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domingo, 17 de novembro de 2013

QUANDO TUDO ESTÁ PERDIDO...


                                                    QUANDO TUDO ESTÁ PERDIDO...
JOÃO 11
As crises são inevitáveis = Lázaro mesmo sendo amigo de Jesus, amado por Jesus, ficou doente.
As crises podem aumentar = Lázaro procurou todos os recursos, inclusive Jesus, mas chegou a morrer. Parece que tem hora que uma tempestade desaba sobre a nossa cabeça. Nosso lar é fuzilado com artilharia pesada. Perdas. Prejuízos. Acidentes. Luto. Oramos e nada acontece. Aliás, piora. Queremos alívio e a dor aumenta. Queremos subir, e afundamos ainda mais.
Este texto fala-nos de Jesus: sua amizade, onisciência, coragem, compaixão, ira e seu poder. Este é o retrato de Deus. Este é o nosso assunto.
I. UMA RECADO PARA JESUS – v. 3,5,11
“Senhor está enfermo aquele a quem amas.”(v. 3).
Marta e Maria nada pediram a Jesus. Só informaram. É impossível amar a um amigo e abandoná-lo. Concentram não no amor delas por Jesus, mas no amor de Jesus por Lázaro.
Elas sabiam que Jesus viria. Sabiam que Jesus as atenderia. Sabiam que bastava este recado para mover e remover Jesus. Bastava este recado para que Jesus mudasse toda a sua agenda e todo o seu calendário.
Isso era o panlógico. O óbvio. O normal. O previsível. O natural. Ilustração: ANDREWS FALA DE DOIS AMIGOS QUE LUTARAM JUNTOS NA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL – “Eu sabia que você viria…”
II. A DEMORA DE JESUS – v. 6
Aos invés de cancelar seus programas e ir logo a Betânia, manda um recado para Marta e Maria que aquela enfermidade não era para a morte, e Lázaro morreu!
Como conciliar o amor com a demora? Marta e Maria introspectivaram-se. Fizeram cavernas na alma. Abriram um poço de questionamento.
A angústia das irmãs: Lázaro piorando… como harmonizar a Palavra de Jesus com as condições de Lázaro? Muitos certamente passaram a censurar a Jesus: Por que ele não veio? Falta de amor! Desinteresse! Descuido!
Muitas vezes Deus parece demorar:
a) Prometeu um filho a Abraão e Sara = Só depois de 25 anos cumpriu a promessa.
b) A tempestade no mar = Só na quarta vigília da noite Jesus vem.
c) Jairo vai pedir a Jesus = Vai para curar sua filha e se atrasa na viagem. Quando chega a jovem já estava morta.
Marta entra em angústia com a situação. Sua fé vacila. Passa por três provas:
d) Ausência de Jesus = Todos podiam ter faltado, menos Jesus. “Senhor, se estiveras aqui, meu irmão não teria morrido.”
e) A demora de Jesus = Jesus não teve pressa. Adiou a viagem.
f) A morte de Lázaro = Agora não adianta mais. Agora é tarde. Agora não tem mais jeito.
Marta crê que JESUS PODERIA TER SIDO v. 21 = PASSADO
Marta Crê que JESUS SERIA – v. 24 = FUTURO
Marta não crê no Jesus que age AGORA = PRESENTE. Então Jesus lhe diz EU SOU – v. 25
Marta vacila entre a FÉ e a LÓGICA: “Eu sei…” (V. 22,24)
Coré também enfrentou este problema da demora de Deus. “Onde está o teu Deus?” = Seus inimigos punham o seu Deus no banco dos réus e perguntavam-lhe: “Onde está Deus que não evitou a tragédia, o acidente, o prejuízo, a doença, a morte…?”
Talvez essa é a sua angústia = Você tem orado pelo seu casamento e o vê mais perto da dissolução. Você tem orado pelo seu cônjuge e o vê mais insensível. Você tem orado pelos seus filhos e eles continuam mais distantes de Deus. Você tem orado pelo seu emprego e ele ainda não surgiu. Você tem orado por um namorado(a) crente e ele(a) não aparece. Você tem orado pela sua igreja e ainda há corações duros como uma pedra que resistem ao Senhor.
III. A MOTIVAÇÃO DE JESUS – v. 4
Jesus não tem pressa. Ele não chega atrasado. Ele não falha. Ele não é colhido de surpresa. Ele conhece o fim desde o princípio, o amanhã desde o ontem. Ele enxerga o futuro desde o passado. Por isso, demorou mais dois dias, porque sabia o que ia fazer!
Os olhos daquele que vira Adão escondido no Éden; os olhos daquele que vira a intenção dos construtores de Babel. Os olhos daquele que sonda os corações estava atento ao seu amigo Lázaro. Nada escapa ao seu controle. Aquele enfermidade era para a glória de Deus. Ressuscitar um morto é algo mais estupendo do que curar um enfermo. Ressuscitar um morto de quatro dias é mais extraordinário do que ressuscitar um que acabou de morrer. Os discípulos creriam. Marta e Maria seriam consoladas.
Rm 8.28 = TODAS AS COUSAS COOPERAM PARA O BEM… Ex.: A Vida de José do Egito = Odiado, vendido, traído, preso, esquecido. 20 anos de ostracismo. Deus o elevou. Deus está no comando. Em Cristo somos mais que vencedores.
IV. A CORAGEM DE JESUS – v.
Jesus não age pela pressão, pelo calendário humano. Ele sai da Galiléia certo de que seria preso, morto, crucificado. Mas nada o detém. Ele não levou em conta a vergonha da cruz.
No Evangelho de João Jesus manifestou-se sete vezes como o EU SOU:
a) EU SOU O PÃO DA VIDA (6.15) = Mas os homens não tinham apetite espiritual.
b) EU SOU A PORTA (10.9) = Mas os homens não quiseram entrar por Ele para terem salvação, provisão e libertação.
c) EU SOU O BOM PASTOR (10.11) = Mas os homens não quiseram ouvir a sua voz.
d) EU SOU A LUZ DO MUNDO (8.12) = Mas os homens amaram mais as trevas do que a luz.
e) EU SOU A VIDEIRA (15.5) = Mas os homens não eram galhos da videira.
f) EU SOU A RESSURREIÇÃO E A VIDA = Mas os homens planejaram a sua morte e o levam à cruz.
V. O CHORO DE JESUS – v.
O conceito de Deus hoje é muito desfocado, deslunetado: Ilustração = Billy Graham – vê uma mãe jogar seu filho no rio Ganges como forma de sacrifício, para alcamar o ânimo dos deuses + sacrifícios humanos de Magia Negra.
Jesus não o Deus distante dos DEITAS; nem o Deus impessoal dos PANTEISTAS; nem o Deus iracundo e caprichoso dos FEITICEIROS; nem o Deus fatalista dos ESTOICOS; nem o Deus bonachão dos EPICUREUS. Jesus não é o Deus morto, fixado na madeira, na pedra, no mármore, carregado no ombro pelos seus fiéis. Jesus não é o Deus legalista, xerife cósmico dos FARISEUS.
Jesus é o Deus que sofre conosco. Que chora pela nossa dor. Ele é o Deus que vê, que ouve, que sente e que intervém.
Jesus sabe o que é a dor do sem teto = pois ele não tinha onde reclinar a cabeça. Jesus sabe o que é dor da pobreza. Ele conhecia a linguagem dolorida do salário mínimo.
Jesus sabe o que é a dor da solidão = Nas horas mais difíceis ele estava só. No Getsêmani foi deixado só. Para a cruz foi só. Todos o deixaram.
Jesus sabe o que é a dor da perseguição = Perseguido pelo diabo, pelo sanguinário Herodes, pelos fariseus e pelos escribas.
Jesus sabe o que é a dor da traição = Traído pela multidão que o aplaudiu. Traído por Judas, seu amigo. Negado por Pedro, seu apóstolo.
Jesus sabe o que é a dor da humilhação = Preso, espancado, cuspido, rasgado, pregado na cruz debaixo de zombaria.
Jesus sabe o que é a dor da enfermidade = Ele tomou sobre si nossas enfermidades e nossas dores.
Jesus sabe o que é a dor da morte = Ele mergulhou a sua alma na morte para matar a morte com a sua morte e tirar o aguilhão da morte com a sua ressurreição.
Jesus solidarizou-se com a sua dor. Ele sofre com você. Ele chora com você. Ele tem compaixão de você. Descem lágrimas dos olhos de Deus. Ele se sensibiliza com os nossos sofrimentos e traumas. É um Deus apaixonado. Isso terapeutiza a minha dor.
VI. A IRA DE JESUS – v. 33
“Ele se agitou em espírito” = Jesus se revolta contra as causas que nos fazem sofrer. Ele sentiu náuseas da morte. Sua ira acendeu-se contra o pecado, que é a causa primeira da morte. Sentiu indignação contra os efeitos terríveis do pecado.
Choro por ter chamado Lázaro do descanso do paraíso, para uma realidade terrena, onde está presente o mal e o pecado.
VII. A AÇÃO ONIPOTENTE DE JESUS – v. 39-44
A palavra impossível não tem no dicionário de Jesus. Ele é o Senhor das causas perdidas.
Lázaro já está morto há quatro dias: MORTO = sem vida; GELADO = sem calor; SEPULTADO = preso entre quatro paredes; JÁ CHEIRA MAL = decomposição; ATADO = preso e imobilizado.
Marta vacila na fé. Agora não adianta mais. Já cheira mal. É caso perdido.
SE CRERES VERÁS A GLÓRIA DE DEUS = Crer para ver e não ver para crer.
A onipotência divina não anula a responsabilidade humana = TIRAI A PEDRA (V. 39) + DESATAI-O E DEIXAI-O IR (v. 44). Deus fez o impossível, mas o homem deve fazer o possível.
A ordem para a morte: “LÁZARO, VEM PARA FORA!” = A morte lhe obedece. Os mortos ouvem a sua voz. Jesus é especialista em causas perdidas. Qual é a sua causa perdida? Conversão familiar? Restauração do casamento? Cura de uma enfermidade? Um novo emprego? Uma igreja mais santa, amorosa e dinâmica?
CONCLUSÃO
Os resultados da intervenção de Jesus na ressurreição de Lázaro tiveram duas reações:
1) Muitos judeus creram nEle (v. 45).
2) Outros o rejeitaram (v. 46). Qual é a sua reação, qual é a sua decisão? Amém...

BISPO/JUIZ. MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE

sábado, 16 de novembro de 2013

COMO O CRISTÃO VENCE A SOLIDÃO...


                                              COMO O CRISTÃO VENCE A SOLIDÃO...
Eu, João, que também sou vosso irmão, e companheiro na aflição, e no reino, e paciência de Jesus Cristo, estava na ilha chamada Patmos, por causa da palavra de Deus, e pelo testemunho de Jesus Cristo. Ap.1.9
COMO DEFINIMOS A SOLIDÃO? UM DOS MALES DA SOCIEDADE PÓS-MODERNA
Solidão é um sentimento no qual uma pessoa sente uma profunda sensação de vazio, isolamento e abandono. A solidão é mais do que o sentimento de querer uma companhia ou querer realizar alguma atividade com outra pessoa, é um sentimento que precisa de algo novo que a transforme.
Questionamos: Ninguém se importa com a nossa vida, com aquilo que somos e fazemos. Um dos males da sociedade moderna que redefine tudo em função da produtividade e esquece do ser humano.
As coisas vão tomando o lugar das pessoas causando cicatrizes profundas na alma
Pesquisas apontam que a solidão pode causar mais males à saúde que obesidade e tabagismo. É um potencial detonador de doenças
A EXPERIÊNCIA DA SOLIDÃO DO APÓSTOLO JOÃO
Ele era o líder da Igreja na região da cidade de Éfeso. Durante a perseguição do imperador romano Domiciano, na década de 90 d.C., ele foi exilado na Ilha de Patmos.
Foi ali, segundo se crê, que ele teria escrito o último livro do Novo Testamento: o Livro do Apocalipse. Uma tradição latina muito antiga informa que ele escapou sem se queimar, depois de ter sido jogado num caldeirão de óleo fervente. Pois foi pego pregando o evangelho. Isso teria acontecido na cidade de Roma.
Na ilha de Patmos: João foi enviado à ilha de Patmos (Ilha Mortal). Pequena ilha rochosa no mar Egeu, a sudeste de Éfeso. Por causa de seu aspecto triste e inóspito, serviu de lugar de detenção para prisioneiros políticos e criminosos. João foi preso por ordem do Imperador Domiciano em 96 d.C
QUARTO LUGARES QUE JAMAIS O CRENTE PENSARIA ENCONTRAR-SE COM DEUS
1.    Deserto – Moisés deve um encontro com Deus no momento do esquecimento
2.    Caverna – Elias deve um encontro com Deus no momento da desistência
3.    Prisão – Paulo e Silas deve um encontro com Deus no momento da angustia
4.    Ilha – João deve um encontro com Deus no momento do abandono
A Ilha do ponto de vista espiritual representa a solidão, isolamento, tristeza, esquecimento, isolamento, amargura e desejo de morte.
Todos os grandes homens e mulheres da bíblia enfrentaram o trauma da solidão: Abraão, José, Ana, Davi, Jeremias Daniel, a mulher do fluxo de sangue etc.
O próprio Cristo afirmou: “eu sozinho pisei no lagar” (Is. 63.3) Cristo no jardim das oliveiras, na hora mais escura do seu ministério transpirou sangue com suor ele teve hematidrose:  Vasodilatação intensa dos capilares, que se rompem em contato com a base de milhões de glândulas sudoríparas. O sangue se mistura com o suor. Mas, uma vez em contato com o ar, o sangue se coagula. Os coágulos assim formados sobre a pele caem em terra, levados pelo abundante suor.
A SOLIDÃO PROVOCADA POR DEUS
Quando Deus leva o crente para uma ilha, isolando de tudo e de todos, é porque há um propósito de fazê-lo entender os seus planos para nós. Deus faz assim para que nós fiquemos totalmente dependente Dele.
A ESPERANÇA DE JOÃO NA ILHA DE PATMOS
Quando ele pensava que não havia mais saída e que o seu fim se aproximava, pois pensava que ali seria o lugar dos seus últimos dias de vida, sem nenhum chance de retorno ao continente. Os rumores sobre a ilha mortal causavam medo e pavor aos prisioneiros.
A MANIFESTAÇÃO SÉTUPLA DE JESUS CRISTO A JOÃO NA ILHA DE PATMOS (AP.1:10-16)
Eu fui arrebatado no Espírito no dia do Senhor, e ouvi detrás de mim uma grande voz, como de trombeta... e no meio dos sete castiças um semelhante ao filho do Homem.
1.    Sua roupa e seu cinto (13) Simboliza Cristo como o cabeça da Igreja
2.    Sua cabeça e cabelo, brancos como a lã branca (14) simboliza sua pureza e eternidade
3.    Seus olhos como chama de fogo (14) Simboliza o discernimento divino penetração profunda
4.    Seus pés e a fornalha (15) Simboliza firmeza do juízo divino
5.    Sua voz e boca (10) Simboliza a voz que proclama o juízo e espada do espírito que executa
6.    Sua destra sete estrelas (16) Simboliza poder e autoridade sobre a sua igreja e os pastores
7.    Seu rosto como o sol (16) simboliza Para o mundo ele é a luz. Para Israel é o sol da justiça e para a igreja é a estrela resplandecente da manhã.
O Jesus do Apocalipse transcende todas as pinturas, esculturas e literaturas de todas as épocas. Elas não podem retratar a revelação da glória sétupla de Cristo o único e verdadeiro pantocrata do céu e da terra.
Todos nós passamos por ilhas da solidão. Mas não ficamos Jesus não nos deixa lá. Cristo tirou João da ilha para revelar a grandeza do último livro. Creiamos que não existe ilha tão tenebrosa e assustadora da solidão que Jesus não possa nos tirar, para revelar sua restauração em nós.
APRENDENDO COM A SOLIDÃO
É na solidão que encaramos nossos medos de frente, temos a oportunidade de refletirmos sobre o valor da vida, da crença, da fé, da confiança.
Fiodor Mikhailovitch Dostoievski, escritor Russo um dos mestres da literatura mundial conhecido pela sua maior obra (crimes e castigos). Preso e condenado à morte – foi salvo para viver em prisão perpétua na Sibéria.
Na véspera de natal de 1849 na bagagem que leva um exemplar do evangelho. Da leitura desse livro. Teve a certeza renovada de que os sofrimentos são o preço necessário da redenção.
Jesus sofreu a dor da solidão e o abandono na cruz do calvário, para nos redimir e nos garantir que estaria conosco todos os dias até a consumação dos séculos. Mt. 28.20...

BISPO/JUIZ. MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

JOSÉ DO FUNDO DO POÇO A GOVERNADOR...


                                       JOSÉ DO FUNDO DO POÇO A GOVERNADOR...
"Às vezes Deus de fato conduz seus filhos ao sofrimento. Mas isso sempre acontece para que, por meio do sofrimento, ele possa produzir um bem maior."
A história de José é uma peça fundamental na saga dos patriarcas. Abraão é apresentado na Bíblia como um exemplo de fé. A história de Isaque, seu filho, revela o caráter provedor de Deus. Jacó, neto de Abraão, demonstra como Deus faz suas escolhas, baseado apenas na sua própria misericórdia, e não no mérito humano.
Na história de José, somos conduzidos a um elemento fundamental, através do qual Deus levou adiante as promessas da aliança: a FIDELIDADE. José é um dos maiores exemplos de fidelidade, no Antigo Testamento. Além, é claro, da tão visível fidelidade de Deus.
Visão panorâmica da história de José
José, cujo nome provavelmente significa "que Deus acrescente", era o décimo primeiro filho do patriarca Jacó. Seu nome reflete o papel de sua vida na nação de Israel: ele foi o agente de Deus na preservação e na prosperidade de seu povo no Egito, durante o período de fome na terra de Canaã. Essa prosperidade levou os hebreus à condição de nação, 400 anos mais tarde, no Êxodo. Vejamos um esboço da biografia desse irrepreensível servo de Deus:
Gn 30.22-24: José nasceu, quando Jacó, seu pai, ainda trabalhava para Labão, seu sogro. Foi o primeiro filho de Raquel, a mulher a quem Jacó amava. Sua mãe lhe deu esse nome, como expressão do seu desejo de ter outro filho - o que aconteceu no nascimento de Benjamim.
Gn 37.2,3: José era responsável por ajudar seus irmãos (Gade, Aser, Dã e Naftali) a pastorearem os rebanhos de Jacó, seu pai; além de ser responsável por prestar relatórios do procedimento deles, enquanto trabalhavam.
Gn 37.9-11: José contou a seus irmãos e se pai os sonhos que descreviam seu futuro domínio sobre toda a sua família, inclusive sobre Jacó. Isso aumentou o ódio dos seus irmãos contra ele.
Gn 37.12-36: Os irmãos de José armaram uma cilada contra ele, prendendo-o, atirando-o em um poço e vendendo o irmão por vinte peças de prata aos ismaelitas (também chamados de midianitas), como se fosse um escravo. Estes, por sua vez, venderam-no a um "oficial do faraó e capitão da guarda" chamado Potifar.
Gn 39: A mulher do seu senhor Potifar, depois de inutilmente tentar seduzir José, acusou-o de tentativa de estupro. Essa acusação levou-o à prisão. Agora, além de escravo, José era um prisioneiro - sem direitos e sem liberdade. Contudo, o autor de Gênesis diz: "Mas o Senhor estava com ele e o tratou com bondade" (v. 21).
Gn 40: José interpretou os sonhos de dois prisioneiros especiais - o copeiro-chefe e o padeiro-chefe, funcionários importantes do faraó, que estavam presos devido a alguma acusação contra eles. Com a interpretação dos seus sonhos, José previu o veredicto de faraó sobre eles: o copeiro-chefe seria libertado e restaurado à sua antiga posição e o padeiro-chefe seria condenado à morte.
Gn 41.1-36: Dois anos depois o faraó teve dois sonhos, que o deixaram extremamente perturbado. O copeiro-chefe lembrou-se da habilidade de José para interpretar sonhos. Este, por sua vez, decifrou os sonhos do faraó e foi nomeado governador do Egito.
Gn 41.37-57: O governo de José foi um sucesso. Durante os sete anos de fartura no Egito, José arrecadou impostos e armazenou mantimentos mais que suficientes para abastecer todo o país durante os próximos sete anos de seca. Quando a fome já havia se espalhado por toda a terra, vinha gente de todas as regiões ao Egito, para comprar trigo de José (vv. 56,57).
Gn 42-44: Os irmãos de José desceram ao Egito, em busca de alimentos que pudessem comprar (42.1-3). Antes de revelar sua real identidade aos seus irmãos, José articulou uma série de situações para testar o caráter deles.
Gn 45: José revelou a verdade aos seus irmãos, perdoou-os e mandou que eles buscassem Jacó, seu pai, para fugirem da fome que afligia Canaã e viverem como hóspedes especiais do faraó, em uma região fértil do Egito, chamada Gósen.
Gn 46-50: Os descendentes de Israel passaram a viver no Egito, onde ficariam pelos próximos 400 anos e se multiplicariam - de uma família de cerca de 70 pessoas, se transformariam numa nação com mais de um milhão de pessoas.
Gn 48: Antes de morrer, Jacó adotou os dois filhos de José (Manassés e Efraim), tornando-os participantes da herança dos seus próprios filhos. Essa bênção, que tinha o poder de um testamento profético, transformou-os em patriarcas de duas tribos, das doze de Israel (v. 5) - o que, por sua vez, conferiu a José a bênção dobrada da primogenitura, um direito natural do seu irmão mais velho, Rúben.
Gn 50.22-26: José morreu no Egito, depois de passar mais de noventa anos da sua vida longe da terra prometida. Contudo, ele jamais abriu mão da certeza de que Deus um dia, finalmente, cumpriria a promessa de entregar Canaã nas mãos dos seus irmãos, os herdeiros naturais da aliança que Deus fizera com Abraão (vv. 24,25). Esta é, sem dúvida nenhuma, uma das mais belas histórias do Antigo Testamento, por inúmeras razões. Primeiro, porque José foi quem abriu o caminho para que Israel fosse morar no Egito, onde se transformou em uma poderosa nação. Segundo, porque o personagem de José é um tipo que prefigura o caráter e a história de Jesus, o Salvador. E terceiro, porque José se constitui um exemplo de fidelidade inigualável em todo o Antigo Testamento.
Lições sobre a vida de José
A história de José é muito mais que o simples retrato de um homem de grande caráter e de fé admirável. É também um marco decisivo na história do povo escolhido de Deus e um modelo de conduta para todos quantos desejam sinceramente ser fiéis ao Senhor.
1. Deus faz o bem, por meio de tragédias e sofrimentos.
A verdade de Rm 8.28 é facilmente comprovada pelo estudo da vida de José. Inúmeras coisas ruins que aconteceram a ele, foram transformadas em coisas boas, e revelaram-se como providências divinas, conduzindo Israel pelos caminhos do amor protetor de Deus.
Exemplos:
a) José foi vendido como escravo; Deus o abençoou e ele foi promovido a um cargo de confiança, na casa de um importante oficial do faraó e capitão da guarda.
b) José foi falsamente acusado de estupro; Deus o abençoou e ele conheceu pessoas muito influentes na prisão.
c) O Egito foi afligido por sete anos de seca; Deus utilizou esse tempo para confirmar a habilidade que José tinha para lidar com dificuldades.
Estes são apenas alguns dos exemplos da providência divina, realizando seus propósitos, por meio de situações de extrema dificuldade. Existem outros inúmeros exemplos bíblicos que comprovam esse método de Deus de converter o mal em bem (Gn 50.20). 2. O coração do homem é provado nas dificuldades que tem de enfrentar.
Tiago diz que devemos nos sentir alegres, quando temos de passar por provações, pois estas cumprem o propósito que Deus tem de desenvolver nosso caráter e fazer-nos amadurecer (Tg 1.2-4). Pedro diz que não devemos ficar desapontados, quando somos afligidos por algum sofrimento, pois é justamente por meio do sofrimento que a nossa fé é provada (1Pe 4.12).
Todas as situações de dificuldade que sobrevieram a José estavam carregadas de propósitos divinos, como: conduzir o povo de Israel para uma terra onde eles pudessem ser protegidos e preservados; servir de testemunho da soberania de Deus entre aqueles que não faziam parte da aliança feita com Abraão; e salvar os povos de outras regiões, livrando-os de morrer de fome. Mas é evidente que José desconhecia cada um destes propósitos. A única coisa que José sabia era que devia continuar fiel a Deus, qualquer que fosse a sua situação (Gn 39.9). 3. A providência divina inclui até os pecados que os outros cometem contra nós.
Por duas vezes, pelo menos, a vida de José foi drasticamente mudada por força do ódio e da mentira de outras pessoas. Primeiro, aos dezessete anos de idade, José foi atacado por seus irmãos e vendido como escravo. Isso marcou radicalmente a sua história. Segundo, por resistir às investidas da "mulher do chefe", José foi preso, acusado de tentativa de estupro. Mais tarde, sabemos que a mão de Deus estava por trás dessas duas conspirações. É evidente que o fato desses pecados contribuírem com a vontade e o propósito de Deus, não isenta da culpa aqueles que os provocaram. No entanto, é motivo suficiente para nos livrar dos sentimentos de mágoa e ódio, que podem, muito facilmente, serem abrigados em nosso coração (Ef 4.31; Hb 12.15).
Por duas vezes José reconheceu que essa confiança era uma razão mais que suficiente para que ele perdoasse seus irmãos (Gn 45.8; 50.20). José sabia que as ações protetoras de Deus também visavam preservar a vida daqueles que o traíram (Gn 45.7). Portanto, a sua atitude deveria ser de cooperar com o propósito que Deus tinha de salvar e proteger seus irmãos (Gn 50.21). Estas são apenas algumas, das inúmeras lições que podemos aprender com o estudo da história desse personagem bíblico, cuja biografia ocupa a terça parte do livro de Gênesis. José foi um personagem tão importante e de caráter tão nobre, que a maioria dos estudantes da Bíblia reconhecem em José e em sua missão muitos paralelismos com a vida e a missão de Jesus. Por exemplo:
Ambos foram rejeitados por seus irmãos;
Ambos foram vendidos por prata, como escravos;
Sofreram em países estrangeiros, pelo bem dos que o afligiam;
Demonstraram extrema capacidade de praticar o perdão. Por tudo isso, José é muito mais que um personagem a ser estudado. Ele é um servo de Deus, que deve ser imitado, cujas virtudes devem ser perseguidas por todos os cristãos de hoje...
BISPO/JUIZ. MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE



quinta-feira, 14 de novembro de 2013

ESTUDO PORQUE O CRISTÃO DEVE SER BATIZADO NAS ÁGUAS...


                                ESTUDO PORQUE O CRISTÃO DEVE SER BATIZADO NAS ÁGUAS...
                                         BATISMO DE MEU FILHO WEVERLIM
Uma das palavras mais conhecidas no cristianismo é a palavra batismo. Geralmente ao pronunciá-la nós imaginamos logo o batismo nas águas. Porém, fato é que Jesus também nos ensinou sobre o batismo no Espírito Santo (lição que trataremos mais tarde). Há, contudo, um outro tipo de batismo não tão frisado como esses, mas ainda assim de suma importância para que possamos entendê-lo. Trata-se do batismo no corpo de Cristo. Visando nosso aperfeiçoamento espiritual, bem como a compreensão clara da relevância do conhecimento das verdades bíblicas, trataremos de dois tipos de batismo:batismo no corpo e batismo nas águas.

O que o batismo não faz

Enquanto alguns ignoram a importância do batismo nas águas, outros supervalorizam este momento. O catolicismo deixou como herança o conceito de que a água batismal transfere graça divina, tanto que batizam crianças para que "não morram pagãs", segundo ensinam. Esta doutrina, perigosa, é aquela que prega a "regeneração batismal", ou seja, que o batismo nas águas participa da salvação do homem, purificando-o de seus pecados. É bom nunca esquecer que a salvação é a conseqüência de arrependimento de pecados daqueles que depositam sua fé em Jesus Cristo como único Senhor e Salvador.

O batismo no corpo de Cristo

O batismo no corpo de Cristo, ou batismo da salvação, é o batismo simbolizado no batismo nas águas. Vejamos:

"Quem crer e for batizado será salvo, quem, porém não crer será condenado" (Mc 16:16).

À primeira vista este texto parece nos dizer que realmente o batismo é essencial à salvação do homem, algo que juntamente com a fé o purifica. Sendo assim, de fato faz sentido ter o batismo valor sacramental na salvação do homem. Contudo, ao pensarmos dessa maneira estaríamos negando tudo quanto a Bíblia ensina sobre a simplicidade da salvação. A Bíblia em ponto nenhum coloca o batismo como integrante desse maravilhoso acontecimento. Por que, então, ela frisa este versículo como parte essencial no processo de salvação juntamente com a fé? A resposta é que este batismo não é o nosso conhecido batismo nas águas, e sim o batismo no corpo de Cristo. Vamos esclarecer um pouco mais esta questão. Batismo significa no original grego"imersão". Antes de seguirmos a Cristo estávamos afastados de Deus e longe da vida eterna.

Contudo, quando nos arrependemos,cremos em Cristo como o único caminho para Deus, fomos "imersos" na vida eterna. Passamos então a fazer parte de um só corpo,o corpo de Cristo, que é a igreja.

Veja o que Paulo nos diz: "Pois em um só Espírito todos nós fomos batizados em um corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um só Espírito." (1Co 12:13). Ou seja, por este "batismo" fomos imersos num só corpo espiritual, fomos "batizados no corpo de Cristo". Este é,sem dúvida, um "batismo espiritual", invisível, que acontece no exato momento da conversão, fazendo com que "...quem crer e for batizado será salvo" (Mc16:16). Este batismo nos insere, nos batiza na vida eterna. A partir desse momento a vida que recebemos não é nossa, é a vida de Deus. Esta "imersão" na vida eterna, na vida de Deus, é o "batismo" no corpo de Cristo, o momento em que passamos a desfrutar da vida eterna. Precisamos entender também que muitos crêem, mas não são "batizados no corpo de Cristo",pois crêem sem se arrepender. Aceitam a idéia da salvação, reconhecem que estão errados, mas não se arrependem (não mudam). Então crêem, mas não se salvam de sua condenação. Arrependimento é uma ação, uma atitude do pecador contra o pecado, mudando sua forma de pensar,que conseqüentemente o leva a uma nova forma de agir. O arrependimento é que é essencial à salvação. Pedro foi muito claro em afirmar:"Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados". (At 3:19).

Nossa circuncisão espiritual

Muita gente confundia isso. Criam que bastava o batismo nas águas após acrença na promessa, para que já tivessem garantido seu passaporte para o céu!Mas Paulo sabiamente explicou que: "Porém judeu é aquele que o é interiormente, e circuncisão, a que é do coração, no espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não procede dos homens, mas de Deus". (Rm 2:29). Em outras palavras, Paulo queria mostrar-lhes que o batismo que salva é o espiritual, não o físico. Por isso ele exorta os irmãos de Filipos aterem cuidado com os da "falsa circuncisão" (Fp 3:2,3).

Ele nos faz andar em novidade de vida

Esta união espiritual é feita quando somos imersos (batizados) em Cristo. "Ou, porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois,sepultados com ele na morte pelo batismo, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição". (Rm6:3-5). Muitos têm dificuldade em entender este batismo, pois entendem que Romanos 6 se refere ao batismo nas águas, quando de fato não o é . A questão é mais de entendimento do significado original (como vimos até aqui) do que de doutrina bíblica. Veja bem, a Bíblia é muito clara ao afirmar que a justificação é efetuada pela fé.

A reforma protestante inclusive teve seu braço de apoio no texto: "O justo viverá pela fé" (Rm 1:17). Ainda em Romanos lemos: "Justificados, pois,mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo". (Rm 5:1). No capítulo seguinte Paulo continua desenvolvendo o mesmo raciocínio(justificação), escrevendo: "Ou,porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo..." (Rm 6:3-4a). Este batismo que nos libertou do pecado, é o das águas? Mas ele não escreveu que fomos justificados pela fé? Paulo especifica: fomos batizados em Cristo Jesus, fomos batizados na sua morte. Portanto, é um batismo que ocorreu uma só vez (sacrifício único e perfeito), e cujos benefícios espirituais nos alcançam(a justificação) quando entregamos nossas vidas a Ele. Tanto este batismo de Rm 6 é o batismo espiritual no corpo de Cristo, e não das águas, que Paulo continua dizendo: " Porquanto quem morreu está justificado do pecado" (Rm 6:7). A justificação ocorre no batismo nas águas? Não, ocorre no momento da conversão. Portanto, o "batismo espiritual" (não o ato físico) traz a justificação do pecador. Dizer que o batismo nas águas nos justifica do pecado é retornar do cristianismo da graça à lei. Jesus não instituiu o batismo nas águas como um momento litúrgico, mágico ou legalista, mas como expressão do momento gerado quando da efetivação da expiação dos pecados: a fé. Lembre-seque o cristianismo abriu os olhos dos cristãos judeus para que não aceitassem mais a circuncisão (At 15:6ss), por ser a verdadeira circuncisão a que é do coração e não a da carne.

Porque é chamado de batismo no corpo de Cristo?

O batismo da salvação também é chamado de batismo no corpo de Cristo, pois somos "...filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus. Porque todos quantos fostes batizados em Cristo de Cristo vos revestistes". (Gl 3:26,27).

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O batismo nas águas

O cristianismo verdadeiro não é uma religião ritualista; a essência do cristianismo é o contato direto do homem com Deus, por meio do espírito. Portanto,não existe uma ordem dogmática, litúrgica e inflexível para cultuá-lo, pelo contrário, deve haver liberdade para adotar o método que lhe seja mais adequado para expressar a sua nova vida. Apesar disso, existem duas cerimônias que são essenciais e que devem ser mantidas por serem divinamente ordenadas: o batismo nas águas e a Santa Ceia, descritas como"ordenanças", porque foram ordenadas pelo próprio Senhor.

O batismo de João Batista

Israel já se acostumara com as liturgias, e se limitava às cerimônias como a circuncisão, o batismo de prosélitos, os rituais de purificação, para pensar que estava bem com Deus. Até que surgiu João Batista no deserto, pregando o batismo de arrependimento para remissão de pecados (Mc1:1-5). João pregava a respeito daquilo que fazia com que Deus perdoasse e purificasse o pecado do ser humano, o arrependimento.

E somente após as pessoas se arrependerem (e conseqüentemente ficarem purificadas), as batizava nas águas como um sinal desta purificação. Em Mt 3:7,8 João deixou bem claro que o batismo não é um ato formal,pois para alguém ser batizado tem que provar que produz frutos dignos de arrependimento. O batismo de João – uma novidade entre os judeus - foi uma "ponte" entre a Antiga e a Nova Aliança.

O que é o batismo nas águas?

Declaração pública (confissão) de uma nova vida

Jesus, poucos dias antes d o Pentecostes, estava com os discípulos e fez uma declaração importantíssima (Mt28:18-20). Portanto Jesus nos deixou ordens para praticar dois memoriais para que a igreja os conserve até o dia em que ele volte. Ele não somente disseque o batismo nas águas deveria se tornar uma prática comum entre seus discípulos, como lhes deu autoridade, em nome da TRINDADE, para fazê-lo. Em outras palavras, o batismo nas águas não é um rito, mas uma ordenança dada diretamente por Jesus. O batismo nas águas é uma posição pública e visível da fé em Cristo, da nova criatura em que nos tornamos.

Batismo: Causa ou conseqüência do arrependimento?

Entendendo isso é que podemos compreender a pregação de Pedro, quando disse no discurso do pentecostes: "Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo". (At2:38). Neste texto há uma interligação do batismo no corpo (Arrependei-vos) com o batismo nas águas (seja batizado). Aparentemente ele nos fornece a interpretação de que temos que ser batizados nas águas (pois o contexto aqui é batismo nas águas, tanto que após a pregação foram batizadas quase três mil pessoas) para que sejamos salvos. Mas preste muita atenção: A Bíblia não se conflita com a própria Bíblia! Então vamos dar uma olhada no original grego da palavra que condiciona a salvação ao batismo: "para" (seja batizado... para remissão dos pecados). Esta palavra traduzida do grego é na verdade uma locução prepositiva,cuja tradução mais fiel seria "em razão de" ou "por causa de." Sendo assim a frase "seja batizado...para remissão dos pecados" ficaria mais correta em seu sentido se enunciada da seguinte maneira: "seja batizado...EM RAZÃO DA remissão dos pecados".

Em outras palavras: Pedro não colocou o batismo nas águas como condição para salvação, e sim como conseqüência da salvação. Como lembra H. Harvey, " a única condição para a salvação apresentada no Novo Testamento é a fé pessoal em Cristo - uma condição espiritual e não formal".

Para lembrar o que já dissemos algumas páginas atrás e observar o que o batismo nas águas simboliza, leia Rm 6:4,11.

Também é importante frisar que o batismo nas águas não é apenas uma simbologia do batismo no corpo, mas é também uma declaração de fé em Jesus Cristo. Se você crê, você deve se batizar, pois dessa maneira você declara à igreja sua fé em Jesus Cristo,obedece a seu mandamento e confirma publicamente sua "imersão" (batismo) no corpo de Cristo, tornando-se assim um membro da igreja de Jesus Cristo na terra.

Formado batismo

Batismo por imersão - É bom que nos lembremos que esta palavra (imersão) no grego, literalmente significa "baptizo" - imergir. E tentar mudar o significado dessa palavra - imergir - é uma violência contra a língua e contra a história do termo. Vejamos o que a Bíblia fala sobre isso,analisando os versículos:

Mateus relata em seu evangelho que muitas pessoas iam até o Jordão (Mt 3:5,6). Por que havia necessidade de se entrar na água e dela sair, e com cautela, visto se tratar de um rio como o Jordão,quando o batismo poderia ser por aspersão, bastando para isso apenas um copo de água? A razão é que o batismo significa imersão e representa o ato de "lavar os pecados".
O próprio Cristo se dirigiu ao rio Jordão para ser batizado pelo seu primo João Batista (Mt 3:13-17). Observe que Jesus entrou na água e dela saiu.
O batismo por imersão era tão necessário que João só batizava onde havia muitas águas (Jo3:23).
Batismo em nome da Trindade

Jesus deixou o padrão de como devemos batizar (Mt 28:19). Esta é a forma bíblica pela qual devemos ministrar o batismo. Não se deve batizar em nome de Jesus, como alguns fazem, e sim no nome das três pessoas da Trindade. As declarações batismais do livro de Atos (At 2:38/8:16/10:48/19:5) não são fórmulas de batismo, mesmo porque são diferentes entre si. Citavam isoladamente o nome de Jesus para dizer que era o batismo cristão (de Cristo) e não o batismo judeu de prosélitos, de João Batista (At 19:3), de Paulo (1Co 1:15) ou de qualquer outro. Devemos batizar sob a ordenança de Jesus, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Condições para ser batizado

O Arrependimento e Fé

Analisando novamente a frase de Pedro no discurso do Pentecostes, vemos o que é necessário para que alguém seja batizado nas águas (At 2:38).

Nesse texto vemos que a ordem de Jesus estava sendo cumprida por seus discípulos, e que a única condição que havia para alguém ser batizado nas águas era a de que se arrependesse , o que demonstra a fé que a pessoa tem. Ou seja, só após alguém ser salvo é que pode ser batizado. Batismo é para os salvos e não para salvação.

Após o discurso de Pedro, veja o que aconteceu At 2:41. Portanto fica claro que o batismo é posterior à fé em Jesus Cristo. Vejamos outros exemplos:

Paulo diz que Lídia o "escutava" e o Senhor lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia. Depois foi batizada, ela e toda a sua casa (At 16:13-15). Aqui observamos dois fatos. O primeiro é que o Espírito Santo é quem convence o homem de sua condição perante Deus. O segundo é que depois de arrepender-se, o certo é o crente ser batizado. Na conversão do carcereiro em At 16:27-34 diante de Paulo e Silas ele perguntou:"senhores, que devo fazer para ser salvo?... a seguir, foi ele batizado, e todos os seus..." Neste texto aprendemos outra verdade a respeito do batismo nas águas: na mesma noite em que o carcereiro e sua família se converteram eles foram batizados. O mesmo aconteceu com o eunuco, que foi batizado assim que se converteu (At. O que entendemos nesses textos é que o batismo pode ser imediato (logicamente após apessoa demonstrar fruto de arrependimento), na mesma hora e na primeira oportunidade. Apesar de não ser uma regra, o texto é claro quanto essa possibilidade.

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Dúvidas quanto ao batismo nas águas

Pessoas podem ser batizadas sem serem salvas?

Será que alguém pode ser batizado sem estar salvo? A resposta infelizmente é sim, pois as aparências enganam. Muitos aceitam o evangelho com alguma segunda intenção ou sem que haja acontecido um genuíno arrependimento;continuam pensando e agindo da mesma maneira, pois não houve na verdade uma "rendição" a Cristo. Este foi o caso de um mágico de Samaria chamado Simão. Quando viu que Felipe,pelo poder de Deus, exercia milagres, ele creu, e a Bíblia diz que "o próprio Simão abraçou a fé e tendo sido batizado..."(At 8:13). Ele creu, mas não se arrependeu de seus pecados. O crer é visível, mediante uma declaração da pessoa. Quanto ao arrepender-se, somente Deus tem conhecimento, pois é algo interior. A crença de Simão enganou Felipe, que o batizou, mas os "frutos de arrependimento" não apareceram. Tanto que Pedro lhe disse "Não tens parte nem sorte neste ministério, porque o teu coração não é reto diante de Deus...."(At 8:21,22).

Em outras palavras: não basta crer; a pessoa deve apresentar frutos dignos de arrependimento. Esses frutos são um testemunho claro da fé em Jesus, para que apessoa seja batizada, pois sem o batismo estaria representando algo que não aconteceu na vida dela.

E o batismo de crianças?

Ficou bem claro que para que alguém seja batizado nas águas deve haver arrependimento e fé (Mc 1:4,5), essas são as condições essenciais para que haja o batismo nas águas. O batismo de crianças não somente é inválido, como é vetado a elas. Raramente uma criança tem condições de se arrepender de seus pecados contra Deus e ter fé no evangelho regenerador de Cristo.

Então a partir de que idade devem ser batizados? Bem,o mais sensato é perguntar ao candidato por que quer se batizar e verificar se o faz com a consciência de que está arrependido de seus pecados. O arrependimento precede o batismo. Se há arrependimento, pode haver batismo. A idade em que uma criança se torna consciente para este ato deve ser medida principalmente pelos pais, e o pastor pode servir de orientador para trazer luz à questão e orientar o candidato.

O batismo é um sacramento?

A palavra de Deus, quando ensina a respeito de salvação, expõe desde a situação natural do homem perante Deus até o novo nascimento. Explica sobre o motivo de Deus querer salvar o homem, o plano de salvação, a expiação, a redenção e, especificamente, as condições para que alguém possa ser salvo:arrependimento e fé. Em nenhum momento se fala que o batismo nas águas é uma condição para a salvação, nem tem participação alguma nesse ato. O batismo não tem valor sacramental, ou seja, a água não transmite graça, nem santifica o objeto deste ato.

O batismo é para os salvos?

A posição de Paulo e dos demais apóstolos era claramente não-sacramentalista. Tanto era assim que Paulo disse aos coríntios que só fez três batismos naquela região (1Co 1:14-17). Por que razão era missão de Paulo pregar o evangelho, e não batizar? Porque o batismo não salva nem purificação homem de seus pecados. Somente a pregação do evangelho é capaz de fazer com que o homem,mediante a convicção de falta perante Deus, se arrependa e creia que o sacrifício de Jesus é a única forma de resgate já pago a Deus para libertá-lo e salvá-lo. O que Paulo dizia é que,afinal de contas, o batismo é para os que já foram salvos! Ou seja, primeiro a pessoa é salva; depois, como testemunho público da sua fé e representando seu batismo no corpo de Cristo, aí sim ela é batizada.

A água é símbolo e não meio

Infelizmente há pessoas que pensam que ao emergirem das águas batismais saem delas purificadas, como se a água fosse um meio de a graça de Deus lhes ser transmitida. Não. A água é símbolo, não meio! O batismo nas águas não garante deforma alguma que todos os que são batizados são possuidores das realidades por ele simbolizadas.

Paulo utiliza um fato da história de Israel para esclarecer este ensino (1Co 10:1,2,5,12). Veja que Israel atravessou o mar vermelho (foi batizado), mas logo depois caiu em idolatria. Neste exemplo ele mostrou que o batismo ocorrido não operou mudança no povo. É por isso que quando escreveu aos romanos foi tão claro: o que vale é o que está no interior, e não o que é exteriorizado. Haver sido circuncidado ou batizado nas águas (físico/visível), não significa muita coisa em se tratando de salvação e santidade (Rm 2:28,29).

Porque devemos ser batizados nas águas?

Como já foi visto, o batismo foi ordenado por Jesus a ser feito por seus discípulos. Se somente houvesse isto já seria suficiente para que o fizéssemos, caso queiramos ser seus discípulos.
Mas - perguntariam alguns - se o batismo nas águas não é um ato que gera vida espiritual na pessoa (regeneração), e só vive para Deus aquele que morreu e foi sepultado para o mundo, para que serve o batismo, uma vez que o "fato" já foi realizado? Imagine se Abraão ao ouvir de Deus que a circuncisão era um sinal da Aliança, fizesse a mesma indagação para Deus:"Senhor para que cortar um pedaço da minha pele? Vai me machucar!". Não temos dúvidas que o caso dele foi mais doloroso, mas Abraão entendia, como os judeus hoje entendem, que se trata de uma identificação pública, o sinal de um compromisso com Deus.
Representa - explicando aos que não entendem e relembrando aos que entendem - que morremos para o nosso passado distante de Deus, agora não existindo mais sobre nós as culpas anteriores, tendo sido feito novo. Isto é que é a novidade de vida. O ato do batismo nas águas simboliza-se como declaração pública de fé, a morte e sepultamento da velha vida e a ressurreição para uma nova vida.
"O batismo nas águas por imersão é mais do que um testemunho público da nossa fé. Ele representa um ato de obediência. E a Palavra de Deus nos ensina que a obediência aos preceitos de Deus é melhor do que qualquer esforço humano"...
BISPO/JUIZ.MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE

CREIA QUE A MURALHA DEUS COLOCOU POR TERRA...


                               CREIA QUE A MURALHA DEUS COLOCOU POR TERRA...
Josué capítulo 6
1   ¶ Ora Jericó estava rigorosamente fechada por causa dos filhos de Israel; ninguém saía nem entrava.
2   Então disse o SENHOR a Josué: Olha, tenho dado na tua mão a Jericó, ao seu rei e aos seus homens valorosos.
3   Vós, pois, todos os homens de guerra, rodeareis a cidade, cercando-a uma vez; assim fareis por seis dias.
4   E sete sacerdotes levarão sete buzinas de chifres de carneiros adiante da arca, e no sétimo dia rodeareis a cidade sete vezes, e os sacerdotes tocarão as buzinas.
5   E será que, tocando-se prolongada mente a buzina de carneiro, ouvindo vós o seu sonido, todo o povo gritará com grande brado; e o muro da cidade cairá abaixo, e o povo subirá por ele, cada um em frente.
6   ¶ Então Josué, filho de Num, chamou aos sacerdotes e disse-lhes: Levai a arca da aliança; e sete sacerdotes levem sete buzinas de chifres de carneiros, adiante da arca do SENHOR.
7   E disse ao povo: Passai e rodeai a cidade; e quem estiver armado, passe adiante da arca do SENHOR.
8   E assim foi que, como Josué dissera ao povo, os sete sacerdotes, levando as sete buzinas de carneiros diante do SENHOR, passaram e tocaram as buzinas; e a arca da aliança do SENHOR os seguia.
9   E os homens armados iam adiante dos sacerdotes, que tocavam as buzinas; e a retaguarda seguia após a arca; andando e tocando as buzinas iam os sacerdotes.
10 Porém ao povo Josué tinha dado ordem, dizendo: Não gritareis, nem fareis ouvir a vossa voz, nem sairá palavra alguma da vossa boca até ao dia que eu vos diga: Gritai. Então gritareis.
11 E fez a arca do SENHOR rodear a cidade, contornando-a uma vez; e entraram no arraial, e ali passaram a noite.
12 Depois Josué se levantou de madrugada, e os sacerdotes levaram a arca do SENHOR.
13 E os sete sacerdotes, que levavam as sete buzinas de chifres de carneiros, adiante da arca do SENHOR, iam andando, e tocavam as buzinas, e os homens armados iam adiante deles e a retaguarda seguia atrás da arca do SENHOR; os sacerdotes iam andando e tocando as buzinas.
14 Assim rodearam outra vez a cidade no segundo dia e voltaram para o arraial; e assim fizeram seis dias.
15 E sucedeu que, ao sétimo dia, madrugaram ao subir da alva, e da mesma maneira rodearam a cidade sete vezes; naquele dia somente rodearam a cidade sete vezes.
16 E sucedeu que, tocando os sacerdotes pela sétima vez as buzinas, disse Josué ao povo: Gritai, porque o SENHOR vos tem dado a cidade.
20 Gritaram, pois, o povo, tocando os sacerdotes as buzinas; e sucedeu que, ouvindo o povo o sonido da buzina, gritou o povo com grande brado; e o muro caiu abaixo, e o povo subiu à cidade, cada um em frente de si, e tomaram a cidade.
Terminamos hoje a série de 21 dias de jejum e oração. Há batalhas na nossa vida que só conquistamos através do jejum e da oração. E hoje, neste 21° dias, vamos orar e proclamar a queda das muralhas sobre a tua vida. E que muros são esses? São obstáculos que se colocam à tua frente e que te impede a caminhar. É como se houvesse um muro à tua frente.
E a história que acabamos de ler, na verdade é uma paráfrase, um paralelo do que acontece na minha e na tua vida. Que para termos vitórias, há muralhas que precisam ser derrubadas.
E a história de Josué poderia ser dividida em 3 partes: CHAMADO, CAPACITAÇÃO E CONQUISTA.
No CHAMADO Deus encoraja a Josué. Tem ânimo, EU estou do teu lado. Te esforça, porque o Senhor teu Deus é contigo por onde quer que andares.
Na CAPACITAÇÃO Deus ordena ao povo a circuncisão, que era o pacto de Deus na antiga aliança, Celebram a Páscoa para se lembrarem de que foram escravos no Egito. Colocam um marco na sua história tirando 12 pedras do leito do Rio Jordão e fazem um momento, um marco, um memorial de que eles passaram o Jordão a seco.
Na CONQUISTA Deus emite uma ordem e espera que o povo obedeça.  Após o CHAMADO e CAPACITAÇÃO, eles agora estão aptos a conquistarem dentro da OBEDIÊNCIA exigida pelo SENHOR.
Porém existem normas a serem seguidas nas conquistas no nosso caminhar com Deus. Vamos então à conquista da primeira cidade: JERICÓ!
Resumo da história:
Jericó era uma cidade fortalecida por uma muralha dupla. Tinha 8 metros de largura. Era a cidade mais forte da Região. A primeira a ser conquistada.
Deus emite a ordem: vocês vão rodear a cidade por 7 dias. Nos 6 primeiros dias uma volta. No último dia, 7 voltas. Total 13 voltas.
Organização: 7 sacerdotes iam à frente da arca do concerto com buzinas de chifres de carneiro. Atrás ia a Arca do Concerto onde havia as tábuas da lei, a vara de Arão que floresceu e o Maná. Simbolizando a Lei, a Escolha e o Sustento.
Silêncio total durante a jornada: : vs. 10 – Josué deu ordem ao povo: “Não gritareis nem fareis ouvir a vossa voz e nem sairá palavra alguma da vossa boca até ao dia em que eu vos diga: Gritai! Então gritareis!”
No sétimo dia, rodearam a cidade 7 vezes. Os sacerdotes desta vez tocaram as buzinas longamente. Josué dá a ordem: Gritai! Porque o Senhor vos tem dado a cidade! E o muro caiu abaixo e o povo conquistou a cidade.
 VAMOS APRENDER OS SEGUINTES PRINCÍPIOS COM ESSA EMOCIONANTE HISTÓRIA DE JOSUÉ:
1. NO PROPÓSITO DE DEUS PARA UMA PESSOA SEMPRE EXISTEM ESTAS TRÊS ETAPAS: CHAMADO, CAPACITAÇÃO e CONQUISTA.
Alguém já disse que Deus não chama os capacitados, mas capacitam os chamados. Isso é verdade.
Exemplos: Moisés, Paulo, Eu, você. Deus chama-nos e capacita-nos. Você me perguntaria: “pastor, não dá para pular alguma etapa?’  Não, não dá! Na ESCOLA DE DEUS não há atalhos. Atalhos são sempre subterfúgios que resultam em desastre.
Você percebeu que na nossa vida natural sempre procuramos atalhos? O caminho mais curto?  Curso rápido de piano, método de emagrecimento rápido, tudo rápido. Sujeito ficou 20 anos comendo, quer emagrecer em um mês. Não dá!  Sujeito faz uma picada no mato, arrisca a vida, pode ser mordido por cobra, só para cortar caminho.

E cortar caminho é perigoso! Diga para a pessoa ao seu lado: “Não tente cortar o caminho”. “Deixa Deus te capacitar!” . Na Escola de Deus você só pode ser um vencedor, um conquistador, quando estiver pronto, ou CAPACITADO!
Deus vai te capacitar! Esta é a parte de Deus.  “Ah, pastor, mas eu não estou preparado!” Não está mesmo! Quem vai te preparar é o SENHOR. Não espere ficar perfeito para tomar a decisão de seguir a Jesus. Siga-o agora, enquanto lê este sermão, já. Não é amanhã é agora, neste segundo. Se não o fizer agora, você o fará depois? Não, não o fará!. Faça-o agora! Tome essa decisão. Por isso Efésios diz que Deus deu uns para apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres, querendo o aperfeiçoamento da igreja. O Senhor te prepara através da PALAVRA de DEUS! É a PALAVRA meu irmão, a palavra do Senhor! Não é a profecia da irmã Mariazinha, não. É a Palavra!
Lc. 24: 49 E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, “até que do alto sejais revestidos de poder”. Jesus está dizendo “Não saiam sem essa capacitação. Vocês vão fazer bobagem.” Já imaginou o médico que não sabe operar enfrentar uma cirurgia? O piloto de avião que não sabe operar o boeing e senta-se na cadeira do comandante? O desastre será certo.
2. PARA SER UM CONQUISTADOR, TEMOS QUE SER ORGANIZADOS.
VS. 3 A 5. Tem que rodear a cidade por 6 dias uma vez. No sétimo dia 7 vezes. São 13 vezes ao todo. Os sacerdotes vão à frente, e não atrás. Tudo tem uma ordem estabelecida. Deus não opera na bagunça.
Deus estabeleceu uma ordem no Universo de sorte que todas as coisas funcionam em sintonia. Não há rebelião entre os astros e o dia sempre nasce. Já imaginou se nunca tivéssemos certeza de que o Sol iria nascer? Que caos seria esse planeta? Pois bem, se as coisas funcionam assim no Universo, também em nossa vida devemos ser organizados no tempo e no espaço.
Você considera-se uma pessoa organizada?  Como é o seu quarto? Você arruma sua cama? A sua cozinha é limpa? Sua vida é íntegra, do que se ocupa sua mente? O que ocupa a sua mente? Veja o que diz Filipenses 4:8 “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.” Esses são princípios que devem nortear o nosso pensamento e não coisas impuras, de má fama. Como Deus pode usar um vaso sujo?
Como você organiza o seu tempo? Você prioriza tempo para Deus, para a leitura da Palavra e oração diária? Vejamos o que Jesus disse em Mt. 6:33 ” busquem em primeiro lugar o Reino de Deus e Sua justiça e todas as demais coisas nos serão acrescentadas. ” Mas se você está preocupado com o seu carro, sua casa, sua esposa(o), suas férias, sua família, seu trabalho, seus filhos e não está nem aí para as coisas de Deus, como poderá ser um conquistador?
 Se você quer ser um conquistador, está na hora de organizar a sua agenda. E a melhor hora de começar é agora. Não deixe para amanhã, porque você não irá organizá-la. Eu sua agenda, o tempo para Deus não é a SOBRA. Deus não quer o tempo que sobrou. Ele quer sempre ter a primazia, o primeiro lugar. Se Deus não for o primeiro eu sua vida, o segundo Ele não será. Ele é sempre o primeiro. Reserve já ao menos uma hora diária para Deus. Dedique-se 30 minutos à leitura da Palavra e depois ore 30 minutos. Faça isso e depois de uma semana, você verá que sua vida mudou. Sua fala, sua confiança, seu linguajar. As pessoas vão notar e dizer: “o que aconteceu com você? Está diferente!”
 3. PARA SERMOS VITORIOSOS TEMOS QUE APRENDER A HORA DO SILÊNCIO.VS. 10  Porém ao povo Josué tinha dado ordem, dizendo: Não gritareis, nem fareis ouvir a vossa voz, nem sairá palavra alguma da vossa boca, até ao dia em que eu vos diga: Gritai! Então, gritareis.
7 DIAS MUDOS. Sabe qual é a arma mais perigosa do planeta terra? A LÍNGUA. O que mais derrotou pessoas no mundo.
Vejam o que diz o apóstolo Tiago sobre a língua:
Tiago 3:5  Assim também a língua é um pequeno membro e gloria-se de grandes coisas. Vede quão grande bosque um pequeno fogo incendeia.
6  A língua também é um fogo; como mundo de iniquidade, a língua está posta entre os nossos membros, e contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, e é inflamada pelo inferno.
7  Porque toda a natureza, tanto de bestas-feras como de aves, tanto de répteis como de animais do mar, se amansa e foi domada pela natureza humana;
8  mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de peçonha mortal.
Você consegue domar cavalo selvagem, leão, até cobra. Mas a língua, não. Até os dentistas têm problemas com ela. Tem que amarrar, PRENDER, colocar uma trava porque ela ATRAPALHA ATÉ DENTISTA.
PARA ALGUMAS PESSOAS, DOMAR A LÍNGUA É UMA MISSÃO QUASE IMPOSSÍVEL. Já viram gente que fala em cima da fala da outra! É incapaz de deixar o outro concluir o raciocínio? Que façanha! Isso é língua não domada.
Por que Deus dá essa ordem? É porque Israel já tem uma história de fracasso no passado por causa da língua. Lembram-se da Rebelião de Datã, Coré e Abirão? Leia Números 16 e perceba que uma rebelião não começa do dia para a noite. Mas ela vai se instalando sorrateiramente a partir dos comentários maldosos. Eles desafiaram a autoridade de Moisés, pondo em dúvida o seu chamado de Deus. Deus teve que julgá-los, destruindo a família deles. Que triste fim eles tiveram. E nós temos que aprender com as histórias do passado. Por isso a Bíblia não conta só as coisas boas, mas também as experiências ruins. Elas foram escritas para que você e eu aprendamos e não caiamos nos mesmos erros daqueles homens.
Imaginem o povo comentando: “que absurdo. Rodear a cidade. Nunca vi isso. Só pode vir da cabeça de Josué! Eu não concordo. Eu tenho um plano melhor. Isso não vai dar certo. Ele não está bom da cabeça. Eu estou cansado. Eu estou com fome. Eu vou desistir.” Daqui a pouco tem uma grande multidão dizendo a mesma coisa.
Agora imaginemos essa cena se repetindo dentro de uma igreja, pessoas falando mal do pastor, utilizando redes sociais, email para difamar. Dentro de pouco tempo ele já acha um punhado de adeptos, reunem-se e decidem dividir a igreja. Quantas igrejas foram divididas. E isso não aconteceu de um dia para outro. Isso é um processo maligno que vai crescendo e a arma mais poderosa, letal, fatal que o diabo usa é a língua do crente que difama o outro.
O SILÊNCIO FALA MAIS ALTO!
Jesus perante o tribunal de Pôncio Pilatos. A multidão está dizendo: “Crucifica-o, crucifica-o” Mas Ele nada respondia. Pilatos fica maravilhado. João 19:6 em diante.
Isaías 30:7 No estarem quietos, estará a sua força.
Vamos ficar calados e deixar Deus agir? Você tem falado demais. Deixe Deus agir na tua vida, na tua causa, nos teus cuidados. Ele tem cuidado de nós.  ”Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.
1 Pedro 5:7″
 4. QUANDO CHEGAR A HORA DE CONQUISTAR, GRITE!
Vs. 16 – Após a 7ª volta, cansados, Josué dá a ordem “GRITEM!” o Senhor vos tem dado a Cidade!
ESSE GRITAR, hoje pode ser interpretado como “CLAMAR”!
O cego Bartimeu gritou e foi ouvido.
A mulher Cananéia clamou!
CLAME AO SENHOR QUE ELE VAI TE OUVIR.
Com fé, os muros caem. Quais muros precisam cair da tua vida para que você saia da vida fracassada e passe a viver uma vida em vitória?
Conclusão:
Hoje, vamos proclamar a Vitória e a Conquista sobre o povo de Deus.
Tome hoje a decisão. JOSUÉ em seu discurso de despedida: Josué 24:15 Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao SENHOR, escolhei hoje a quem sirvais: se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR.
Coloque a tua vida no altar do Senhor nesta noite para nunca mais tirá-la de lá. Esse é o desafio...

BISPO/JUIZ.MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

SENHOR ESTOU NA COVA E OS LEÕES QUEREM ME DEVORAR...


                      SENHOR ESTOU NA COVA E OS LEÕES QUEREM DE DEVORAR...
Dan 6: 16, 17

Os Livros do Antigo Testamento são os retratos da vida de cada um de nós nos dias de hoje.
Cova – ápice de um problema impossível
Leão – problema que não temos como dominar, inimigos maiores que nós.
Quando você não está preparado, você:
1 – PODE SER DEVORADO POR ALGO QUE VOCÊ PODIA DERROTAR.
2 – VAI SOFRER MAIS QUANDO ELE CHEGAR.
3 – O PROBLEMA PODE SER SUPERDIMENSIONADO.
5 – PODE PERDER O CONTROLE DA SITUAÇÃO.
PREPARAÇÃO DE DANIEL
1) Daniel antes da cova
Daniel estava preparado: Dn 6:5
- Daniel obedecia o seu Deus – até os inimigos reconheciam que Daniel era cumpridor da Palavra – (comece a exercer a Palavra de Deus).
- Dn 6:10 – Daniel orava três vezes por dia – (quantas vezer eu oro????)
- Dn 6:16 – O ímpio fala: o teu Deus que tu serves que te livre.
Comunhão profunda e permanente com Deus, Daniel tinha relacionamento com Deus. (não era crente gangorra)
- Daniel dava graças a Deus – reconhece a soberania de Deus na sua vida – Dn 6:10.
- Daniel levava os seus problemas para/a Deus.
2 – Daniel na cova
- Daniel era amissíssimo do rei – Não adianta ser amigo de ninguém importante.
- Daniel não tem controle com os leões e a cova estava cerrada por uma pedra.
- Daniel não tem como se livrar da tribulação.
- Selada a pedra com uma sentença. Existe uma sentença de derrota nesse problema grave.
Não pense que vai acabar a tribulação em meio minuto, a tribulação tem um tempo.
A preparação que Daniel tinha vai produzir três coisas em Daniel:
Dn 6:3 -
1) Havia em Daniel um espírito excelente (presença de Deus).
2) Coragem – domínio do medo, enfrentava o medo – não é ausência do medo. Não permite o medo se transformar em pavor, que é a impotência diante de coisas que tinha domínio.
Coragem – soube do edito do rei e vai orar a Deus. Quando foram buscar a Daniel o acharam orando e ele vai sem resistência e é jogado na cova dos leões e Daniel não perde o equilíbrio.
3) Dn 6.23 – nenhum dano
A preparação em Daniel produziu fé em Deus.
Jairo – Mc 5 – Jairo estava na cova, os amigos de Jairo avisam que sua filha estava morta. Jesus: Jairo não olhe para as circunstâncias, crê somente.
Jesus ensina cai fora de gente incrédula que não crê no poder do Senhor, para estimular a tua fé e te ajudar a conquistar vitória.
Mandou um anjo na cova dos leões
A fé é o botão automático que faz as coisas acontecerem com já a permissiva de Deus.
A fé é o botão automático da ação de Deus na tua vida não precisa de autorização prévia.
Palavra profética para a minha vida
- Está chegando o tempo de você sair da cova. O tempo de Deus tirar você desse lugar de adversidade.
- Deus não nos livra do problema, mas nos livra no problema.
- para que Deus seja glorificado em sua vida.
- para que você cresça espiritualmente.
- está permitindo para você conhecer mais o seu Deus e saber que Ele é poderoso.
- para que os nossos inimigos sejam derrotados sejam homens ou demônios.
- porque aquilo que seria a pior derrota foi a melhor e maior vitória...

BISPO/JUIZ.MESTRE E DOUTOR EM ÊNFASE E DIVINDADES DR.EDSON CAVALCANTE