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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

DEUS VAI TE TIRAR DA CISTERNA...



DEUS VAI TE TIRAR DA CISTERNA...

Jeremias - 13 - 1 : 11


Não tem sido fácil viver neste final de milênio sem se ver manchado com imoralidade, mentiras, desonestidade, desastres familiares, violência e outras ações que nos fazem pecar. Reconheço que o filho ou a filha de Deus que deseja buscar um santo comportamento e um procedimento cristão genuíno, pode até vir a ser chamado de extraterrestre. O melhor de Deus tem sido apresentado como "proposta ultrapassada, "coisa prá boi dormir". O perfeito, bom e agradável de Cristo é expresso como "café sem açúcar", "vida sem emoção". Esta não é a primeira vez que isto acontece na história do ser humano. O próprio povo de Israel, na época do profeta Jeremias, afastou-se tanto de Deus que perderam o senso do certo e do errado. Eles erravam e perguntavam: "onde erramos?" (Jer. 9:1-6; 13:26-27; 16:10-12). No capítulo 13 do seu livro, o profeta nos mostra uma advertência divina que é especificamente válida para cada um de nós hoje. Avalie e aplique este ensino do nosso Deus.



1. "Compre um Cinto de Linho..." (Jer. 13:1)

Jeremias é instruído a adquirir um belo e caro cinto. Ele deveria ser do melhor material disponível na época. Certamente ele comprou algo do seu agrado e gosto. O profeta adquiriu o modelo que lhe agradou e logo começou a usá-lo com satisfação e prazer(Jer. 13:2). É importante notar que Deus, de início, deixa claro que a sua ordem e projeto são bons e agradáveis. Memorize isto: "A vontade de Deus é boa perfeita e agradável" (Romanos 12:2).



2. "Cinto Enterrado... Cinto Estragado" (Jer. 13:3-7)

Veja bem: o que era bom, bonito e agradável foi colocado fora do uso normal. O cinto não foi feito para ser enterrado, o seu lugar era na cintura. Colocado na terra, em pouco tempo, apodreceu e "para nada prestava". Aqui está o que o reino das trevas está hoje fazendo com a moral, a honestidade, a honra e as virtudes recomendadas por Deus: enterrando tudo na areia molhada. Resultado? É o que todos estamos vendo, podridão e estrago.


3. "Um Cinto que me Seja... Povo, e Nome, e Louvor e Glória"

Deus não nos chamou para a idolatria, perversão ou perversidade (Jer. 13:10). Ele nos, chamou para sermos santos, louvor da sua glória (Jer. 13:11). Fica claríssimo que ele nos deseja bem próximos, ligados a sua cintura. Junto do nosso Senhor somos bênção e abençoados! É bênção no namoro, nas vestimentas, na diversão, não importa onde. Juntos e obedientes ao ensino divino, somos cintos usáveis e duráveis, que não se estragam por misturar-se com terra suja.

É estando em harmonia com Deus, que somos seu povo, sal e luz do presente século. Se nos afastarmos e desobedecermos o padrão de Deus para uma vida santa, honesta e pura, seremos como um cinto enterrado perto de um rio. O tempo passa, a podridão aumenta. O tempo passa e o estrago se amplia. Somente ligado aos ensinos de Cristo há segurança de usufruir o melhor de Deus. E você onde está? "Na cintura" de Cristo ou se estragando enterrado à beira do rio...
BISPO/JUIZ.PHD.THD.DR.EDSON CAVALCANTE

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

PROFECIA SECRETA...

 


PROFECIAS QUE A IGREJA CATÓLICA ROMANA ESCONDEU DE SEUS FIEIS DURANTE SECULOS, PARA QUE OS CATÓLICOS ROMANOS NÃO SOUBESSEM A VERDADE, SOBRE O SIGNIFICADO DE"VIGARIS FILLIS DEI "VIGÁRIO FILHO DE DEUS=666...

O último papa, segundo São Malaquias, será prenúncio do fim do mundo
Entre as muitas especulações que surgem após o anúncio de Bento 16 em deixar o papado, uma tem chamado atenção em especial, referente a uma antiga profecia.
Malaquias O’Morgain foi um sacerdote católico nascido na Irlanda, em 1094 e morreu em 1148. Após visitar Roma pela primeira vez, aos 45 anos, em 1139 ele afirma ter recebido uma série de visões. Elas seriam referentes ao futuro da Igreja e de todos os papas. Em menos de um redigiu 112 breves descrições sobre cada papa que sucederiam o pontífice desde 1143 e mostravam a evolução do Catolicismo até a destruição da Igreja.
“São Malaquias”, como ficou conhecido, entregou esses escritos ao papa Inocente II. Assustado com o que leu, o papa mandou escondê-las. Durante 400 anos essas profecias ficaram trancadas em Roma. Redescobertas no século XVI, foram publicadas pelo monge Arnoldo de Wion. Com o passar dos anos, muitas delas mostraram ser previsões precisas sobre o papado.
De acordo com Daniel Réju que escreveu um livro sobre as profecias de São Malaquias, no século XIX, quando foi feita uma restauração na Basílica de São Pedro, em Roma, havia 263 imagens que estavam, associadas a um papa, começando pelo apóstolo Pedro. Esse número coincide com o total de papas indicados na profecia de Malaquias. Esse também seria o número de papas em outra profecia similar atribuída ao “Monge de Pádua”.
Os papas da lista receberam títulos que refletiriam como seria seu tempo como líder dos católicos. As últimas seis descrições da lista de São Malaquias são:
Pastor et Nauta (Pastor e Navegador) – João XXIII (papa de 1958 a 1963) foi pastor de ovelhas quando criança e Patriarca da Cidade de Veneza, cidade onde é preciso movimentar-se através de pequenos barcos.
Flos Florum (Flor das Flores) – Segundo a tradição, a flor de lis é considerada a flor das flores. No brasão de Paulo VI (papa de 1963 a 1978) havia uma flor de lis e no de sua família, a família Montini, 3 flores de lis.
Medietate Lunae (Lua de Neutralidade) – João Paulo I ficou somente um mês no pontificado em 1978, a duração aproximada do ciclo de uma lua. Em tão pouco tempo, naturalmente, não ocorreu nada, tendo sido uma “neutralidade”.
De Labore Solis (Trabalho do Sol) – João Paulo II (papa de 1978 a 2005) foi um pontífice que viajou muito, como nenhum outro antes dele, percorrendo o globo várias vezes, como a luz do sol. Ele nasceu na Polônia, que fica a leste de Roma. O sol nasce no leste.
De Gloria Olivae (Gloria da Oliveira) – Bento 16 (papa de 2005 a 2013) não era um sacerdote beneditino, mas ele escolheu o nome do fundador da Ordem de São Bento, cujo símbolo é uma oliveira, por isso é conhecida como a Olivetana.
O 112º (e último) papa, é chamado de Petrus Romanus [Pedro, o Romano]. Sua descrição na profecia afirma que “chegará a Roma de uma terra distante… Na perseguição final à Santa Igreja Romana, reinará Pedro o Romano, que apascentará suas ovelhas entre muitas tribulações, e depois disto, a cidade entre sete colinas [Roma] será destruída e o juiz terrível julgará o povo”. Segundo especialistas isso significa que ele será assassinado (como o apóstolo Pedro), em uma época que será marcada pelas perseguições finais aos cristãos, feita pelo Anticristo poucos anos antes do “fim do mundo”.
No início do ano passado, os eruditos protestantes Tom Horn e Cris Putnam publicaram o livro “Petrus Romanus: A Chega do Último Papa”, onde examinavam a fundo as frases de São Malaquias. Eles acreditavam que Bento 16 iria renunciar e que o seu sucessor deverá usar o nome de Pedro.
O site World News Daily entrevistou Tom Horn após o anúncio da saída de Bento 16 e ele explica que a renúncia do papa está descrita nas páginas 74 e 486 do seu livro, lançado em abril de 2012. Horn elaborou uma lista de 10 candidatos que poderão suceder Bento e tornar-se “Pedro, o Romano”. Segundo ele, o principal é o cardeal Tarcisio Bertone Evasio Pietro, o Cardeal Secretário de Estado, que nasceu em Romano, Itália. Seu nome poderia, portanto, ser “o Romano”. O segundo nome mais provável seria o do cardeal Peter Turkson, de Gana, atual presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz. Se viver da África, então ficaria claro que esse Peter [Pedro] vem de uma terra distante.
Mas ele sabem que ao longo dos últimos 900 anos, vários críticos questionaram a autenticidade e veracidade das profecias de São Malaquias. O que chama a atenção de Tom Horn e Cris Putnam é como até agora essa profecia tem se mostrado precisa e que ela não pode ser simplesmente descartada, embora não se possa tomá-la como infalível...
BISPO/JUIZ.PHD.THD.DR.EDSON CAVALCANTE

ABRAÃO UM EXEMPLO DE FÉ...



                                             ABRAÃO: UM EXEMPLO DE CRENTE...
Gen. Cap. 11 versículo 27, cap.15 versículo 21
Terminamos nosso estudo, na semana passada, com uma nota triste: a Torre de Babel e tudo que ela representava sobre a aparente incapacidade da humanidade caída de aprender do passado.
Nesta semana, vamos começar com uma nota de maior esperança: os descendentes de Sem, a linhagem da qual proveio o patriarca Abrão, que, de acordo com Paulo, é "o pai de todos nós" (Rom. 4:16). Isto é, ele é pai de todos os que crêem em Cristo, por meio de quem as promessas feitas a Abraão são cumpridas, pois, por meio de Cristo, agora, somos descendência de Abraão "e herdeiros segundo a promessa" (Gál. 3:29), a promessa de uma Canaã celestial onde não mais haverá mal, pecado e morte.
Em outras palavras, depois da queda, do dilúvio, da embriaguez de Noé e do fiasco da Torre de Babel, o Senhor introduz, de maneira ainda mais clara, a esperança para a raça humana. E começa com Abrão, que – embora vivesse em meio a uma família e uma cultura mergulhada em idolatria – era seguidor do Deus verdadeiro e a quem, por sua fidelidade, foi concedida a promessa, não só para ele mesmo e sua família, mas para toda a raça humana.
Nesta semana, vamos começar a estudar a vida de Abrão, seu chamado inicial, sua resposta, sua humanidade e, mais importante de tudo, seu relacionamento com Deus – o grande exemplo do que significa para um ser humano caído a vida pela fé, a justificação pela fé e a demonstração dessa fé mediante as obras.
A origem de Abrão
1. Que informações nos fornece a Bíblia a respeito dos antepassados de Abrão? Gên. 11:10-32 (veja também Josué 24:2 e Atos 7:2.)
Apesar de algumas considerações cronológicas sugerirem que Abrão fosse o mais jovem dos filhos de Terá, ele parece ser mencionado primeiro em Gênesis 11:26 e 27 por sua importância como antepassado da família escolhida. Embora a arqueologia haja revelado muita coisa a respeito dos tempos em que Abrão viveu, os grandes impérios daquele tempo comparecem como figurantes. O destaque são alguns patriarcas e sua família, que tentavam manter viva a verdade e o conhecimento de Deus. Este é o grande enfoque do Gênesis: as histórias, algumas vezes sórdidas, concentram-se naqueles a quem Deus confiou a tarefa de preservar o conhecimento dEle em um mundo cheio de idolatria, paganismo e todas as formas de superstição.
2. Em quantos estágios ocorreu o chamado de Abrão, de acordo com Atos 7:2-4? (Compare Gên. 12:1 com Atos 7:4.)
Estêvão declarou que Deus apareceu primeiramente a Abrão em Ur dos Caldeus, e o chamou para ir à terra que lhe mostraria. Mas ele não foi imediatamente. Houve um ponto de parada em Harã, onde ele viveu até que Terá, seu pai, morreu. Foi depois da morte de seu pai que ele finalmente partiu para a Terra Prometida.
Os familiares de Abrão estavam envolvidos em falsa adoração e idolatria, mas, por algum tempo, ele permaneceu com eles. O que podemos aprender dessa história sobre o relacionamento com membros de nossa família que não estão caminhando com o Senhor?
O chamado
3. Que razão Deus deu para chamar Abrão a sair de Harã? Gên. 12:1-3; Heb. 11:8-10
Note uma grande ironia aqui: entre as coisas que Deus disse que faria a Abrão quando saísse foi que engrandeceria o seu nome (Gên. 12:2). Compare com a história da Torre de Babel, na qual uma das razões pelas quais eles trabalhavam na torre era a fim de tornar célebre o seu nome (Gên. 11:4). Sob a perspectiva humana, parece mais provável que aqueles que fariam aquela monumental realização humana teriam melhor chance de ter "um nome" do que alguém que – deixando para trás família, raça, cultura e terra fértil – viajaria para algum lugar "embora não soubesse para onde estava indo" (Heb. 11:8).
Mas hoje ninguém conhece o nome de qualquer um daqueles que trabalharam na torre; em contraste, quase todo o mundo conhece o nome de Abrão.
4. Que lição poderosa existe neste contraste para aqueles que estão buscando fazer para si "um nome"?
Além do chamado, novamente, para ir para Canaã (compare Atos 7:2 com Gên. 12:1), Abrão recebeu esta surpreendente promessa de que Deus faria dele uma grande nação. Obviamente, isso significava ter filhos, outra coisa em que ele precisaria ter fé, pois até aquele tempo sua esposa não tivera filhos (Gên. 11:30). Apesar de tudo isso, o verso 4 sugere que não houve vacilação da parte de Abrão. Deus o chamou para ir, Deus fez promessas para ele, e Abrão foi em frente (veja Rom. 4:13) pela fé.
Abrão, certo de que Deus o havia chamado, saiu por uma fé que – sob a perspectiva humana – parecia loucura. O que significa sair pela fé, a ponto de parecer "loucura" (I Cor. 1:25; 2:14)? Ao mesmo tempo, como devemos ser cuidadosos para não sair pela "fé" sob a suposição de que Deus está guiando, quando Ele pode não estar? Como podemos saber a diferença?
A fé que tinha Abrão
5. Que perigo corria Abrão no Egito? Qual foi a estratégia dele para escapar desse perigo? Que lição se pode aprender sobre as provações e como vencê-las? Gên. 12:10-20
Poderíamos esperar que, por estar Abrão seguindo o chamado de Deus, ele teria seus caminhos aplanados pela Providência. A Bíblia não dá evidência de que, se permanecermos fiéis a Ele, não teremos provações. Ao contrário.
Realmente, não muito depois de Abrão entrar em Canaã, uma fome terrível o forçou a partir para o Egito, que era irrigado pelas águas das enchentes do Nilo. O Registro Sagrado ensina que até os que seguem as ordens de Deus podem ter que suportar provas de fé. Pense no grande problema que a fome criou para a confiança de Abrão: chamado para entrar naquela terra, e veja o que aconteceu! Uma fome? Essa fome, que o fez retirar-se de Canaã, pode ajudar a explicar sua falta de fé com respeito a Sarai e Faraó. A fome e o medo reduziram o herói da fé a uma pessoa com debilidades com que a maior parte de nós pode se identificar prontamente. A fé sucumbiu ao temor, e o temor, ao descaminho quando Abrão fez uso de uma meia-verdade para esconder a outra metade.
"O Senhor em Sua providência trouxera esta prova a Abraão a fim de lhe ensinar lições de submissão, paciência e fé, lições que deveriam ser registradas para benefício de todos os que mais tarde fossem chamados a suportar a aflição. Deus dirige Seus filhos por um caminho que eles não conhecem; mas não Se esquece dos que nEle põem a confiança, nem os rejeita.
Quando foi a última vez em que você falhou em uma prova de fé? Que lição você aprendeu desse fracasso? O que você aprendeu para evitar esse fracasso na próxima vez?
Abrão e Ló
6. Que ato de abnegação fez Abrão em relação ao seu sobrinho Ló? Diante desse exemplo, o que significa viver pela fé? Gên. 13:1-13
Ao voltar do Egito, Abrão invocou o Senhor no segundo altar que havia construído em Canaã (Gên. 13:3 e 4). Fortalecido por essa renovada relação com Deus, ele pôde enfrentar outra prova. Mais uma vez, a promessa de uma terra pareceu iludir Abrão (vs. 5, 6), e uma decisão teve que ser tomada.
O fracasso de Abrão no Egito parece contrabalançado pela nobreza de caráter que demonstrou no procedimento com Ló. Dos altos de Betel, Ló viu o vale do Jordão, bem irrigado e fértil como o Jardim do Éden e as planícies da Mesopotâmia. Ló escolheu o que apelava para seu senso de lucro imediato. Mal percebeu ele quanto custaria sua escolha. A decisão estava entre a "fé" e a "visão", e os resultados demonstram a sabedoria de se fazer a escolha certa. O íntimo relacionamento de Abrão com o Senhor e sua determinação de caminhar pela fé o habilitou a olhar para além das vantagens temporais imediatas e buscar as vantagens eternas.
7. Que dupla promessa fez Deus a Abrão? Gên. 13:14-18
Melquisedeque e Abrão
Gênesis 14:1-16 conta que Sodoma e Gomorra foram saqueadas e que Abrão libertou dos invasores o povo, inclusive Ló. Assim, embora fosse homem de fé e adorador do Deus verdadeiro, Abrão também podia ser homem de guerra.
8. O que o episódio de Melquisedeque revela sobre a estatura espiritual de Abrão? Novamente, como vemos a fé revelada pelas suas obras? Vs. 17-24
Melquisedeque (que significa "meu rei é justo") era rei de Salém (outro nome de Jerusalém; veja Sal. 76:2) e sacerdote do Deus Altíssimo. Abrão adorava o mesmo Deus. Em deferência a Melquisedeque, que deu boas-vindas e abençoou o patriarca em sua volta da batalha, Abrão deu o dízimo de tudo ao rei-sacerdote (v. 20), indicando que a instituição do dízimo era praticada muito antes de Moisés e dos judeus.
Depois desta grande vitória, o Senhor apareceu a Abrão e lhe deu uma promessa maravilhosa. "Eu sou o seu escudo; grande será a sua recompensa!" (Gên. 15:1). Ellen White indicou que Abrão precisava daquele encorajamento, considerando que suas vitórias recentes haviam despertado ira em alguns de seus vizinhos.
9. Que pergunta fez Abrão a Deus? Gên. 15:2 e 3. Sob todos os pontos de vista racionais e lógicos, por que este pedido tinha tanto sentido?
Deus (vs. 4-6), então, repetiu Sua promessa anterior de que os descendentes de Abrão seriam uma inumerável multidão (Gên. 12:2; 13:16). Embora a idade avançada de Abrão e Sarai parecesse tornar cada vez mais impossível a promessa de descendentes, Abrão tomou a Deus pela palavra e confiou no poder divino. Isto pode ser visto em Gênesis 15:6, que Paulo mais tarde citou (Rom. 4:3).
Abrão creu em Deus, "e isso lhe foi creditado como justiça". Como este fato nos ajuda a entender o que significa ser aceito por Deus? Que coisas na história de Abrão lhe dão esperança? Que coisas lhe mostram a necessidade de fazer algumas mudanças em sua vida?
Depois que Deus prometeu novamente a Abrão que sua descendência se tornaria uma grande nação, Abrão buscou um sinal, uma afirmação da promessa (Gên. 15:7 e 8). "O Senhor condescendeu em fazer um concerto com Seu servo, empregando as mesmas formas que eram usuais entre os homens para a ratificação de um contrato solene. Por determinação divina, Abraão sacrificou uma bezerra, uma cabra e um carneiro, cada um de três anos, dividindo os corpos, e pondo os pedaços a pequena distância entre si. A estes acrescentou ele uma rola e um pombinho, que, entretanto, não foram divididos. Isto feito, reverentemente passou entre as partes do sacrifício, fazendo a Deus um voto solene de perpétua obediência. Atento e perseverante permaneceu ao lado dos corpos mortos, até baixar-se o Sol, a fim de os guardar de serem contaminados ou comidos pelas aves de rapina. Aproximadamente ao pôr-do-sol, caiu em um profundo sono; ‘e eis que grande espanto e grande escuridão caiu sobre ele’. Gên. 15:7-18. Ouviu a voz de Deus, ordenando-lhe que não esperasse a posse imediata da terra prometida, e indicando no futuro os sofrimentos de sua posteridade antes de seu estabelecimento em Canaã. O plano da redenção foi-lhe desvendado, tanto em relação à morte de Cristo, o grande sacrifício, como à Sua vinda em glória. Abraão viu também a Terra restabelecida à sua beleza edênica, para lhe ser dada em possessão eterna, como o cumprimento final e completo da promessa."
Perguntas para consideração
1.      Comente com a classe suas respostas à pergunta no fim da lição de quinta-feira. Hoje, como cristãos do Novo Testamento, o que significa ser considerado justo diante de Deus?
2. Você conhece alguém que crê estar sendo chamado para sair, como Abrão, não sabendo aonde vai? O que sua classe pode fazer para ajudar essa pessoa nas lutas que sua jornada está lhe apresentando?
2.      BISPO/JUIZ.PHD,THD.DR.EDSON CAVALCANTE

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

A VISÃO DO OLEIRO...



A VISÃO DO OLEIRO...

Jeremias - 18 - 1 : 6
Deus ordenou que Jeremias fosse a casa do oleiro, ai observou que o oleiro fazia um vaso de barro. O vaso se partiu nas mãos do oleiro, o qual o refez porem diferente do vaso interior. Esta parábola conte varias lições importantes sobre a obra de Deus em nossa vidas

( 1 ) Nossa submissão a Deus como Aquele que molda tanto o nosso caráter quanto o nosso serviço para Ele, determina em grande parte, o que Ele pode fazer através de nos

( 2 ) Falta de profunda dedicação a Deus da nossa parte, pode estorvar seu propósito original para nossa vida

( 3 ) Deus se quiser mudar seus planos para a nossa vida ( fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos seus olhos fazer v. 4 )

Mas nos concentramos nos elementos e nas etapas usados na fabricação do vaso pelo oleiro e veremos o agir de Deus em nossas vidas

01- A matéria prima , O Barro, a argila , substancia empregada para fabricação de obras de alvenaria ; se obtém misturando argila com água , que nos remete ao pó ( O Homem Gn 2:7 , Gn 3:19 Sl 103:14 ) misturado com a água ( Ex 17:6 , I Co. 10:4 ) , o Espirito, o sopro da vida e o homem passou a alma vivente, imagem de Deus não física mas espiritual , associado ao espirito humano, pelo qual cada ser pode comunicar-se com Deus , e travar um relacionamento com seu criador uma referencia ao espirito humano pode ser consciência, personalidade e vontade própria , aspectos de do caráter de Deus, no principio o homem - o barro – o pó com água – a alma vivente – tinha total comunhão com seu Criador, que foi quebrada com o pecado, então O Oleiro ( Is 64:8 ) pode , e deseja refazer a sua obra , o vaso como preferir ( Rm 9:20,21 - Ef. 2:10 ) para que ela tenha novamente lugar de destaque que tinha antes

02- A Roda do Oleiro – O objeto usado para confeccionar o vaso tratava-se de um instrumento, feito de madeira ou de pedra, que consistia em dois disco , um inferior girado pelo pé do oleiro e o do superior , ligado ao inferior pelo mesmo eixo, o barro disposto no disco superior podia ser transformado em bacias, tigelas, potes, vasos redondos á medida que girava o disco. Deus nosso Criador, O Oleiro tem nas suas mãos o barro, o homem e ele quer transforma-lo fazer dele uma obra prima , mas o barro precisa passar por um processo , ser moldado, amassado , girado pela roda e se depois desse processo terminar e o Oleiro não tiver contente com o resultado ele refaz tudo de novo assim é conosco , primeiro Ele nos resgata , nos escolhe ( Não foi vos que me escolheste Jo 15:16 ) , como o Oleiro . Ele tem o domínio sobre o barro, Ele começa a nos moldar da forma que Ele quiser. Para que os seus propósitos sejam compridos ( Is 45: 9 - Rm 9:21 ) , nesse momento ele usa tanto as coisas boas , o disco superior, como as coisas más , o disco inferior, pois tudo está sobre o seu controle está tudo ligado por um eixo , e começamos a ganhar a forma de uma obra de arte, mas processo em si e doloroso , por que a forma do barro não é esta , ele não está acostumado , e o Oleiro, começa a utilizar outras ferramentas, recursos para ajuda-lo, O Amor ( Jo 3:16 ) , A Misericórdia ( Sl 25:6 ) , A Compaixão ( Sl 116:5 ) e O Oleiro usa também o óleo para não danificar a sua obra ( O Óleo o símbolo do Espirito Santo – O Consolador Jo 14:16 ) e começa a operar a roda do Oleiro, que são o nosso viver diário , as provações , tribulações, as alegrias , as benções , as vitorias , as derrotas , tudo o que nos molda e nos faz reconhecer a sua soberania, sejam nas coisas grandes ou pequenas, boas ou más, sabias ou loucas ( I Co 1: 27,29 )

03- O Forno – Uma construção , usada para fazer cozer pães , assar matérias de alvenaria ( barro ), Após O Oleiro fazer o vaso , Ter acabado de molda-lo naquela época eles os oleiros levavam ao forno os potes de barro para dar-lhes consistência, esse processo partia os potes defeituosos , fracos , mas os que resistiam eram marcados com a mesma palavra grega que o Apostolo Pedro utiliza em I Pe. 1:7, descobrimos de que somos feitos quando a nossa fé e provada, se permanecemos fieis a meio as provações ( I Pe 1:6 ) isso purificará , fortalecerá , aperfeiçoará a nossa fé e resultará em louvor , gloria e honra na vinda do Senhor Jesus , o Senhor considera a nossa perseverança na provações e nossa fé Nele preciosas e de valor inestimável por toda a eternidade

04- O vaso – Após sair do forno o vaso está pronto para ser usado ( Ensina-me a fazer a tua vontade, pois és o meu Deus Sl. 143:10 ) o vaso em si não passa de um objeto se o oleiro não tiver um uso para ele de nada serve , assim somo nos não basta sermos escolhidos , moldados transformados , provados pelo fogo, resistirmos, as não descobrimos o nosso uso nas mãos de Deus , á sua vontade , não a nossa vontade , o seu querer , não o nosso querer, para a nossa vida , o vaso por si só não pode fazer nada , e como uma jarra por mais que ela quiser ele nunca poderá ser encher de água mas quando o seu criador , o senhor da sua vida a utiliza ela tem utilidade , no momento que nos colocamos nas mãos de Deus , deixando de lado as nossas vontades e descobrimos a Sua vontade , nos adequamos a Ela , não querendo que Deus se adeque as nossas , descobrimos os seus planos e nos encaixamos a ele , e não fazendo planos e tentarmos encaixar Deus neles , ai sim podemos nos considerar vasos nas mãos do Senhor. Em lugar disso, deveis dizer se o senhor quiser viveremos e faremos isto ou aquilo Tiago 4: 15...
BISPO/JUIZ.PHD.THD.DR.EDSON CAVALCANTE

domingo, 10 de fevereiro de 2013

A SÍNDROME DE ANANIAS E SAFIRA...



A SÍNDROME DE ANANIAS E SAFIRA...
 ( Atos 5)

… Não me lembro de já ter ouvido uma pregação sobre o episódio de Ananias e Safira. Posso ter ouvido, mas não me lembro. É um texto pouco concorrido dentre os textos referentes à Igreja Primitiva. Isso porque é atordoante para nossa mente conceber essa trágica ocorrência em meio às páginas do Novo Testamento. Parece mais algum daqueles estranhos eventos típicos do Antigo Testamento, onde ocasionalmente alguém caía morto e estatelado no chão, por conta de algum juízo fulminante dos céus, como aconteceu com Uzá ao amparar a Arca..ou quando não, com grupos inteiros que amanheciam cadavéricos, como os primogênitos egípcios e alguns exércitos inimigos de Israel. A única vez que ouvi alguém se valer do texto que abre o capítulo 5 de Atos foi numa reunião de liderança da igreja onde congreguei, que estava preocupada com a “disseminação” do Espírito da Graça no meio do povo, gerando um “evangelho raso e descomprometido” – no entender deles. E para, então, exemplificar que a coisa no meio da comunidade não é tão “largada” assim, se disse: “Afinal, Ananias e Safira estão no Novo Testamento.” Ou seja, a Graça não é tão Graça assim como se tem pensado, pois caso fosse, Ananias e sua esposa não teriam sido mortalmente castigados por Deus, bem em meio às páginas do Livro de Atos dos Apóstolos, mesmo depois da morte e ressurreição de Cristo, que tomou sobre si os nossos pecados; ou seja, bem dentro da própria “dispensação” da Graça – para quem acredita nisso.
Então, ao refletir sobre o texto, fiquei ainda mais convicto do seguinte: Fora do caminho da Graça em Cristo não há caminho a ser feito!
Fora do Caminho da Graça que nos expõem a verdade do ser, qualquer caminho leva à morte. Ou se É o que se É, ou não há o que ser, sem que isso que somos-sem-ser nos mate! Vejo Deus sendo tão enfático com esse princípio do Evangelho em outro contexto igualmente estranho, pregado por um pastor em igreja: A figueira amaldiçoada morreu pelo mesmo motivo . Suas exuberantes folhagens indicavam a presença de fruto, mas quando Jesus se aproximou dela, viu que a árvore demonstrava possuir aquilo que, de fato, não tinha em si, numa estação da vida que todas as demais figueiras estavam nuas porque era outono.
      Mas, enfim, por que Ananias e Safira morreram?
No caso de Ananias e Safira, não foi à avareza que os matou; não morreram porque retiveram parte do dinheiro. Não foi o egoísmo que os matou; não morreram porque não eram generosos o suficiente. Logo, não foi o descumprimento de qualquer norma, Lei, lista ou regra que os matou! Não. Morreram… porque mentiram!
Morreram porque pensaram que podiam se passar por aquilo que não eram. Mentiram ao apóstolo? Não. Não foi Pedro quem os matou. Não foi Pedro quem os julgou. Pedro não levantou a mão e nem se mexeu para cortar as orelhas de ninguém dessa vez!Foi Deus Quem os julgou. Morreram porque mentiram para Deus. Logo, mentir para Deus é sempre mortal. Mas, como se mente para Deus ?
Mente-se para Deus quando se finge para os homens sobre o agir de Deus em nós!
Mente-se para Deus quando se procura enganar os outros acerca da estação ou do estágio da obra de Deus no coração.A mentira denunciada aqui não é a mentira de ter ou não ter. De possuir ou não possuir. De fazer ou não fazer. É a mentira de ser!É a necessidade doentia de se passar por algo que não se É, só para receber, por uma via clandestina a via do Espírito, os benefícios de ser e pertencer a síndrome de Ananias e Safira. Quando fingimos ser o que não somos para parecer que somos em Deus, mentimos para Deus, ainda que o enganado seja o outro irmão de Caminhada. E essa atitude revela uma condição existencial condenada e mortal – é a síndrome de Ananias e Safira, que mata a gente mesmo quando a gente continua vivo. Portanto, o que o texto de Atos 5 denuncia é a mentira de ser.O que precisa ser dito é que a mentira de ser em Deus aquilo que ainda não se é, tomou conta da experiência religiosa de nossos dias, de forma que a síndrome de Ananias e Safira virou uma verdadeira epidemia espiritual no meio cristão, com alto grau de virulência. E tal síndrome é a maior obra do Diabo em nosso tempo: “Por que deixastes Satanás encher o teu coração.?” - foi o que Pedro lhes perguntou quando discerniu a sugestão maligna. Ora, pensemos então: Se todos nós fôssemos julgados a exemplo de Ananias e Safira diante de Pedro, um enfartamento generalizado se daria, tal como tombam as pedras de dominó! Nossos cultos cheios de teatralidades devocionais, encenações litúrgicas, representações piedosas e devoções inventadas acabariam por falta de quórum! Porque o homem mente mesmo! Mente tanto que quando Deus quis enfatizar que não mente, disse que não era homem para mentir!Acredito - dentro do espírito das Escrituras - que foi para nosso exemplo e ilustração que se deu o que se lê em Atos 5, “pois tudo o que outrora foi escrito, para o nosso ensino foi escrito. ”Como aconteceu com Sodoma e Gomorra e também com a primeira geração de israelitas que tiveram “seus corpos espalhados pelo deserto”, “tudo isso lhes aconteceu como exemplos, e estas coisas estão escritas para nosso aviso, para quem já são chegados os fins dos séculos” temos que entender que não somos melhores do que aqueles para os quais a história bíblica registrou uma espécie de antecipação do Juízo. Na verdade, o juízo não foi antecipado nesses casos pontuais, mas sim, tem sido retardado em nosso caso, essa geração pós-diluviana, que sempre foi também incrédula e perversa, pois já faz tempo que viu Deus que os homens eram maus em sua natureza.
O próprio Pedro, em sua segunda carta, acrescenta que tudo que tem sido reservado para o dia do juízo tem demorado a se manifestar, porque Deus é paciente, e não quer que ninguém se perca, senão que todos venham a concordarem com Ele acerca de si mesmos, em arrependimento. É assim porque a misericórdia sempre triunfa sobre o juízo. E assim porque as misericórdias do Senhor se renovam a cada manhã! Se não fora o Senhor. Todavia, o que nos faz pensar, então, que somos melhores do que eles foram, se sabemos que é a misericórdia do Senhor que nos preserva ainda? O que nos faz pensar que nossas cidades são melhores do que Sodoma?
Jesus afirmou que no dia do juízo haverá menor rigor para Sodoma e Gomorra do que para a cidade que não recebeu o Evangelho, e acrescentou que se os milagres realizados em Cafarnaum tivessem sido realizados em Sodoma ela não teria sido subjugada, mas permaneceria até hoje!, há muito já teriam se convertido! O que nos faz pensar que somos melhores que o povo de dura cerviz dos quarenta anos de deserto? Essa presunção é a mesma que Israel tinha em relação aos povos cananeus que encheram a medida da tolerância divina com seus pecados. Mas Deus lhes afirma que eles não são melhores do que os povos que foram tirados de diante deles. Se tivessem aprendido a Eleição da Graça, poderiam ter construído uma Nação amante do Senhor, humilde, fiel e dependente de Seu Deus; pois Deus escolheu Jacó (Israel) no ventre, antes dele haver feito qualquer mal ou bem; antes dele vir a ser o “mocinho” da história em relação a Esaú, o que, inclusive, nunca foi o caso. O que Jesus respondeu quando indagado sobre os galileus cujo sangue Pilatos misturara com os sacrifícios que eles realizavam? “Pensais que esses galileus foram mais pecadores do que todos os outros, por terem padecido tais coisas? Não” Eu vos digo que se não vos converterdes, igualmente perecereis!Ou aqueles dezoito, sobre os quais desabou uma torre, pensais que foram mais culpados do que todos os outros habitantes de Jerusalém? Não! Eu vos digo que se não vos converterdes, igualmente perecereis!” Portanto, se é para o nosso ensino que estas descrições estão registradas nas Escrituras, então aprendamos com temor e tremor reais que: Toda mentira de ser é mentira contra Deus. Porque Ele quem opera em nós o Seu querer e efetuar. Ele é Autor e Consumador da nossa Fé. Ele é o Oleiro, e nós o barro em suas mãos. Ele quem faz a poda e gera os frutos no galho ligado a videira, porque nenhum galho dá fruto por si próprio, posto que todo fruto que dá, ele o faz por alimentar-se da Seiva da Videira de tal modo, que Jesus conclui afirmando: “sem Mim nada podeis fazer (de vós mesmos)” e Paulo acrescenta em Romanos 11: “.Não és tu que sustentas a raiz, mas a raiz a ti”.Preocupado com o câncer invasivo que a mentira de ser  gera em nós, é que Paulo pede que ninguém pense dele mais do que nele vê, e dele ouve. Senão, veja: No contexto antecedente (Atos 4), Barnabé vendeu uma propriedade, trouxe o dinheiro todo, e o depositou aos pés dos apóstolos. A atitude de Barnabé exemplificava o espírito que tomava conta da igreja naqueles dias primais: “Da multidão dos que creram era só um o coração e a alma, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns”… Não havia entre eles, necessitado algum, pois o gesto de Barnabé foi o gesto de muitos, que espontaneamente e cheios de misericórdia e consolação social, doaram seus bens e a si próprios, porque em “todos eles havia abundante Graça”.Então, aparece o casal em questão. Eles queriam projeção comunitária, queriam parecer ser aquilo que não eram, queriam queimar etapas rumo ao crescimento espiritual. Para tanto, venderam a propriedade que não queriam vender. Doaram o dinheiro que não queriam doar. E como não queriam doar tudo, pois nem vender estava no coração deles, doaram parte. Porque o que eles mais queriam, era fingir ser o que não eram, queriam falsificar a Obra de Deus no coração.Mas a Obra de Deus no coração humano é de Deus, não é nossa. Quando a gente se mete, só atrapalha.  E toda vez que não se encontra segurança no amor de Deus, a gente sempre se põe a dar uma forcinha para Deus, artificializando o processo todo. É por isso que se diz que o casal mentiu ao Espírito de Deus, e não aos homens. “Crescer em entendimento e experiência da Graça de Deus na presente existência, demanda de nós esforço, compromisso, e busca disciplinada de desenvolvimento interior, e que é fruto de auto-exame, e de auto-discernimento, tarefa que seria insuportável sem um coração pacificado pela Graça.”O que os cristãos precisam saber é que Não há melhor lugar para conhecer nossa própria verdade, senão no solo seguro da Graça de Deus, onde não há mais condenação para os que estão em Cristo Jesus! Há somente aceitação e renovação!Primeiro se percebe tal qual se é; depois o Espírito promove seus frutos em nós, enchendo a vida de paz, alegria e amor!
E toda conquista interior que lhe aconteça, não é mérito, mas Graça de Deus sobre ele; e sobre tais conquistas ele não fica alardeando com a boca, visto que, se são verdadeiras, elas serão percebidas pelo fruto da vida, em amor e misericórdia. É por isso, que eu sei que o coração de Ananias e da sua mulher não estavam convertidos à pregação de Pedro e dos demais, mas tão somente, estavam de brincadeira no circuito da fé! Buscando iludir comunidade e Divindade. Fora da Graça, todo caminho é um Atalho!
Ananias estava buscando um atalho dentre os que eram do Caminho. Tentou fazer o Caminho da Vida se valendo de um Atalho de Morte. O coração deles não se abriu para a graça que liberta, e sem paz no coração, toda construção espiritual é um atalho mortal.Hoje, a síndrome de Ananias e Safira se manifesta, principalmente, quando se percebe que, para corresponder o quanto antes à norma massificada, as pessoas artificializam o agir de Deus, operando em si mesmas uma ‘transformação de ocasião’, uma conversão para fins eclesiásticos, uma supressão de tudo que choca a religião, uma espiritualidade ‘de fachada’, mas compatível com a média comunitária. A síndrome de Ananias e Safira carregam como principal sintoma essa falsificação do lavar regenerador e renovador do Espírito - que dá conta de instituir mudanças para fora do ser, exclusivamente comportamentalista, baseadas no fazer e mensuradas pelo desempenho, sem seu correspondente interior de crescimento na Graça e na Verdade. É a figueira sem frutos, mas adornada de folhagens, que camuflam a nudez própria do outono da vida. Desse modo, “no Caminho”, não há ninguém que não seja forçado a se enxergar e a crescer. E isto acontece quando a existência nos chama de nossas sombras, expõe as nossas entranhas e estranhas motivações; ou, muitas vezes, as tentações de poder latentes em nós”. Fazendo caminho contra a mentira de ser , assim como Pedro não pediu que eles vendessem campo algum e muito menos que doassem o dinheiro, também não estou reclamando que as pessoas se rasguem em sinceríssimos, em ânsias de autenticidade, em necessidade de se expor, em auto-obrigação de se derramar. Não. Não estou pedindo nada que não seja voluntário e próprio.Na comunidade dos “do Caminho”, não se está pedindo para ninguém se abrir sem querer fazê-lo, nem para dar o que não tem, nem para escancarar suas intimidades, nem para andar pelado por aí. Não é isso…Estou pedindo que, caso o façam, o façam de verdade e em verdade! Estou pedindo que, quando isso acontecer, que aquilo que é revelado seja unicamente a verdade do ser, a verdade de ser e a verdade do que se é. Que seu gesto corresponda a sua realidade. Que sua atitude seja fruto da sua espontaneidade. Que sua vida no caminho seja em verdade!A verdade, seja ela qual for na vida, é a única coisa que interessa no Caminho.O que passar disso - como já se sabe - provém do maligno.
Referências: (1. 2 Samuel 6.7) ( Êxodo 11) (2 Reis 19.35) (Mateus 21.18-22) (/Marcos 11.20-25) (Atos 5.3) (Rom. 15.4) (1 Cor. 10.6,11) (Gen. 8.21) (2 Pedro 3) (Mateus 10) (Lucas 13) (2 Coríntios 12.6) O Caminho da Graça para todos, Ananias e Safira foram mortos pela Liberdade na Graça. Tudo era deles (liberdade). Poderiam dar ou não (liberdade). Escolheram usar a liberdade para a mentira (morte). Liberdade sem verdade, mata. E quem assim faz, se mata. Na Graça só há liberdade na verdade. Fora dela, toda liberdade é juízo; pois o que liberta é a Verdade. Assim, um avaro honesto ainda é melhor do que um pseudo-generoso-mentiroso. O único dogma do Caminho é a fé que atua pelo amor. E seu único anti-dogma é a liberdade que escolhe a mentira. O primeiro dá vida. O segundo mata...
BISPO/JUIZ.PHD.THD.DR.EDSON CAVALCANTE


sábado, 9 de fevereiro de 2013

A RAIZ DA PERVERSIDADE...



                                                       A RAIZ DA PERVERSIDADE...  

(At. 2.40b, Gn 4.17-26)

1.1 Introdução:
“Salvai-vos desta geração Perversa”. Na verdade, não é uma geração perversa e sim uma perversidade que cresce dentro de uma geração. O pecado acaba sendo tão grande que gera uma “perversidade total ” dentro dos corações humanos e os deixam completamente “cegos para não enxergar a verdade de Deus”. Em Gênesis 4, nos mostra duas gerações diferentes: a de “Sete, substituto de Abel” a qual invocava a Deus e a de “Caim a qual invocava a perversidade e o pecado”. A perversidade, segundo a Bíblia, nasce a partir de Caim ( sig. procriar: você pode procriar a bondade ou maldade). A sua perversidade foi tão grande que ele acabou matando o seu próprio irmão (Gn.4.8), e depois do homicídio, não há em Caim arrependimento por causa do pecado, do homicídio... O pecado não confessado mudou a característica de Caim, e ele tornou fugitivo (têm pessoas que preferem fugir de Deus, da Ceia, do que fugir do pecado) e errante (quem vagueia e anda por acaso e sem direção). Caim sai da presença de Deus e vai para a terra de Node e depois edifica uma cidade, e nessa cidade irá prevalecer a violência e a corrupção.

Quanto mais perversa uma geração se torna, mais próxima da destruição se aproxima, e é por isto que Pedro advertiu o povo: “ Salvai-vos desta geração Perversa”. Pois a perversidade tem o poder de se alastrar assim como acontece com o fogo. É exatamente na 5a geração de Caim que surge um homem completamente perverso chamado Lameque, e é sobre sua vida que iremos entender mais um pouco sobre perversidade.

1.2 Transição: O que a vida de Lameque nos passa?

1.3 Que ele era um homem sem Deus:
A cidade edificada por Caim através das gerações acabou se tornando uma cidade sem Deus, pois uma cidade sem Deus foi inventada por Caim,e o que acabou prevalecendo nela foi a violência, a perversidade e a maldade. Pois numa cidade sem Deus a vida humana não tem nenhum valor, e as pessoas começam a se gloriar na sua maldade, pois é um homem sem Deus. “A violência não é por falta de oportunidade, por crise financeira ou social, e sim por falta de Deus, pois um homem de Deus atravessa toda e qualquer situação completamente íntegro”. Vejamos então a que ponto pode fazer uma vida que não tem Deus. Disse Lameque: “ Matei um homem porque ele me feriu; e um rapaz porque me pisou” (Gn. 2.23). E sempre irá se gloriar na sua maldade, a sua maldade passa ser o seu troféu.

• Um homem sem Deus é um homem sem paz:
Na verdade um homem sem Deus jamais irá encontrar paz, como aconteceu com Caim que saiu fugitivo e errante, e sempre estará maquinando o mal: (Pv.6.14 - 15): “ No seu coração há perversidade; todo tempo maquina o mal; anda semeando contendas. Pelo que a sua destruição virá repentinamente; subitamente, será quebrantado, sem que haja cura”.

O homem sem Deus tem prazer em aborrecer ao Senhor:
Mas, o que aborrece o Senhor? O pecado. Mas também a Bíblia revela o que aborrece o Senhor: ( Pv. 6.16-19): “ Seis coisas o Senhor aborrece, e a sétima a sua alma abomina: 1) olhos altivos; 2) língua mentirosa; 3) mãos que derramam sangue inocente; 4) coração que trama projetos iníquos; 5) pés que se apressam a correr para o mal; 6) testemunha falsa que profere mentiras; 7) o que semeia contendas entre os irmãos (e a sétima o Senhor abomina). Graças a Deus que isto não acontece com aqueles que nasceram de novo, os quais são nova criatura.

•O Homem sem Deus tem realizações, mas tudo é feito para sua própria glória:
Nota-se que os filhos de Lameque eram trabalhadores e alcançaram posições profissionais importantes para a época: Jabal foi pai dos que habitam em tendas e possui gado, ou melhor, era pastor; Jubal foi pai de todos os que tocam harpa e flauta, isto é, foi o primeiro instrumentista e músico, e por último Tubalcaim o qual foi artífice de todo instrumento cortante, de bronze e de ferro. Tinham inteligência, capacidade e criatividade na profissão, mas não tinham o mais importante: “Deus”, e tudo era feito para gloriar em si mesmo. O homem de Deus faz as coisas e alcança os seus objetivos, mas quando alcança reconhece que Deus esteve contigo e logo diz: “Ebenézer: Até aqui o senhor me ajudou ”. Muitos pais incentivam seus filhos a serem sucesso, outros a serem aquilo que eles não conseguiram ser, e alcançar aquilo que não conseguiram. O estudo é importante assim como uma profissão, mas o mais importante é ter Deus, pois Ele dará a direção para que seu filho tenha condição e sabedoria do alto para alcançar os objetivos sem envergonhar a Deus sem entristecer o Espírito Santo. Vai chegar um dia em que o sucesso e a profissão não terá valor algum, e sim a alma. Como ficará você, pai, vendo que o seu filho foi sucesso para o mundo, mas foi uma vergonha para Deus?

1.4 Que ele tinha uma família sem Deus:
Antes de falar da família de Lameque, é preciso falar da família de Sete, a qual era uma família centrada em Deus. Nesta família vemos que o 1o filho de Sete teve uma grande experiência, foi o primeiro a invocar a Deus: “ ... pôs o nome de Enos... daí se começou a invocar ao Senhor” (4.26). Na descendência de Sete houve um homem que teve uma grande intimidade com Deus, ao ponto que Deus não o resistiu e o tomou para Ele: (5.24): “ Andou Enoque com Deus e já não era, porque Deus o tomou para si ”. Esta expressão no judaísmo tardio significa que Enoque agiu de acordo com a vontade de Deus (andou com Deus, você só anda com alguém porque você concorda com ele). Sendo assim, a grande diferença entre as famílias era: a família de Sete adorava e tinha intimidade com Deus e a família de Lameque não adorava a Deus, e sim aos méritos humanos.

• A família sem Deus é aquela que se realiza no prazer:
Lameque foi o inventor da poligamia, ou melhor, tinha duas mulheres. Um lar que não tem adoração, oração, Bíblia, comunhão e Deus, será um lar que irá satisfazer a vontade carnal e os desejos da carne do que a vontade do Pai e a do Espírito. Será um lar de crise e destruição, pois Deus estará sempre em segundo plano, estará sempre recebendo a sobra.

1.5 Tinha um coração sem Deus:
O maior motivo da perversidade do homem é ele não ter Deus no seu coração, pois quando falta Deus no seu coração o homem começa a confiar estritamente no homem: (Jr.17.5) “ Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, ‘ faz da carne mortal o seu braço ’ e ‘ aparta o seu coração do Senhor ”. Justamente isto, é o que aconteceu com Lameque, passou a confiar em si mesmo e fez até um poema para reverenciar não a Deus e sim ao homem, a violência e espada.

• O homem que não tem Deus no seu coração faz daquilo em que ele é bom o seu deus:
Lameque era um bom guerreiro e fez da sua espada o seu deus e este poema chama: “Canção da Espada”. Quantas pessoas que hoje o seu deus é o dinheiro, é o seu bem, a sua casa, o seu 38 (resolvo tudo na bala) ou a empresa que trabalha. E quando estas cousas falham não sabem o que fazer e ficam perdidos.

• A pessoa que não tem Deus no seu coração zomba das coisas que são de Deus:
Deus tinha falado a respeito de Caim: “ Assim, qualquer que matar Caim será vingado sete vezes” (4.15). Lameque acabou zombando de Deus, ironizou, fazendo uma piada sobre a Palavra que Deus tinha falado: (4.24) “sete vezes se tomará vingança de Caim, de Lameque, porém, setenta vezes sete” (490 vezes). Ele estava dizendo: se Caim foi perverso, eu sou 70 vezes mais. Vemos hoje em dia que muitos zombam de Deus e da sua palavra (ilustração: João Machado), e esses que zombam das coisas de Deus é porque não conhecem, pois quem conhece e tem Deus no coração, não zomba e sim ama as coisas de Deus.

1.6 Conclusão:
Vimos que uma geração perversa é aquela que não tem Deus, onde Deus é deixado de lado, ou abandonado. Sem Deus a geração perde a noção de pecado e transgressão, e quanto mais peca, mais perversa fica, até quando chega a destruição. Foi por isto que Pedro avisou a todos: “Salvai-vos desta geração Perversa”. Isto é atual, é para você nesta noite... Pois o mundo está caminhando para a destruição, mas antes que isso aconteça: Salva-te logo em Cristo Jesus...

BISPO/JUIZ.PHD.THD.DR.EDSON CAVALCANTE




sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

A ORAÇÃO É O GRITO DO NECESSITADO...



A ORAÇÃO É O GRITO DO NECESSITADO...

Salmos - 130 - 1 : 8
INTRODUÇÃO: A ausência de literatura a respeito da oração no mercado é marcante. Publica-se o que vende e não o que nos leve a prostrar-nos diante de Deus

AT: A ORAÇÃO É O GRITO DO NECESSITADO. O salmista nos oferece princípios para aqueles que oram.

*O necessitado ora... Quem acha que tudo tem... Não ora

Princípio da Reflexão vers. 1-2 ( reconhecendo a situação ou estado)

Aqui se da o exame da vida interior pelo próprio indivíduo. Exame que faz alguém dos próprios pensamentos, sentimentos, objetivo de vida, situação contextual, etc. Enfim é uma autoanálise.

O texto declara que o autor fez uma autoanálise "Das profundezas..." Lugar de desespero, lugar de abismo.

Há necessidade de descer as profundezas para esmagar o nosso ego. Os homens da história bíblica comprovam isto: Moises, Elias, Davi, Jesus, Pedro, Paulo, João

*Não amortize esta realidade



(SL 69:1) "LIVRA-ME, ó Deus, pois as águas entraram até à minha alma."

(SL 69:2) "Atolei-me em profundo lamaçal, onde se não pode estar em pé; entrei na profundeza das águas, onde a corrente me leva."

(SL 69:3) "Estou cansado de clamar; a minha garganta se secou; os meus olhos desfalecem".

(SL 69:14) "Tira-me do lamaçal, e não me deixes atolar; seja eu livre dos que me odeiam, e das profundezas das águas."

(SL 69:15) "Não me leve a corrente das águas, e não me absorva ao profundo, nem o poço cerre a sua boca sobre mim." esperando o meu Deus."



O método de auto-ajuda ou ajuda-te a ti mesmo não é resposta suficiente para as profundezas da angústia - "Clamo a ti Senhor"

Súplica: Pedido ou oração humilde – Suplicação

Hoje a ênfase da literatura moderna está focalizada é que o homem pode resolver sozinhos os seus problemas por mais difíceis que sejam – esqueceram da natureza pecaminosa - A ênfase é na auto-ajuda. Mas o melhor método de auto-ajuda é a oração

Daniel: 9 - Oração de Daniel Ato de introspecção

Isaías 6 – Isaias no templo e a glória do Senhor

Lc:5:1-11 - A pesca maravilhosa - Pedro prostrou-se aos pés de Jesus dizendo "Retira-te de mim, Senhor, porque sou um homem pecador

Lc:18: 9- 14 - Parábola do rico e publicano, a razão da parábola está no vers.9 "Propôs esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros..."



PRINCÍPIO DA VISÃO vers. 3-4 (Reconhecendo a Pessoa de Deus)

Se a visão de si mesmo, a auto-análise fecha o leque, a visão de Deus amplia a graça, trazendo luz à escuridão.

Vers.3 é uma pergunta que fecha as portas dos céus; mas o vers. 4 é a resposta que arromba as portas que se fecharam. Mas porque Deus perdoa-nos? Qual é a razão de que Ele nos tem que perdoar? Isaias dará a resposta

(IS 43:22) "Contudo tu não me invocaste a mim, ó Jacó, mas te cansaste de mim, ó Israel."

(IS 43:23) "Não me trouxeste o gado miúdo dos teus holocaustos, nem me honraste com os teus sacrifícios; não te fiz servir com ofertas, nem te fatiguei com incenso."

(IS 43:24) "Não me compraste por dinheiro cana aromática, nem com a gordura dos teus sacrifícios me satisfizeste, mas me deste trabalho com os teus pecados, e me cansaste com as tuas iniqüidades."

(IS 43:25) "Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim, e dos teus pecados não me lembro."

(IS 43:26) "Faze-me lembrar; entremos juntos em juízo; conta tu as tuas razões, para que te possas justificar."

ILUSTRAÇÃO: pessoa histérica e pessoa histórica



Êxodo: 34:6-7: "Passando, pois, o SENHOR perante ele, clamou: O SENHOR, o SENHOR Deus, misericordioso e piedoso, tardio em irar-se e grande em beneficência e verdade Que usa a beneficência com milhares; que perdoa a iniqüidade, e a transgressão e o pecado..."



O texto trata uma questão interessante e intrigante questão da culpa:

**Tudo deve ser pago vs. Tudo deve ser gratidão/

**A salvação é pela graça a santificação é pela lei (Deus nos dá alvos que parecem que não alcançamos, MAS Ele nos dá o poder e condições de alcançar o objetivo de Deus – ISTO É GRAÇA).

ILUSTRAÇÃO: Meu pai pedia coisas que eu nunca tinha aprendido



O homem e a mulher sentem-se eternamente culpados - mas creio eu, que isto é conseqüência de uma culpa só, que é verdadeira culpa: "A única culpa é não depender de Deus, de somente Deus" Ex:20:3: "Não terás outros deuses diante de mim" – Por que só pensamos que idolatria são imagens?

DI-ME QUEM É O TEU DEUS E TE DIREI QUEM TU ÉS

O versículo 4 declara: "Contigo está o perdão" "Tu nos perdoa" - Foi Deus quem pagou é a solução verdadeira. Nenhum preço pago a Deus pode ser suficientemente alto pelo que Ele merece... OUÇA..VOCE DEVE ESTAR AQUI POR GRATIDÃO, não por culpa.

Os versículos 3 e 4 traz uma tensão que produz um sentimento de culpa, porém o mesmo traz a possibilidade de abrir os olhos para ver o caminho da liberdade

O Objetivo do reconhecimento do Deus perdoador está na frase: "Para que sejas temido" (temer é amar, venerar, respeitar, etc – nunca Pavor) isto subentendesse com um relacionamento dinâmico e não estático





PRINCÍPIO DA EMOÇÃO vers. 5 -6 (Desejando o Senhor)



Uma oração sem sentimento é uma oração seca. Cf. o livro de Salmos, Jeremias, Lamentações.

Nos versículos anteriores expressava-se o desejo do perdão. Agora expressasse o desejo em relação a pessoa que perdoa - Deus. Agora desejasse a pessoa que traz este perdão que deixa o homem livre de culpa. Esperasse na sua palavra, diz o texto



A alma do homem não somente o aguarda mas o anseia vers. 5-6

O salmista sabe que a resposta das suas inquietações, das suas noites sem dormir serão solucionadas quando ELE chegar.

(SL 42:1) "Assim como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó Deus!"

(SL 42:2) "A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando entrarei e me apresentarei ante a face de Deus?"

(SL 42:3) "As minhas lágrimas servem-me de mantimento de dia e de noite, enquanto me dizem constantemente: Onde está o teu Deus?"

(SL 42:4) "Quando me lembro disto, dentro de mim derramo a minha alma; pois eu havia ido com a multidão. Fui com eles à casa de Deus, com voz de alegria e louvor, com a multidão que festejava."

(SL 42:5) "Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei pela salvação da sua face."

(SL 42:6) "Ó meu Deus, dentro de mim a minha alma está abatida; por isso lembro-me de ti ..."



Mc:5:25-34: A cura da mulher hemorrágica diz que "ouviu falar de Jesus" veio por detrás e tocou-lhe o manto, porque dizia "se tão somente tocar-lhe as vestes, ficarei curada"

Mc:10:46-52 - O cego de Jerico - Bartimeu filho de Timeu

Vers. 6 a figura de linguagem simile: semelhança, analogia comparação de coisas semelhantes



PRINCÍPIO DA ESPERANÇA vers. 7-8



Oração sem a esperança é uma oração sem Deus, sem rumo, sem objetivo.

Oração sem sentimento é seca, uma oração sem esperança é estar na escuridão

(HB 11:1) "ORA, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem."

(HB 11:2) "Porque por ela os antigos alcançaram testemunho."



A oração deve ser feita com um coração esperançoso mesmo que se peça o impossível

Se observarmos estes versículos 7-8 contrastam fortemente com os vers 1 e 2. O começo da oração do salmista é desespero, angustia depressão, etc. agora a oração finda com a esperança do adorador, do servo grato, de aquele que confia, de aquele que conhece o Senhor. Agora a esperança tinha afastado a depressão e a incerteza das "profundezas" de onde o salmista tinha clamado. O começo é no fundo do poço, é na porta do inferno do sofrimento, mas agora após um dialogo com Deus, o adorador sobe as alturas e se enche de esperança. Algo aconteceu, o que seria? O que faz o salmista mudar da depressão a esperança A descoberta de Deus, da sua pessoa, dos seus atributos. O salmista se deteve na PESSOA de Deus - na sua experiência existencial, o salmista descobriu...



Com o Senhor há benignidade (BLH - o seu amor é fiel)

Com Ele há copiosa redenção (BLH - Ele sempre quer salvar)

Ele perdoará todas as iniquidades (BLH - Perdoará todo os pecados)

Chama a atenção que a esperança é fruto da pessoa, do caráter de Deus e não da minha oração ou dos meus esforços - Tudo depende de Deus, cabe a mim orar e descobrir quem é Deus - DIZ-ME QUEM É O TEU DEUS E TE DIREI QUEM TU ÉS.

(SL 40:1) "ESPEREI com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor."

(SL 40:2) "Tirou-me dum lago horrível, dum charco de lodo, pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos."

(SL 40:3) "E pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus; muitos o verão, e temerão, e confiarão no SENHOR."

(SL 40:4) "Bem-aventurado o homem que põe no SENHOR a sua confiança,

A ORAÇÃO É O GRITO DO NECESSITADO 4 PRINCÍPIOS de aquele que ora



Reflexão ( reconhecendo a situação ou estado)

Visão (Reconhecendo a Pessoa de Deus)

Emoção (Desejando o Senhor)

Esperança (Confiando na pessoa de Deus)

Conclusão: Relacionar-se com Deus é a possibilidade de todos, cabe a cada um de nós fazer a opção real de este relacionamento, e sentir que é possível. A história é prova de homens e mulheres que descobriram que é possível estar com Deus e que Ele assim o deseja. Estar com Deus é não é o complemento da vida É A VIDA

(HB 11:6) "Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam."
BISPO/JUIZ.PHD.THD.DR.EDSON CAVALCANTE