A GRAÇA DE DEUS E MEFIBOSETE
“Disse Davi: Resta ainda, porventura, alguém da casa de Saul, para que use eu de bondade para com ele, por amor de Jônatas? Havia um servo na casa de Saul cujo nome era Ziba; chamaram-no que viesse a Davi. Perguntou-lhe o rei: És tu Ziba? Respondeu: Eu mesmo, teu servo. Disse-lhe o rei: Não há ainda alguém da casa de Saul para que use eu da bondade de Deus para com ele? Então, Ziba respondeu ao rei: Ainda há um filho de Jônatas, aleijado de ambos os pés.” II Sm 9:1-3
Alguém já disse que graça de Deus é presente dado sem que mereçamos.
A graça portuguesa vem do latim Gratus, agradável, amável.
Dentro da teologia cristã, a “graça” vem indicar o favor divino; gratuitamente oferecido, com base na missão de Cristo, recebida através da confiança humana na palavra de Cristo.
O vocábulo: No grego é ‘charis’. A palavra traduzida por “graça” envolve muitos sentidos. Significa: Graciosidade, atrativos, favor, cuidados ou ajuda graciosa, boa vontade, dom gracioso.
Esse texto é um relato de graça e favor imerecido, do Rei Davi para com Mefibosete, filho de Jônatas, homem mui amado de Davi, que tempos atrás havia feito uma aliança com Jônatas de fidelidade e bênção.
É uma história semelhante a que Deus o Rei dos reis (Davi), por causa de seu amor ao filho (Jônatas), abençoa os homens (Mefibosete), apesar de seus pecados.
UM CORAÇÃO TRANSBORDANTE DE GRAÇA
Davi, um vencedor, todas as batalhas foram por ele ganhas, ficou muito rico e abastado.
Uma pergunta graciosa. “ Resta ainda, porventura, alguém da casa de Saul., para que use eu de bondade para com ele, por amor de Jônatas” II Samuel 9:1
Davi havia feito uma aliança de amor e fidelidade perpétua com Jônatas e sua posteridade. I Sm 20:13-17
O termo amor, usado por Davi, vem do hebraico “hesed”, que significa: Misericórdia, bondade, amor permanente, firme, imutável.
Um servo depreciador: Ziba. “ Disse-lhe o rei: Não há ainda alguém da casa de Saul para que use eu de bondade de Deus para com ele? Então Ziba respondeu ao rei: Ainda há um filho de Jônatas, aleijado de ambos os pés.” (II Samuel 9:3)
Davi não estava perguntando as propriedades físicas do indivíduo; se perneta, aleijado, bom, se era rico, pobre, ou merecedor da graça; o que ele queria era oferecer, presentear Mefibosete.
Um aleijado em Lo-debar. Em hebraico significa: um lugar árido; em português, o nome pode significar: terra onde não há pasto. É como se o servo de dissesse que o filho de Jônatas estava vivendo no sítio de completa aridez; aonde não havia colheitas, despovoado, um deserto.
Buscando o aleijado. (II Samuel 9:5) “… mandou o rei Davi trazê-lo de Lo-debar…”
Mefibosete recebeu o convite e aceitou ir a até o Rei. ( Mt 22:1-14)
Palavras consoladoras de Davi para com Mefibosete, um servo desconfiado. “Não temas, porque usarei de bondade para contigo por amor de Jônatas, teu pai…” II Samuel 9:7
Auto-depreciação. “ … Quem é teu servo, para teres olhado para um cão morto tal como eu? II Samuel 9:8
- ‘ Eu, um zé mané; eu vivo na miséria, ninguém liga pra mim; eu não sirvo pra nada, eu sou pobre. Quem sou eu?!? Pobre só serve para sofrer.
Uma dádiva imerecida. De fato, Mefibosete não tinha feito nada que ganhasse este presente. Mas, houve uma promessa entre Davi e Jônatas. Aquele dia era dia de graça, e Mefibosete por ser filho de Jônatas, era o receptor da graça de Davi. “… Por amor de Jônatas..”
O que ele ganhou: Terrenos, casas, servos, riquezas, e o direito de comer na mesa do rei, junto com seus filhos. II Samuel 9:10,11 ( Sl 113:7-9)
AS COMPARAÇÕES DA GRAÇA DE DEUS EM NOSSAS VIDAS
Mefibosete, antes tinha a companhia do Pai. Mefibosete lembra Adão e sua descendência, um dia ele era perfeito, porém caiu em pecado e ficou marcado para toda a vida. Rm. 5:12
Deus (Davi) por amor de Jesus (Jônatas), estendeu a sua graça aos homens ( Mefibosete) através da cruz; seu amor foi manifesto. ( Jo 3:16)
Mefibosete, aleijado, nada fez e nada merecia. “ Pela graça sois salvo, mediante a fé e isso não vem de vós, é dom de Deus, não de obras, para que ninguém se glorie.” Ef 2:8
Devemos humildemente receber a graça de Deus através de Jesus Cristo, nosso Salvador.
O rei removeu o aleijado de sua miserável existência, de um lugar árido e desolado para um lugar de comunhão, riqueza e honra.
O Deus nosso pai, faz o mesmo por nós, Ele nos liberta de nosso ‘Lo-debar’ pessoal de miséria e depravação e nos leva para um lugar de bênção, de honra e riqueza; a comunhão com Ele, comendo as iguarias do rei, e sentando ao lado de seus filhos: os príncipes de Deus.
O ato de coxear, era a marca, a lembrança constante de que Mefibosete, nada valia, e que a graça de Deus, é que foi abundante na sua vida.
“ Porque onde abundou o pecado, superabundou a graça.” Rm 5:15-17
Mefibosete sentou-se à mesa, junto com outros filhos do rei: Salomão, Absalão…;
Somos convidados a sentarmos juntamente com os filhos de Deus, os heróis: Paulo, Pedro, Tiago, Barnabé, Priscila, Febe, Maria, Lucas, Mártires, reformadores, evangelistas…”.
A vida de Mefibosete, é semelhante a nossa, Deus tem oferecido a humanidade a sua graça, o seu amor e sua misericórdia.
Mefibosete, foi convidado para receber essa graça, aceitou e sentou-se ao lado de príncipes, filhos do rei.
Jônatas um tipo de Jesus, e Mefibosete, somos nós, com nossas marcas e imperfeições, mas, Deus tem tido misericórdias de nós. Ele nos salvou pela sua infinita graça. “… Pela graça sois salvo…”
Alguns têm rejeitado a graça de Deus. “ Então disse Davi: usarei de bondade para com Hanum, filho de Naas. Como seu Pai usou de misericórdia para comigo…” II Sm 10:2
Os servos enviados como consoladores, saíram envergonhados daquela cidade, por que, o rei e seus súditos, não aceitaram a graça de Davi. Por causa dessa rejeição, sofreram as conseqüências de sua ingratidão.
A graça de Deus tem sido oferecida a todos os homens sem distinção de raça, cor ou nível social, como disse Jesus: “Quem tiver sede venha a mim e beba, quem crer em mim como diz as Escrituras do seu interior fluirão rios de águas vivas”. João 7:37,38
Hoje, é um bom dia para receber a graça de Deus sobre tua vida. Receba e passe a comer a comida de príncipe na mesa do Rei da Glória...
BISPO/JUIZ.DR.EDSON CAVALCANTE
domingo, 18 de março de 2012
A GRAÇA DE DEUS ENCONTROU MEFIBOSETE...
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sábado, 17 de março de 2012
A DOUTRINA DOS ANJOS...
A DOUTRINA DOS ANJOS...
INTRODUÇÃO
A doutrina dos anjos, é fundamentalmente o estudo dos ministros da providência de Deus ( são os agentes especiais de Deus ). Como em toda doutrina, há uma negligência muito grande desta, nas igrejas e entre os Teólogos, que chega a ser verdadeira rejeição. Considerado pelos estudiosos contemporâneos como a mais notável e difícil das matérias. Marco da implantação de grandes seitas e heresias, do mundo atual.
.VEJAMOS TRÊS ASPECTOS DE NEGLIGÊNCIA DESTA DOUTRINA:
Primeiro. Desde a antigüidade, os gnósticos prestavam adoração aos anjos (Cl 2:18); depois então, na Idade Média, com as crenças absurdas dos rituais de bruxarias com culto aos anjos, e agora em nossos dias, os estudos cabalísticos personalizados no meio esotérico e místico, ensinam novamente o culto aos anjos, por meio de bruxos sofisticados e modernos. Sabendo que antes de tudo, a existência e ministério dos anjos são fartamente ensinados nas escrituras, por isso, não podemos negligenciar os ensinamentos sagrados.
Segundo. A evidência de possessão demoníaca e adoração a demônios de forma veemente em nossos dias. O apóstolo Paulo parece travar grande luta com a grande idolatria que considerava adoração a demônios ( I Co.10:19-21 ). Nos últimos dias, esta adoração aos demônios e a ídolos deve aumentar bastante (Apc.9:20-21 G.Trib.). A negligência deixa de existir para dar lugar à um crescente pensamento sobre o assunto, especialmente do lado do mal. Não podemos negligenciar tal doutrina.
Terceiro. A prática acentuada do espiritismo que crescerá assustadoramente nos últimos dias, conduzindo homens, mulheres e crianças a profundos caminhos de trevas e cegueira espiritual ( I Tm.4:1-2 ). E ainda a obra de satanás e dos espíritos maléficos, atrapalhando o progresso da graça em nossos próprios corações e a obra de Deus no mundo ( Ef. 6:12 ).
Deveríamos querer saber mais e mais dos ensinamentos sagrados para podermos estar firmes contra as astutas ciladas deste inimigo derrotado, Satanás, o anjo caído. ( Rm.16:20; Ap.12:7-9; 20:1-10).
Dividiremos o assunto de Angelologia em dois capítulos:
1o Cap.– A ORIGEM, A NATUREZA E A QUEDA DOS ANJOS.
2oCap.- A CLASSIFICAÇÃO, E O DESTINO DOS ANJOS.
10 Capítulo
A ORIGEM, A NATUREZA E A QUEDA DOS ANJOS.
5.1. - A ORIGEM DOS ANJOS.
Os anjos não existem desde a eternidade, eles foram criados por Deus no momento de sua criação ( Ne.9:6 - Sl.148:2; Cl.1:16 ). A bíblia não indica com precisão em que parte foram criados, mas podemos entender que isso deve Ter acontecido imediatamente após Ter criado os céus e antes de Ter criado a terra, segundo podemos ver em Jó 38:4-7 – Gn.1:1; 2:1. Não podemos também definir número, mas sabemos que um "exercito" compreende grande quantidade, uma 1"legião" compreende um número grandioso ( Dn.7:10; Mt.26:53; Hb.12:22 ). Deus certamente criou todos de uma só vez, pois os anjos não tem capacidade de propagar-se como o homem ( Mt.22:30 ).
A palavra original correspondente no grego é ( a g g e l o z = angelos ), é usado tanto para mensageiros humanos ( I Rs.19:2; Lc.7:24 e 9:52 ), quanto divinos.
5.1. a - EXPRESSÕES USADAS PARA SE REFERIR AOS ANJOS:
2Filhos de Elohim{Deus}( Jó.1:6 e 2:1; Sl.29:1; 89:6).
Santos ( Sl.89:5-7 ).
Vigias ( Dn.4:13, 17, 23 ).
3Espíritos ( Hb.1:14 ).
Principados, poderes, tronos, dominações e autoridades ( Cl.1:16; Rm.:38; I Co.15:24; Ef.6:12; Cl.2:15 ).
Arcanjos ( I Ts.4:16 e Jd.9 ).
5.1. b - COLETIVOS USADOS PARA OS ANJOS:
Congregação/ assembléia ( Sl.89:6,7 )
Hostes/ Senhor das hostes ( Lc.2:13; Ef.6:12; Hb.12:22 )
5.1. c- TESTEMUNHOS À ORIGEM E EXISTENCIA DOS ANJOS:
Cristo comprovou a existência dos anjos ( Jo.1:51 ).
O Apóstolo Paulo também testemunhou ( Gl.1:8 ).
O próprio Satanás falou dos anjos ( Mat.4:6 ).
O Apóstolo João falou mais de 60 vezes no livro de Apc. ( Apc.1:1 ).
Anjos, então, foram comprovados pelos escritores da Bíblia e pelo próprio Jesus Cristo, como sendo reais. Apesar de toda confusão de todos os tempos, não podemos negligenciar esta grande doutrina – Angelologia.
1 "LEGIÃO OU TROPA" – ENTRE OS ROMANOS CONSTAVA APROXIMADAMENTE 6000 HOMENS.
2 "FILHOS DE DEUS" -ENFATIZA SUA CRIAÇÃO POR DEUS ( CL.1:16 ).
3 "ESPÍRITOS" - ENFATIZA SUA NATUREZA INCORPÓREA.
5.1.1.- O PROPÓSITO DE SUA ORIGEM:
Os anjos foram criados para darem glória , honra e ações de graça a Deus.
Os anjos foram criados para adorarem a Cristo ( Hb.1:6 )
Foram criados para cumprirem os propósitos de Deus:
O ARCANJO: - Proteção de Israel ( Dn.12:1 ).
-Luta contra Satanás ( Judas 9; Apc.12:7 ).
-Anuncia a Vinda de Cristo ( I Tess.4:16 ).
·
OS QUERUBINS guardam o trono de Deus ( Ez.10:1-4 )4.
OS SERAFINS se preocupam com a adoração a Deus perante o Seu Santo Trono ( Is.6:2-7 )
AS DIFERENTES ORDENS de anjos, assistem a Deus em sua obra Soberana ( Col.1:16 e 2:10; Ef.1:21 e 3:10 )5.
5.2. - A NATUREZA DOS ANJOS.
5.2.a.- NÃO SÃO SERES HUMANOS GLORIFICADOS6 (Hb.12:22,23):
SÃO SERES ESPIRITUAIS –Incorpóreos ( Hb.1:14 ). Não tem corpo físico, mas podem assumir forma corpórea ( Gn.18:19 ). (Sl.104:4; Hb 1:7; Ef.6:2; Mt.8:16; 12:45; Lc.7:21; Apc.16:14 ).
SÃO IMORTAIS –Os anjos não estão sujeitos à dissolução: nunca morrem. A imortalidade dos anjos se deriva de Deus e depende de Sua vontade. Os anjos são isentos da morte, porque assim Deus os fez. ( Lc.20:35,36 ).
** NÃO SE REPRODUZEM CONFORME SUA ESPÉCIE –As escrituras em parte alguma ensina que os anjos são seres assexuados. Inferências encontramos referindo-se aos anjos, com o uso de pronomes do gênero masculino ( Dn.8:16,17; Lc.1:12,29,30; Apc.12:7; 20:1; 22:8,9 ). Mas, não obstante, o casamento, a reprodução, não é da ordem ou do plano de Deus.
SÃO PODEROSOS –Dotados de poder sobre-humano ( Sl.103:20; II Pd.2:11 ). São uma classe de seres criados superiores aos homens ( Sl.8:5; Hb.2:10 ). Contudo, esse poder tem seus limites estabelecidos, não são Onipotentes ( II Ts.1:7; II Sm.24:16,17 ). Veja demonstração de poder dos anjos – ( At.5:19; 12:7,23; Mt.28:2 ).
Obs: Quão capazes, portanto, são os anjos bons para ministrar ao homem; e quão desesperadora pode ser a oposição dos principados, os dominadores deste mundo tenebroso! Confiemos, portanto, na força do poder do Senhor e de seus ministros, Amém!
SÃO SERES VELOZES –( Mt.26:53 ) O pensamento que deve ser destacado, é que os anjos, cuja residência, supostamente era nos céus, podiam instantaneamente aparecer em defesa de seu Senhor. Como essas legiões de anjos poderiam passar, com tal rapidez, do céu até o triste Getsêmani, ultrapassa nosso entendimento. Sabemos apenas que a possibilidade do fenômeno indica uma atividade e rapidez verdadeiramente maravilhosa.
SÃO SERES PESSOAIS.
·
Inteligência – Dn.10:14
Emoções – Jó 38:7
Vontade – Is.14:13,14
Não são Oniscientes – Mt.24:36
Não são Onipresentes – Dn.9:21-23
Não são Onipotentes – Dn.10:13
SÃO PERFEITOS E SEM FALHA – ( Gn.1:31 )
·
Parte dos anjos tornaram-se rebeldes e caídos – ( Jd.6; II Pd.2:4 )
O restante permaneceu obediente – ( Mt.25:31; Sl.99:7 )
SÃO SERES GLORIOSOS – ( Lc.9:26 )
·
Os anjos são dotados de dignidade e glória sobre-humanos.
** Trechos Principais para considerar: Gn.6:1-4; I Pd.3:18-20; II Pd.2:4 e Judas 6.
Os anjos são chamados "Filhos de Deus" no Velho Testamento nas referências de Jó 1:6; 2:1; 38:7 e também em Gn.6:2,4. Deve ser observado, porém, que, apesar de serem assim chamados, os homens também o foram ( Lc.3:38; Jo.1:12; I Jo.5:1-2 ). A palavra original é "Benai-Elohim"= Filhos de Deus. Por causa do texto de Gn.6:2,4, há polêmica sobre quem foram "OS FILHOS DE DEUS"??
Que os filhos de Deus se refere aos anjos, neste texto de Gn.6, é a posição tomada por Josefo, Filo Judeus e os autores do Livro de Enoque e do Testamento dos Doze Patriarcas; era a posição geralmente aceita pelos judeus eruditos dos primeiros séculos da era cristã. A impressão que geraram "gigantes" foi da Septuaginta (LXX), que também traduziu todos os manuscritos, substituindo "Filhos de Deus" por "anjos de Deus" em Gn.6; Jó 1:6 e 2:1, e por "meus anjos" em Jó 38:7.
OBS:
Gn.6:4- "...Estes eram os valentes que houve na antigüidade, os homens de fama". Filhos do relacionamento entre "os filhos de Deus" com as "filhas dos homens". Esta é a definição original dos textos da palavra de Deus e não "NEFILINS", que encontramos em alguns textos traduzido e não confiáveis, conforme The Theological Workbook of the Old Testament, por Harris, Archer e Waltke. Estes homens gerados eram perversos e dominaram a terra, razão pela qual, Deus viu que havia grande maldade sobre a terra vs 5 e 6.
Argumentos
Teoria de que os "filhos de Deus" eram anjos:
As referências de Jó 1:6; 2:1; 38:7.
A relação anormal, produziu gigantes impiedosos.
Anjos podem aparecer como homens Gn.19:1,5; ou em homens, Mc.1:23-26/ Mc.5:13 ( O Dr. Henry Morris diz: Os filhos de Deus e as filhas dos homens são homens e mulheres, mas foram possessos por demônios.
Em Mt.22:30, o Senhor estava apenas explicando que os anjos não se reproduzem como os humanos. Não há prova que os anjos não tem sexo. Nos originais, a palavra anjos, sempre é no gênero masculino. Alguém explico que os anjos não se reproduz porque não existe "anjas".
As referências associadas com judas 6; I Pd.3:18-20; II Pd.2:4-6.
Esta teoria foi assegurada por historiadores como Josefo e Plínio.
Os livros apócrifos ( 3 deles ), assegura esta posição.
É considerado que houve duas quedas dos anjos, uma quando Satanás liderou a rebelião, antes da queda do homem e outra em Gn.6.(Teor. Defendida por Clarence Larkin)
Teoria de que os "filhos de Deus" não eram os anjos e sim os descendentes de Sete.
Se anjos de fato se relacionam sexualmente com mulheres, este é um prodígio espetacular da história que viola as normas da natureza, e não há nada na bíblia que diga que anjos tem poderes sexuais.
Em Gn.6, encontramos em seu contexto a seqüência do termo "homem", vs 1,2,3.
A distinção entre os "filhos de Deus" e Satanás nos textos de Jó 1:6; 2:1 de modo que, claramente entendemos que o título "filhos de Deus" não se refere aos anjos caídos.
Se esta relação entre anjos e mulheres gerou os "Nefilins-gigantes", como se explica a presença destes, antes deste ato, e depois do dilúvio em Nm.13:33.
A linguagem de Gn.6:2 é normal para expressar relação entre humanos.
Os textos do novo testamento não provam que são anjos:
I Pd.3:18-20- não diz nada sobre estes "espíritos em prisão", sendo anjos. Pelo contrário, o contexto indica homens, cap.4:6.
II Pd.2:4 e Judas 6,7- são referências de anjos, mas não provam que eram envolvidos em Gn.6.
Os livros apócrifos, provavelmente foram produzidos pelos essênios, os quais adotaram a interpretação angélica. Josefo trabalhou com este grupo.
A linguagem de Gn.6:2 é normal para expressar relação entre humanos.
4 SATANÁS antes de sua queda, ocupava um lugar especial entre os querubins ( EZ.28:14 ).
5 SATANAS E SUAS HOSTES CAÍDAS, estão organizadas e preparadas para grandes batalhas do mal. disto podemos concluir que existem duas forças invisíveis e poderosas --- uma dirigida por Deus e seus anjos e a outra por satanás e seus anjos, onde a vitória final, será de Deus ( APC.20:7-10; MT.25:41 )
6 HÁ UM CANTICO QUE DIZ: "EU QUERO SER UM ANJO E COM OS ANJOS FICAR"- Contrário à Bíblia. Não podemos dizer que, ser como anjos é ser anjo, também é ensinado, que crianças quando morrem, viram anjos ( Lc.20:35,36)
5.3. - A QUEDA DOS ANJOS.
Dividiremos esta seção em quatro pensamentos:
5.3.a – O FATO DE SUA QUEDA.
5.3.b – A ÉPOCA DE SUA QUEDA.
5.3.c – A CAUSA DE SUA QUEDA
5.3.d – O RESULTADO DE SUA QUEDA.
5.3.a.- O FATO DE SUA QUEDA
A origem do mal.
Com exceção de alguns filósofos e cientistas, que chamam de "erro da mente mortal", todos os homens reconhecem o fato severo e solene do mal no universo. Verdadeiramente, sua presença no mundo é um dos problemas mais desconcertantes para a filosofia e para a teologia. Acreditamos que os anjos foram criados ( originados ) em estado de perfeição. No relato bíblico da criação, em Gn.1, lemos seis vezes que o que Deus fizera era bom, vs.4, 10, 12, 17, 21, 25, e no vs.31 encontramos as palavras: "Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom". Isso certamente inclui a perfeição dos anjos em santidade, até esse momento.
Não há dúvidas, portanto, que os anjos foram criados perfeitos (Ez.28:15) e parte destes deixaram seu próprio principado e habitação original perfeita (Judas 6, II Pd.2:4), para criar raízes do mal (Sl.78:49; Mt.25:41; Ap.9:11 e 12:7-9).Não podemos Ter dúvidas que Satanás foi o "chefe" desta rebelião ( Is.14:12; Ez.28:15-17).
5.3.b.- A ÉPOCA DE SUA QUEDA
_ Acreditamos que se deu após toda a criação perfeita de Deus –Gn.1:31- 2:3.
> Veja nota no item------- 5.1. - A ORIGEM DOS ANJOS. , pg. 2 .
5.3.c.- A CAUSA DE SUA QUEDA
Este é um dos profundos mistérios da Teologia. Mostramos que os anjos foram criados perfeitos, como pode tais seres pecarem?
É aqui que podemos ver a perfeição de toda a criação, os Teólogos Latinos são autores de uma frase que diz: "Posse pecare et posse non pecare". Isso traduz a capacidade de pecar e a de não pecar. É a posição de poder fazer qualquer uma das duas coisas sem ser constrangido a fazer uma ou outra coisa. Em outras palavras, havia liberdade de escolha.
Deus não coagiu nenhuma de suas criaturas, nem mesmo os anjos. Se indagarmos que motivo pode Ter estado por trás dessa rebelião, podemos obter algumas respostas nas Sagradas Escrituras.
GRANDE PROSPERIDADE E BELEZA (Rei de Tiro-Tipo de Satanás-Ez.28:11-19; I Tm.3:6).
AMBIÇÃO DESMEDIDA E A CONCUPISCENCIA DE SER MAIS QUE DEUS (Rei da Babilônia-Tipo da Satanás-Is.14:13,14).
5.3.c.1- Veja os passos que levaram à queda.
SUBIREI AO CÉU – vs.13 – Satanás queria a posição ao lado de Deus no céu, lugar este reservado a Cristo - Ef.1:20.
EXALTAREI MEU TRONO – vs.13 – Satanás queria seu trono sobre todo principado, potestade e domínio, lugar este prometido a Cristo – Ef.1:21.
ME ASSENTAREI NO MONTE DA CONGREGAÇÃO - vs.13 – Satanás queria reinar sobre o povo de Deus, privilégio este dado ao Messias prometido - Is.9:6-7.
SUBIREI ACIMA DAS MAIS ALTAS NUVENS – vs.14 – Satanás queria a Glória que só Deus tem, e esta pertence a Cristo – Jo.17:5.
SEREI SEMELHANTE AO ALTÍSSIMO – vs.14 – Satanás queria o poder e a autoridade do altíssimo, e esta pertence somente a Cristo – Jo.8:58.
5.3.d.- O RESULTADO DE SUA QUEDA
Perderam sua santidade original e se tornaram corruptos em natureza e conduta ( Mt.10:1; Ef.6:11,12; Ap.12:9 ).
Alguns deles foram lançados no "inferno-Tártaro", e acorrentados até o dia do julgamento (II Pd.2:4).
Alguns estão em liberdade e trabalham em definida oposição à obra dos anjos bons (Ap.12:7-9; Dn.10:12,13,20,21; Judas 9).
A terra foi amaldiçoada por causa do pecado de Adão (Gn.3:17-19) e a criação está gemendo por causa da queda ( Rm.8:19-22), tanto de Adão como dos anjos caídos.
Um dia serão lançados sobre a terra (Ap.12:8,9) e, após seu julgamento serão lançados no "Lago de Fogo" ( I Co.6:3; Mt.25:41; II Pd.2:4; judas 6).
20 Capítulo
A CLASSIFICAÇÃO, E O DESTINO DOS ANJOS.
5.4 - A CLASSIFICAÇÃO DOS ANJOS.
CLASSIFICAM-SE OS ANJOS EM DUAS GRANDES CLASSES:
Anjos Bons. – Descritos como seres Alados(voadores-Dn.9:21; Ap.14:6), PARA NOS FAVORECER ( Sl.91:11; Hb.1:14; Dn.6:22).
Guiam e guardam os crentes – ( Sl.91:11; Hb.1:14 ).
Ministram ao povo de Deus – ( Hb.1:14; Mt.4:11; Lc.2243 ).
Defendem e livram os servos de Deus – ( Gn.19:11; At.5:19-20 ).
Guardam os eleitos falecidos – ( Lc.16:22; Lc.24:22-24; Jd.9 ).
Cooperam na separação entre justos e ímpios – ( Mt.13:49; Mt.25:31-32 ).
Cooperaram no castigo imposto aos ímpios – ( II Ts.1:7-8 ).
1.1. Classificação em ordem > Veja item 5.1.1.-O Propósito de sua origem – Pg.3
Anjos maus. ( Aprisionados/ Libertos/ Demônios e Satanás ) – PROPÓSITO DE OPOR-SE E DESTRUIR A OBRA DE DEUS E SEUS SANTOS.
2. ( Zc.3:1; II Co.12:7; Ff.6:11,12; II Co.11:14, 4:4; I Pd.5:8 ).
– Anjos aprisionados – Consiste de estarem confinados em abismos de trevas e estarem presos por algemas eternas, reservados para o juízo do grande dia. ( II Pd.2:4 e Jd.6 ).
- Anjos Libertos – Estão incluídos em todo "principado, potestade, poder e domínio. São normalmente mencionados em conexão com Satanás, seu líder ( Ef.1:21, 6:12; Cl.2:15; Mt.24:41; Ap.12:7-9, 9:14; I Co. 6:3 )
– Demônios – Aparece três vezes no V.T.( Dt.32:17; Sl.106:37 e Lv.17:7 ).
Não são almas dos homens maus.
Não são os espíritos desincorporados de uma raça pré-Adâmica
-----( Sl.9:17; Lc.16:26-31; Ap.1:18; Ap.12:7-9 )-----
– Satanás – Este ser sobre-humano é mencionado expressamente no velho testamento ( Gn.3:1-15; Jó 1:6-12, 2:1-7; Zc.3:1,2 ). Já no N.T., é mencionado freqüentemente ( Mt.4:1-11; Lc.18:18,19; Jo.13:2,27; I Pd.5:8; Ap. caps.12,12:1-4, 20:1-3, 7-10 ).
COLEÇÃO DE NOMES: EX: Diabo ( Ap.20:2 )/ Abadom / Apolion / Belzebu / Belial / Malígno / Adversário / Serpente / Acusador / Enganador / mal / Homicida / deus deste século / Potestade do ar / Pai da mentira / Sedutor / Caluniador / Tentador .
5.5– O DESTINO DOS ANJOS.
Anjos Bons – Continuarão servindo a Deus por toda a Eternidade ( Ap.21:1, 2, 12 ).
Anjos Maus – Temos informação definitiva de que terão sua parte no LAGO DE FOGO (Gehenna-Mt.25:41 ). Quando Cristo voltar, os crentes terão parte no julgamento, ou condenação dos anjos maus ( I Co.6:3 ).
O destino de Satanás – Será lançado no abismo (Tartaroo-Ap.20:1-3 ), onde ficará confinado e acorrentado por 1.000 anos. Então será solto por "pouco tempo", durante o qual tentará frustrar os propósitos de Deus aqui na terra ( Ap.20:7-8 ). E daí, por fim, ele e seus anjos serão lançados no Lago de Fogo ( Mt.5:41; Ap.20:10 e 14 ), seu destino final, onde serão atormentados para todo o sempre.
Definições para : INFERNO- Lugar destinado ao suplício das almas dos perdidos.
Há quatro definições para esta palavra.
1 – SHEOL – hb., V.T., o mundo dos mortos.( Dt.32:22; II Sm.22:6; Sl.18:5 )
2 – HADES – gr., corresponde a Sheol, lugar das almas que partiram deste mundo. ( Mt.11:23, 16:18; Lc.16:23; At.2:27 )
3 - GEHENNA – gr., vale de Hinom, um vale de Jerusalém, onde se fazia sacrifícios humanos. Termo usado para designar um lugar de suplício eterno. ( Mt.5:22, 29-30, 10:28, 18:9, 23:15, 33; Lc.12:5; Tg.3:6; Ap.20:10 e 14 )
4 – TARTAROO – gr., derivado de Tartaros, o mais profundo abismo do Hades.( I Pd.2:4; Ap.20:3 )
Amém, Louvado seja Deus pela nossa Salvação e livramento - Ap.21:6-7...
BISPO/JUIZ.DR.EDSON CAVALCANTE
INTRODUÇÃO
A doutrina dos anjos, é fundamentalmente o estudo dos ministros da providência de Deus ( são os agentes especiais de Deus ). Como em toda doutrina, há uma negligência muito grande desta, nas igrejas e entre os Teólogos, que chega a ser verdadeira rejeição. Considerado pelos estudiosos contemporâneos como a mais notável e difícil das matérias. Marco da implantação de grandes seitas e heresias, do mundo atual.
.VEJAMOS TRÊS ASPECTOS DE NEGLIGÊNCIA DESTA DOUTRINA:
Primeiro. Desde a antigüidade, os gnósticos prestavam adoração aos anjos (Cl 2:18); depois então, na Idade Média, com as crenças absurdas dos rituais de bruxarias com culto aos anjos, e agora em nossos dias, os estudos cabalísticos personalizados no meio esotérico e místico, ensinam novamente o culto aos anjos, por meio de bruxos sofisticados e modernos. Sabendo que antes de tudo, a existência e ministério dos anjos são fartamente ensinados nas escrituras, por isso, não podemos negligenciar os ensinamentos sagrados.
Segundo. A evidência de possessão demoníaca e adoração a demônios de forma veemente em nossos dias. O apóstolo Paulo parece travar grande luta com a grande idolatria que considerava adoração a demônios ( I Co.10:19-21 ). Nos últimos dias, esta adoração aos demônios e a ídolos deve aumentar bastante (Apc.9:20-21 G.Trib.). A negligência deixa de existir para dar lugar à um crescente pensamento sobre o assunto, especialmente do lado do mal. Não podemos negligenciar tal doutrina.
Terceiro. A prática acentuada do espiritismo que crescerá assustadoramente nos últimos dias, conduzindo homens, mulheres e crianças a profundos caminhos de trevas e cegueira espiritual ( I Tm.4:1-2 ). E ainda a obra de satanás e dos espíritos maléficos, atrapalhando o progresso da graça em nossos próprios corações e a obra de Deus no mundo ( Ef. 6:12 ).
Deveríamos querer saber mais e mais dos ensinamentos sagrados para podermos estar firmes contra as astutas ciladas deste inimigo derrotado, Satanás, o anjo caído. ( Rm.16:20; Ap.12:7-9; 20:1-10).
Dividiremos o assunto de Angelologia em dois capítulos:
1o Cap.– A ORIGEM, A NATUREZA E A QUEDA DOS ANJOS.
2oCap.- A CLASSIFICAÇÃO, E O DESTINO DOS ANJOS.
10 Capítulo
A ORIGEM, A NATUREZA E A QUEDA DOS ANJOS.
5.1. - A ORIGEM DOS ANJOS.
Os anjos não existem desde a eternidade, eles foram criados por Deus no momento de sua criação ( Ne.9:6 - Sl.148:2; Cl.1:16 ). A bíblia não indica com precisão em que parte foram criados, mas podemos entender que isso deve Ter acontecido imediatamente após Ter criado os céus e antes de Ter criado a terra, segundo podemos ver em Jó 38:4-7 – Gn.1:1; 2:1. Não podemos também definir número, mas sabemos que um "exercito" compreende grande quantidade, uma 1"legião" compreende um número grandioso ( Dn.7:10; Mt.26:53; Hb.12:22 ). Deus certamente criou todos de uma só vez, pois os anjos não tem capacidade de propagar-se como o homem ( Mt.22:30 ).
A palavra original correspondente no grego é ( a g g e l o z = angelos ), é usado tanto para mensageiros humanos ( I Rs.19:2; Lc.7:24 e 9:52 ), quanto divinos.
5.1. a - EXPRESSÕES USADAS PARA SE REFERIR AOS ANJOS:
2Filhos de Elohim{Deus}( Jó.1:6 e 2:1; Sl.29:1; 89:6).
Santos ( Sl.89:5-7 ).
Vigias ( Dn.4:13, 17, 23 ).
3Espíritos ( Hb.1:14 ).
Principados, poderes, tronos, dominações e autoridades ( Cl.1:16; Rm.:38; I Co.15:24; Ef.6:12; Cl.2:15 ).
Arcanjos ( I Ts.4:16 e Jd.9 ).
5.1. b - COLETIVOS USADOS PARA OS ANJOS:
Congregação/ assembléia ( Sl.89:6,7 )
Hostes/ Senhor das hostes ( Lc.2:13; Ef.6:12; Hb.12:22 )
5.1. c- TESTEMUNHOS À ORIGEM E EXISTENCIA DOS ANJOS:
Cristo comprovou a existência dos anjos ( Jo.1:51 ).
O Apóstolo Paulo também testemunhou ( Gl.1:8 ).
O próprio Satanás falou dos anjos ( Mat.4:6 ).
O Apóstolo João falou mais de 60 vezes no livro de Apc. ( Apc.1:1 ).
Anjos, então, foram comprovados pelos escritores da Bíblia e pelo próprio Jesus Cristo, como sendo reais. Apesar de toda confusão de todos os tempos, não podemos negligenciar esta grande doutrina – Angelologia.
1 "LEGIÃO OU TROPA" – ENTRE OS ROMANOS CONSTAVA APROXIMADAMENTE 6000 HOMENS.
2 "FILHOS DE DEUS" -ENFATIZA SUA CRIAÇÃO POR DEUS ( CL.1:16 ).
3 "ESPÍRITOS" - ENFATIZA SUA NATUREZA INCORPÓREA.
5.1.1.- O PROPÓSITO DE SUA ORIGEM:
Os anjos foram criados para darem glória , honra e ações de graça a Deus.
Os anjos foram criados para adorarem a Cristo ( Hb.1:6 )
Foram criados para cumprirem os propósitos de Deus:
O ARCANJO: - Proteção de Israel ( Dn.12:1 ).
-Luta contra Satanás ( Judas 9; Apc.12:7 ).
-Anuncia a Vinda de Cristo ( I Tess.4:16 ).
·
OS QUERUBINS guardam o trono de Deus ( Ez.10:1-4 )4.
OS SERAFINS se preocupam com a adoração a Deus perante o Seu Santo Trono ( Is.6:2-7 )
AS DIFERENTES ORDENS de anjos, assistem a Deus em sua obra Soberana ( Col.1:16 e 2:10; Ef.1:21 e 3:10 )5.
5.2. - A NATUREZA DOS ANJOS.
5.2.a.- NÃO SÃO SERES HUMANOS GLORIFICADOS6 (Hb.12:22,23):
SÃO SERES ESPIRITUAIS –Incorpóreos ( Hb.1:14 ). Não tem corpo físico, mas podem assumir forma corpórea ( Gn.18:19 ). (Sl.104:4; Hb 1:7; Ef.6:2; Mt.8:16; 12:45; Lc.7:21; Apc.16:14 ).
SÃO IMORTAIS –Os anjos não estão sujeitos à dissolução: nunca morrem. A imortalidade dos anjos se deriva de Deus e depende de Sua vontade. Os anjos são isentos da morte, porque assim Deus os fez. ( Lc.20:35,36 ).
** NÃO SE REPRODUZEM CONFORME SUA ESPÉCIE –As escrituras em parte alguma ensina que os anjos são seres assexuados. Inferências encontramos referindo-se aos anjos, com o uso de pronomes do gênero masculino ( Dn.8:16,17; Lc.1:12,29,30; Apc.12:7; 20:1; 22:8,9 ). Mas, não obstante, o casamento, a reprodução, não é da ordem ou do plano de Deus.
SÃO PODEROSOS –Dotados de poder sobre-humano ( Sl.103:20; II Pd.2:11 ). São uma classe de seres criados superiores aos homens ( Sl.8:5; Hb.2:10 ). Contudo, esse poder tem seus limites estabelecidos, não são Onipotentes ( II Ts.1:7; II Sm.24:16,17 ). Veja demonstração de poder dos anjos – ( At.5:19; 12:7,23; Mt.28:2 ).
Obs: Quão capazes, portanto, são os anjos bons para ministrar ao homem; e quão desesperadora pode ser a oposição dos principados, os dominadores deste mundo tenebroso! Confiemos, portanto, na força do poder do Senhor e de seus ministros, Amém!
SÃO SERES VELOZES –( Mt.26:53 ) O pensamento que deve ser destacado, é que os anjos, cuja residência, supostamente era nos céus, podiam instantaneamente aparecer em defesa de seu Senhor. Como essas legiões de anjos poderiam passar, com tal rapidez, do céu até o triste Getsêmani, ultrapassa nosso entendimento. Sabemos apenas que a possibilidade do fenômeno indica uma atividade e rapidez verdadeiramente maravilhosa.
SÃO SERES PESSOAIS.
·
Inteligência – Dn.10:14
Emoções – Jó 38:7
Vontade – Is.14:13,14
Não são Oniscientes – Mt.24:36
Não são Onipresentes – Dn.9:21-23
Não são Onipotentes – Dn.10:13
SÃO PERFEITOS E SEM FALHA – ( Gn.1:31 )
·
Parte dos anjos tornaram-se rebeldes e caídos – ( Jd.6; II Pd.2:4 )
O restante permaneceu obediente – ( Mt.25:31; Sl.99:7 )
SÃO SERES GLORIOSOS – ( Lc.9:26 )
·
Os anjos são dotados de dignidade e glória sobre-humanos.
** Trechos Principais para considerar: Gn.6:1-4; I Pd.3:18-20; II Pd.2:4 e Judas 6.
Os anjos são chamados "Filhos de Deus" no Velho Testamento nas referências de Jó 1:6; 2:1; 38:7 e também em Gn.6:2,4. Deve ser observado, porém, que, apesar de serem assim chamados, os homens também o foram ( Lc.3:38; Jo.1:12; I Jo.5:1-2 ). A palavra original é "Benai-Elohim"= Filhos de Deus. Por causa do texto de Gn.6:2,4, há polêmica sobre quem foram "OS FILHOS DE DEUS"??
Que os filhos de Deus se refere aos anjos, neste texto de Gn.6, é a posição tomada por Josefo, Filo Judeus e os autores do Livro de Enoque e do Testamento dos Doze Patriarcas; era a posição geralmente aceita pelos judeus eruditos dos primeiros séculos da era cristã. A impressão que geraram "gigantes" foi da Septuaginta (LXX), que também traduziu todos os manuscritos, substituindo "Filhos de Deus" por "anjos de Deus" em Gn.6; Jó 1:6 e 2:1, e por "meus anjos" em Jó 38:7.
OBS:
Gn.6:4- "...Estes eram os valentes que houve na antigüidade, os homens de fama". Filhos do relacionamento entre "os filhos de Deus" com as "filhas dos homens". Esta é a definição original dos textos da palavra de Deus e não "NEFILINS", que encontramos em alguns textos traduzido e não confiáveis, conforme The Theological Workbook of the Old Testament, por Harris, Archer e Waltke. Estes homens gerados eram perversos e dominaram a terra, razão pela qual, Deus viu que havia grande maldade sobre a terra vs 5 e 6.
Argumentos
Teoria de que os "filhos de Deus" eram anjos:
As referências de Jó 1:6; 2:1; 38:7.
A relação anormal, produziu gigantes impiedosos.
Anjos podem aparecer como homens Gn.19:1,5; ou em homens, Mc.1:23-26/ Mc.5:13 ( O Dr. Henry Morris diz: Os filhos de Deus e as filhas dos homens são homens e mulheres, mas foram possessos por demônios.
Em Mt.22:30, o Senhor estava apenas explicando que os anjos não se reproduzem como os humanos. Não há prova que os anjos não tem sexo. Nos originais, a palavra anjos, sempre é no gênero masculino. Alguém explico que os anjos não se reproduz porque não existe "anjas".
As referências associadas com judas 6; I Pd.3:18-20; II Pd.2:4-6.
Esta teoria foi assegurada por historiadores como Josefo e Plínio.
Os livros apócrifos ( 3 deles ), assegura esta posição.
É considerado que houve duas quedas dos anjos, uma quando Satanás liderou a rebelião, antes da queda do homem e outra em Gn.6.(Teor. Defendida por Clarence Larkin)
Teoria de que os "filhos de Deus" não eram os anjos e sim os descendentes de Sete.
Se anjos de fato se relacionam sexualmente com mulheres, este é um prodígio espetacular da história que viola as normas da natureza, e não há nada na bíblia que diga que anjos tem poderes sexuais.
Em Gn.6, encontramos em seu contexto a seqüência do termo "homem", vs 1,2,3.
A distinção entre os "filhos de Deus" e Satanás nos textos de Jó 1:6; 2:1 de modo que, claramente entendemos que o título "filhos de Deus" não se refere aos anjos caídos.
Se esta relação entre anjos e mulheres gerou os "Nefilins-gigantes", como se explica a presença destes, antes deste ato, e depois do dilúvio em Nm.13:33.
A linguagem de Gn.6:2 é normal para expressar relação entre humanos.
Os textos do novo testamento não provam que são anjos:
I Pd.3:18-20- não diz nada sobre estes "espíritos em prisão", sendo anjos. Pelo contrário, o contexto indica homens, cap.4:6.
II Pd.2:4 e Judas 6,7- são referências de anjos, mas não provam que eram envolvidos em Gn.6.
Os livros apócrifos, provavelmente foram produzidos pelos essênios, os quais adotaram a interpretação angélica. Josefo trabalhou com este grupo.
A linguagem de Gn.6:2 é normal para expressar relação entre humanos.
4 SATANÁS antes de sua queda, ocupava um lugar especial entre os querubins ( EZ.28:14 ).
5 SATANAS E SUAS HOSTES CAÍDAS, estão organizadas e preparadas para grandes batalhas do mal. disto podemos concluir que existem duas forças invisíveis e poderosas --- uma dirigida por Deus e seus anjos e a outra por satanás e seus anjos, onde a vitória final, será de Deus ( APC.20:7-10; MT.25:41 )
6 HÁ UM CANTICO QUE DIZ: "EU QUERO SER UM ANJO E COM OS ANJOS FICAR"- Contrário à Bíblia. Não podemos dizer que, ser como anjos é ser anjo, também é ensinado, que crianças quando morrem, viram anjos ( Lc.20:35,36)
5.3. - A QUEDA DOS ANJOS.
Dividiremos esta seção em quatro pensamentos:
5.3.a – O FATO DE SUA QUEDA.
5.3.b – A ÉPOCA DE SUA QUEDA.
5.3.c – A CAUSA DE SUA QUEDA
5.3.d – O RESULTADO DE SUA QUEDA.
5.3.a.- O FATO DE SUA QUEDA
A origem do mal.
Com exceção de alguns filósofos e cientistas, que chamam de "erro da mente mortal", todos os homens reconhecem o fato severo e solene do mal no universo. Verdadeiramente, sua presença no mundo é um dos problemas mais desconcertantes para a filosofia e para a teologia. Acreditamos que os anjos foram criados ( originados ) em estado de perfeição. No relato bíblico da criação, em Gn.1, lemos seis vezes que o que Deus fizera era bom, vs.4, 10, 12, 17, 21, 25, e no vs.31 encontramos as palavras: "Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom". Isso certamente inclui a perfeição dos anjos em santidade, até esse momento.
Não há dúvidas, portanto, que os anjos foram criados perfeitos (Ez.28:15) e parte destes deixaram seu próprio principado e habitação original perfeita (Judas 6, II Pd.2:4), para criar raízes do mal (Sl.78:49; Mt.25:41; Ap.9:11 e 12:7-9).Não podemos Ter dúvidas que Satanás foi o "chefe" desta rebelião ( Is.14:12; Ez.28:15-17).
5.3.b.- A ÉPOCA DE SUA QUEDA
_ Acreditamos que se deu após toda a criação perfeita de Deus –Gn.1:31- 2:3.
> Veja nota no item------- 5.1. - A ORIGEM DOS ANJOS. , pg. 2 .
5.3.c.- A CAUSA DE SUA QUEDA
Este é um dos profundos mistérios da Teologia. Mostramos que os anjos foram criados perfeitos, como pode tais seres pecarem?
É aqui que podemos ver a perfeição de toda a criação, os Teólogos Latinos são autores de uma frase que diz: "Posse pecare et posse non pecare". Isso traduz a capacidade de pecar e a de não pecar. É a posição de poder fazer qualquer uma das duas coisas sem ser constrangido a fazer uma ou outra coisa. Em outras palavras, havia liberdade de escolha.
Deus não coagiu nenhuma de suas criaturas, nem mesmo os anjos. Se indagarmos que motivo pode Ter estado por trás dessa rebelião, podemos obter algumas respostas nas Sagradas Escrituras.
GRANDE PROSPERIDADE E BELEZA (Rei de Tiro-Tipo de Satanás-Ez.28:11-19; I Tm.3:6).
AMBIÇÃO DESMEDIDA E A CONCUPISCENCIA DE SER MAIS QUE DEUS (Rei da Babilônia-Tipo da Satanás-Is.14:13,14).
5.3.c.1- Veja os passos que levaram à queda.
SUBIREI AO CÉU – vs.13 – Satanás queria a posição ao lado de Deus no céu, lugar este reservado a Cristo - Ef.1:20.
EXALTAREI MEU TRONO – vs.13 – Satanás queria seu trono sobre todo principado, potestade e domínio, lugar este prometido a Cristo – Ef.1:21.
ME ASSENTAREI NO MONTE DA CONGREGAÇÃO - vs.13 – Satanás queria reinar sobre o povo de Deus, privilégio este dado ao Messias prometido - Is.9:6-7.
SUBIREI ACIMA DAS MAIS ALTAS NUVENS – vs.14 – Satanás queria a Glória que só Deus tem, e esta pertence a Cristo – Jo.17:5.
SEREI SEMELHANTE AO ALTÍSSIMO – vs.14 – Satanás queria o poder e a autoridade do altíssimo, e esta pertence somente a Cristo – Jo.8:58.
5.3.d.- O RESULTADO DE SUA QUEDA
Perderam sua santidade original e se tornaram corruptos em natureza e conduta ( Mt.10:1; Ef.6:11,12; Ap.12:9 ).
Alguns deles foram lançados no "inferno-Tártaro", e acorrentados até o dia do julgamento (II Pd.2:4).
Alguns estão em liberdade e trabalham em definida oposição à obra dos anjos bons (Ap.12:7-9; Dn.10:12,13,20,21; Judas 9).
A terra foi amaldiçoada por causa do pecado de Adão (Gn.3:17-19) e a criação está gemendo por causa da queda ( Rm.8:19-22), tanto de Adão como dos anjos caídos.
Um dia serão lançados sobre a terra (Ap.12:8,9) e, após seu julgamento serão lançados no "Lago de Fogo" ( I Co.6:3; Mt.25:41; II Pd.2:4; judas 6).
20 Capítulo
A CLASSIFICAÇÃO, E O DESTINO DOS ANJOS.
5.4 - A CLASSIFICAÇÃO DOS ANJOS.
CLASSIFICAM-SE OS ANJOS EM DUAS GRANDES CLASSES:
Anjos Bons. – Descritos como seres Alados(voadores-Dn.9:21; Ap.14:6), PARA NOS FAVORECER ( Sl.91:11; Hb.1:14; Dn.6:22).
Guiam e guardam os crentes – ( Sl.91:11; Hb.1:14 ).
Ministram ao povo de Deus – ( Hb.1:14; Mt.4:11; Lc.2243 ).
Defendem e livram os servos de Deus – ( Gn.19:11; At.5:19-20 ).
Guardam os eleitos falecidos – ( Lc.16:22; Lc.24:22-24; Jd.9 ).
Cooperam na separação entre justos e ímpios – ( Mt.13:49; Mt.25:31-32 ).
Cooperaram no castigo imposto aos ímpios – ( II Ts.1:7-8 ).
1.1. Classificação em ordem > Veja item 5.1.1.-O Propósito de sua origem – Pg.3
Anjos maus. ( Aprisionados/ Libertos/ Demônios e Satanás ) – PROPÓSITO DE OPOR-SE E DESTRUIR A OBRA DE DEUS E SEUS SANTOS.
2. ( Zc.3:1; II Co.12:7; Ff.6:11,12; II Co.11:14, 4:4; I Pd.5:8 ).
– Anjos aprisionados – Consiste de estarem confinados em abismos de trevas e estarem presos por algemas eternas, reservados para o juízo do grande dia. ( II Pd.2:4 e Jd.6 ).
- Anjos Libertos – Estão incluídos em todo "principado, potestade, poder e domínio. São normalmente mencionados em conexão com Satanás, seu líder ( Ef.1:21, 6:12; Cl.2:15; Mt.24:41; Ap.12:7-9, 9:14; I Co. 6:3 )
– Demônios – Aparece três vezes no V.T.( Dt.32:17; Sl.106:37 e Lv.17:7 ).
Não são almas dos homens maus.
Não são os espíritos desincorporados de uma raça pré-Adâmica
-----( Sl.9:17; Lc.16:26-31; Ap.1:18; Ap.12:7-9 )-----
– Satanás – Este ser sobre-humano é mencionado expressamente no velho testamento ( Gn.3:1-15; Jó 1:6-12, 2:1-7; Zc.3:1,2 ). Já no N.T., é mencionado freqüentemente ( Mt.4:1-11; Lc.18:18,19; Jo.13:2,27; I Pd.5:8; Ap. caps.12,12:1-4, 20:1-3, 7-10 ).
COLEÇÃO DE NOMES: EX: Diabo ( Ap.20:2 )/ Abadom / Apolion / Belzebu / Belial / Malígno / Adversário / Serpente / Acusador / Enganador / mal / Homicida / deus deste século / Potestade do ar / Pai da mentira / Sedutor / Caluniador / Tentador .
5.5– O DESTINO DOS ANJOS.
Anjos Bons – Continuarão servindo a Deus por toda a Eternidade ( Ap.21:1, 2, 12 ).
Anjos Maus – Temos informação definitiva de que terão sua parte no LAGO DE FOGO (Gehenna-Mt.25:41 ). Quando Cristo voltar, os crentes terão parte no julgamento, ou condenação dos anjos maus ( I Co.6:3 ).
O destino de Satanás – Será lançado no abismo (Tartaroo-Ap.20:1-3 ), onde ficará confinado e acorrentado por 1.000 anos. Então será solto por "pouco tempo", durante o qual tentará frustrar os propósitos de Deus aqui na terra ( Ap.20:7-8 ). E daí, por fim, ele e seus anjos serão lançados no Lago de Fogo ( Mt.5:41; Ap.20:10 e 14 ), seu destino final, onde serão atormentados para todo o sempre.
Definições para : INFERNO- Lugar destinado ao suplício das almas dos perdidos.
Há quatro definições para esta palavra.
1 – SHEOL – hb., V.T., o mundo dos mortos.( Dt.32:22; II Sm.22:6; Sl.18:5 )
2 – HADES – gr., corresponde a Sheol, lugar das almas que partiram deste mundo. ( Mt.11:23, 16:18; Lc.16:23; At.2:27 )
3 - GEHENNA – gr., vale de Hinom, um vale de Jerusalém, onde se fazia sacrifícios humanos. Termo usado para designar um lugar de suplício eterno. ( Mt.5:22, 29-30, 10:28, 18:9, 23:15, 33; Lc.12:5; Tg.3:6; Ap.20:10 e 14 )
4 – TARTAROO – gr., derivado de Tartaros, o mais profundo abismo do Hades.( I Pd.2:4; Ap.20:3 )
Amém, Louvado seja Deus pela nossa Salvação e livramento - Ap.21:6-7...
BISPO/JUIZ.DR.EDSON CAVALCANTE
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ESTUDO SOBRE OS ANJOS...
sexta-feira, 16 de março de 2012
JESUS CHOROU...
Jesus chorou...
TEXTO: (Jo 11.35)
AFIRMAÇÃO: Jesus não é indiferente aos nossos sofrimentos.
INTRODUÇÃO: Diante da morte de Lázaro, Jesus se comove e chora.Qual a pessoa que nunca se sentiu triste a ponto de derramar lágrimas? : Podemos ver grandes homens de Deus que choraram na Bíblia Sagrada: Observei que homens e mulheres importantes, como reis, rainha, governadores, sacerdotes e profetas choraram. Sabemos que o choro é uma característica humana. O choro vem quando nos confrontamos com: a dor, saudade, morte, enfermidade, traição, decepção, abandono, perdas e tantos outros motivos que nos fazem derramar algumas ou muitas lágrimas. Dizer que Jesus chorou, para muitos pode ser motivo de espanto, se perguntam:
Interrogação:Se Ele sabia que ia fazer o milagre, se Ele é o filho de Deus, se Ele é santo, È poderoso, então que levaria Jesus a chorar?
Transição: Existem dois motivos pelo qual Jesus chorou:
1.Ele era cem por cento Deus, mas era também cem por cento homem.
Filipenses 2:7-8 reconhecido em figura humana
(Hebreus 2: 17-18) sofreu as mesmas tentações, mas não cometeu pecado
(Mateus 4:36-41)sentiu-se cansado e dormiu, mas acordou e fez a tempestade se acalmar.
Transição:Então com seu lado humano Jesus também se comovia, e não tem nada que comove Jesus mas que a nossa dor.
2.Jesus chorou por quê Ele sofre com a nossa dor.
Ele não chorou por causa da morte em si de Lázaro por que sabia que ia ressuscita-lo (jo11.11)
chorou por por causa do choro de Marta (Jo 11.35);
E chorou por uma cidade (Lc 19.41)
Transição:Hoje ainda deduzimos que muitas vezes que Ele chora:
Que motivos levaria Jesus a chorar hoje?
3.Eis alguns motivos que levam Jesus a chorar hoje:
Por causa da hipocrisia humana. (MT 15.8)
Jesus chora pela incredulidade dos homens. (Jô 11.37)
Por quê Ele toma como Suas as nossas perseguições.ex: Saulo(at9.5)
Conclusão: Enquanto as pessoas comuns, são egoístas, Jesus, não está indiferente ao que você passa, muito pelo o contrário, Ele se comove com sua dor e mais , Ele se preocupou tanto conosco, que enviou o outro Consolador, que quando estamos muitas vezes sem palavras, e choramos diante do Pai,por causa das lutas. Ele geme em nosso favor. (Rm 8.26)...
BISPO/JUIZ.DR.EDSON CAVALCANTE
TEXTO: (Jo 11.35)
AFIRMAÇÃO: Jesus não é indiferente aos nossos sofrimentos.
INTRODUÇÃO: Diante da morte de Lázaro, Jesus se comove e chora.Qual a pessoa que nunca se sentiu triste a ponto de derramar lágrimas? : Podemos ver grandes homens de Deus que choraram na Bíblia Sagrada: Observei que homens e mulheres importantes, como reis, rainha, governadores, sacerdotes e profetas choraram. Sabemos que o choro é uma característica humana. O choro vem quando nos confrontamos com: a dor, saudade, morte, enfermidade, traição, decepção, abandono, perdas e tantos outros motivos que nos fazem derramar algumas ou muitas lágrimas. Dizer que Jesus chorou, para muitos pode ser motivo de espanto, se perguntam:
Interrogação:Se Ele sabia que ia fazer o milagre, se Ele é o filho de Deus, se Ele é santo, È poderoso, então que levaria Jesus a chorar?
Transição: Existem dois motivos pelo qual Jesus chorou:
1.Ele era cem por cento Deus, mas era também cem por cento homem.
Filipenses 2:7-8 reconhecido em figura humana
(Hebreus 2: 17-18) sofreu as mesmas tentações, mas não cometeu pecado
(Mateus 4:36-41)sentiu-se cansado e dormiu, mas acordou e fez a tempestade se acalmar.
Transição:Então com seu lado humano Jesus também se comovia, e não tem nada que comove Jesus mas que a nossa dor.
2.Jesus chorou por quê Ele sofre com a nossa dor.
Ele não chorou por causa da morte em si de Lázaro por que sabia que ia ressuscita-lo (jo11.11)
chorou por por causa do choro de Marta (Jo 11.35);
E chorou por uma cidade (Lc 19.41)
Transição:Hoje ainda deduzimos que muitas vezes que Ele chora:
Que motivos levaria Jesus a chorar hoje?
3.Eis alguns motivos que levam Jesus a chorar hoje:
Por causa da hipocrisia humana. (MT 15.8)
Jesus chora pela incredulidade dos homens. (Jô 11.37)
Por quê Ele toma como Suas as nossas perseguições.ex: Saulo(at9.5)
Conclusão: Enquanto as pessoas comuns, são egoístas, Jesus, não está indiferente ao que você passa, muito pelo o contrário, Ele se comove com sua dor e mais , Ele se preocupou tanto conosco, que enviou o outro Consolador, que quando estamos muitas vezes sem palavras, e choramos diante do Pai,por causa das lutas. Ele geme em nosso favor. (Rm 8.26)...
BISPO/JUIZ.DR.EDSON CAVALCANTE
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SERMÃO
quinta-feira, 15 de março de 2012
FILHOS QUE NÃO RESPEITAM AOS SEUS PAIS...
Filhos Obedientes
Relacionamento Saudáveis no Lar:
Alguns anos atrás tive a oportunidade de visitar duas aldeias de indios yanomamis no norte do Brasil. Presenciei naquela cultura primitiva características do domínio de Satanás no relacionamento pai-filho. As crianças yanomami não respeitam seus pais. Em geral, são respondões; seus pais precisam falar 3, 4 ou 5 vezes com ameaças e até gritos antes dos filhos obedecerem. Filhos batem em seus pais. Andam soltos, fazendo o que querem, onde querem, como querem. Depois de observar aquela cultura primitiva, pensei comigo mesmo, “A civilização chegou às aldeias indígenas!” Isso, porque já assisti o mesmo drama no Carrefour em São Paulo!
Paulo identificou “desobediência aos pais” como uma das características dos últimos tempos (2 Tm 3:2). Parece que Satanás, sabendo que seu tempo é limitado, está fazendo de tudo para minar o alicerce de lares cristãos, especialmente no relacionamento pai-filho.
Infelizmente, desobediência de filhos aos pais também caracteriza muitas famílias da igreja. Precisamos de um reavivamento verdadeiro. Conforme Efesios 5:18-6:4 isso começa no lar, com pessoas cheias (controladas) pelo Espírito de Deus, que usa a Palavra de Deus para nos transformar à imagem de Deus.
“Obediência com honra” resume a responsabilidade dos filhos para com os pais no lar cristão saudável (Col 3:20, Ef 6:1-3). Mas como que os filhos vão aprender a obedecer e honrar? Deus deu a tarefa “professorial” aos pais! Se a “estultícia está ligada ao coração do filho” (Pv 22:15) os pais precisam ensinar obediência aos filhos.
Os pais podem se matar comprando presentes para o Dia da Criança, gastando tempo com os filhos, se sacrificando para matriculá-los nas melhoras escolas, mas se não ensinarem obediência bíblica muito será em vão. Obediência é o brilhante na coroa de um caráter verdadeiramente cristão.
Na nossa experiência, não são os filhos que demoram tanto em aprender a seguir o padrão bíblico de obediência, mas os pais. As crianças aprendem muito rápido a alcançar o alvo que os pais consistentemente ensinam e exemplificam. Ao mesmo tempo, não basta dizer que Deus requer obediencia de filhos aos pais. Nosso padrão de obediência tem que ser o mesmo que Deus estabelece! Para esse fim, gostaria de sugerir pelo menos 3 facetas no brilhante de obediencia que Deus espera dos filhos e que os pais devem ensinar.
1. Obediencia Imediata (Nm 14:6-9, 39-45)
Deus mandou o povo de Israel entrar na Terra Prometida, mas ele se tornou rebelde e desobediente. O resultado foi uma disciplina severa, envolvendo a morte de toda aquela geração e 40 anos vagueando no deserto. (É interessante notar que, acim como muitas criancas hoje fazem, na hora que Deus declarou a disciplina, o povo “se arrependeu”(?), e insistiu em entrar na Terra assim mesmo. Mas foi um segundo ato de rebeldia e rejeição da disciplina do Senhor (Pv 3:11), e já era tarde demais.)
Deus, como um bom Pai, não aceita “obediência” de qualquer jeito. Ele é um Grande Rei, e quando fala, espera uma resposta imediata. Quando os pais abaixam o padrão de obediência até que fique ao alcance de qualquer um, encorajam a auto-suficiência da criança e minam sua necessidade da obra cruz e de Jesus em sua vida. O padrão bíblico para pais (e para paz no lar!) é obediência imediata e da primeira vez, com instruções dadas em tom normal de voz, sem repetição e sem ameaça.
Ofereçemos algumas sugestões práticas para ensinar o padrão de obediência imediata (algumas dessas idéias são extraídas do currículo para pais, Educação de Filhos à Maneira de Deus por Gary e Anne-Marie Ezzo):
Quando você dá uma ordem, fale em tom normal de voz, com clareza, olhando nos olhos.
Ensine seus filhos a reconhecerem seu pedido. Sugerimos a resposta, “Sim, papai” ou algo semelhante, para garantir entendimento. (Não defendemos o autoritarismo; o que queremos é eliminar a possibilidade de má compreensão e desculpas mais tarde como “não entendi”, “não ouvi”, etc.)
Quando possível, os pais devem dar uma razão moral por trás da ordem, para ensinar o princípio moral e não somente legalismo.
Quando não houver obediência imediata, deve haver uma disciplina apropriada, sem ira.
Para pais que nunca estabeleceram esse padrão bíblico, deve haver confissão diante dos filhos e uma explicação das novas regras da casa.
2. Obediência Inteira (1 Sm 15:9-11,22)
A segunda “faceta” do brilhante de obediência bíblica que Deus requer é obediência inteira. Aprendemos esse princípio da história do povo de Israel, quando o profeta Samuel (representando Deus) mandou o rei Saul exterminar um povo idólatra, imoral, violento chamado os Amalequitas. Isso para não correr o risco deles contaminarem o povo de Deus com seu pecado. Mas Saul tinha uma boa idéia: poupar o rei Agague, e o melhor dos Amalequitas. A Bíblia Anotada chama esse episódio “Obediência Parcial”, mas o fato é que aos olhos de Deus, não existe “obediência parcial”. Obediência parcial = rebeldia total.
Os pais que permitem que seus filhos negociem as condições de obediência, que aceitam uma obediência parcial em nome de “paz” no lar (por medo de contrariar o filho) são parceiros no pecado do filho. Ao cortarmos essa faceta do diamante do caráter do nosso filho, não podemos errar sem haver uma falha no brilhante. Esse foi o caso de Saul (vs 22).
Um outro exemplo dessa “obediência parcial” que a Bíblia chama de rebeldia aconteceu quando Moisés foi mandado FALAR com a rocha para tirar água para o povo sedento no deserto (Nm 20:11-13). Ele tirou água, mas BATEU na rocha. Parecia algo tão simples, um deslize raro para o grande líder. Mas constitui uma profanação do caráter, da majestade e da santidade de Deus. As palavras dEle não podem ser tratadas como profanas, banais, insignificantes. São a nossa vida. Ele é um Grande Rei!
Os pais ensinam o padrão de desobediência de várias formas. Negociação em meio a conflito leva os pais a aceitarem uma porcentagem de desobediência em vez de obediência completa, muitas vezes para evitar mais conflito em casa. Abaixam o padrão e aceitam obediência parcial diante de um jogo de poder.
Com crianças pequenas ainda parece inocente e insignificante deixar a Júnior “escapar” sem comer toda a beterraba que foi colocada no seu prato, mas o que acontecerá quando Júnior tem 17 anos e não volta para casa até 3 horas depois do pedido? O importante não é O QUE os pais pedem, mas o fato de que quando pedem, mantenham esse padrão.
Rebeldia passiva é outro inimigo de obediência inteira. A criança desobedece de forma sutil, quase que inocente, muitas vezes substuindo sua própria forma de “obediência” no lugar da obediência exigida pelos pais. Por exemplo, os pais mandam o filho limpar seu quarto, mas ele faz sua tarefa de casa. Pedem para tirar o lixo, mas sai para cuidar do cachorro. Pedem para cuidar do cachorro, mas arruma seu quarto. E justamente quando acham que decifraram o “código secreto”, ele muda as regras. O problema é que o filho continua com o poder nas mãos, quando Deus designou os PAIS como autoridades no lar.
Outra forma de rebeldia passiva é quando o filho faz seus deveres pela metade ou mal-feitos. Estes padrões podem parecer autoritários. Por isso é importante reconhecer que a autoridade dos pais é uma autoridade emprestada do próprio Cristo. Ele, que tem toda a primazia, que é Grande Rei, estabeleceu os pais como autoridades amorosas na vida dos filhos. Não podem aceitar desrespeito, desobediência, desonra, EM NOME E POR AMOR DE CRISTO!
Tudo isso, é claro, pressupõe um contexto de amor, de expressões freqüêntes de carinho por parte dos pais. Estes andam junto com seus filhos e exemplificam o mesmo tipo de obediência imediata e inteira às autoridades que Deus constitui em suas vidas. Gastam tempo com os filhos. Abrem portas para conversas francas e abertas. Saem com os filhos individualmente. Praticam esportes, pescam, assistem filmes, abraçam e encorajam os filhos.
Obediência parcial é rebeldia total, e é inaceitável para o filho de Deus. Pais que não ensinam essa forma de desobediência estão treinando seus filhos a pecar, e eles mesmos estão em pecado.
3. Obediência Interna
A última faceta de obediência bíblica é a mais importante de todas. Quando falamos de obediência interna, falamos de obediência de coração. Os pais precisam, acima de tudo, atingir o coração dos filhos (veja Pastoreando o Coração do Filho por Tedd Tripp). Se não, mesmo que consigam transmitir o padrão de obediência imediata e inteira, provavelmente criarão filhos fariseus e legalistas, com corações distantes dos pais— e de Deus! Os pais não podem se contentar com obediência superficial, só quando os outros estejam olhando.
É isso que Provérbios nos ensina em dois textos fundamentais para pais E filhos:
"Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida." Pv 4:23
"Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos meus caminhos. " Pv 23:26
(cf Mt 15:7-9 e Is 29:13,15).
Obediência interna quer dizer sem desafio, sem reclamação, de boa vontade, com alegria. Que padrão alto! Sem dúvida, esse padrão exigirá muito de pais E filhos—tempo para avaliar atitudes, questionar, conversar, sondar, refletir, confessar, perdoar e orar. Os pais terão que correr atrás não somente de ações mas atitudes. Mas no fim, dará ricas recompensas aos pais e aos filhos.
Como o apóstolo Paulo exclamou, “Quem é suficiente para essas coisas?” A resposta: Ninguém. Em comparação com o padrão bíblico, tanto filhos como pais, tanto índios yanomami e famílias “civilizadas” estão “fritos”. Mas não podemos desistir. Estamos numa das últimas batalhas, uma batalha pela alma da família. Nesta batalha precisaremos de uma dose dupla da graça de Jesus. Ele vive em nós. Essa é a nossa esperança da glória (Col 1:27). Aquele que começou boa obra há de completá-la (Fp 1:6). Há perdão pelo passado e esperança pelo futuro. Mas não podemos abaixar o padrão até que fique ao nosso alcance. Precisamos que Jesus nos eleve até o padrão...
BISPO/JUIZ.DR.EDSON CAVALCANTE
Relacionamento Saudáveis no Lar:
Alguns anos atrás tive a oportunidade de visitar duas aldeias de indios yanomamis no norte do Brasil. Presenciei naquela cultura primitiva características do domínio de Satanás no relacionamento pai-filho. As crianças yanomami não respeitam seus pais. Em geral, são respondões; seus pais precisam falar 3, 4 ou 5 vezes com ameaças e até gritos antes dos filhos obedecerem. Filhos batem em seus pais. Andam soltos, fazendo o que querem, onde querem, como querem. Depois de observar aquela cultura primitiva, pensei comigo mesmo, “A civilização chegou às aldeias indígenas!” Isso, porque já assisti o mesmo drama no Carrefour em São Paulo!
Paulo identificou “desobediência aos pais” como uma das características dos últimos tempos (2 Tm 3:2). Parece que Satanás, sabendo que seu tempo é limitado, está fazendo de tudo para minar o alicerce de lares cristãos, especialmente no relacionamento pai-filho.
Infelizmente, desobediência de filhos aos pais também caracteriza muitas famílias da igreja. Precisamos de um reavivamento verdadeiro. Conforme Efesios 5:18-6:4 isso começa no lar, com pessoas cheias (controladas) pelo Espírito de Deus, que usa a Palavra de Deus para nos transformar à imagem de Deus.
“Obediência com honra” resume a responsabilidade dos filhos para com os pais no lar cristão saudável (Col 3:20, Ef 6:1-3). Mas como que os filhos vão aprender a obedecer e honrar? Deus deu a tarefa “professorial” aos pais! Se a “estultícia está ligada ao coração do filho” (Pv 22:15) os pais precisam ensinar obediência aos filhos.
Os pais podem se matar comprando presentes para o Dia da Criança, gastando tempo com os filhos, se sacrificando para matriculá-los nas melhoras escolas, mas se não ensinarem obediência bíblica muito será em vão. Obediência é o brilhante na coroa de um caráter verdadeiramente cristão.
Na nossa experiência, não são os filhos que demoram tanto em aprender a seguir o padrão bíblico de obediência, mas os pais. As crianças aprendem muito rápido a alcançar o alvo que os pais consistentemente ensinam e exemplificam. Ao mesmo tempo, não basta dizer que Deus requer obediencia de filhos aos pais. Nosso padrão de obediência tem que ser o mesmo que Deus estabelece! Para esse fim, gostaria de sugerir pelo menos 3 facetas no brilhante de obediencia que Deus espera dos filhos e que os pais devem ensinar.
1. Obediencia Imediata (Nm 14:6-9, 39-45)
Deus mandou o povo de Israel entrar na Terra Prometida, mas ele se tornou rebelde e desobediente. O resultado foi uma disciplina severa, envolvendo a morte de toda aquela geração e 40 anos vagueando no deserto. (É interessante notar que, acim como muitas criancas hoje fazem, na hora que Deus declarou a disciplina, o povo “se arrependeu”(?), e insistiu em entrar na Terra assim mesmo. Mas foi um segundo ato de rebeldia e rejeição da disciplina do Senhor (Pv 3:11), e já era tarde demais.)
Deus, como um bom Pai, não aceita “obediência” de qualquer jeito. Ele é um Grande Rei, e quando fala, espera uma resposta imediata. Quando os pais abaixam o padrão de obediência até que fique ao alcance de qualquer um, encorajam a auto-suficiência da criança e minam sua necessidade da obra cruz e de Jesus em sua vida. O padrão bíblico para pais (e para paz no lar!) é obediência imediata e da primeira vez, com instruções dadas em tom normal de voz, sem repetição e sem ameaça.
Ofereçemos algumas sugestões práticas para ensinar o padrão de obediência imediata (algumas dessas idéias são extraídas do currículo para pais, Educação de Filhos à Maneira de Deus por Gary e Anne-Marie Ezzo):
Quando você dá uma ordem, fale em tom normal de voz, com clareza, olhando nos olhos.
Ensine seus filhos a reconhecerem seu pedido. Sugerimos a resposta, “Sim, papai” ou algo semelhante, para garantir entendimento. (Não defendemos o autoritarismo; o que queremos é eliminar a possibilidade de má compreensão e desculpas mais tarde como “não entendi”, “não ouvi”, etc.)
Quando possível, os pais devem dar uma razão moral por trás da ordem, para ensinar o princípio moral e não somente legalismo.
Quando não houver obediência imediata, deve haver uma disciplina apropriada, sem ira.
Para pais que nunca estabeleceram esse padrão bíblico, deve haver confissão diante dos filhos e uma explicação das novas regras da casa.
2. Obediência Inteira (1 Sm 15:9-11,22)
A segunda “faceta” do brilhante de obediência bíblica que Deus requer é obediência inteira. Aprendemos esse princípio da história do povo de Israel, quando o profeta Samuel (representando Deus) mandou o rei Saul exterminar um povo idólatra, imoral, violento chamado os Amalequitas. Isso para não correr o risco deles contaminarem o povo de Deus com seu pecado. Mas Saul tinha uma boa idéia: poupar o rei Agague, e o melhor dos Amalequitas. A Bíblia Anotada chama esse episódio “Obediência Parcial”, mas o fato é que aos olhos de Deus, não existe “obediência parcial”. Obediência parcial = rebeldia total.
Os pais que permitem que seus filhos negociem as condições de obediência, que aceitam uma obediência parcial em nome de “paz” no lar (por medo de contrariar o filho) são parceiros no pecado do filho. Ao cortarmos essa faceta do diamante do caráter do nosso filho, não podemos errar sem haver uma falha no brilhante. Esse foi o caso de Saul (vs 22).
Um outro exemplo dessa “obediência parcial” que a Bíblia chama de rebeldia aconteceu quando Moisés foi mandado FALAR com a rocha para tirar água para o povo sedento no deserto (Nm 20:11-13). Ele tirou água, mas BATEU na rocha. Parecia algo tão simples, um deslize raro para o grande líder. Mas constitui uma profanação do caráter, da majestade e da santidade de Deus. As palavras dEle não podem ser tratadas como profanas, banais, insignificantes. São a nossa vida. Ele é um Grande Rei!
Os pais ensinam o padrão de desobediência de várias formas. Negociação em meio a conflito leva os pais a aceitarem uma porcentagem de desobediência em vez de obediência completa, muitas vezes para evitar mais conflito em casa. Abaixam o padrão e aceitam obediência parcial diante de um jogo de poder.
Com crianças pequenas ainda parece inocente e insignificante deixar a Júnior “escapar” sem comer toda a beterraba que foi colocada no seu prato, mas o que acontecerá quando Júnior tem 17 anos e não volta para casa até 3 horas depois do pedido? O importante não é O QUE os pais pedem, mas o fato de que quando pedem, mantenham esse padrão.
Rebeldia passiva é outro inimigo de obediência inteira. A criança desobedece de forma sutil, quase que inocente, muitas vezes substuindo sua própria forma de “obediência” no lugar da obediência exigida pelos pais. Por exemplo, os pais mandam o filho limpar seu quarto, mas ele faz sua tarefa de casa. Pedem para tirar o lixo, mas sai para cuidar do cachorro. Pedem para cuidar do cachorro, mas arruma seu quarto. E justamente quando acham que decifraram o “código secreto”, ele muda as regras. O problema é que o filho continua com o poder nas mãos, quando Deus designou os PAIS como autoridades no lar.
Outra forma de rebeldia passiva é quando o filho faz seus deveres pela metade ou mal-feitos. Estes padrões podem parecer autoritários. Por isso é importante reconhecer que a autoridade dos pais é uma autoridade emprestada do próprio Cristo. Ele, que tem toda a primazia, que é Grande Rei, estabeleceu os pais como autoridades amorosas na vida dos filhos. Não podem aceitar desrespeito, desobediência, desonra, EM NOME E POR AMOR DE CRISTO!
Tudo isso, é claro, pressupõe um contexto de amor, de expressões freqüêntes de carinho por parte dos pais. Estes andam junto com seus filhos e exemplificam o mesmo tipo de obediência imediata e inteira às autoridades que Deus constitui em suas vidas. Gastam tempo com os filhos. Abrem portas para conversas francas e abertas. Saem com os filhos individualmente. Praticam esportes, pescam, assistem filmes, abraçam e encorajam os filhos.
Obediência parcial é rebeldia total, e é inaceitável para o filho de Deus. Pais que não ensinam essa forma de desobediência estão treinando seus filhos a pecar, e eles mesmos estão em pecado.
3. Obediência Interna
A última faceta de obediência bíblica é a mais importante de todas. Quando falamos de obediência interna, falamos de obediência de coração. Os pais precisam, acima de tudo, atingir o coração dos filhos (veja Pastoreando o Coração do Filho por Tedd Tripp). Se não, mesmo que consigam transmitir o padrão de obediência imediata e inteira, provavelmente criarão filhos fariseus e legalistas, com corações distantes dos pais— e de Deus! Os pais não podem se contentar com obediência superficial, só quando os outros estejam olhando.
É isso que Provérbios nos ensina em dois textos fundamentais para pais E filhos:
"Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida." Pv 4:23
"Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos meus caminhos. " Pv 23:26
(cf Mt 15:7-9 e Is 29:13,15).
Obediência interna quer dizer sem desafio, sem reclamação, de boa vontade, com alegria. Que padrão alto! Sem dúvida, esse padrão exigirá muito de pais E filhos—tempo para avaliar atitudes, questionar, conversar, sondar, refletir, confessar, perdoar e orar. Os pais terão que correr atrás não somente de ações mas atitudes. Mas no fim, dará ricas recompensas aos pais e aos filhos.
Como o apóstolo Paulo exclamou, “Quem é suficiente para essas coisas?” A resposta: Ninguém. Em comparação com o padrão bíblico, tanto filhos como pais, tanto índios yanomami e famílias “civilizadas” estão “fritos”. Mas não podemos desistir. Estamos numa das últimas batalhas, uma batalha pela alma da família. Nesta batalha precisaremos de uma dose dupla da graça de Jesus. Ele vive em nós. Essa é a nossa esperança da glória (Col 1:27). Aquele que começou boa obra há de completá-la (Fp 1:6). Há perdão pelo passado e esperança pelo futuro. Mas não podemos abaixar o padrão até que fique ao nosso alcance. Precisamos que Jesus nos eleve até o padrão...
BISPO/JUIZ.DR.EDSON CAVALCANTE
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REFLEXÃO SOBRE RESPEITO AOS PAIS...
quarta-feira, 14 de março de 2012
HÁ ESPERANÇA PARA ISRAEL?
A Verdade Sobre a Tribulação
Quase todo mundo já passou por tempos turbulentos e traumáticos, durante os quais experimentou muita incerteza ou talvez até grande dor e tristeza. Estes tempos geralmente são períodos de crise individual, familiar ou mesmo nacional, em que todo recurso pessoal, físico e emocional é utilizado para superar os problemas. Angústia, tristeza, perseguição, tragédia, catástrofe, fome, guerra e incertezas são dinâmicas muito reais no dia-a-dia e nas notícias. Mas, segundo a Bíblia, haverá um tempo futuro de angústia ainda maior conhecido como "Tribulação". Essa era virá depois do Arrebatamento da Igreja e será o pior período de sofrimento que o mundo já experimentou. Ela será o maior "choque do futuro".
Os especuladores econômicos de Wall Street geralmente são divididos em otimistas e pessimistas (chamados de "touros" e "ursos"), conforme sua "interpretação" dos indicadores e das tendências econômicas. Da mesma forma, intérpretes da Bíblia podem ler suas passagens proféticas e entender grande parte do plano de Deus para o futuro. A diferença é que, através do estudo da profecia com cuidado e oração, a maior parte da especulação pode ser eliminada. Ao contrário dos mercados futuros, o plano de Deus é claro e certo. Acreditar no Arrebatamento implica que os crentes devem ser pessimistas e apáticos? Evidentemente que não! Devemos ser realistas e vigilantes. Somos realistas com relação ao futuro e esperamos a vinda do Senhor Jesus Cristo para Sua Igreja. Mas também reconhecemos que depois do Arrebatamento haverá um tempo de intensa Tribulação mundial.
A Bíblia fala mais sobre esses sete anos do que sobre qualquer outro período de tempo profético. Durante esses sete anos, o Anticristo surgirá, haverá perseguição aos novos crentes e ao povo judeu, e a grande batalha de Armagedom e a Segunda Vinda de Cristo acontecerão.
O Novo Testamento nos ensina que a atual era da Igreja também incluirá provações e tribulações. Jesus disse: "No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo" (João 16.33). O apóstolo Paulo advertiu: "Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos" (2 Timóteo 3.12). Mas a perseguição do mundo contra a Igreja nesta era não é a ira de Deus. A tribulação futura será um tempo de castigo de Deus sobre o mundo que rejeitou a Cristo - um tempo do qual a Igreja será livrada como o nosso Senhor prometeu (Apocalipse 3.10; 1 Tessalonicenses 1.10; 5.9).
Os crentes podem viver diariamente com a certeza de que a história humana terminará com Jesus Cristo como o Vencedor. O futuro é certo. Mas Jesus disse aos Seus discípulos que antes da vitória final "haverá Grande Tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido, e nem haverá jamais" (Mateus 24.21). Na sua intensidade e agonia, essa época será infeliz e indesejável. Mas foi previsto que ela vai acontecer e está descrito como ela será. A Bíblia diz que ela será trágica, mas real. [...]
Qual a relação entre "o tempo da ira de Deus" e a Tribulação?
Já que a Bíblia usa muitos termos para descrever uma variedade de atividades associadas ao julgamento de Deus durante a Tribulação, e já que "Tribulação" e "ira de Deus" às vezes são usadas para referir-se ao mesmo período de tempo (i.e., a Tribulação de sete anos), conclui-se que o tempo da ira de Deus acontece durante a Tribulação.
A base bíblica para essa conclusão pode ser oferecida da seguinte maneira: Deuteronômio 4.30 descreve esse período do fim dos tempos como tempo de tribulação. Sofonias 1.15 chama o mesmo dia "de alvoroço e desolação" (i.e., tribulação) e de "dia da ira". Os autores do Novo Testamento tomam esse termo do Antigo Testamento e usam-no como característica geral do que denominamos de período de sete anos da Tribulação, já que é um tempo em que a ira acumulada de Deus é liberada sobre a história humana e traz retribuição a um mundo que rejeitou a Cristo, mundo que será motivado por Satanás a perseguir crentes e judeus (Romanos 2.5; 5.9; Colossenses 3.6; Apocalipse 14.10, 19; 15.1,7; 16.1,19; 19.15).
Por exemplo, Romanos 2.5 diz: "Mas, segundo a tua dureza e coração impenitente, acumulas contra ti mesmo ira para o dia da ira e da revelação do justo juízo de Deus".
Portanto, vemos que a Bíblia diz que o que acontece com a humanidade na Tribulação será motivado pela ira de Deus, que está se acumulando durante a atual era da graça. [...]
Qual a relação entre "o tempo de angústia para Jacó" e a Tribulação?
A frase "tempo de angústia para Jacó" vem da profecia encontrada em Jeremias 30.5-7: "Assim diz o Senhor: Ouvimos uma voz de tremor e de temor e não de paz. Perguntai, pois, e vede, se acaso, um homem tem dores de parto. Por que vejo, pois, a cada homem com as mãos na cintura, como a que está dando à luz? E por que se tornaram pálidos todos os rostos? Ah! Que é grande aquele dia, e não há outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será livre dela".
Nessa passagem o profeta Jeremias fala de um tempo ainda futuro quando grande angústia ou tribulação virá sobre todo o Israel, que é simbolicamente denominado de "Jacó". Esse tempo é a Tribulação futura, ou um evento passado? É melhor interpretar esse tempo de angústia como algo que ainda é futuro para Israel - um tempo conhecido como a septuagésima semana de Daniel ou a Tribulação. O expositor bíblico e estudioso de profecia Dr. Charles H. Dyer escreve sobre essa passagem e seu significado:
A que "tempo de angústia" Jeremias está se referindo? Alguns acham que ele está indicando a derrota de Judá pela Babilônia ou a derrota posterior da Babilônia pela Medo-Pérsia. Mas, em ambos esses períodos o Reino do Norte, Israel, não foi afetado. Ele já tinha sido levado ao cativeiro (em 722 a.C.). Uma solução melhor é que Jeremias está referindo-se a um período de tribulação futuro quando o remanescente de Israel e Judá sofrerá uma perseguição incomparável (Daniel 9.27; 12.1; Mateus 24.15-22). O período terminará quando Cristo aparecer para resgatar os Seus eleitos (Romanos 11.26) e estabelecer Seu reino (Mateus 24.30-31; 25.31-46; Apocalipse 19.11-21; 20.4-6).[1]
Portanto, o tempo de angústia para Jacó enfatiza o aspecto da Tribulação futura que expressa a dificuldade pela qual os judeus ou descendentes de Jacó passarão durante esse período. [...]
Por que a Tribulação é Importante?
A Tribulação é importante para os crentes hoje por várias razões. Em primeiro lugar, o estudo da Palavra de Deus é sempre importante, e deve ser feito com cuidado. Independentemente do tipo de passagens estudadas, sejam sobre aliança ou cronologia, poesia, parábola, ou profecia, todas devem ser estudadas e aplicadas diligentemente. "Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a boa obra" (2 Timóteo 3.16-17). A Tribulação é importante porque é ensinada na Bíblia.
Em segundo lugar, a Tribulação é importante porque, de certa forma, Satanás é desmascarado e vemos suas verdadeiras intenções e motivações. Essa compreensão do seu plano, se aplicada corretamente, pode ajudar o crente hoje na batalha espiritual.
Por exemplo, vemos que durante a Tribulação, Satanás usa a religião como um caminho falso e enganador. Isso é uma advertência para nós hoje.
Em terceiro lugar, a Tribulação é importante para nós porque grande parte do que vemos hoje e vimos no passado é uma preparação para o que virá. Por exemplo, o impulso atual para a globalização não pode surpreender aqueles que estão cientes do que a Bíblia ensina sobre o futuro. Porque nosso Deus Soberano ordenou anteriormente esses eventos, devemos nos confortar com o fato de que Ele está no controle. Esse tempo futuro de intensa maldade é a manifestação máxima da natureza pecaminosa da humanidade conjugada ao plano rebelde de Satanás. Mas ambos serão levados a julgamento por parte de um Deus justo e onipotente.
Conclusão
A história humana está cheia de tragédias e desespero pessoal, nacional e internacional. Em cada século, em cada império e em cada era houve manifestações do pecado original, da queda e da atividade satânica. As passagens da profecia bíblica (e outras passagens da Bíblia) ensinam claramente que o futuro trará um período específico de trauma e de tragédia extremos, durante o qual o terror e a tribulação serão intensos e internacionais. Essa era durará sete anos e, depois da batalha de Armagedom, culminará na Segunda Vinda do Senhor Jesus Cristo para estabelecer Seu reino milenar na terra. Nós acreditamos que essa era de Tribulação, cheia de destruição e perseguição, acontecerá depois do Arrebatamento da Igreja. Isto, porém, não isenta os crentes de hoje das suas responsabilidade diárias, do evangelismo, do discipulado e da vida santificada. A tribulação é certa, mas a vitória também é. Com relação à Tribulação, não devemos nos preocupar em como será a vida naqueles dias, mas sim, em como está a nossa vida hoje em dia. "Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus" (Efésios 5.15-16).
BISPO/JUIZ.DR.EDSON CAVALCANTE
Quase todo mundo já passou por tempos turbulentos e traumáticos, durante os quais experimentou muita incerteza ou talvez até grande dor e tristeza. Estes tempos geralmente são períodos de crise individual, familiar ou mesmo nacional, em que todo recurso pessoal, físico e emocional é utilizado para superar os problemas. Angústia, tristeza, perseguição, tragédia, catástrofe, fome, guerra e incertezas são dinâmicas muito reais no dia-a-dia e nas notícias. Mas, segundo a Bíblia, haverá um tempo futuro de angústia ainda maior conhecido como "Tribulação". Essa era virá depois do Arrebatamento da Igreja e será o pior período de sofrimento que o mundo já experimentou. Ela será o maior "choque do futuro".
Os especuladores econômicos de Wall Street geralmente são divididos em otimistas e pessimistas (chamados de "touros" e "ursos"), conforme sua "interpretação" dos indicadores e das tendências econômicas. Da mesma forma, intérpretes da Bíblia podem ler suas passagens proféticas e entender grande parte do plano de Deus para o futuro. A diferença é que, através do estudo da profecia com cuidado e oração, a maior parte da especulação pode ser eliminada. Ao contrário dos mercados futuros, o plano de Deus é claro e certo. Acreditar no Arrebatamento implica que os crentes devem ser pessimistas e apáticos? Evidentemente que não! Devemos ser realistas e vigilantes. Somos realistas com relação ao futuro e esperamos a vinda do Senhor Jesus Cristo para Sua Igreja. Mas também reconhecemos que depois do Arrebatamento haverá um tempo de intensa Tribulação mundial.
A Bíblia fala mais sobre esses sete anos do que sobre qualquer outro período de tempo profético. Durante esses sete anos, o Anticristo surgirá, haverá perseguição aos novos crentes e ao povo judeu, e a grande batalha de Armagedom e a Segunda Vinda de Cristo acontecerão.
O Novo Testamento nos ensina que a atual era da Igreja também incluirá provações e tribulações. Jesus disse: "No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo" (João 16.33). O apóstolo Paulo advertiu: "Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos" (2 Timóteo 3.12). Mas a perseguição do mundo contra a Igreja nesta era não é a ira de Deus. A tribulação futura será um tempo de castigo de Deus sobre o mundo que rejeitou a Cristo - um tempo do qual a Igreja será livrada como o nosso Senhor prometeu (Apocalipse 3.10; 1 Tessalonicenses 1.10; 5.9).
Os crentes podem viver diariamente com a certeza de que a história humana terminará com Jesus Cristo como o Vencedor. O futuro é certo. Mas Jesus disse aos Seus discípulos que antes da vitória final "haverá Grande Tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido, e nem haverá jamais" (Mateus 24.21). Na sua intensidade e agonia, essa época será infeliz e indesejável. Mas foi previsto que ela vai acontecer e está descrito como ela será. A Bíblia diz que ela será trágica, mas real. [...]
Qual a relação entre "o tempo da ira de Deus" e a Tribulação?
Já que a Bíblia usa muitos termos para descrever uma variedade de atividades associadas ao julgamento de Deus durante a Tribulação, e já que "Tribulação" e "ira de Deus" às vezes são usadas para referir-se ao mesmo período de tempo (i.e., a Tribulação de sete anos), conclui-se que o tempo da ira de Deus acontece durante a Tribulação.
A base bíblica para essa conclusão pode ser oferecida da seguinte maneira: Deuteronômio 4.30 descreve esse período do fim dos tempos como tempo de tribulação. Sofonias 1.15 chama o mesmo dia "de alvoroço e desolação" (i.e., tribulação) e de "dia da ira". Os autores do Novo Testamento tomam esse termo do Antigo Testamento e usam-no como característica geral do que denominamos de período de sete anos da Tribulação, já que é um tempo em que a ira acumulada de Deus é liberada sobre a história humana e traz retribuição a um mundo que rejeitou a Cristo, mundo que será motivado por Satanás a perseguir crentes e judeus (Romanos 2.5; 5.9; Colossenses 3.6; Apocalipse 14.10, 19; 15.1,7; 16.1,19; 19.15).
Por exemplo, Romanos 2.5 diz: "Mas, segundo a tua dureza e coração impenitente, acumulas contra ti mesmo ira para o dia da ira e da revelação do justo juízo de Deus".
Portanto, vemos que a Bíblia diz que o que acontece com a humanidade na Tribulação será motivado pela ira de Deus, que está se acumulando durante a atual era da graça. [...]
Qual a relação entre "o tempo de angústia para Jacó" e a Tribulação?
A frase "tempo de angústia para Jacó" vem da profecia encontrada em Jeremias 30.5-7: "Assim diz o Senhor: Ouvimos uma voz de tremor e de temor e não de paz. Perguntai, pois, e vede, se acaso, um homem tem dores de parto. Por que vejo, pois, a cada homem com as mãos na cintura, como a que está dando à luz? E por que se tornaram pálidos todos os rostos? Ah! Que é grande aquele dia, e não há outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será livre dela".
Nessa passagem o profeta Jeremias fala de um tempo ainda futuro quando grande angústia ou tribulação virá sobre todo o Israel, que é simbolicamente denominado de "Jacó". Esse tempo é a Tribulação futura, ou um evento passado? É melhor interpretar esse tempo de angústia como algo que ainda é futuro para Israel - um tempo conhecido como a septuagésima semana de Daniel ou a Tribulação. O expositor bíblico e estudioso de profecia Dr. Charles H. Dyer escreve sobre essa passagem e seu significado:
A que "tempo de angústia" Jeremias está se referindo? Alguns acham que ele está indicando a derrota de Judá pela Babilônia ou a derrota posterior da Babilônia pela Medo-Pérsia. Mas, em ambos esses períodos o Reino do Norte, Israel, não foi afetado. Ele já tinha sido levado ao cativeiro (em 722 a.C.). Uma solução melhor é que Jeremias está referindo-se a um período de tribulação futuro quando o remanescente de Israel e Judá sofrerá uma perseguição incomparável (Daniel 9.27; 12.1; Mateus 24.15-22). O período terminará quando Cristo aparecer para resgatar os Seus eleitos (Romanos 11.26) e estabelecer Seu reino (Mateus 24.30-31; 25.31-46; Apocalipse 19.11-21; 20.4-6).[1]
Portanto, o tempo de angústia para Jacó enfatiza o aspecto da Tribulação futura que expressa a dificuldade pela qual os judeus ou descendentes de Jacó passarão durante esse período. [...]
Por que a Tribulação é Importante?
A Tribulação é importante para os crentes hoje por várias razões. Em primeiro lugar, o estudo da Palavra de Deus é sempre importante, e deve ser feito com cuidado. Independentemente do tipo de passagens estudadas, sejam sobre aliança ou cronologia, poesia, parábola, ou profecia, todas devem ser estudadas e aplicadas diligentemente. "Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda a boa obra" (2 Timóteo 3.16-17). A Tribulação é importante porque é ensinada na Bíblia.
Em segundo lugar, a Tribulação é importante porque, de certa forma, Satanás é desmascarado e vemos suas verdadeiras intenções e motivações. Essa compreensão do seu plano, se aplicada corretamente, pode ajudar o crente hoje na batalha espiritual.
Por exemplo, vemos que durante a Tribulação, Satanás usa a religião como um caminho falso e enganador. Isso é uma advertência para nós hoje.
Em terceiro lugar, a Tribulação é importante para nós porque grande parte do que vemos hoje e vimos no passado é uma preparação para o que virá. Por exemplo, o impulso atual para a globalização não pode surpreender aqueles que estão cientes do que a Bíblia ensina sobre o futuro. Porque nosso Deus Soberano ordenou anteriormente esses eventos, devemos nos confortar com o fato de que Ele está no controle. Esse tempo futuro de intensa maldade é a manifestação máxima da natureza pecaminosa da humanidade conjugada ao plano rebelde de Satanás. Mas ambos serão levados a julgamento por parte de um Deus justo e onipotente.
Conclusão
A história humana está cheia de tragédias e desespero pessoal, nacional e internacional. Em cada século, em cada império e em cada era houve manifestações do pecado original, da queda e da atividade satânica. As passagens da profecia bíblica (e outras passagens da Bíblia) ensinam claramente que o futuro trará um período específico de trauma e de tragédia extremos, durante o qual o terror e a tribulação serão intensos e internacionais. Essa era durará sete anos e, depois da batalha de Armagedom, culminará na Segunda Vinda do Senhor Jesus Cristo para estabelecer Seu reino milenar na terra. Nós acreditamos que essa era de Tribulação, cheia de destruição e perseguição, acontecerá depois do Arrebatamento da Igreja. Isto, porém, não isenta os crentes de hoje das suas responsabilidade diárias, do evangelismo, do discipulado e da vida santificada. A tribulação é certa, mas a vitória também é. Com relação à Tribulação, não devemos nos preocupar em como será a vida naqueles dias, mas sim, em como está a nossa vida hoje em dia. "Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus" (Efésios 5.15-16).
BISPO/JUIZ.DR.EDSON CAVALCANTE
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MENSAGEM
terça-feira, 13 de março de 2012
ESTUDO SOBRE O LIVRO DE JUDAS "IRMÃO DE JESUS CRISTO"...
A ADVERTÊNCIA DE JUDAS
“Amados, quando empregava toda a diligência em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos. Pois certos indivíduos se introduziram com dissimulação, os quais, desde muito, foram antecipadamente pronunciados para esta condenação, homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo.” Judas 3,4
O tempo do fim será um tempo de grande apostasia (desvio, afastamento) e de grande engano. Muitos se desviarão enganados e enlaçados no pecado.
Quando fala profeticamente dos últimos tempos e do caráter de muitos, o apóstolo Pedro é mais contundente: “Assim como no meio do povo surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão dissimuladamente heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. E muitos seguirão as suas práticas libertinas e, por causa deles será infamado o caminho da verdade;…” II Pd 2:1-22
O apóstolo Paulo também inspirados pelo Espírito de Deus fala de como seria o proceder de muitos nos últimos dias: “Sabe, porém, isto: Nos últimos dias sobrevirão tempos dificieis; pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, tendo a forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes. Pois entre estes se encontram os que penetram sorrateiramente nas casas e conseguem cativar mulherinhas sobrecarregadas de pecados, conduzidas de várias paixões, que aprendem sempre e jamais podem chegar ao conhecimento doa verdade. E, do modo por que Janes e Jambres resistiram a Moisés, também estes resistem a verdade. São homens de todo corrompidos na mente, réprobos quanto a fé; eles todavia, não irão avante; porque a sua insensatez será a todos evidente, como Também aconteceu com a daqueles.” II Tm 3:1-9
Judas, em sua pequena carta, fala destes homens do tempo do fim, que “ são escarnecedores, andando segundo as suas ímpias paixões. 17-19
CARACTERÍSTICAS PESSOAIS DOS FALSOS MESTRES E FALSOS IRMÃOS
Dissimulados em seu comportamento. Vs. 4
Pervertidos. Transformam a graça de Deus em libertinagem. Vs. 4
Negam o único Soberano e Salvador Jesus Cristo. Vs. 4
Rebeldes. Rejeitam todo governo e difamam autoridades superiores. Vs. 8,10 “ Gracejam, das glórias celestes” “Espírito de agressividade e revolta, expressado em palavras violentas”
A rebelião à autoridade reflete uma revolta contra a autoridade espiritual divina, uma resistência contra Deus.: “ Moisés este povo não está contra vós, mas contra mim.”
Murmuradores, de espírito insatisfeito.
Queixosos; sendo insatisfeitos, reclamam contra sua sorte e seu destino na vida.
Carnais. Andam segundo suas paixões e desejos sensuais.
Aduladores de outros por motivos interesseiros.
Promotores de divisões.
Sua boca vive propalando grandes arrogâncias.
Três exemplos negativos que nos servem de advertências:
O julgamento dos israelitas infiéis e incrédulos que caíram no deserto. Vs. 5
O julgamento dos anjos caídos. Vs. 6 “ Não guardaram o seu estado original”. “Deixaram a sua própria habitação”. II Pd 2:4
O julgamento de Sodoma e Gomorra. Vs. 7
Pecados de dissolução. Prostituição. Homossexualismo. Lesbianismo. Devassidão.
Três atitudes negativas praticadas pelos falsos irmãos que muito se assemelham a de homens no passado:
1° “ Prosseguiram pelo caminho de Caim” vs. 11
2° “ O engano do prêmio de Balaão” II Pd 2:15
Quando a nação de Israel estava nas proximidades da terra de Moabe, no deserto, envolveu-se no culto idolátrico dos Moabitas e suas práticas imorais.
(Nm 25) Este deslize foi atribuído a Balaão e pode ser este, os erros referidos por Judas.
3° “ Pereceram na revolta de Core”Vs. 11
A prática de pecados dos falsos irmãos corresponde à rebelião de Coré, o grupo que se revoltou contra a autoridade de Moisés. Esta frase apóia talvez a interpretação de que no Vs. 8 refere-se à revolta contra a autoridade dos apóstolos na igreja.
Descrição negativa do caráter dos falsos irmãos em forma de metáforas:
Rochas submersas. Pastores que a si mesmo se apascentam. Águas impelidas pelos ventos. Árvores em plena estação, desprovidas de frutos duplamente mortas, desarraigadas. Ondas bravias. Estrelas errantes.
A PRESERVAÇÃO DE UMA FÉ GENUÍNA.
“ O JUSTO VIVERÁ PELA FÉ ” Hb10:38; Hc 2:4
Batalhar diligentemente pela fé. Vs. 3
Edificando-vos na vossa santíssima fé. Vs. 20 ‘ Esta fé é o alicerce sobre o qual se deve construir a vida.”
Orando no Espírito Santo. Vs. 20 Conservar a fé e a pureza. Vs. 20,21
Guardai-vos no amor. Vs. 21 Esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna. Vs. 21
Compaixão para os que estão em dúvida. Vs. 22 Quando possível, devem procurar a recuperação moral e espiritual dos que estão em dúvidas.
Buscar a salvação e o livramento do dia do Juízo. Vs. 23
A CERTEZA DE GLÓRIA FUTURA E DO LOUVOR ETERNO A DEUS
O Senhor nos guardará de tropeços. Vs. 24
E nos apresentará com exultação e imaculados diante de sua glória. Vs. 24
Louvor genuíno e verdadeiro ao Deus Todo-Poderoso. Vs.25...
BISPO/JUIZ.DR.EDSON CAVALCANTE
“Amados, quando empregava toda a diligência em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos. Pois certos indivíduos se introduziram com dissimulação, os quais, desde muito, foram antecipadamente pronunciados para esta condenação, homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo.” Judas 3,4
O tempo do fim será um tempo de grande apostasia (desvio, afastamento) e de grande engano. Muitos se desviarão enganados e enlaçados no pecado.
Quando fala profeticamente dos últimos tempos e do caráter de muitos, o apóstolo Pedro é mais contundente: “Assim como no meio do povo surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão dissimuladamente heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. E muitos seguirão as suas práticas libertinas e, por causa deles será infamado o caminho da verdade;…” II Pd 2:1-22
O apóstolo Paulo também inspirados pelo Espírito de Deus fala de como seria o proceder de muitos nos últimos dias: “Sabe, porém, isto: Nos últimos dias sobrevirão tempos dificieis; pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, tendo a forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes. Pois entre estes se encontram os que penetram sorrateiramente nas casas e conseguem cativar mulherinhas sobrecarregadas de pecados, conduzidas de várias paixões, que aprendem sempre e jamais podem chegar ao conhecimento doa verdade. E, do modo por que Janes e Jambres resistiram a Moisés, também estes resistem a verdade. São homens de todo corrompidos na mente, réprobos quanto a fé; eles todavia, não irão avante; porque a sua insensatez será a todos evidente, como Também aconteceu com a daqueles.” II Tm 3:1-9
Judas, em sua pequena carta, fala destes homens do tempo do fim, que “ são escarnecedores, andando segundo as suas ímpias paixões. 17-19
CARACTERÍSTICAS PESSOAIS DOS FALSOS MESTRES E FALSOS IRMÃOS
Dissimulados em seu comportamento. Vs. 4
Pervertidos. Transformam a graça de Deus em libertinagem. Vs. 4
Negam o único Soberano e Salvador Jesus Cristo. Vs. 4
Rebeldes. Rejeitam todo governo e difamam autoridades superiores. Vs. 8,10 “ Gracejam, das glórias celestes” “Espírito de agressividade e revolta, expressado em palavras violentas”
A rebelião à autoridade reflete uma revolta contra a autoridade espiritual divina, uma resistência contra Deus.: “ Moisés este povo não está contra vós, mas contra mim.”
Murmuradores, de espírito insatisfeito.
Queixosos; sendo insatisfeitos, reclamam contra sua sorte e seu destino na vida.
Carnais. Andam segundo suas paixões e desejos sensuais.
Aduladores de outros por motivos interesseiros.
Promotores de divisões.
Sua boca vive propalando grandes arrogâncias.
Três exemplos negativos que nos servem de advertências:
O julgamento dos israelitas infiéis e incrédulos que caíram no deserto. Vs. 5
O julgamento dos anjos caídos. Vs. 6 “ Não guardaram o seu estado original”. “Deixaram a sua própria habitação”. II Pd 2:4
O julgamento de Sodoma e Gomorra. Vs. 7
Pecados de dissolução. Prostituição. Homossexualismo. Lesbianismo. Devassidão.
Três atitudes negativas praticadas pelos falsos irmãos que muito se assemelham a de homens no passado:
1° “ Prosseguiram pelo caminho de Caim” vs. 11
2° “ O engano do prêmio de Balaão” II Pd 2:15
Quando a nação de Israel estava nas proximidades da terra de Moabe, no deserto, envolveu-se no culto idolátrico dos Moabitas e suas práticas imorais.
(Nm 25) Este deslize foi atribuído a Balaão e pode ser este, os erros referidos por Judas.
3° “ Pereceram na revolta de Core”Vs. 11
A prática de pecados dos falsos irmãos corresponde à rebelião de Coré, o grupo que se revoltou contra a autoridade de Moisés. Esta frase apóia talvez a interpretação de que no Vs. 8 refere-se à revolta contra a autoridade dos apóstolos na igreja.
Descrição negativa do caráter dos falsos irmãos em forma de metáforas:
Rochas submersas. Pastores que a si mesmo se apascentam. Águas impelidas pelos ventos. Árvores em plena estação, desprovidas de frutos duplamente mortas, desarraigadas. Ondas bravias. Estrelas errantes.
A PRESERVAÇÃO DE UMA FÉ GENUÍNA.
“ O JUSTO VIVERÁ PELA FÉ ” Hb10:38; Hc 2:4
Batalhar diligentemente pela fé. Vs. 3
Edificando-vos na vossa santíssima fé. Vs. 20 ‘ Esta fé é o alicerce sobre o qual se deve construir a vida.”
Orando no Espírito Santo. Vs. 20 Conservar a fé e a pureza. Vs. 20,21
Guardai-vos no amor. Vs. 21 Esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna. Vs. 21
Compaixão para os que estão em dúvida. Vs. 22 Quando possível, devem procurar a recuperação moral e espiritual dos que estão em dúvidas.
Buscar a salvação e o livramento do dia do Juízo. Vs. 23
A CERTEZA DE GLÓRIA FUTURA E DO LOUVOR ETERNO A DEUS
O Senhor nos guardará de tropeços. Vs. 24
E nos apresentará com exultação e imaculados diante de sua glória. Vs. 24
Louvor genuíno e verdadeiro ao Deus Todo-Poderoso. Vs.25...
BISPO/JUIZ.DR.EDSON CAVALCANTE
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ESTUDO SOBRE JUDAS
O SENHOR VISITOU SARA...
“ 1 Visitou o SENHOR a Sara, como lhe dissera, e o SENHOR cumpriu o que lhe havia prometido. 2 Sara concebeu e deu à luz um filho a Abraão na sua velhice, no tempo determinado, de que Deus lhe falara. 3 Ao filho que lhe nasceu, que Sara lhe dera à luz, pôs Abraão o nome de Isaque. 4 Abraão circuncidou a seu filho Isaque, quando este era de oito dias, segundo Deus lhe havia ordenado. 5 Tinha Abraão cem anos, quando lhe nasceu Isaque, seu filho. 6 E disse Sara: Deus me deu motivo de riso; e todo aquele que ouvir isso vai rir-se juntamente comigo. 7 E acrescentou: Quem teria dito a Abraão que Sara amamentaria um filho? Pois na sua velhice lhe dei um filho.” (Gênesis 21:1-7 RA)
1. Introdução
Em certos momentos, a vida cristã é semelhante a uma terra de montes e de vales”. Isto nos lembra o que Deus diz sobre a terra que seu povo conquistaria: “….a terra que passais a possuir é terra de montes e de vales; da chuva dos céus beberá as águas; (Dt. 11:11)
Ao estudar a bíblia nós aprendemos que o céu é um lugar de alegria sem fim; o inferno é um lugar de sofrimento sem fim.
Mas o que falar desta terra? Aqui nesta terra, devemos esperar tanto alegrias quanto tristezas, tanto riso quanto lágrimas. A grande verdade meu irmão(ã) é que não há montes sem vales, assim como não há vitórias sem grandes lutas. Isso é verdade especialmente na vida familiar, pois as vezes, as mesmas pessoas que nos dão alegria, também podem nos causar tristeza. Os relacionamentos podem tornar-se desgastados e mudar de uma hora para outra, enquanto nos perguntamos o que aconteceu com um lar antes tão feliz.
Quando falamos de problemas em família, gosto muito de lembrar de um provérbio chinês: “Ninguém tem uma família que possa pendurar na porta de sua casa uma placa dizendo: ‘Aqui não há nada de errado’”.
Nem mesmo Abraão, o nosso exemplo de fé, poderia dizer: na minha família não há problemas. Vejamos. Sara havia carregado consigo o fardo da esterilidade durante muitos anos. Aliás, um fardo extremamente pesado para uma família que vivia naquela cultura e naquela época.
As pessoas deviam sorrir quando ouviam que o nome de seu marido era Abraão, “pai de uma multidão”. Mas ao contrário, Ele era pai de um filho, Ismael, mas isso não era muito, e Sara jamais havia dado à luz.
Mas, agora, toda a sua vergonha havia se extinguido, e Abraão e Sara estavam se regozijando com a chegada de seu filho.
2. Ao ler Genesis 21, aprendemos que o nascimento de Isaque representou um momento de grande significado para a famíia de Abraão.
2.1 O nascimento de Isaque envolvia muito mais do que a alegria dos pais, pois significava o cumprimento da promessa de Deus.
Quando Deus chamou Abraão, havia prometido fazer dele uma grande nação que abençoaria o mundo todo (Gn 12:1-3); e, em várias ocasiões, prometera que daria a terra de Canaã aos descendentes de Abraão (Gn 1 7:7) e que os multiplicaria grandemente (Gn 13:15-1 7).
Abraão seria o pai do herdeiro prometido (Gn 15:4), e Sara (não Agar), a mãe (Gn 17:19; 18:9-15). O nascimento de Isaque lembra que, a seu modo e a seu tempo, Deus cumpre suas promessas.
Mas, um grande obstáculo ao cumprimento das promessas, é passarmos a olhar mais para as circunstâncias.
Quando a promessa parecia ter sido vencida pelo tempo e pelas circunstâncias, o Senhor chama Abraão para fora da tenda e o fez contemplar as estrela do céu (Gn.12:3) fazendo-o entender que a promessa não era simplesmente o nascimento de um filho, mais o surgimento de uma grande nação e o manifestar da benção do Senhor sobre todas as famílias da terra (Gn.12:3).
Saia da sua tenda! Levanta-se do lugar que limita a sua visão e perceba que aquilo que Deus tem pra você é infinito maior do que você mesmo possa imaginar.
Ilustração. Guilherme Carey, considerado o “pai do movimento moderno de missões”, era um simples sapateiro em Londres, mas tinha um propósito de vida e uma visão que o levou a ser um dos maiores vultos da história do cristianismo. Seu lema era: “Espere grandes coisas de Deus, realize grandes coisas para Deus”.
Se você esperar grandes coisas, pela fé em Cristo, podera ser usado para realizar grandes feitos!
2.2 O nascimento de Isaque também significa a recompensa pela paciência.
Abraão e Sara tiveram de esperar vinte e cinco anos pelo nascimento do filho, pois, “pela fé e pela longanimidade, [herdamos] as promessas” (Hb 6:12; ver Hb 10:36).
Quando confiamos em Deus alcançaremos bênçãos no final, mas é importante saber que também alcançamos bênçãos enquanto esperamos pacientemente.
Salmos 40:1: “Esperei confiantemente pelo SENHOR; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro.”
Você tem aprendido a esperar? Deus nos dá promessas, mas ele exercita a nossa capacidade de saber esperar.
Os atletas olímpicos desenvolvem suas habilidades ao treinar por muito tempo antes de uma importante competição. Eles esperam pacientemente o grande momento da disputa se preparando bastante.
Quanto mais se prepararem, maiores serão as chances de eles serem coroados com a glória da vitoria.
2.3 O nascimento de Isaque certamente foi a revelação do poder de Deus.
Esse foi um dos motivos pelos quais Deus esperou tanto tempo: Deus queria que o nascimento de Isaque fosse uma experiência milagrosa e não algo comum. Isaque nasceu quando seus pais já tinham idade avançada. Se Isaque nascesse antes, este fato seria bom, mas Deus queria fazer algo mais extraordinário. Deus queria mostrar que seu poder opera muito alem dos limites alcançados pela sabedoria humana.
“Porque para Deus não haverá impossíveis em todas as suas promessas” (Lc 1:37).
As vezes, Deus parece demorar porque Ele quer realizar coisas extraordinárias. As vezes, Deus até permite que a situação fique mais difícil, mais impossível aos olhos dos homens para que todos possam ver a grandiosidade de sua glória. Quando Lazaro estava doente Jesus poderia ter ido ao encontro dele imediatamente. Mas não. Esperou onde estava. Jesus tinha algo maior para fazer em sua vida. Jesus esperou que ele morresse, pois seu plano era fazer algo extraordinariamente maior, de modo que, todos pudessem ver a gloria de Deus.
3. Conclusão
Por fim, o nascimento de Isaque foi mais um passo no processo de cumprir o propósito de Deus.
Já dizia o grande general chinês Sun Tzu no seu livro “A Arte da Guerra”: “Uma batalha se vence cuidando dos detalhes”.
A futura redenção de um mundo perdido encontrava-se num bebê! Isaque geraria Jacó; Jacó daria ao mundo as doze tribos de Israel; e de Israel nasceria o Messias prometido. Ao longo dos séculos, alguns “elos” na cadeia das promessas podem ter parecido insignificantes e fracos, mas ajudaram a cumprir os propósitos de Deus.
Quando Deus tem um plano, Ele cuida de todos os detalhes para que seu plano de certo.
Voce pode ter a certeza de que Deus esta no comando de sua vida e família. Se você acha que ele esta demorando, e que a situação esta ficando cada vez mais impossível, lembre-se que Ele é especialista em realizar feitos extraordinários em situações desse tipo...
BISPO/JUIZ.DR.EDSON CAVALCANTE
1. Introdução
Em certos momentos, a vida cristã é semelhante a uma terra de montes e de vales”. Isto nos lembra o que Deus diz sobre a terra que seu povo conquistaria: “….a terra que passais a possuir é terra de montes e de vales; da chuva dos céus beberá as águas; (Dt. 11:11)
Ao estudar a bíblia nós aprendemos que o céu é um lugar de alegria sem fim; o inferno é um lugar de sofrimento sem fim.
Mas o que falar desta terra? Aqui nesta terra, devemos esperar tanto alegrias quanto tristezas, tanto riso quanto lágrimas. A grande verdade meu irmão(ã) é que não há montes sem vales, assim como não há vitórias sem grandes lutas. Isso é verdade especialmente na vida familiar, pois as vezes, as mesmas pessoas que nos dão alegria, também podem nos causar tristeza. Os relacionamentos podem tornar-se desgastados e mudar de uma hora para outra, enquanto nos perguntamos o que aconteceu com um lar antes tão feliz.
Quando falamos de problemas em família, gosto muito de lembrar de um provérbio chinês: “Ninguém tem uma família que possa pendurar na porta de sua casa uma placa dizendo: ‘Aqui não há nada de errado’”.
Nem mesmo Abraão, o nosso exemplo de fé, poderia dizer: na minha família não há problemas. Vejamos. Sara havia carregado consigo o fardo da esterilidade durante muitos anos. Aliás, um fardo extremamente pesado para uma família que vivia naquela cultura e naquela época.
As pessoas deviam sorrir quando ouviam que o nome de seu marido era Abraão, “pai de uma multidão”. Mas ao contrário, Ele era pai de um filho, Ismael, mas isso não era muito, e Sara jamais havia dado à luz.
Mas, agora, toda a sua vergonha havia se extinguido, e Abraão e Sara estavam se regozijando com a chegada de seu filho.
2. Ao ler Genesis 21, aprendemos que o nascimento de Isaque representou um momento de grande significado para a famíia de Abraão.
2.1 O nascimento de Isaque envolvia muito mais do que a alegria dos pais, pois significava o cumprimento da promessa de Deus.
Quando Deus chamou Abraão, havia prometido fazer dele uma grande nação que abençoaria o mundo todo (Gn 12:1-3); e, em várias ocasiões, prometera que daria a terra de Canaã aos descendentes de Abraão (Gn 1 7:7) e que os multiplicaria grandemente (Gn 13:15-1 7).
Abraão seria o pai do herdeiro prometido (Gn 15:4), e Sara (não Agar), a mãe (Gn 17:19; 18:9-15). O nascimento de Isaque lembra que, a seu modo e a seu tempo, Deus cumpre suas promessas.
Mas, um grande obstáculo ao cumprimento das promessas, é passarmos a olhar mais para as circunstâncias.
Quando a promessa parecia ter sido vencida pelo tempo e pelas circunstâncias, o Senhor chama Abraão para fora da tenda e o fez contemplar as estrela do céu (Gn.12:3) fazendo-o entender que a promessa não era simplesmente o nascimento de um filho, mais o surgimento de uma grande nação e o manifestar da benção do Senhor sobre todas as famílias da terra (Gn.12:3).
Saia da sua tenda! Levanta-se do lugar que limita a sua visão e perceba que aquilo que Deus tem pra você é infinito maior do que você mesmo possa imaginar.
Ilustração. Guilherme Carey, considerado o “pai do movimento moderno de missões”, era um simples sapateiro em Londres, mas tinha um propósito de vida e uma visão que o levou a ser um dos maiores vultos da história do cristianismo. Seu lema era: “Espere grandes coisas de Deus, realize grandes coisas para Deus”.
Se você esperar grandes coisas, pela fé em Cristo, podera ser usado para realizar grandes feitos!
2.2 O nascimento de Isaque também significa a recompensa pela paciência.
Abraão e Sara tiveram de esperar vinte e cinco anos pelo nascimento do filho, pois, “pela fé e pela longanimidade, [herdamos] as promessas” (Hb 6:12; ver Hb 10:36).
Quando confiamos em Deus alcançaremos bênçãos no final, mas é importante saber que também alcançamos bênçãos enquanto esperamos pacientemente.
Salmos 40:1: “Esperei confiantemente pelo SENHOR; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro.”
Você tem aprendido a esperar? Deus nos dá promessas, mas ele exercita a nossa capacidade de saber esperar.
Os atletas olímpicos desenvolvem suas habilidades ao treinar por muito tempo antes de uma importante competição. Eles esperam pacientemente o grande momento da disputa se preparando bastante.
Quanto mais se prepararem, maiores serão as chances de eles serem coroados com a glória da vitoria.
2.3 O nascimento de Isaque certamente foi a revelação do poder de Deus.
Esse foi um dos motivos pelos quais Deus esperou tanto tempo: Deus queria que o nascimento de Isaque fosse uma experiência milagrosa e não algo comum. Isaque nasceu quando seus pais já tinham idade avançada. Se Isaque nascesse antes, este fato seria bom, mas Deus queria fazer algo mais extraordinário. Deus queria mostrar que seu poder opera muito alem dos limites alcançados pela sabedoria humana.
“Porque para Deus não haverá impossíveis em todas as suas promessas” (Lc 1:37).
As vezes, Deus parece demorar porque Ele quer realizar coisas extraordinárias. As vezes, Deus até permite que a situação fique mais difícil, mais impossível aos olhos dos homens para que todos possam ver a grandiosidade de sua glória. Quando Lazaro estava doente Jesus poderia ter ido ao encontro dele imediatamente. Mas não. Esperou onde estava. Jesus tinha algo maior para fazer em sua vida. Jesus esperou que ele morresse, pois seu plano era fazer algo extraordinariamente maior, de modo que, todos pudessem ver a gloria de Deus.
3. Conclusão
Por fim, o nascimento de Isaque foi mais um passo no processo de cumprir o propósito de Deus.
Já dizia o grande general chinês Sun Tzu no seu livro “A Arte da Guerra”: “Uma batalha se vence cuidando dos detalhes”.
A futura redenção de um mundo perdido encontrava-se num bebê! Isaque geraria Jacó; Jacó daria ao mundo as doze tribos de Israel; e de Israel nasceria o Messias prometido. Ao longo dos séculos, alguns “elos” na cadeia das promessas podem ter parecido insignificantes e fracos, mas ajudaram a cumprir os propósitos de Deus.
Quando Deus tem um plano, Ele cuida de todos os detalhes para que seu plano de certo.
Voce pode ter a certeza de que Deus esta no comando de sua vida e família. Se você acha que ele esta demorando, e que a situação esta ficando cada vez mais impossível, lembre-se que Ele é especialista em realizar feitos extraordinários em situações desse tipo...
BISPO/JUIZ.DR.EDSON CAVALCANTE
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