionário Aurélio: Lasciva; Sensualidade; Lúbrica; Desregrado (Devasso Libertino); Libidinagem Relativo ao Prazer Sexual; Voluptuoso, Que Procura Constantemente e Sem Pudor Satisfações Sexuais; Luxúria.
Nos dias atuais, o pecado da lascívia tem entrado na vida dos crentes de uma forma muito natural; isto devido à velha natureza pecaminosa que insiste em sobreviver.
“Pois os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito.” (Romanos 8:5)
Espaços são abertos e sem a devida vigilância, o diabo, na sua grande astúcia desperta nos corações desejos contrários aos princípios determinados por Deus ao Seu povo. Nasce, no íntimo, a vontade de agir e ou mostrar-se à semelhança do mundo.
A LASCÍVIA:
Na Igreja: Infelizmente é comum vermos em algumas igrejas a manifestação deste pecado sem muitas reservas. A lascívia apresenta-se nas pessoas, que levadas por sentimentos diversos, deixam-se moldar pelos costumes comuns aos ímpios e lançam mão de roupas inadequadas aos servos do Eterno.
É a moda que obriga as mulheres a usarem saias curtíssimas; calças justíssimas; fazerem uso de vestidos curtos e decotes que expõe os seios e costas. É a sensualidade que se manifesta com grande intensidade.
“Porque fostes comprados por preço; glorificai pois a Deus no vosso corpo.” (1 Coríntios 6:20)
Qual o objetivo de estar na moda e usar roupas que não condiz com os ensinamentos do Senhor Deus?
Com certeza, despertar no próximo uma série de sentimentos “carnais” perturbando-o, chamando para si as atenções e fazendo renascer nos corações a velha natureza.
O exemplo de Paulo deve ser observado, quando ele afirma:
“Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo." (Gálatas 6:14)
No Trabalho: Se o temor a Deus não foi suficiente para coibir o uso de vestimentas inadequadas na igreja, com certeza, no dia-a-dia, na rua, trabalho e nas obrigações sociais a situação torna-se mais grave.
Geralmente é preciso apresentar-se bem e quando o Espírito Santo não está no controle, a carne manifesta-se com toda a sua força.
“E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." (Romanos 12:2)
Entra em cena todo um conjunto de roupas e ações sensuais;
Algumas sentem satisfação em despertar no próximo à cobiça e sentimentos baixos; alegram-se com “cantadas” e insinuações maliciosas feitas por colegas; assemelha-se com os ímpios, impossibilitando visualizar o senhorio de Jesus Cristo na vida.
“Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo; e não tenhais cuidado da carne em suas concupiscências.” (Romanos 13:14)
No Lar: A lascívia também encontra lugar nos lares, na intimidade dos casais, que levados por desejos incomuns aos servos do Senhor, procuram fazer uso de diversas práticas mundanas que por sua natureza imunda, afasta o Espírito Santo da vida.
“Mas a prostituição, e toda sorte de impureza ou cobiça, nem sequer se nomeie entre vós, como convém a santos.” (Efésios 5:3)
“Que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santidade e honra, não na paixão da concupiscência, como os gentios que não conhecem a Deus." (1Tessalonicenses 4:4-5)
É INCONCEBÍVEL QUE O NOSSO AGIR APAGUE O ESPÍRITO DE DEUS EM NOSSA VIDA
Entre as “quatro paredes” muitos têm feito uso de fetiches, tais como:
Filmes pornôs;
Revistas de sexo;
Novelas eróticas;
Objetos; com o objetivo de despertar e satisfazer o desejo sexual, de forma antinatural.
O que fazer então?
Amados, somos chamados pelo Senhor para sermos:
 - Seus seguidores:
“Porque nenhum de nós vive para si, e nenhum morre para si. Pois, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, quer vivamos quer morramos, somos do Senhor.” (Romanos 14:7-8)
 - Propriedade exclusiva do Pai:
“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.” (1 Pedro 2:9)
E esta condição de vida não nos permite dar lugar aos costumes comuns àqueles que desconhecem os princípios e não obedecem aos preceitos do Senhor.
“Pois os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito.” (Romanos 8:5)
As nossas vestimentas, bem como, todo o nosso agir dever ser equilibrado e santo.
“Sede, pois imitadores de Deus, como filhos amados.” (Efésios 5:1)
Não é aconselhável à mulher mostrar-se demasiadamente, porém, o uso de roupas extremamente longas desperta no próximo uma rejeição à obra de Deus.
Portanto, é preciso usar o bom senso e, guiados pelo Espírito de Deus, vestir-se de forma adequada e santa.
É preciso que olhem para tua vida e não veja uma mulher/homem sensual, e sim, que vejam a imagem do Senhor Jesus Cristo.
“Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé no filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.” (Gálatas 2:20)
Lembre-se disso: QUE VEJAM CRISTO EM NOSSA VIDA DIARIAMENTE
Quanto às práticas intimas; quando há o verdadeiro amor dado por Deus entre os casais o desejo mútuo é normal, dispensando o uso de instrumentos pecaminosos e vergonhosos.
“Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em todo o vosso procedimento.” (1 Pedro 1:15)
Assim deve ser o proceder dos verdadeiros servos de Deus:
Santos no agir;
Nas conversas;
Nas amizades;
No trabalho;
No vestir-se;
Na intimidade sexual;
No namoro
E em todos os aspectos da vida.
Quando assim nos portamos, louvamos a Deus e O adoramos através de nossos atos.
“Não sabeis vós que sois santuário de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?" (1Coríntios 3:16)
Que sobre a carne esteja o controle do Espírito Santo de Deus.
"Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele." (Romanos 8:9...)

BISPO/JUIZ. MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE

segunda-feira, 3 de março de 2014

DAÍ-ME PORÇÃO DOBRADA DO TEU ESPIRITO...


                                   DAÍ-ME PORÇÃO DOBRADA DE TEU ESPIRITO...
II Reis 2.1-14
-Introdução: De todas as coisas que você poderia pedir a Deus, o que você pediria? Jesus disse que “tudo quanto pedirdes em oração, crendo, recebereis” (Mateus 21.22).
Por que então muitas vezes não recebemos o que pedimos? “pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres” (Tiago 4.3). Muitas pessoas não pedem corretamente como Tiago e João que pediram para se assentar ao lado de Jesus como privilégio sobre os outros (Marcos 10.35-40) e a filha de Herodias quando o rei lhe disse para pedir qualquer coisa, ela pediu a cabeça de João Batista (Marcos 6.21-28). Por outro lado vemos exemplos como Salomão que Deus lhe disse par pedir qualquer coisa e ele escolheu bem, pediu sabedoria para reinar (I Reis 3.5-9). Também a mulher siro-fenícia quando Jesus provou sua fé, soube pedir humildemente e recebeu mais que migalhas, a salvação de sua alma e a cura de sua filha (Mateus 15.27,28).
Jesus nos mandou pedir em seu nome (João 14.14), o que significa que devemos pedir segundo a vontade do Senhor (I João 5.14). Seria como se você tivesse um cartão de crédito, com saldo suficiente para o que precisa e se não soubesse a senha não pudesse usar. A nossa conta no céu está cheia de créditos e a senha é o nome de Jesus!
O maior exemplo de pedir corretamente é Elias que ungiu Eliseu profeta em seu lugar (I Reis 19.16). Mais tarde “Elias disse a Eliseu: Pede-me o que queres que eu te faça, antes que seja tomado de ti. Disse Eliseu: Peço-te que me toque por herança porção dobrada do teu espírito.” (II Reis 2.9). De fato a unção que estava sobre Elias passou em dobro para Eliseu e este deu continuidade ao seu ministério profético.
Quando pedimos o Espírito Santo, Deus nos dá (Lucas 11.13) este é o melhor pedido que o crente pode fazer, pois cheio do Espírito Santo terá plenitude de Deus para vencer todas as coisas: saúde, família, vida financeira, etc. Não há nada que possamos precisar mais do que a presença do Senhor em nossas vidas!
O que você tem pedido a Deus?
Vamos aprender com Eliseu como receber o que Deus quer para nós:
1- Siga os passos: v.2, 4 e 6
DISCIPULADO é uma ferramenta para o seu crescimento espiritual.
 Três vezes Elias mandou Eliseu ir embora e ele não aceitou por que queria ficar ‘na cola’ de seu mestre. Isso nos ensina que é preciso ser discipulado, imitador, seguidor de alguém que seja profeta de Deus e te ensine.
O apóstolo Paulo dizia a seus discípulos “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (I Coríntios 11.1). Quem você tem seguido? Quem você tem imitado? Calcule o seu tempo com TV, internet, amigos, lazer, vaidades e compare com seu tempo de leitura da Bíblia, oração, jejum, comunhão, louvor e culto.
Da mesma forma que você investe naquilo que é importante para você, invista em sua vida espiritual. Muitas vezes os crentes evitam outros irmãos por acharem chatos ou exigentes. Mas as vezes é isso que você precisa, de alguém para te ajudar a ser vigilante. Um servo de Deus deve exortar (Hebreus 3.13) ao seu irmão com amor.
Com quem você tem andado?
Procure Servos de Deus para edificar sua vida!
2- Olho vivo: v.10
VIGILÂNCIA é imprescindível para não perder a bênção!
A condição para que Eliseu recebesse do Espírito que estava em Elias era que Eliseu o visse sendo levado por Deus. Ele tinha que ver, ou seja, estar de olho e participar. Com isso, aprendemos que é necessário ser perseverante e vigilantes.
Eliseu viu tudo (v.12) e foi abençoado.
Tem pessoas que vão à igreja e só vêem coisas negativas como defeitos dos irmãos (Lucas 6.41). Por isso perdem sua bênção. Quem quer ser abençoado fica de olho na bênção e não em problemas alheios.
Jesus disse “se creres verás a glória de Deus” (João 11.40). Eliseu aprender sobre a importância dos olhos e quando foi cercado por inimigos em Samaria orou por seu discípulo para que Deus lhe abrisse os olhos (II Reis 6.17) e visse os carros e cavalos de fogo.
Peça ao Senhor para abrir os seus olhos como abriu os olhos de Saulo (Atos 9.18). Erga os seus olhos e veja (João 4.35) o propósito de Deus em sua vida. Para ver é preciso primeiro crer (João 20.29).
Você tem conseguido ver a bênção de Deus em sua vida?
Abra seus olhos para perceber a bênção de Deus!
3- Tome atitude: v.12-14
Após o arrebatamento de Elias, Eliseu “tomando as suas vestes, rasgou-as em duas partes” (v.12) e depois tomou ‘o manto que Elias lhe deixara cair’ (v. 13,14). Este gesto significa que Eliseu rompeu com o passado e vestindo as vestes de Elias seria como seu mestre. Mas ele não só vestiu o mesmo manto como tomou as mesmas atitudes tocando o rio Jordão para que se abrisse com Elias tinha feito antes (cf. v.8 e v.14).
Precisamos nos despir de tudo que é do mundo, através da obra da libertação e santificação e então nos revestir de novas vestes “no sentido de que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências do engano, e vos renoveis no espírito do vosso entendimento, e vos revistais do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade” (Efésios 4.22-24).
O crente tem que se revestir da armadura de Deus (Efésios 6.10-18), calçar os pés com a preparação do evangelho da paz para não andar em caminhos errados, mas seguir os servos de Deus e colocar o capacete da salvação para não ver, ouvir, falar ou pensar besteira.
Se Deus te deu uma posição, um ministério, um talento ou dom, pare de ficar andando pra lá ou pra cá, pare de ver coisas erradas, tome seu ‘manto’, seu compromisso e siga adiante no propósito de Deus para você.
Tomar o manto significa assumir responsabilidades. Ele seria visto a partir dali como o próprio profeta Elias. Mas com aquele manto ele abriu o rio e passou. O manto de profeta abre caminhos para sua vida.
Servos de Deus devem tomar atitudes dirigidas pelo Espírito Santo como Pedro e João quando saíam do templo e o mendigo queria esmola, mas disseram “olha para nós” e “Não possuo nem prata nem ouro, mas o que tenho, isso te dou: em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, anda!” (Atos 3.3-5).
Quando você sai da igreja, saia com atitude, você recebe o ‘manto’ ou cobertura espiritual para vencer.
Você tem assumido atitudes de um servo de Deus?
Tome atitudes de fé que Deus te abençoará!
Peça e receba o poder de Deus!
-CONCLUSÃO: João 15.7 “Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes, e vos será feito”
Deus não quer apenas te dar uma bênção, ele quer que você seja uma bênção (Gênesis 12.2) e para isso quer te revestir com o poder do Espírito Santo.
Já pensou se Eliseu tivesse pedido outra coisa como saúde, dinheiro, terras ou qualquer outra coisa? O que pedisse teria acabado, mas pediu o melhor, a unção do Espírito Santo!
Se Eliseu não tivesse seguido o seu mestre até o fim, se não estivesse olhando ou se não tomasse atitudes de profeta não teria recebido a unção dobrada do Espírito Santo.
O profeta Elias operou 13 milagres, já Eliseu operou 26 milagres, o dobro exatamente.
Alguns milagres são:
1.    Abriu o rio Jordão (II Reis 2: 14);
2.    Sarou as águas de Jericó (II Reis 2: 22-23);
3.    42 adolescentes despedaçados por duas ursas (II Reis 23, 24);
4.    Providenciou água a três Reis (II Reis 3: 15, 16, 20);
5.    Aumentou o azeite da viúva (II Reis 4:  6, 7);
6.    O filho da sunamita (II Reis 4: 14 16,17);
7.    Ressuscitou o menino (II Reis 4: 19, 35);
8.    Tirou a morte da panela (II Reis 4: 41);
9.    A multiplicação dos pães (II Reis 4: 42-44);
10.  Curou Naamã da lepra (II Reis 5: 14);
11.  Colocou lepra em Geazi, seu auxiliar (II Reis 5: 27);
12.  Fez nadar um machado (II Reis 6: 6, 7);
13.  Revelou ao rei de Israel o esconderijo dos siros (II Reis 6:9, 12);
14.  Deu visão espiritual a Geazi (II Reis 6: 17);
15.  Segou o siros (II Reis 6: 18);
16.  Tornou a devolver-lhes a visão (II Reis 6:20);
17.  Livrou-se da morte por revelação divina (II Reis 6:31, 32);
18.  Previu alimentação ao povo de Samaria (II Reis 7:1, 18);
19.  Sentenciou Benadade à morte (II Reis 8:10, 15);
20.  Profetizou o mal que Hazael faria a Israel (II Reis 8:12; 10:32);
21.  A unção de Jeú a rei (II Reis 9:1-3,6);
22.  A vitória de Jeoás (II Reis 13:17, 19,25);
23.  Sentenciou a morte de um capitão (II Reis 7:2, 19,20);
24.  Anunciou uma seca por sete anos (II Reis 8:1);
25.  A derrota dos moabitas (II Reis 3:18, 24);
26.  Depois de morto ressuscitou um defunto (II Reis 13:21).
O que você pediria a Deus hoje?
Peça ao Senhor o melhor que é Seu Espírito...

Bispo/Juiz. Mestre e Doutor em Ênfase e Divindades Dr. Edson Cavalcante

domingo, 2 de março de 2014

SENHOR QUERO JUSTIÇA...


                                                        SENHOR QUERO JUSTIÇA...
Pensar nesse tema é ser automaticamente, conduzido ao sermão do monte em Mateus 5: 6, que diz: “Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça, por que serão fartos”.
Não podemos falar de justiça, baseados nesse texto, sem antes tratarmos dos termos que estão diretamente ligados a ela, mas que a antecedem:
Bem aventurados: esse termo é muito citado, porém, não totalmente conhecido e vivido por muitos filhos de Deus. Significa basicamente ser feliz, mas como a própria felicidade tem sido banalizada, mal entendida e confundida com ter as coisas, a infelicidade tem dominado a vida de muitos. Ser feliz no conceito de Jesus é algo bem mais profundo e tem haver com o interior do ser humano. Para o Mestre a plenitude da felicidade é independente de ter ou não qualquer “coisa”, mas ser alguma coisa ou alguém, ou mesmo ter em si valores que realmente tem valor, até mesmo pelo fato de Jesus fazer essa ligação direta entre justiça e felicidade. Alguém que nunca apareceu nos relatos bíblicos sorrindo, mas sempre revelou plenitude de paz e alegria, pois viveu para promover a justiça de Deus na Terra. Entendemos que a infelicidade de muitos pode estar conectada com a falta de fome e sede de justiça e não com a falta de sorrisos ou bens materiais.
Fome e sede: essas são necessidades básicas para sobrevivência de qualquer ser vivo. Sem a ingestão de líquidos ou alimentos é impossível que se conserve a vida biológica, mas tão prejudicial quanto ausência de alimento ou liquido é a contaminação daquilo que se ingere. Às vezes, o desespero da fome e da sede pode levar pessoas a comerem lixo, por isso é que não basta ter fome e sede, mas é necessário ter fome e sede dos alimentos que trarão vida e não morte. Ter fome e sede de justiça e não de injustiça, ou de violência ou vingança pessoal, mas fome de Deus e da sua justiça.
Justiça: agora podemos falar mais claramente do termo e tema mais desafiador do texto que é justiça. Justiça significa dar a cada um o que lhe é de direito. A Bíblia nos ensina que Deus é Justo Juiz, portanto dará a cada um segundo suas obras. O texto nos desafia a ter sede dessa justiça ou desse juízo divino. Ter sede de Justiça é ter desespero pela presença e pela manifestação da justiça de Deus para que cada um tenha seus direitos respeitados. A fome e sede de justiça deve nos conduzir a duas atitudes ou nos levar a responder diante da realidade e dos desafios de duas formas:
Primeiro não sendo indiferente diante das injustiças, pois se tem algo difícil de não demonstrar ou de esconder é quando estamos com fome ou com sede. Então não deveríamos ser indiferentes quando assistimos qualquer tipo de injustiça. Fome e sede que gera essa revolta santa nos profetas que preferem perder a cabeça, como João Batista, a ficarem calados e serem coniventes com qualquer tipo de erro, pecado ou injustiça de qualquer tipo.
Em segundo lugar a fome e a sede de justiça devem nos conduzir a alguma atitude que possamos de alguma forma, promover qualquer tipo de mudança para revelar que a vontade do Deus justo está se manifestando. Seja através da oração de um coração desesperado, de uma palavra profética de confronto, de um voto consciente ou ainda de qualquer resposta prática que contribua para manifestação dessa Justiça de Deus.
Concluímos, portanto que a plenitude da felicidade ou que os verdadeiramente bem aventurados são aqueles que pelo desespero de veem a justiça de Deus se manifestando se posicionam com todas as suas forças para promovê-la...

BISPO/JUIZ. MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE

sábado, 1 de março de 2014

DEUS VAI FAZER VOCÊ SUPERAR AS SUAS PERDAS...


                                DEUS VAI FAZER VOCÊ SUPERAR AS SUAS PERDAS...
“Entrando no túmulo, viram um jovem assentado ao lado direito, vestido de branco, e ficaram surpreendidas e atemorizadas. Ele, porém, lhes disse: Não vos atemorizeis; buscais a Jesus, o Nazareno, que foi crucificado; ele ressuscitou, não está mais aqui; vede o lugar onde o tinham posto. Mas ide, dizei a seus discípulos e a Pedro que ele vai adiante de vós para a Galiléia; lá o vereis, como ele vos disse. E, saindo elas, fugiram do sepulcro, porque estavam possuídas de temor e de assombro; e, de medo, nada disseram a ninguém. Havendo ele ressuscitado de manhã cedo no primeiro dia da semana, apareceu primeiro a Maria Madalena, da qual expelira sete demônios. E, partindo ela, foi anunciá-lo àqueles que, tendo sido companheiros de Jesus, se achavam tristes e choravam.” Marcos 16:5-10
Um dos sentimentos mais perturbadores que pode nos afligir é o sentimento de perda. São poucos os que ainda não foram visitados por esse inquilino, que teima eu residir na alma, trazendo-nos tristezas, destruindo os sonhos, desanimando-nos na caminhada, desfalecendo as forças e matando nossas esperanças.
O texto exposto acima, fala de um tempo difícil para os discípulos de Jesus. Eles estavam sofrendo pela perda repentina de seu mestre Jesus, que havia sido crucificado. O texto diz que eles estavam tristes e choravam pela perda. “… se achavam tristes e choravam.” Vs 10
Creio que é essa uma das consequências da perda: dor na alma, tornando impossível segurar as lágrimas. Algo de bom que estava conosco nos foi tirado. O vazio se estabelece, a tristeza toma conta.
Jesus representava para os discípulos o seu tudo: Salvador, mestre, guia esperança da vitória, companheiro, pastor, irmão, Senhor, messias.
O que era demais precioso, tudo isso desvaneceu repentinamente, do dia para noite.
São muitos os tipos de perdas que temos durante nosso viver: perda do emprego, perda da saúde, perda financeira, perda de um filho que se envereda nos caminhos da droga ou prostituição, perda de um amigo e companheiro, perda de alguém que amamos através do divórcio ou separação. Mas a pior perda, e a que nos deixa mais afligido, entristecido, é a perda através da morte.
Oh, sentimento avassalador, oh, dor incontida e indescritível. Só quem já passou por essa situação sabe e conhece bem esse sentimento: perder um pai, uma mãe, um filho, um parente, um amigo, um colega, quão duro é.
Um dos sentimentos que nos assaltam quando perdemos algo ou alguém precioso, é o sentimento de culpa. “Meu Deus, que poderia ter feito para evitar que isso acontecesse?”. “Eu poderia ter declarado o quanto o amava, o quanto o queria bem.” “Deveria ser mais presente, participativo na sua vida, compartilhado de seus sonhos.” “Como fui egoísta!”
Jesus percebeu que o apóstolo Pedro fora atingido pelo sentimento de culpa por haver negado ser seu discípulo no momento que ele mais precisou. Por isso quando ressuscitado, Jesus, manda um recado pessoal aos discípulos, mas, particularmente a Pedro, para que ele soubesse quanto era amado e o quanto estava perdoado. “Mas ide, dizei a seus discípulos e a Pedro que ele vai adiante de vós para a Galiléia…”
O que fazer quando assaltado pelo sentimento de perda? O que fazer quando aquilo que era demais precioso já não faz parte de nossa vida?
Uma das primeiras coisas que precisamos nos lembrar no tempo da perda é o dia da promessa. ” Mas ide, dizei a seus discípulos e a Pedro que ele vai adiante de vós para a Galiléia; lá o vereis, como ele vos disse.”
Nunca podemos esquecer o dia das promessas. Muitas vezes sofremos de amnésia quando passamos por tribulação. Esquecemo-nos das promessas, das palavras de vitórias e de prosperidade sobre nossas vidas. “… lá o vereis como ele vos disse.”
O apóstolo Pedro, Tiago e João, há pouco tempo atrás tinham sido levados ao monte e Jesus se transfigurou em glória, aparecendo com ele Moisés e Elias, numa visão espetacular da presença de Deus. Os discípulos viram isso e ficaram maravilhados.
Quando nossos olhos estão postos no sofrimento da cruz e da morte, logo nos esquecemos do dia da promessa no monte da transfiguração.
O que Jesus já falou sobre sua vida? O que profetizaram sobre você? Talvez você diga: eu não sei. Leia o que a Palavra de Deus diz a respeito de você: “Mas agora, assim diz o SENHOR, que te criou, ó Jacó, e que te formou, ó Israel: Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu. Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti. Porque eu sou o SENHOR, teu Deus, o Santo de Israel, o teu Salvador; dei o Egito por teu resgate e a Etiópia e Sebá, por ti. Visto que foste precioso aos meus olhos, digno de honra, e eu te amei, darei homens por ti e os povos, pela tua vida. Não temas, pois, porque sou contigo; trarei a tua descendência desde o Oriente e a ajuntarei desde o Ocidente.” Isaías 43:1-5
O que foi dito no dia da promessa: “…eu morrerei, mas ressuscitarei no terceiro dia..”
O que te foi tirado será restituído, o que morreu, será ressuscitado! “Eu irei adiante de ti, endireitarei os caminhos tortuosos, quebrarei as portas de bronze e despedaçarei as trancas de ferro; dar-te-ei os tesouros escondidos e as riquezas encobertas, para que saibas que eu sou o SENHOR, o Deus de Israel, que te chama pelo teu nome. Por amor do meu servo Jacó e de Israel, meu escolhido, eu te chamei pelo teu nome e te pus o sobrenome, ainda que não me conheces. Eu sou o SENHOR, e não há outro; além de mim não há Deus; eu te cingirei, ainda que não me conheces.” Isaías 45: 2-5
Há promessas sobre tua vida e elas não podem ser esquecidas! Há promessas sobre tua vida e elas serão cumpridas! Você vive até hoje, não como insignificante passageiro, mas como uma criatura criada para ser glória de Deus na terra!
As perdas serão vencidas no dia da ressurreição, e você se alegrará, e a esperança se renovará.
Lembre-se: o nosso Deus é o Deus da restituição e Deus das promessas, e Ele irá te cumular de bênção e de vitórias.
O que você necessita fazer: creia, confie, espere que o Senhor mandará seus anjos anunciarem… “Não vos atemorizeis; buscais a Jesus, o Nazareno, que foi crucificado; ele ressuscitou, não está mais aqui; vede o lugar onde o tinham posto...”

BISPO/JUIZ. MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE