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quinta-feira, 19 de maio de 2011

MINHA CAMINHADA

Sei que na minha caminhada tem um destino e uma direção,
por isso devo medir meus passos, prestar atenção no que faço
e no que fazem os que por mim também passam
ou pelos quais passo eu…

Que eu não me iluda com o ânimo e o vigor dos primeiros trechos,
porque chegará o dia em que os pés não terão tanta força
e se ferirão no caminho e se cansarão mais cedo…

Todavia, quando o cansaço houver, que eu não me desespere
e acredite que ainda terei forças para continuar,
principalmente quando houver quem me auxilie…

É oportuno que, em meus sorrisos, eu me lembre
de que existem os que choram, que, assim,
meu riso não ofenda a mágoa dos que sofrem:
por outro lado, quando chegar a minha vez de chorar,
que eu não me deixe dominar pela desesperança,
mas que eu entenda o sentido do sofrimento, que me nivela,
que me iguala, que torna todos os homens iguais…

Quando eu tiver tudo, farnel e coragem, água no cantil,
e ânimo no coração, bota nos pés e chapéu na cabeça, e,
assim, não temer o vento e o frio, a chuva e o tempo…

Que eu não me considere melhor do que aqueles que ficarão atrás,
porque pode vir o dia em que nada terei mais para minha jornada
e aqueles, que ultrapassei na caminhada, me alcançarão
e também poderão fazer como eu fiz e nada de fato fazer por mim,
que ficarei no caminho sem concluí-lo…

Quando o dia brilhar, que eu tenha vontade de ver a noite
em que a caminhada será mais fácil e mais amena;
quando for noite, porém e a escuridão tornar mais difícil a chegada,
que eu saiba esperar o dia como aurora, o calor como bênção…

Que eu perceba que a caminhada sozinho pode ser mais rápida,
mas muito mais vazia…

Quando eu tiver sede, que encontre a fonte no caminho,
quando eu me perder, que ache a indicação, a seta, a direção…

Que eu não siga os que desviam,
mas que ninguém se desvie seguindo os meus passos…

Que a pressa em chegar não me afaste
da alegria de ver as flores simples que estão à beira da estrada,
que eu não perturbe a caminhada de ninguém,
que eu entenda que seguir faz bem, mas que, às vezes,
é preciso ter-se a bravura de voltar atrás
e recomeçar e tomar outra direção…

Que eu não caminhe sem rumo, que eu não me perca nas encruzilhadas,
mas que eu não tema os que assaltam-me, os que embuçam,
mas que eu vá onde devo ir e, se eu cair no meio do caminho,
que fique a lembrança de minha queda
para impedir que outros caiam no mesmo abismo…

Que eu chegue, sim, mas, ainda mais importante,
que eu faça chegar quem me perguntar, quem me pedir conselho,
e acima de tudo, me seguir, confiando em mim !
BISPO/JUIZ.DR.EDSON CAVALCANTE

HOMOFOBIA

Desde os tempos idos assim como Israel, todas as nações tinham suas leis, estatutos e regras. Haviam casos em que a palavra de um monarca valia como lei escrita. Nessas leis o rei ordenava que ele, somente ele, fosse adorado. Quem adorasse outros deuses seria morto (Dn 6.12). A vida civil e a religiosa eram regidas pelo rei. Ou seja, o rei era a “constituição”.
O deus Baal era adorado por regimento também. Os sidônios (1 Rs 11:2) adoravam Astarote, a filha de Baal. Esta recebia adoração com rituais de licenciosidades e grandes apelos sexuais entre pessoas de sexo diferente e até entre pessoas do mesmo sexo. Toda a licenciosidade fazia parte da “Constituição de Baal”.
No Brasil, todos nós, estamos a alguns dias para recebermos uma “Constituição de Baal”. Vamos continuar adorando ao Nosso Deus, mas seremos regidos por Baal. Se seremos regidos por Baal seremos servos de Baal.
Inventaram uma palavra chamada “HOMOFOBIA”. Desde a reforma do ensino em 1971, quando acabaram com o curso de admissão e eliminaram o ensino da filosofia nas escolas, nunca se tomou conhecimento desta palavra. Nem os dicionários a conheciam. Nem os melhores conhecedores universitários da língua portuguesa ouviram falar.
Quando tentei estudar o significado de tal palavra fiquei arrepiado e meu espírito desmaiou em mim. O termo “homo” faz alusão aquilo que é único. Ou seja, do único sexo. E “fobia” é todo sentimento genérico que eles chamam de mórbido e doentio.
Resumindo: estão chamando de doente pessoas sadias. Pessoas que crêem No Deus que fez homem e mulher para formação da família. Estão chamando Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo de insanos.
Só para você ter uma idéia. A “Constituição de Baal” prescreve o seguinte:
- Vai prender um pai decente que contestar tal prática.
- Nós evangélicos poderemos dizer nos cultos, dentro das igrejas, que homossexualismo é pecado, mas fora dos cultos seremos presos.
- As escolas deverão ensinar para nossos filhos que eles “deverão” ser homossexuais.
BISPO/JUIZ.DR.EDSON CAVALCANTE

quarta-feira, 18 de maio de 2011

COMO VENCER UMA GUERRA

Como vencer uma guerra
“uma guerra é feita por muitas batalhas.
Se você perdeu uma batalha,
Não significa, necessariamente, que
Já perdeu a guerra.”

Versículo do dia:

“ E disse: Dai ouvidos todo o Judá, e vós, moradores de Jerusalém, e tu, ó rei Jeosafá; assim o SENHOR vos diz: Não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão; pois a peleja não é vossa, mas de Deus. ”
Ii crônicas 20:15

Oração do Dia:
Senhor Deus, hoje eu entendo que muitas
batalhas que perdi eram oportunidades
para meu crescimento e aperfeiçoamento
para vender a guerra.
Eu lhe peço que remova da minha vida
O desânimo e me ajude a levantar e
Continuar. Eu quero te buscar cada
Dia mais e sei que, pela fé, já venci
Essa guerra. Agradeço-te pela vitória.
Em nome de jesus
Amem...
BISPO/JUIZ.DR.EDSON CAVALCANTE

terça-feira, 17 de maio de 2011

QUATRO LEPROSOS A DISPOSIÇÃO DE DEUS

QUATRO LEPROSOS A DISPOSIÇÃO DE DEUS


 BISPO/JUIZ.DR.BENEDITO EDSON CAVALCANTE DA SILVA
II REIS 7.3-9

I - O CERCO DE BEN-HADADE

# 6:24 - Em que se consistia um cerco?

Quase toda cidade daquela época era fortificada, ou seja, possuía grande e alto muro ao redor de toda a extensão de suas casas. Samaria possuía estes muros e poucas portas de acesso para dentro dos muros da cidade. À noite, as portas eram fechadas e ninguém entrava ou saía mais dali. Era a única maneira de manter os inimigos de fora da cidade.

A estratégia de guerra era interessante:

Ben-Hadade reunia todo o seu exército (de acordo com a enciclopédia judaica que cita a Literatura Rabínica, ele tinha 120 mil soldados, incluídos os soldados dos 32 reis que eram seus aliados) e sitiava a cidade. Faziam o seu acampamento ao redor de toda a cidade, armando tendas, fazendo fogueiras, a uma distância que todos que subissem nos muros da cidade conseguiriam enxergá-los, mas nenhuma flecha ou lança os alcançaria. Ali permaneciam por semanas, meses ou quem sabe anos, não deixando que ninguém entrasse na cidade ou saísse dela com vida. Ficavam acampados ao redor da cidade até que a comida e a bebida de dentro da cidade acabasse, e aí, enfraquecidos e famintos, os moradores da cidade abririam as portas e os deixariam entrar. Assim tomavam a cidade sem ter que se esforçar.

A fome começara a apertar em Samaria. 6:25

A fome era tanta que aquelas pessoas que ainda possuíam algum recurso compravam cabeças de jumento por 80 ciclos de prata (mais ou menos 50 dólares hoje) e com cinco ciclos (mais ou menos três dólares e meio) de prata compravam esterco de pombas. O historiador judeu Flávio Josefo diz que o esterco servia de sal para a cabeça de jumento a ser comida. Outro comentarista fala que o esterco servia de combustível para refogar a cabeça de jumento. Qualquer uso disso dá nojo em quem imagina.

Mas havia pessoas, como em toda cidade há, que não tinham 85 ciclos de prata para comprar cabeças de jumento e esterco de pombas. Não tinham nada... Mas para saciar a própria fome, mulheres estavam se alimentando da mais vil das comidas:

6:26-29
seus próprios filhos, sendo cozidos e comidos.

Tamanha era a fome em Samaria, mas nem assim o Rei conseguia enxergar seu pecado e o pecado do seu povo, mas antes pretendia achar um culpado para toda aquela situação. Sendo assim jogou a culpa em cima de Eliseu, o profeta do Senhor, que morava ali na cidade e estava sofrendo o cerco juntamente com todos.

# Que semelhança tem estes acontecimentos com nossos dias?

Muitas semelhanças.

1. Satanás cerca com todo o seu exército as vidas dos homens, suas casas e suas cidades querendo tomar posse de tudo.

Ele “mata” toda ajuda que pode chegar até nós, e não deixa que nada saia de nós em expressão verbal ou emocional que pode nos ajudar. Ele faz questão de cercar nossas vidas, nossas casas, nossas cidades e esperar. Esperar até que abrimos a porta para que ele entre lhe dando o lugar de honra, o lugar do dono.

2. Nossa gente, faminta e já “comendo os seus próprios filhos” abre as portas, escancara os ferrolhos, para que ele entre para dominar tudo e todos.

Quando pais deixam seus filhos sem correção, instrução, limite estão justamente abrindo as portas de suas vidas e famílias para que o inimigo entre e faça com a família o que quiser.

3. Com o cerco, pessoas se alimentam do que tem dentro e assim passam a ter mais fome do que é mal, do que é podre. A mente fica tão poluída que não dá mais para limpar. Cauteriza-se a mente...

4. O que poderemos dizer ao olharmos para o caso recente do pai e a madrasta de uma menina linda e inocente, Isabela, a mataram com as próprias mãos – “alimentando-se” com o ódio e saciando a sede e fome com a morte da criança?

II - A DISPOSIÇÄO E O USO DO SENHOR

# “... levantaram-se...”
Impressiona-me que Deus poderia usar homens e mulheres importantes que ali se encontravam.

Deus poderia ter usado o Rei; ou quem sabe um de seus príncipes; ou até mesmo um levita ou sacerdote; um capitão do exército do Rei; ou ainda além de todo, Deus poderia ter usado o seu profeta para avisar o povo de Samaria que já estava livre, mas Deus fez uso de instrumentos que a olhos humanos não eram nem dignos de entrar na cidade, quanto mais de serem usados por Deus (a própria lei do Senhor era rígida ao ponto de nem aceitarem-se que morassem dentro da cidade ou arraial).

Deus usou quatro homens leprosos. Isto mostra que Deus, o nosso Deus, usa leprosos...

A pergunta, porém, é:

Até que ponto você está disposto a sacrificar-se, por amor a Cristo, pelos outros?

Quem aqui pode levantar sua mão e dizer que não é leproso?

A Bíblia sempre compara a lepra com o pecado e deste ponto de vista não há nenhum homem sobre esta terra (a não ser Jesus!) que não seja “leproso” - PECADOR.

Mas para você que sempre se sentiu desprezado, amargurado e sem capacidade para ser usado por Deus eu digo:

Deus quer usar leprosos como eu e você!

III - A MENSAGEM DE LIBERTAÇÄO

Eles, os leprosos, entraram em algumas tendas e levaram para esconder riquezas incontáveis e muita comida, fartando-se de tudo aquilo que tinham sido privados já a bastante tempo.

Eles nem estavam se lembrando, a princípio, da cidade que lá permanecia, como se o inimigo ainda não tivesse sido derrotado, morrendo sem saber que podia libertar-se, sair e alimentar-se, pois, Deus já resolvera o problema do cerco...

Outra pergunta é: “Será que não fazemos o mesmo?”

Domingo após domingo, trabalho após trabalho, nos alimentamos, fartamos nossa alma e espírito, comendo toda sorte de manjares espirituais, mostrados para nós através da palavra de Cristo, porém, não somos como os leprosos em sua segunda fase: não escutamos a voz do Espírito Santo a gritar em nossos ouvidos que “a cidade”, as gentes, os povos, as nações, as línguas e as raças precisam de alguém que vá até eles, que retorne e lhes fale sobre a libertação já promovida por Cristo na cruz.

Egoisticamente permanecemos imóveis enquanto milhões se perdem sem nem mesmo ouvir de Cristo uma única vez.

As 2000 nações ainda não alcançadas continuam intocadas pelo evangelho do Senhor. De 1920 para cá, 930 povos já se extinguiram sem terem tido a oportunidade de ouvir de Jesus uma única vez...

Deus quer usar leprosos, mas leprosos que tenham DISPOSIÇÃO e que escutem a voz do Espírito Santo

CONCLUSÃO:

A situação do mundo não mudou nada.

Em uma região da África, 300 animais são sacrificados aos espíritos numa só noite (enquanto que suas crianças morrem de inanição);

Milhões passam fome na Índia, enquanto seus animais são cultuados e adorados como deuses;

Em uma região africana, crianças com até oito anos ainda podem ser sacrificadas ao deus Mal, para aplacar sua ira contra o povo;

No Brasil, crianças são mutiladas e sacrificadas para satisfação de caprichos e raiva de parentes, amigos ou desconhecidos.

Nem precisamos ir tão longe – olhe ao seu redor. Quanto sacrifício você está disposto a fazer para cuidar daquele que está ao seu lado? Quanto do seu ego você pode deixar de lado? Quanto do seu egoísmo? Quanto sono pode perder para orar por ele? Quanto abraço pode dar no seu irmão fazendo-o sentir-se amado e querido.

Até quando você vai esperar?

O QUE VOCÊ PRETENDE FAZER?

Levantar-se da porta onde está assentado inerte e ir até o arraial do inimigo, ou permanecer assentado até morrer e assim outro irá tomar o seu lugar, no seu banco, assentado até morrer também..

VINDE A MIM AS CRIANÇINHAS POIS DELAS É O REINO DE DEUS

VINDE A MIM AS CRIANÇINHAS POIS DELAS É O REINO DE DEUS



BISPO/JUIZ.DR.BENEDITO EDSON CAVALCANTE DA SILVA

Uma associação americana de vítimas de padres pedófilos e um líder judeu desaprovaram, nesta sexta-feira, as palavras de um pregador do Vaticano que comparou, durante celebração da Semana Santa, as críticas recebidas pela Igreja Católica devido aos casos de abusos sexuais de menores com o antissemitismo.

Na presença de Bento XVI, que presidia a liturgia da Paixão de Cristo na basílica de São Pedro, o sacerdote Raniero Cantalamessa leu uma carta de "solidariedade" ao Papa e à Igreja, que disse ter recebido recentemente de um "amigo judeu".

Os ataques atuais à Igreja, abalada por escândalos de pedofilia, fazem lembrar "os aspectos mais penosos do antissemitismo", afirmou o padre Cantalamessa.

"Com desgosto, acompanho o ataque violento e direcionado contra a Igreja e o Papa", disse o religioso franciscano, ao mencionar trechos da carta.

"O uso de estereótipos e a transferência de responsabilidades e culpas pessoais para coletivas me lembram os aspectos mais vergonhosos do antissemitismo", continuou o religioso, cujo sermão foi dedicado à violência, em particular à dirigida contra a mulher e cometida no seio familiar.

"Faz mal ao coração ver que um responsável de alto escalão do Vaticano, uma pessoa informada, faz observações tão duras que são um insulto tanto às vítimas das agressões sexuais quanto aos judeus", declarou, em um comunicado, David Clohessy, que dirige um grupo de defesa das vítimas de sacerdotes pedófilos, o SNAP (Survivors Network of those Abused by Priests).

"É moralmente errado comparar a violência física real e o ódio contra um grande número de pessoas inocentes com o que não é outra coisa senão o exame público dos atos de um pequeno grupo de responsáveis cúmplices", acrescentou Clohessy.

O rabino Gary Greenebaum, encarregado de relações interreligiosas no âmbito do Comitê Judaico Americano, qualificou de "maliciosas" as declarações do padre Cantalamessa.

"Não é uma comparação adequada, é evidente e claro para a maioria das pessoas", declarou à AFP.

O porta-voz do Vaticano, o padre Federico Lombardi, falando sobre a postura de Cantalamessa, disse que se tratava "de uma carta lida pelo pregador e não a posição oficial do Vaticano".

O pregador do Papa, que tem a função de escrever o sermão durante o rito dedicado à "Paixão do Senhor" da Sexta-feira Santa, que se celebra poucas horas antes da Via Crúcis, havia advertido que não iria abordar o tema dos abusos cometidos por padres contra menores "porque deles já se fala muito do lado de fora".

No entanto, ao citar a carta de solidariedade de seu amigo judeu e comparar os ataques contra a Igreja aos preconceitos e à hostilidade dirigida aos judeus como grupo generalizado, o padre Cantalamessa acabou reavivando o debate.

Durante a solenidade dos ritos da Semana Santa, o Papa continuou recebendo mensagens de solidariedade de vários episcopados em função das críticas sobre sua gestão de casos de pedofilia por parte de sacerdotes.

O Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM) acusou alguns meios de comunicação internacionais de divulgar "reconstruções falsas" e "caluniosas" sobre a atitude do papa Bento XVI frente aos casos de abusos sexuais de menores por parte de sacerdotes na década anterior, informou a entidade em um comunicado assinado pelo arcebispo brasileiro Raymundo Damasceno Assis.

"Ao contrário do que alguns veículos de imprensa divulgaram, a atitude do então cardeal Joseph Ratzinger com relação ao caso de abusos sexuais sobre menores por parte de clero foi sempre muito severa, como testemunham as pessoas que trabalharam com ele", destaca o comunicado do CELAM.

Para o bispo paraguaio Jorge Livieres Plano, de Alto Paraná, as denúncias de pedofilia amplamente divulgadas pela imprensa internacional "em sua maioria são falsas" e representam uma perseguição organizada contra a Igreja porque esta se opõe ao aborto e à homossexualidade.

"Há mais homens infiéis às suas esposas, pedófilos e homossexuais do que sacerdotes infiéis à sua vocação, pedófilos e homossexuais", argumentou o religioso.

Os bispos do Canadá também lamentaram, em uma mensagem enviada por ocasião da Páscoa, "a atenção que a mídia tem dado a tais informações" sobre casos de pedofilia na Igreja, apesar de que seus representantes tenham agido de forma "sábia e responsável".

Na França, mais de 70 intelectuais pediram aos meios de comunicação maior "ética" e "responsabilidade", em carta publicada em uma página na internet e reproduzida pelo jornal do Vaticano, L'Osservatore Romano.

DAVI E ABSALÃO

Davi e Absalão


BISPO/JUIZ.DR.BENEDITO EDSON CAVALCANTE DA SILVA

2º Samuel - 18 - 33 : 33
INTRODUÇÃO
ILUSTRAÇÃO: Em uma Reportagem , afirma que o Brasil se tornou um dos países mais violentos do mundo. E ele aponta que a pobreza não é o grande responsável por este quadro caótico e vergonhoso. Mas um dos grandes problemas é a desagregação familiar. A desestruturação familiar tem contribuído muito para este caos. A família deixou de ser há muito tempo o ambiente gerador de valores, formador de estruturas emocionais, psíquicas, afetivas etc, saudáveis, equilibradas etc.

EXPLICAÇÃO
Eu não tenho dúvida que precisamos cuidar mais de nossas casas, de nossas famílias, de nossos filhos.
As famílias evangélicas estão se desmoronando. Os lares dos líderes estão se fragmentando. Portanto, é preciso olhar para casa, para dentro, para o interior de nossas relações.
Não tenho dúvida de que estamos necessitando de pais convertidos aos filhos e de filhos convertidos aos pais, conforme nos ensina o profeta Malaquias 4.6: “Ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos aos pais; para que eu não venha e fira a terra com maldição”.
Olhem aqui para mim: Nós pais precisamos olhar mais para nossos filhos.
Quero que vejamos, ainda que laconicamente, a história de Davi. Davi era um pai muito bem intencionado. O grande problema é que boas intenções não são suficientes para evitar tragédias em nossa família.
Vejamos as boas intenções de Davi. Por exemplo, a começar pelos nomes que ele dá aos filhos. No tempo de Davi, os nomes pessoais revelavam muito as intenções e as expectativas que os pais tinham em relação aos filhos. Logo, Davi espera muita coisa boa de seus filhos.
ADONIAS – Aquele que pertence a Adonai, ao Senhor. Davi diz: “Este é de Deus”;
SALOMÃO – Significa ‘pacífico’;
ABSALÃO ou ABSHALOM – Que significa ‘o pai da paz’.
Dá para imaginarmos o que Davi tinha em mente ao colocar tais nomes em seus filhos? Havia muita esperança no coração de Davi. Davi jamais pensou que Absalão um dia viria a traí-lo, gerando assim um golpe de estado, a fim de destronar o próprio pai do poder.
Preste atenção numa triste realidade: “conquanto Davi fosse um pai que sonhasse com o bem dos filhos, ele, no entanto, não era capaz de transformar suas boas intenções em investimento de vida na existência dos filhos”. Não foi capaz de investir vida na vida dos seus filhos.
Por que isso aconteceu? Quem sabe porque estivesse ocupado demais. Era rei, muitas reuniões, muitas decisões, muitos compromissos etc.
Davi teve muitos filhos, mais de 20 filhos (II Samuel 3.2-5; 5.13-16).
Por que isso aconteceu? Quem sabe porque estivesse ausente demais.
Preste atenção em mais um detalhe: Absalão tinha tudo: dinheiro, castelo, casas, prestígio, posição social, status, era bonito (a Bíblia diz que ele era o homem mais bonito daquela geração (II Samuel 14.25), mas não tinha pai. Tinha tudo, mas não tinha família. Absalão não queria um rei, mas um pai.
Os grandes problemas de Davi eram na área familiar. Davi se caracteriza por ser um pai omisso e será a omissão a porta de entrada da desgraça na vida deste grande homem e de seu filho Absalão.
Tudo começa quando Davi adultera com Beteseba. A Bíblia diz, por boca do profeta Natã, que a espada não se apartaria da casa de Davi.
As coisas começam a ganhar vulto quando Amnom, um dos filhos de Davi e seu primogênito, apaixonado por uma de suas irmãs (II Samuel 13.1-14), irmã por parte de pai, a qual era irmã de Absalão, filho de Davi com Maaca (II Samuel 3.3), que era uma estrangeira procedente de Gesur.
Tamar era o nome da moça. A Bíblia diz que ela era linda e maravilhosa, graciosa, formosa, encantadora, um avião (II Samuel 13.1). Amnom, seu meio irmão, se apaixona por ela (II Samuel 13.2,3). Ele então armou um plano para coabitar com sua irmã (II Samuel 13.5).
O capítulo treze de II Samuel nos conta toda a história em detalhes. Todo mundo ficou sabendo, inclusive a corte. O rei ficou sabendo do escândalo, mas não fez nada.

Absalão esperava que seu pai fizesse alguma. O tempo passou e nada. Então, Absalão a chamou para morar com ele (II Samuel 13.20).
Depois de 2 anos, Absalão não agüentou mais esperar. Absalão se encheu de ira e ódio. Ele começou a planejar a morte do irmão (II Samuel 13.23-27).
Absalão mata Amnom. O rei se enfurece, fica cheio de ódio. Absalão foge, indo morar na casa de Talmai, seu avô (II Samuel 13.37). Permanece por lá durante 3 anos (II Samuel 13.38). Durante todo esse tempo nada foi feito. Davi não chama o filho, não conversa etc.
Mais tarde Davi chama o filho para morar nas imediações de Jerusalém (II Samuel 14.21-24). Há 2 km de Jerusalém. Dois anos se passaram e Davi não faz nada.
Davi, depois de Absalão não agüentar mais, mandou chamá-lo à sua presença. O texto de II Samuel 14.33 diz que Davi apenas o beijou. Vejamos bem: Um estupro, uma morte, ódio, amargura, crise e Davi pensa que pode resolver isso tudo com um beijinho.
O capítulo 15 de II Samuel informa que, daquele dia em diante, Absalão vai para a porta da cidade e começa a conspirar contra seu próprio pai (Vs. 1-6). Absalão prepara uma revolta armada (Vs. 10-13).
Davi foge de medo do próprio filho.
Joabe não agüenta mais aquela situação, até que um dia mata o filho do rei, que ficara preso por entre os galhos de uma árvore (II Samuel 18.9,14).
Assim, chegamos ao texto central que lemos. O tempo de dizer: “meu filho” havia acabado. Absalão estava morto e a tragédia consumada.
Para mim esta é a cena paternal mais dramática da Bíblia. Esta palavra que trago hoje trago-a com temor e tremor diante de Deus e de todos vocês. Até porque tenho dois pequenos filhos.
O que eu e você podemos aprender com a história de Davi e Absalão?


1) NOSSOS FILHOS PODEM TER TUDO, MAS NÃO PODEM FICAR SEM OS PAIS
Preste atenção numa triste realidade: “conquanto Davi fosse um pai que sonhasse com o bem dos filhos, ele, no entanto, não era capaz de transformar suas boas intenções em investimento de vida na existência dos filhos”. Não foi capaz de investir vida na vida dos seus filhos.
Por que isso aconteceu? Quem sabe porque estivesse ocupado demais. Era rei, muitas reuniões, muitas decisões, muitos compromissos etc.
Davi teve muitos filhos, mais de 20 filhos (II Samuel 3.2-5; 5.13-16).
Por que isso aconteceu? Quem sabe porque estivesse ausente demais.
Preste atenção em mais um detalhe: Absalão tinha tudo: dinheiro, castelo, casas, prestígio, posição social, status, era bonito (a Bíblia diz que ele era o homem mais bonito daquela geração (II Samuel 14.25), mas não tinha pai. Tinha tudo, mas não tinha família. Absalão não queria um rei, mas um pai.
Seja rei e seja pai ao mesmo tempo.

2) NÃO PODEMOS TRANSFERIR RESPONSABILIDADES INTRANSFERÍVEIS
“Homens e mulheres muito ocupados do lado de fora de casa acabam, sutilmente, transferindo responsabilidades intransferíveis para outros, dentro de casa”.
Davi transferiu sua responsabilidade para o avô de Absalão. Lá ele fica 3 anos.
Interessante que Davi perseguia Absalão (II Samuel 13.39), sem, no entanto, querer encontrá-lo, pois se assim o quisesse, não haveria dificuldades para fazer isso. Davi sabia onde encontrá-lo.
A pergunta que fazemos é a seguinte: para quem você está transferindo a responsabilidade de administrar a alma de seus filhos? Para o avô? Para o assessor? Para os filhos mais velhos? Para a Xuxa? Etc.
Uma das marcas de pais convertidos aos filhos é a capacidade de não transferirem responsabilidades; outra grande marca é não minimizarem o poder das amarguras familiares. Pais convertidos aos seus filhos brincam com o ódio existente entre os filhos e não acham que isso é algo sem importância.

3) NÃO PODEMOS DEIXAR DE CONFRONTAR NOSSOS FILHOS COM A VERDADE
Davi era um homem capaz de vencer gigantes, mas incapaz de confrontar seus filhos. Não havia diálogo com os filhos.
Lembram do caso do sacerdote Eli (I Samuel 3.13).

4) FAÇA DA SUA CASA SEU PRIMEIRO CAMPO MISSIONÁRIO
Leiamos Provérbios 22.6: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele”.
Faça de sua casa seu maior campo missionário. Que ainda ganharmos o mundo inteiro e perdermos nossa alma? Perdermos nossos filhos?

CONCLUSÃO
Olhem aqui para mim: Há muitos pais em nossa igreja negligenciando a educação cristã dos seus filhos. Como isso acontece? Na falta do culto doméstico; na ausência dos filhos na casa de Deus pela falta de tempo, pela omissão ou até mesmo, infelizmente, pela irresponsabilidade;
“Não choremos tarde demais: “Então, o rei, profundamente comovido, subiu à sala que estava por cima da porta e chorou; e, andando, dizia: Meu filho Absalão, meu filho, meu filho Absalão! Quem me dera que eu morrera por ti, Absalão, meu filho, meu filho!”.

ESPIRITO DE SENXUALIDADE DENTRO DA IGREJA

ESPIRITO DE SENXUALIDADE DENTRO DA IGREJA

BISPO/JUIZ.DR.EDSON CAVALCANTE


  O que é o “espírito de Jezabel”?


Muitos já ouviram falar desse espírito maligno e de seus males contra a Igreja do Senhor Jesus. Outros sequer ouviram falar de tal coisa. No entanto, o que exatamente isso tem a ver com nossas vidas? Estudando sobre o assunto, cheguei à conclusão que isso afeta a primeira congregação que Deus estabeleceu: a família. Se você quer se casar, ou já é casado, e quer ter um relacionamento saudável à luz da Palavra de Deus, você precisa ler esse artigo!

Bom, vamos começar esclarecendo que tal espírito imundo é uma potestade que atua a nível mundial, não se restringindo ao Brasil apenas. Em Ef. 6:10 e ss. Paulo nos ensina que existe uma hierarquia no reino do inimigo. Um estudo das palavras gregas escritas no original explica que principados (arche) governam territórios, potestades (exousia) governam sistemas, dominadores (kosmokrator) governam indivíduos, e, hostes espirituais (poneria pneumatikos) da maldade são ‘soldados rasos’, por assim dizer, que cumprem ordens, e são tão terríveis quanto os de maior hierarquia.

Este espírito maligno atua no sistema religioso (veja ensinamentos do Pr. Clendennen – Escola de Cristo no Brasil), buscando corromper a Igreja de Cristo, principalmente impedindo o fluir do Poder do Espírito Santo, a operação dos dons, especialmente o de profecia, já que não havendo profecia o povo se corrompe (Pv 29:18). Por isso o ódio homicida que esta entidade tem contra os profetas do Senhor.

A essa altura você pode estar pensando: “Mas eu não sou profeta. O que eu tenho com isso?”. É bem provável que você seja e não saiba, vez que a presente geração é uma geração de atalaias da última hora (quem sabe até minutos...).

Em Ap 19:10, as Escrituras afirmam que “o testemunho de Jesus é o Espírito da profecia”. Assim se você já aceitou a Jesus Cristo, você é uma testemunha de Cristo pois possui o Espírito da Profecia, Aquele que ressuscitou a Cristo dos mortos habitando dentro do seu espírito. O profeta não é só aquele que profetiza, é, em síntese, “a boca de Deus na Terra”, e Deus fala através de várias maneiras, sonhos, visões, nosso testemunho como cristão, e, principalmente pela Sua Palavra.

Também quero deixar claro que, antes da vinda do Senhor Jesus a esta terra, houve uma voz que clamava no deserto e preparou o caminho para o Senhor: João Batista, que detinha a mesma unção que estava sobre Elias (e Eliseu também), veja as seguintes referências Is 40:3; Mt 3:3, Mc 1:3, Lc 3:4, Jo 1:23 e Mal 4:5 e 6. Essa última passagem diz o seguinte: “Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor; e ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição.” Assim, da mesma forma como João Batista detinha a mesma unção que estava sobre Elias para preparar o caminho de Jesus, nós, a geração da última hora, possuímos a mesma unção que estava sobre Elias para preparar o caminho de Jesus, agora na Sua volta.

Logo, se você pensava que não tinha um chamado profético se enganou muito! Tenho certeza que você tem, caso contrário não estaria lendo este artigo.

Agora que você sabe do seu chamado profético, voltemos ao assunto principal deste artigo.

Vemos que a atuação dessa potestade pode ser observada através da vida da rainha pagã escolhida por Acabe para governar Israel ao lado dele: Jezabel. Daí o “nome”, ou melhor, a referência à Jezabel dada a essa potestade.

O quadro pintado no Antigo Testamento, o qual envolve Elias, Acabe e Jezabel, se repete no Novo Testamento com João Batista, Herodes e Herodias.

Se você achar interessante o que será exposto a partir desse trecho, principalmente no que tange à família, sugiro a você o seguinte material:

Livros:

- “Desmascarando o espírito de Jezabel”, do autor John Paul Jackson;

- “A Face Oculta do Amor – o espírito de sensualidade”, do Pr. Marcos de Souza Borges;

- “O Avivamento do Odre Novo”, do Pr. Marcos de Souza Borges;

- “Cura e Edificação do Líder”, do Pr. Marcos de Souza Borges;

- Material do Ap. Levi M. Domingos;

DVD:

- “O Esquema Jezabel no Novo Testamento – João Batista, Herodes e Herodias.”, do Pr. Marcos de Souza Borges;

Vamos às características das “personagens”:

A) Elias/João Batista: são os profetas do Senhor, os quais procuram viver e andar no Espírito, crucificando sua carne. Têm, dentre muitas outras característica, as seguintes:

1) Tem por missão apontar o caminho do Senhor ao povo;

2) Apresenta Jesus;

3) Sabe lidar com o tratamento de Deus para sua vida;

4) Não tolera religiosidade (que nega o poder e a intimidade com Deus), mas expõe e prega o arrependimento de pecados com amor e justiça, prepara o caminho do avivamento (Lc 3:4-6);

5) Promove a restauração familiar e a quebra da rebelião (tem que ser do meu jeito) (Lc 1:15-17);

6) Não teme a intimidação de Jezabel;

7) Anuncia a Verdade sem restrições ou maquiagens;

8) Não aceita lisonjas porque sabe que o Poder e a Glória são do Senhor.

Infelizmente, estão faltando pessoas assim na Igreja hoje.

B) Acabe/Herodes: é o espírito maligno que alimenta Jezabel com insegurança, carência e fraquezas de ordem moral. É a face obscura do espírito de Jezabel. Fermento de Herodes.

1) A pessoa afetada sempre ocupa uma posição de liderança e se caracteriza pela autopiedade (sou um “coitadinho”).

2) O espírito de liderança dessa pessoa é dependente (não de Deus), doentio e controlador. A pessoa é um manipulador passivo, emocional, como uma criança mimada. Sabe “ganhar perdendo”, é sempre a vítima e exagera seus problemas. Faz das suas fraquezas um poderoso instrumento de manipulação. Manipula sendo manipulado.

3) A pessoa influenciada por este espírito de Acabe também tem por característica a insensatez, imaturidade, temendo mais aos homens do que a Deus. Vale tudo para manter a aparência.

4) Adora uma lisonja e sua posição, e, não sabe exercer a autoridade dada a ele por Deus em virtude dessa posição que ocupa. E o espírito de Jezabel se aproveita disso.

5) Muitas vezes a pessoa tem consciência que o Senhor é com o profeta (Herodes ouvia as palavras de João Batista, mas não queria crescer, queria continuar na carência, no erro e na inconstância, embora temesse o profeta – Mc 6: 14-28), mas prefere servir ao espírito de Jezabel porque ela satisfaz seus caprichos, inclusive sexuais (no caso da rainha pagã imoral Jezabel, Herodias, a dança de Salomé, etc.), o que denota seu egoísmo e egocentrismo.

6) Concilia Religiosidade, Ética e Imoralidade.

7) Amigo do Evangelho, mas não abandona o pecado.

C) Jezabel/Herodias: as características desse espírito que podem ser observadas nas pessoas por ele possuídas e/ou influenciadas são:

1) Manipulação por excelência. Pessoa dominadora e autoritária. Ao contrário do Acabe, que é um “manipulador passivo”, ou seja, manipula através da autopiedade, Jezabel é uma “manipuldora ativa”, vale dizer, ela mesma arma o esquema, é ousada para fazer o mal. Ela “controla os fantoches”

2) Principais características: a intimidação, o engano, a rebelião, a religiosidade e o oculto.

3) Busca títulos e posições. Esse espírito influencia diretamente a liderança (marido, gerente, pastor, etc.) em virtude do espaço que a própria liderança lhe confere, e isso em virtude da sua insegurança e carência. Herodias e Jezabel levavam, respectivamente, Herodes e Acabe “na palma da mão”. Faziam tudo que eles queriam. Concordavam e apoiavam tudo que eles faziam, mesmo se estivesse muito errado. Assim, usam a autoridade alheia para atingir seus objetivos malignos.

4) Usa o desprezo como arma. Pisa nos fracos e nos indefesos para se sobressair, inclusive ressaltando a falha dos outros para poder aparecer. Se alimenta das fraquezas da pessoa que ocupa uma posição de autoridade.

5) Tendência para imoralidade, sensualidade (imoralidade latente), desprezando a família. Tem por objetivo destruir a família (Herodias abandonou seu marido para se unir a Herodes, porque este tinha posição de autoridade, e expôs a própria filha à imoralidade ao próprio Herodes e aos que estavam à mesa com ele, só para ter a cabeça do profeta. A religião de Jezabel incluía cultos à imoralidade com todo tipo de orgia sexual). Herodias tem sua própria filha debaixo de seu jugo. Também Herodias tem Herodes debaixo de seu jugo, de tal forma que ele dá um presente para Herodias no seu próprio aniversário (ver Mc 6:21-28).

6) Sutileza. Sabe jogar com as pessoas. Proporciona um ambiente de falsa paz mesmo vivendo no pecado. Consciência cauterizada. É praticamente um jogo de xadrez.

7) Adora agir sorrateiramente, inclusive usando artimanhas religiosas como o jejum apregoado para acusar Nabote, o qual morreu “em nome de Deus”, acusado pelos anciões da época de “blasfemar”, pois Acabe queria roubar sua herança. Note que ainda assim o nome de Jezabel não apareceu, mas era ela quem estava por trás de tudo.

8) Age no oculto e no escondido. Uma das principais ferramentas para se manter oculta é o engano, a imitação, a falsa profecia, o torcer da Verdade. Aqui também vale tudo para manter a aparência.

9) Odeia os profetas porque eles a expõe e tiram dela esse manto de ‘invisibilidade’, do oculto, do escondido. Seu intento é matá-los.

10) Seu principal propósito é tirar as pessoas da sua posição conforme a Palavra de Deus. Age entre pais e filhos. Marido e esposa. Líderes e liderados, etc.

Importante apontar que Jezabel não vive sem um Acabe. Um “se alimenta” do outro. Um depende do outro, em uma espécie de relação de simbiose doentia e maligna. Estamos diante de dois espíritos malignos (o de Jezabel e o de Acabe) que se unem para se “auto-nutrir”, e têm por fim matar os profetas do Senhor e corromper o povo de Deus.

Interessantíssimo colocar que este espírito de controle (Jezabel) atua sobre (tem como plataforma) a autoridade ilegítima, ou, a autoridade legítima utilizada de forma abusiva ou minimizada/passiva.
 


Sabe o que mais me impressionou? É que este esquema é aplicado pelo diabo em nossas famílias, onde o marido não toma sua posição como líder, sacerdote, protetor e provedor do lar. Ele se omite. Um verdadeiro Acabe. E isso ocorre muitas vezes por imaturidade, pelo homem não se desligar dos pais, por falta de experiência e de busca para com Deus, etc.

Daí a esposa se sente insegura, pois a mulher precisa da segurança do marido que é a cabeça do casal. Deus fez assim. E, em virtude dessa insegurança, a esposa toma à frente das situações, pois o marido não o faz. E, aos poucos, temos uma inversão de valores e papéis, a saber: um marido “banana” que não é o sacerdote da casa, que não sabe tomar decisões, que não protege sua esposa e filhos, que se omite em buscar a Deus, etc., e uma mulher “sargentona”, que manda no marido, toma as decisões da casa e, é, por vezes, a sacerdotisa do lar, já que o marido não tem comunhão com Deus.

Quanto a isso não me entendam mal. A mulher deve busca ao Senhor, deve assumir sua posição como sacerdotisa do Deus vivo, mas a responsabilidade de ser o sacerdote da casa é do marido e não da mulher, e quando isso não ocorre, a mulher acaba ocupando essa posição, e ocorre uma distorção do plano de Deus para a família.

Esse é o retrato de muitas famílias, inclusive dentro da Igreja.

Hoje a sociedade está tão impregnada disso, que o que mais se tem são crianças sem a figura do pai, as quais crescem sem a referência da paternidade, seja pela ausência física e/ou emocional. Mulheres que lutam sozinhas para criar seus filhos, sem qualquer apoio ou segurança de um homem.

Eu não quero ser machista aqui. Não é esta minha intenção. Contudo, quero chamar a atenção para um quadro demoníaco bastante sutil que vem sendo pintado na sociedade já há anos.

Por favor, pare por um momento e pense: em qual desses três perfis traçados anteriormente você se enquadra? ... Perguntinha difícil né... É... Quando essas informações chegaram até mim também fiz essa pergunta, e cheguei à conclusão que é preciso ter coragem para enfrentar a realidade, e também a Verdade.

O modelo biblicamente correto seria uma família onde o pai é o sacerdote, aquele que tem comunhão (de preferência absoluta) com o Espírito de Deus, o líder, protetor e provedor, repassando a segurança e o amor de Deus para sua família, onde a esposa o auxilia, inclusive espiritualmente, cada um com seus ministérios, que se completam e se fundem, e os filhos obedecendo aos pais, os quais têm a responsabilidade de orientá-los para um caminho santo com Jesus, e protegê-los do mal.

Embora essas não sejam minhas áreas, é interessante apontar o que alguns estudos da psiquiatria, psicologia e até pedagogia expõe: as meninas se apóiam muito nos pais, enquanto têm a mãe por exemplo de mulher. Já os meninos se apóiam muito nas mães, enquanto têm o pai como exemplo de homem. Isso é comprovado cientificamente, porém não temos espaço para tecer maiores comentários a respeito do tema.



Agora, se a figura paterna se ausenta, as meninas ficam sem apoio (segurança) e os meninos não têm em quem se identificar, gerando pessoas que crescem em crise de identidade.

O diabo conseguiu inverter tanto os papéis, não só no casamento, mas na sociedade em geral, de forma que a mulher está tomando cada vez mais a posição do homem e, o homem cada vez mais toma a posição da mulher. O extremo dessa situação é o crescimento assustador do homossexualismo e do lesbianismo.

Mais uma vez quero ressaltar a necessidade de equilíbrio. Não quero dizer aqui que a mulher deva deixar de trabalhar, estudar, ou que não tenha ministério, inclusive profético, na Palavra, nas inúmeras manifestações do Espírito Santo. Não. Quero apenas apontar para esse engano sutil do maligno que tem passado despercebido durante anos dentro das igrejas. Quero ressaltar apenas que as irmãs não devem deixar seus papéis de esposa e mãe. Glória a Deus! Pois o Senhor tem levantado homens e mulheres compromissados com Ele e com Sua Palavra para combater essa distorção.

Por fim, você sabe como a Bíblia nos ensina a destruir isso? Destruindo o Acabe.

Se você tentar enfrentar Jezabel diretamente é bem provável que ela te fulmine, mas se você retirar o apoio dela (o Acabe), você a destrói, porque ‘ela’ não vai ter mais quem parasitar.

Veja os exemplos bíblicos: Jezabel só foi morta por Jeú (Rei de Israel) após a morte de Acabe (ver I Re 22:31-40 e II Re 9:30-37). Também depois que Herodes morreu ferido por um anjo do Senhor, Herodias não teve mais poder e sucumbiu, pois a Bíblia nos diz que a Palavra de Deus crescia e se multiplicava depois desses acontecimentos (At 12:21-24).

Assim, essa potestade perde sua força quando os homens tomam seus lugares diante de Deus, conforme a instrução bíblica, seja na família, seja na Igreja, etc. Lembrando que a mulher também deve se colocar em sua devida posição.

É importante deixar claro que esses espíritos malignos de Jezabel e Acabe não têm sexo. São entidades demoníacas que atacam, preferencialmente, mulheres e homens respectivamente.

Existem casos de homens que são possuídos ou influenciados por um espírito de Jezabel. Aqui a intimidação pode ser vista com mais intensidade, onde o homem é extremamente autoritário e agressivo (até violento), machista e impositivo, anulando e/ou esmagando a esposa, e a mulher, mesmo sabendo da situação (como traições, violência por parte do marido), simplesmente não consegue reagir. Alguns exemplos bíblicos de homens possuídos e/ou influenciados por esse espírito de Jezabel são Balaão e Absalão.

Por fim, gostaria de apontar que, geralmente são os profetas que expõe esses espíritos malignos, como Elias, Eliseu e João Batista fizeram, mas quem deve removê-los são as pessoas que detém autoridade da parte de Deus, e não os profetas.

Foi Jeú, Rei de Israel, quem matou Jezabel, depois que Acabe morreu. No caso de Herodias, foi um anjo do próprio Deus quem matou Herodes e, por conseq6uência, sua rainha foi removida. E, em Apocalipse 2:18-29, Jesus escreve ao pastor da Igreja de Tiatira, que era a pessoa que detinha a autoridade de Deus para remover Jezabel da Igreja.

O objetivo desse artigo foi apenas expor uma situação que acomete a Igreja hoje. Nosso intuito é que, através do Poder do Espírito Santo e da renovação das nossas mentes pela Palavra do Senhor Jesus, nós possamos vencer, pois o desejo de Deus é que vençamos, como disse um certo pastor em uma de suas visitas à nossa congregação. Essa declaração foi algo que me marcou muito, pois Deus não quer que você e eu sejamos derrotados, mas sim, mais que vencedores em Cristo Jesus!