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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

INVEJA O ACIDO QUE CORROÊ A ALMA E MATA O ESPÍRITO...


                INVEJA O ACIDO QUE CORROÊ A ALMA E MATA O ESPÍRITO...
Achei muito interessante meditarmos sobre esse tema. Pois quantas vezes essa seta do inimigo tem nos atingido e encontrado espaço em nosso coração nos autodestruindo e destruindo nossos relacionamentos e até mesmo causando divisões em nossas igrejas.
A inveja é provocada por um sentimento de desgosto, de pesar, pelo bem ou felicidade de alguém, levando o invejoso a desejar intensamente o bem alheio.
Claro que você deve conhecer ou ter ouvido falar de alguém que nunca está contente com o que tem e sempre se compara aos outros, afirmando que o que os outros possuem é sempre melhor.
Pois é, essas pessoas estão alojando em seus corações a seta da inveja.
O invejoso nunca vibra com o sucesso do próximo. O invejoso busca erros onde muitas vezes não tem. São pessoas amarguradas, insatisfeitas, mal-amadas, carnais. (I co 3:3)
A pessoa invejosa quando vai ao culto, não vibra com a palavra do pregador, não se alegra em adorar ao Senhor, ao contrário, ela busca erros e diz: Você viu o que o pregador fez? Percebeu como ele gritava? Hum… O ministro de louvor estava muito empolgado para o meu gosto, mas parecia estar em uma casa de shows mundanos. A pessoa com inveja no coração não se alegra com a bênção do Senhor, não gosta de ver o próximo brilhar e faz o que for possível para apagar esse brilho.
A inveja tem levado igrejas e ministérios a divisão. Tiago em sua carta diz: “Pois onde há invejas e sentimento faccioso aí há confusão e toda espécies de coisas ruins”. (Tg 3;16). O invejo abre a porta para Satanás entrar, criando através de sua vida discórdia, confusões e competições.
A pessoa que aloja a inveja em seu coração tem dificuldade para falar bem, para abençoar o próximo. Ele não suporta o brilho dos outros, pois vive em trevas.
Você conhece a história da cobra e do vaga-lume?
Era uma vez uma cobra que começou a perseguir um vaga-lume que só vivia a brilhar.
Ele fugia rápido com medo da feroz predadora e a cobra nem pensava em desistir.
Fugiu um dia, dois dias e nada… Ela não desistia.
No terceiro dia, já sem forças o vaga-lume parou e disse à cobra:
– Posso te fazer três perguntas?
-Não costumo abrir esse procedente para ninguém, mas já que vou te comer mesmo pode perguntar…
-Pertenço a sua cadeia alimentar?
-Não
-Te fiz alguma coisa?
-Não
-Então por que você quer me comer?
– Porque não suporto ver você brilhar.
Que tipo de pessoa é você, cobra ou vaga-lume?
Seja vaga-lume, brilhe, voe alto. Mas não se esqueça tudo vem do Senhor e é para o Senhor. Se alegre com a vitória do próximo, abençoe, profetize e estará trazendo sobre si as mesmas bênçãos.
Pois aquilo que o homem ceifar, isso também colherá…
Bispo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciência da Religião Dr. Edson Cavalcante.


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