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quarta-feira, 27 de novembro de 2019

A MORTE


                                                                       A MORTE

Como é a morte?

É como um sono. A Bíblia diz em 1 Tessalonicenses 4:13 “Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais como os outros que não têm esperança..”

Onde dormem os mortos?

A Bíblia diz em Daniel 12:2 “E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno.”

Os mortos sabem de alguma coisa?

A Bíblia diz em Eclesiastes 9:5-6, 10 “Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles daí em diante recompensa; porque a sua memória ficou entregue ao esquecimento. Tanto o seu amor como o seu ódio e a sua inveja já pereceram; nem têm eles daí em diante parte para sempre em coisa alguma do que se faz debaixo do sol. Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças; porque no Seol, para onde tu vais, não há obra, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.”

A morte não é o fim?

A Bíblia diz em Isaías 26:19 “Os teus mortos viverão, os seus corpos ressuscitarão; despertai e exultai, vós que habitais no pó; porque o teu orvalho é orvalho de luz, e sobre a terra das sombras fá-lo-ás cair.”

Que promete Jesus aos que morrem?

A Bíblia diz em Oséias 13:14 “Eu os remirei do poder do Seol, e os resgatarei da morte. Onde estão, ó morte, as tuas pragas? Onde está, ó Seol, a tua destruição? A compaixão está escondida de meus olhos.”
O poder da ressurreição vem de Cristo?
A Bíblia diz em 1 Coríntios 15:21-22 “Porque, assim como por um homem veio a morte, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Pois como em Adão todos morrem, do mesmo modo em Cristo todos serão vivificados.”

Por que Deus deu o Seu Filho ao mundo?

A Bíblia diz em João 3:16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

Ambos os justos e os ímpios serão ressuscitados?

A Bíblia diz em João 5:28-29 “Não vos admireis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida, e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo.”

Os justos serão ressuscitados na Segunda Vinda de Cristo?

A Bíblia diz em 1 Tessalonicenses 4:16-17 “Porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos seremos arrebatados juntamente com eles, nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor.”

Que acontecerá depois da ressurreição?

A Bíblia diz em Filipenses 3:20-21 “Mas a nossa pátria está nos céus, donde também aguardamos um Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o corpo da nossa humilhação, para ser conforme ao corpo da sua glória, segundo o seu eficaz poder de até sujeitar a si todas as coisas.”

Por quanto tempo viverão os justos ressuscitados?

A Bíblia diz em Lucas 20:36 “Porque já não podem mais morrer; pois são iguais aos anjos, e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição.”

Quanto tempo têm que esperar os ímpios depois da primeira ressurreição para que eles mesmos sejam ressuscitados?

A Bíblia diz em Apocalipse 20:4-5 “E eles [os justos] reviveram, e reinaram com Cristo durante mil anos. (Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se completassem.).”

Qual é o destino dos ímpios?

A Bíblia diz em Apocalipse 20:9 “Mas desceu fogo do céu, e os devorou.”

Quem são os ímpios?

A Bíblia diz em Apocalipse 21:8 “Mas, quanto aos medrosos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos adúlteros, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago ardente de fogo e enxofre, que é a segunda morte.”

Que diz a Bíblia sobre o céu?
A Bíblia diz em João 14:2-3 “Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.”

O conceito de céu é algo que já conhecemos?

A Bíblia diz em 1 Coríntios 2:9 “Mas, como está escrito: As coisas que olhos não viram, nem ouvidos ouviram, nem penetraram o coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam.”

Como descreveu Isaías o céu?

A Bíblia diz em Isaías 65:21-23 “E eles edificarão casas, e as habitarão; e plantarão vinhas, e comerão o fruto delas. Não edificarão para que outros habitem; não plantarão para que outros comam; porque os dias do meu povo serão como os dias da árvore, e os meus escolhidos gozarão por longo tempo das obras das suas mãos: Não trabalharão debalde, nem terão filhos para calamidade; porque serão a descendência dos benditos do Senhor, e os seus descendentes estarão com eles.”

Haverá paz até no reino animal?

A Bíblia diz em Isaías 65:25 “O lobo e o cordeiro juntos se apascentarão, o leão comerá palha como o boi; e pó será a comida da serpente. Não farão mal nem dano algum em todo o meu santo monte, diz o Senhor.”

Os deficientes serão curados?

A Bíblia diz em Isaías 35:5-6 “Então os olhos dos cegos serão abertos, e os ouvidos dos surdos se desimpedirão. Então o coxo saltará como o cervo, e a língua do mudo cantará de alegria.”

Quando a morte, lamento e dor vão acabar?

A Bíblia diz em Apocalipse 21:3-4 “E ouvi uma grande voz, vinda do trono, que dizia: Eis que o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles. Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.”
Apóstolo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciências da Religião Dr. Edson Cavalcante

terça-feira, 26 de novembro de 2019

SÍNDROME DE PÂNICO


                                                          SÍNDROME DE PÂNICO

O QUE É SÍNDROME DO PÂNICO?

A síndrome do pânico é um tipo de transtorno de ansiedade no qual ocorrem ataques repetidos de medo intenso de que algo ruim aconteça de forma inesperada.

CAUSAS

A causa é desconhecida A genética pode ser um fator determinante. Pesquisas indicam que, se um gêmeo idêntico tem síndrome do pânico, o outro gêmeo também desenvolverá o problema em 40% das vezes. No entanto, a síndrome do pânico em geral ocorre sem que haja nenhum histórico familiar.
A síndrome do pânico é duas vezes mais comum em mulheres do que em homens. Os sintomas normalmente começam antes dos 25 anos, mas podem ocorrer depois dos 30. Embora a síndrome do pânico ocorra em crianças, ela normalmente não é diagnosticada até que as crianças sejam mais velhas.

EXAMES

Muitas pessoas com síndrome do pânico buscam tratamento primeiro no pronto-socorro, pois os ataques de pânico parecem ataques cardíacos.
O médico realizará um exame físico, incluindo uma avaliação psiquiátrica.
Serão realizados exames de sangue. Outras doenças devem ser descartadas antes de diagnosticar a síndrome do pânico. Devem ser considerados distúrbios relacionados a abuso de drogas, pois os sintomas podem ser iguais aos de ataques de pânico.

SINTOMAS DE SÍNDROME DO PÂNICO

O ataque de pânico começa de repente e, na maioria das vezes, atinge seu ápice dentro de 10 a 20 minutos. Alguns sintomas podem continuar por uma hora ou mais. Um ataque de pânico pode ser confundido com um ataque cardíaco.
 Pânico pode ser confundido com ataque cardíaco
Os ataques de pânico podem incluir ansiedade por estar em uma situação da qual seria difícil escapar (como estar no meio de uma multidão ou viajando em um carro ou ônibus).
Uma pessoa com síndrome do pânico muitas vezes vive com medo de ter outro ataque e também pode ter medo de estar sozinho ou longe da ajuda médica.
As pessoas com síndrome do pânico têm pelo menos quatro dos seguintes sintomas durante um ataque:
  • Dor no peito ou desconforto
  • Tontura ou desmaio
  • Medo de morrer
  • Medo de perder o controle ou de uma tragédia iminente
  • Sensação de engasgar
  • Sentimentos de indiferença
  • Sensação de estar fora da realidade
  • Náuseas ou mal-estar estomacal
  • Dormência ou formigamento nas mãos, nos pés ou no rosto
  • Palpitações, ritmo cardíaco acelerado ou taquicardia
  • Sensação de falta de ar ou sufocamento( em alguns casos sensação de falta de ar constante)
  • Suor, calafrios ou ondas de calor
  • Tremores
Os ataques de pânico podem alterar o comportamento em casa, na escola ou no trabalho. As pessoas com a síndrome do pânico muitas vezes se preocupam com os efeitos de seus ataques de pânico.
As pessoas com essa síndrome podem ter sintomas de:
Os ataques de pânico não podem ser previstos. Pelo menos nos estágios iniciais do transtorno, não há nada específico que desencadeie o ataque. Lembrar de um ataque anterior pode desencadear ataques de pânico. 

TRATAMENTO SÍNDROME DO PÂNICO

O objetivo do tratamento é ajudar você a agir normalmente na vida cotidiana. Uma combinação entre medicamentos e terapia cognitivo-comportamental (TCC) funciona melhor.
Saiba mais
Os medicamentos antidepressivos chamados inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRSs) são normalmente receitados para a síndrome do pânico. Eles incluem:
  • Fluoxetina (Prozac)
  • Sertralina (Zoloft)
  • Paroxetina (Paxil)
  • Outros ISRSs
Outros medicamentos que podem ser usados incluem:
  • Outros tipos de antidepressivos, como inibidores de recaptação da serotonina e norepinefrina (IRSNs)
  • Medicamentos anticonvulsivos, em casos graves
  • Benzodiazepinas, inclusive diazepam (Valium), alpralozam (Xanax), clonazepam (Klonopin) e lorazepam (Ativan), podem ser usados por um curto período.
  • Os inibidores da monoamina oxidase (IMAO) só são usados quando as outras drogas não funcionam, porém eles podem ter efeitos colaterais graves.
Os sintomas devem desaparecer lentamente em algumas semanas. Se não melhorarem, converse com seu médico. Não suspenda a medicação sem antes consultar seu médico.
A terapia cognitivo-comportamental ajuda a entender seus comportamentos e o que fazer para mudá-los. Você deverá fazer de 10 a 20 visitas ao terapeuta durante várias semanas. Durante a terapia, você aprenderá a:
  • Entender e controlar as visões distorcidas dos estressores da vida, como o comportamento de outras pessoas ou eventos importantes.
  • Reconhecer e substituir os pensamentos que causam pânico, diminuindo o sentimento de impotência.
  • Gerenciar o estresse e relaxar quando os sintomas ocorrerem.
  • Imaginar as situações que causam a ansiedade, começando pela menos assustadora. Envolver-se lentamente com as situações da vida real pode ajudá-lo a superar os medos.
As seguintes ações também podem ajudar a reduzir o número e a gravidade dos ataques de pânico:
  • Fazer exercícios regulares
  • Dormir o suficiente
  • Fazer refeições regulares
  • Reduzir ou evitar a cafeína, alguns remédios para gripe e estimulantes
Nunca mais direi que “tenho medo“, “porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação“. Passagem bíblica de: 2o Timóteo 1:7

Nunca mais direi que “tenho dúvidas” ou “falta de fé“, porque eu tenho “a medida da fé que Deus repartiu a cada um“. Passagem bíblica de: Romanos 12:3

Nunca mais direi que “sou fraco“, porque junto “o Senhor é a fortaleza da minha vida” e “o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo“. Passagens bíblicas: Salmo 27:1 e Daniel 11:32

Nunca mais direi que “O mal tem supremacia em minha vida“, porque “maior é aquele que está em mim do que aquele que está no mundo“. Passagem bíblica de: 1º João 4:4

Nunca mais direi que “estou derrotado“, porque Deus “em Cristo sempre me conduz em triunfo“. Passagem bíblica de: 2ª Coríntios 2:14

Nunca mais direi que “não tenho sabedoria“, pois “Cristo Jesus… se tornou da parte de Deus (minha) sabedoria“. Passagem bíblica de: 1ª Coríntios 1:30

Nunca mais direi que “estou doente“, pois “pelas suas pisaduras fui sarado“. e “Jesus mesmo tomou minhas enfermidades e carregou com as minhas doenças“. Passagens bíblicas: Isaías 53:5 e Mateus 8:17

Nunca mais direi que “estou preocupado e frustado“, pois estou “lançando sobre ele toda a minha ansiedade, porque ele tem cuidado de mim“. Passagem bíblica de: 1ª Pedro 5:7 Em Cristo estou livre de cuidados!

Nunca mais direi que “estou preso“, pois “onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade“. Passagem bíblica de: 2ª Coríntios 3:17 Meu corpo é templo do Espírito Santo !

Nunca mais direi que “estou condenado“, pois “já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus“. Passagem bíblica de: Romanos 8:1
Estou em Cristo; portanto, estou livre de condenação.


QUATRO PALAVRAS QUE SÃO PRESENTES DE DEUS Isaías 41.8-14

“Não fiquem com medo, pois estou com vocês; não se apavorem, pois eu sou o seu Deus. Eu lhes dou forças e os ajudo; eu os protejo com a minha forte mão”.
“Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te esforço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça”.
“Você não precisa ter medo porque Eu sou o seu Deus. Eu lhe darei forças; Eu vou ajudar e manter você em pé, firme, com a minha vitoriosa Mão Direita”.
Introdução
A vida muitas vezes é como um filme de aventura em que o personagem principal passa por muitos apuros: luta, se machuca, cai de uma montanha, entra num cheio de cobras e jacarés, mas o pior nunca acontece com ele, afinal de contas, ele é o personagem principal e, já tem garantido um final feliz!
Assim acontece com os que são filhos de Deus. Lutam, correm de um lado pro outro, passam por situações desesperadoras, mas, sempre tem um livramento de Deus para suas vidas...
Deus já determinou um final feliz e vitorioso para você!
Contudo, se a caminhada é difícil, Deus te dá de presente quatro poderosas palavras aqui... o que Deus diz?
...a primeira palavra que Deus dá de presente é essa... ele diz:
1- NÃO TEMAS
O medo muitas vezes se torna um terrível obstáculo na vida do cristão... o medo paralisa; alguém disse que o medo é derrota antecipada.
Mas Deus está dizendo: “Você não precisa ter medo! Confie em mim! Não temas! Eu estou contigo”.
Que presente!
...a segunda palavra que vem como presente de Deus é:
2- EU TE FORTALEÇO!
Muitas vezes na caminhada, somos tentados a desanimar e ficamos enfraquecidos com os desgastes, as frustrações...
Quem sabe, muitos de nós, em algum momento já chegou a dizer “Chega! Não agüento mais!”
Porém, Deus dá uma Palavra de presente aqui... Ele diz: “Filho, Eu sou a sua força! Eu sou aquele que te fortalece! Não desista dos seus sonhos! Eu te darei força”.
A Bíblia fala de José, que foi vendido pelos próprios irmãos e foi levado como escravo para o Egito. Lá ele foi tentado...
Quem você acha que deu forças pra José vencer a tentação? Foi Deus.
Daniel foi jogado na cova dos leões. Mas quem ajudou ele? Foi Deus!
O mesmo Deus Poderoso que diz: “Eu te fortaleço!”
...a terceira palavra que vem como um presente de Deus é esta:
3- EU TE AJUDO!
Quando temos muita coisa pra fazer, como uma “ajudinha” é bem-vinda?
Pois considere: se uma ajuda humana já adianta muita coisa em nossa vida, imagina a ajuda de Deus, que pode todas as coisas!
Deixe Deus te ajudar! Não viva sozinho! Faça tudo com a ajuda de Deus!
...finalmente, uma quarta palavra que vem como um presente de Deus é a seguinte:
4- EU TE SUSTENTO COM MINHA DESTRA FIEL!
Precisamos entender que o nosso verdadeiro sustento não está no salário que recebemos no final do mês, não está na ajuda do governo (tem quem recebe Bolsa Família)...
O nosso verdadeiro sustento vêm de cima, vem de Deus de toda provisão.
Por conta disso, confie em Deus. Ele diz: Eu vou ajudar e manter você em pé, firme!
Conclusão
Está vendo quantos presentes?
Deus está te dizendo hoje, e pra vida toda: Não temas, eu te fortaleço, eu te ajudo, eu te sustento.
Vale a pena receber com confiança essa Palavra de Deus, como presente hoje.
Apóstolo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciências da Religião Dr. Edson Cavalcante

LAGO DE FOGO E ENXOFRE


                                                     LAGO DE FOGO E ENXOFRE
O inferno é um lugar de intenso sofrimento que, segundo a Bíblia, serve de habitação para todos aqueles que foram condenados ao castigo eterno.
A Bíblia se refere ao inferno tanto em seu estado atual, onde os ímpios já estão sob tormento enquanto aguardam a ressurreição de seus corpos, como em seu estado final (também chamado de “lago de fogo”), onde os ímpios juntamente com o diabo e seus anjos serão eternamente castigados após o julgamento final.
Existe muita discussão e algumas dúvidas entre os cristãos acerca deste assunto. Portanto, neste texto iremos analisar alguns pontos importantes a respeito do que a Bíblia diz sobre o que é o inferno.
O que é o inferno? O inferno é real? O que a Bíblia diz sobre ele?
A doutrina bíblica acerca da realidade do inferno é muito clara, e por mais que pareça aterrorizante não deve ser negada.
Ao mesmo passo que a Bíblia ensina que a vida eterna dos redimidos ao lado de Deus no novo céu e nova terra será tão gloriosa que é inimaginável para nós na atualidade, ela também ensina que o tormento eterno dos ímpios no inferno é tão terrível que foge à nossa compreensão.
Existem realmente muitas referências bíblicas que apontam para o inferno como um lugar real onde os ímpios e os anjos caídos serão atormentados.
Apesar de a doutrina acerca do inferno não aparecer tão detalhada nos livros do Antigo Testamento como aparece no Novo, há muitos textos que apontam para esse lugar. Um dos exemplos que podemos utilizar é a passagem de Salmos 73:17-19, onde Asafe, num questionamento sobre o sofrimento dos justos e a prosperidade dos ímpios, entende o quão terrível é o destino do ímpio quando morre, pois eles caem em ruína, são destruídos de repente, completamente tomados de pavor. Aqui podemos entender que o sofrimento do ímpio está sendo descrito deste o estado intermediário onde ele aguarda o juízo final, até sua condenação definitiva no lago de fogo.
Já no Novo Testamento, encontramos várias passagens bíblicas que falam explicitamente sobre a realidade do inferno (Mt 5:22; 8:12; 13:42,50; 18:9; 22:13; 24:51; 25:30,41-46; Lc 16:23; 1Ts 5:3; 2Ts 1:7-9; 2Pe 3:7; Jd 1:13; Ap 20:10 e outras).
Nas passagens citadas acima, podemos notar que na maioria delas é o próprio Jesus quem está ensinando. Portanto, negar a existência do inferno consiste em negar o ensino do próprio Senhor. Podemos notar que os apóstolos também ensinaram acerca do inferno, com destaque ao Apóstolo João que descreveu detalhes importantes no livro do Apocalipse.

O que significa inferno?

A palavra inferno é de origem latina e significa “profundezas”. Essa palavra não aparece originalmente na Bíblia, mas foi utilizada para traduzir quatro termos originais nas Escrituras, sendo eles: Sheol, Hades, Gehenna e Tártaro.
Estes quatro termos possuem diferentes significados e aplicações, porém se tratando do inferno em seu estado final, ou seja, o lugar de condenação eterna após o juízo final, Gehenna é o termo que aparece no Novo Testamento para designá-lo.
A palavra Gehenna é uma adaptação grega do hebraico Ge’hinnom, que significa “Terra de Hinom”, referindo-se a um vale no lado sul de Jerusalém onde eram oferecidos sacrifícios humanos ao deus pagão Moloque.
Mais tarde, esse ele passou a ser o lugar de incineração do entulho que vinha de Jerusalém, ficando constantemente um fogo acesso ali. Nos Evangelhos, Jesus utilizou a figura desse lugar para se referir ao local de castigo dos ímpios, pois seus ouvintes sabiam muito bem todo o contexto histórico de abominações que cercava aquele vale.
Logo, eles entenderam a severidade da condenação e o sofrimento do ímpio. Para saber mais, leia o texto: O que significa Hades, Sheol, Gehenna e Tártaro?

Como é o inferno?

Ao longo do tempo esta pergunta tem sido respondida com muita imaginação e fantasia, mas pouquíssima verdade bíblica. Principalmente nos últimos anos, com a divulgação de várias “experiências e visões” de pessoas que alegam ter visto ou estado lá, praticamente foi desenhada a planta do inferno, com uma riqueza de detalhes impressionante.
Porém, tais descrições não são inéditas, ao contrário, desde a literatura apocalíptica do século 2 d.C. já é possível encontrar relatos semelhantes acerca do inferno. Talvez o texto mais detalhado dessa época seja o apócrifo Apocalipse de Pedro, que trás uma descrição acerca das bem-aventuranças no céu, e os castigos por tipo de pecados no inferno.
Vale ressaltar que o autor desse livro não é o apóstolo Pedro, e o texto possui sérias contradições com as Escrituras, sendo a principal delas a negação da punição eterna.
O pensamento medieval acerca do inferno foi diretamente influenciado por esse tipo de texto, ficando explicito tanto na literatura como nas obras de arte. É importante sabermos disso para entendermos que as “visões” que são vendidas como best-sellers na atualidade, nada mais são do que as velhas histórias recontadas com um pouco mais de ficção e apelo sensacionalista.
As pessoas possuem uma aptidão natural para inventarem teorias que respondam suas próprias curiosidades. Ao procurarem detalhes específicos sobre o inferno que a Bíblia não fornece, pessoas especialistas em relatar o macabro, deram um jeito nisso, e ofereceram suas próprias “revelações divinas”.
Todo cristão verdadeiro deve ter a convicção de que a Bíblia é a única genuína revelação da Palavra de Deus. É nossa regra de fé e prática, infalível e inerrante. Assim, tudo o que precisava ser revelado por Deus a nós está nela, e ela não precisa de novos apêndices, anexos ou revisões. Se tais visões sobre o inferno contradizem claramente as Escrituras, então elas precisam definitivamente ser rejeitadas.
Como já foi dito, a Bíblia não fornece tantos detalhes específicos sobre o inferno, porém o que está escrito nela já é o suficiente para entendermos tamanho terror que cerca esse lugar. A Bíblia descreve o inferno como sendo:
  • Um lugar onde o fogo nunca se apagará (Mt 3:12; 18:8; Mc 9:43; Lc 3:17; Jd 1:7).
  • A fornalha de fogo (Mt 13:42,50).
  • Um lugar de “choro e ranger de dentes” (Mt 24:51).
  • O lugar preparado para o diabo e seus anjos (Mt 25:41).
  • Um lugar onde o verme que atormenta o ímpio nunca morre (Mc 9:48).
  • O lugar da destruição eterna (2Ts 1:9).
  • O lugar das mais densas trevas (Jd 1:13).
  • Um lugar onde há tormento “com fogo e enxofre“, e a fumaça desse tormento sobe pelos séculos dos séculos (Ap 14:9-11).
  • Um lugar onde o castigo é constante, não cessando nem de dia nem de noite (Ap 20:10).
  • O lago de fogo que arde com enxofre (Ap 21:8).
Resumindo, podemos dizer que o inferno é real, é um lugar de terrível lamento, de castigo e destruição eterna para os ímpios, Satanás e seus anjos.

O diabo governa o inferno?

Uma das crenças mais populares acerca do inferno é a de que Satanás é o rei e governante do inferno. Lá ele manda e desmanda, domina e atormenta as almas perdidas enquanto se diverte com o sofrimento delas.
Todavia, o ensino bíblico é exatamente o contrário. Satanás com seus anjos não governa o inferno. Na verdade ele próprio será sentenciado ao tormento eterno no lago de fogo (Ap 20:10).
O inferno não é um lugar que foi criado para servir de império para o diabo, ao contrário, ele foi criado para servir como o lugar de castigo para ele e seus agentes (Mt 25:41). No inferno, Satanás não poderá atormentar ninguém, muito menos ser o governante do lugar, pois ele mesmo estará experimentando um terrível castigo.

Deus está presente no inferno?

Talvez depois do tópico acima tenha ficado uma dúvida: Se o diabo não governa o inferno, quem é que governa? Bem, a resposta para isso, por mais que seja chocante para alguns, é uma só: Deus!
Algumas pessoas entendem erroneamente que o inferno é um lugar onde Deus está ausente, mas não é isso que a Bíblia ensina. Primeiro, devemos enfatizar que Deus é onipresente, ou seja, está presente em todos os lugares (Sl 139:7-12).
A questão é que, nem sempre, a presença de Deus em todos os lugares é uma presença de amor. O céu é um lugar maravilhoso porque Deus está lá em todo seu amor, e o inferno é um lugar terrível porque Deus está lá em toda sua ira. Sim, Deus está presente no inferno, e o governa com toda sua ira (Hb 10:31; 12:29; Ap 6:16).

Onde o fica o inferno?

Durante a Idade Média surgiu um entendimento comum de que o inferno ficava em algum lugar abaixo da terra, ou nas próprias profundezas da terra mesmo. Sobre isso, definitivamente a Bíblia não nos relata nada sobre a localização do inferno. Tudo que sabemos é que ele existe, mas não sabemos onde fica.

Como é o castigo no inferno?

Antes de tudo, precisamos entender que não se deve tomar de forma exclusivamente literal as figuras que retratam o tormento do inferno nas Escrituras.
Muitas vezes os símbolos são utilizados na Bíblia para descreverem algo incompreensível a nossa capacidade humana. Porém, apesar da linguagem ser simbólica, a realidade do inferno será ainda mais terrível do que os símbolos a descrevem.
Um exemplo disso é a própria expressão de Jesus ao dizer que no inferno “o seu verme não morre, e o fogo não se apaga” (Mc 9:48). Essa é uma clara referência ao vale de Hinom, servindo como figura do tormento no inferno. Como já dissemos, nesse vale eram queimados os entulhos de Jerusalém, e sempre havia restos de animais que eram jogados ali para se decomporem. Assim, o verme não morria e o fogo não se apagava.
Ainda antes de falarmos sobre o castigo no inferno, devemos salientar que, conforme já vimos, Satanás não será o responsável por castigar os condenados ao inferno, ao contrário, é a justiça de Deus que exige tal punição, e a sua ira que executa a sentença.
Embora a Bíblia não descreva os detalhes da punição dos ímpios de acordo com seus pecados, ela nos descreve de forma geral como será essa punição. Bem resumidamente, podemos organizar da seguinte forma:
1. O castigo no inferno é a exposição à ira de Deus: certamente essa é a condenação mais terrível que pode existir. Imagine o quão aterrorizante é passar a eternidade experimentando a ira de Deus como um “fogo consumidor” (Hb 12:29; cf. Hb 10:27,31; Rm 2:5; Jo 3:36).
O Apóstolo João nos informou que os ímpios “tomarão do vinho da ira de Deus que se foi derramado sem mistura no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro” (Ap 14:10).
2. O castigo no inferno resulta em terrível dor: somente no Evangelho de Mateus, Jesus descreve pelo menos seis vezes os ímpios chorando e rangendo os dentes sob o castigo no inferno (Mt 8:12; 13:42,50; 22:13; 24:51; 25:30). Obviamente eles choram, se lamentam profundamente e rangem os dentes pela terrível dor que sentem.
3. O castigo no inferno é consciente: nossos corpos atuais, geralmente quando submetidos a uma situação de terrível dor e trauma, acabam “apagando” (ou desmaiando). Porém isso não ocorre no inferno.
Durante o estado intermediário, isto é, o período em que os mortos aguardam a ressurreição de seus corpos para o dia do juízo, os ímpios são afligidos terrivelmente em suas almas estando eles conscientes. Isso é um ensino claro na Parábola do Rico e Lázaro (Lc 16:19-31).
Depois de terem seus corpos ressuscitados, os mesmo ímpios serão condenados ao inferno em seu estado final, onde sofrerão, tanto em seus corpos como em suas almas, o castigo pelos seus pecados (Ap 20:11-15).
4. O castigo no inferno reflete a separação: o Apóstolo Paulo, escrevendo aos Tessalonicenses, ensinou que os ímpios ficarão em perdição eterna, “banidos da face do Senhor e da glória do seu poder” (2Ts 1:9).
Certa vez Jesus falou que os ímpios ouvirão as seguintes palavras: “Apartai-vos de mim” (Mt 7:23). O castigo no inferno implica que o condenado será excluído permanentemente da presença de Deus em graça e amor, ou seja, não terão de forma alguma comunhão com Ele.
Em Mateus 25:30, Jesus diz que os ímpios serão “lançados nas trevas exteriores“. Isso significa que eles serão privados de tudo o que é bom, valioso e agradável (Rm 2:8-12). Eles não participarão do banquete com Abraão, Isaque e Jacó, ficaram de fora das bodas de casamento, baterão na porta, mas ela não será aberta (Mt 8:11,12; 22:13; 25:10-13; Lc 13:28).
Se por um lado o castigo no inferno mostra essa terrível separação, por outro também mostra uma difícil união. No inferno, o ímpio habitará para sempre com o diabo e seus anjos (Mt 25:41; Ap 20:10,15).

Todos recebem o mesmo castigo no inferno?

A Bíblia nos diz que o castigo no inferno não é igual para todos, ou seja, há graus diferentes de sofrimento. Esses graus de sofrimento basicamente são determinados pela quantidade de conhecimento acerca da vontade de Deus que uma pessoa recebeu, e as obras que praticou em vida.
Jesus deixa esse ensino claro na conclusão de uma de suas parábolas, ao dizer: “E o servo que soube a vontade do seu senhor, e não se aprontou, nem fez conforme a sua vontade, será castigado com muitos açoites; Mas o que a não soube, e fez coisas dignas de açoites, com poucos açoites será castigado. E, a qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá, e ao que muito se lhe confiou, muito mais se lhe pedirá” (Lc 12:47,48).
Em outra ocasião, Jesus ensinou o mesmo princípio de que haverá mais rigor no julgamento de uns do que de outros (Mt 11:21-24). Isso não significa que haverá absolvição à parte da obra de Cristo, ao contrário, até mesmo os que nunca ouviram o Evangelho serão condenados. Não há inocentes diante de Deus (Sl 143:2; 1Co 15:22; Rm 5:12-19).
Na Carta de Paulo aos Romanos, lemos que os ímpios, com a perversidade de suas obras, estão “entesourando ira para si mesmos“, e no dia da revelação do justo julgamento de Deus, Ele “retribuirá a cada um conforme o seu procedimento” (Rm 2:5,6).
A palavra “entesourando” pode ser traduzida como “acumulando” é a mesma expressão utilizada por Jesus quando ele aconselha os santos a “acumular tesouros no céu” (Mt 6:20). Logo, assim como os salvos, ao obedecerem a Deus acumulam tesouros no céu, os ímpios, ao desobedecerem e rejeitarem a Palavra de Deus, acumulam ira para si mesmos.

O castigo no inferno é eterno?

A resposta para essa pergunta demanda um texto exclusivo a ela. Não porque ela é de difícil compreensão, ao contrário, a Bíblia a responde claramente, mas porque muitas seitas e pensamentos heréticos defendem exatamente o contrário do que a Bíblia diz.
Porém, para que nosso texto não fique excessivamente longo, entenderemos bem resumidamente a discussão acerca do assunto. Alguns defendem a doutrina do aniquilismo, que prega que no final o ímpio, Satanás e os demônios deixarão de existir. Eles serão punidos durante um tempo, mas depois serão definitivamente exterminados.
Outros defendem a doutrina do universalismo, que consiste na ideia de que no final Deus salvará a todos, até mesmo Satanás e seus anjos (alguns universalistas negam esse ponto). Tal como no aniquilismo, no universalismo os maus serão punidos durante um tempo, e depois serão salvos por Deus.
Ambas as teorias, além de interpretarem de forma completamente equivocada a questão dos atributos de Deus, não encontram base bíblica alguma. A Bíblia é clara ao afirmar que a punição no inferno é eterna (Mt 3:12; 18:8; Mc 9:43; Lc 3:17; Jd 6,7; Ap 14:9-11; 19:3; 20:10; cf. Dn 12:2).
Devemos entender que quando a Bíblia diz que o ímpio será destruído, essa destruição não significa aniquilação, isto é, que eles deixarão de existir. O que a Bíblia ensina é que o ímpio sofrerá uma “destruição eterna” (2Ts 1:9), ou seja, ele estará eternamente perdido em horror e desesperança, não terá mais oportunidade, só lhe restará o lamento e o ranger de dentes, para sempre será atormentado, e a fumaça de seu tormento subirá pelos séculos dos séculos (Ap 14:11; 19:3; 20:10) A expressão “pelo século dos séculos” no Apocalipse literalmente significa “pelas eras das eras”, no sentido de que é algo infinito.
Por fim, em Mateus 25:46 temos uma passagem determinante. Nela, é descrito o tormento dos ímpios no inferno e a alegria dos santos no céu. A palavra original utilizada para descrever tanto a duração da bem-aventurança dos salvos como a duração do castigo dos ímpios é exatamente a mesma.
Logo, se o tormento no inferno não durar para sempre, então a alegria ao lado de Deus também não durará. Se o inferno não for eterno, o novo céu e nova terra também não será. A eternidade do inferno é uma exigência da justiça de Deus. Devemos nos lembrar de que através do inferno a glória de Deus também é manifestada.

O inferno no estado intermediário e final

Quando os homens morrem, eles entram no que chamamos de “estado intermediário”. Esse é o estado de existência desencarnada, ou seja, a alma é separada do corpo e fica aguardando a ressurreição.
Durante esse período, a alma dos salvos parte para estar com Cristo no céu, onde reina com Ele e descansa das tribulações terrenas (Fp 1:23), enquanto a alma dos ímpios vai para o lugar de tormento, isto é, o inferno em seu estado intermediário (Lc 16:19-31; 2Pe 2:9).
A grande diferença da punição no estado intermediário e no estado final é a ausência do corpo no estado intermediário, e a presença do corpo no estado final. A Bíblia ensina que haverá o dia em que os ímpios e os justos ressuscitarão.
No caso do ímpio, ao ser condenado no juízo final, ele será lançado no inferno em seu estado final, isto é, o lago de fogo, e será atormentado não só em sua alma, mas também no seu corpo ressuscitado. Apesar do ímpio já experimentar o tormento no estado intermediário, é após a ressurreição que ele receberá os graus de castigo por ocasião do julgamento final.
Também vale ressaltar que não existe nenhuma fundamentação bíblica para qualquer doutrina que ensine a possibilidade de escapar do castigo no estado intermediário, como é o caso da doutrina do purgatório. A Bíblia é suficientemente clara ao dizer que depois da morte vem o juízo (Hb 9:27; cf. Lc 16:19-31). O convite da salvação é ofertado em vida. Saiba mais sobre isso no texto: Jesus desceu ao inferno e pregou aos mortos?

A importância da doutrina sobre o inferno

A realidade sobre o inferno é raramente pregada na maioria das Igrejas. Parece que existe muita relutância e pesar quando falamos sobre a punição eterna, mas não deveria ser assim, pois apesar de ser um tema muito difícil para nós, ele é extremamente necessário.
Aqui vale mais uma vez relembrar que Jesus, nosso Salvador, foi quem mais pregou acerca do inferno. Também precisamos sempre ter mente a verdade de que Deus é justo, e jamais condenaria alguém a um castigo que não merecesse. Portanto, o castigo que o homem recebe é com base na retidão da justiça de Deus.
As pessoas que vão para o inferno, são sentenciadas a esse destino devido a suas próprias escolhas, pois ignoraram a glória de Deus e rejeitaram a Sua providencia em favor do pecado do homem através da obra de Cristo na cruz (Jo 3:18-21; Rm 1:18,24,26,28,32; 2:8; 2Ts 2:9-12).
Na doutrina sobre a realidade do inferno, devemos enxergar a graça e a misericórdia de Deus que adverte o pecador a se voltar para Cristo e encontrar nele salvação.
Apóstolo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciências da Religião Dr. Edson Cavalcante