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terça-feira, 14 de novembro de 2017

MULHERES SEMI NUAS NAS IGREJAS...


                                                   MULHERES SEMI NUAS NAS IGREJAS...
Estamos vivendo um tempo muito difícil, onde a sensualidade entrou na Igreja de uma maneira tão forte, que os próprios líderes, parecem que não estão reconhecendo a diferença entre o que é digno e o que é indigno.

O propósito desse estudo é mostrar o que as Escrituras dizem acerca da conduta. Não há intenção alguma de nossa parte em nos tornarmos espécies de vigias na congregação secular ou de estarmos engajados em qualquer pastoreio sectário. Contudo, esperamos ser o suficiente, indicando as principais linhas de reflexão que evitarão a atual imodéstia numa sociedade que despreza a Deus e que não se importa com os padrões Bíblicos; uma sociedade que acha poder brincar com pecado sem que ninguém saia ferido, o que é uma mentira (I Coríntios 11.32).

Porém, é a arrogância do homem do século 21 nesta parte do mundo; ele pode brincar com o pecado, usando regras de comum acordo – isto não funciona. Não está funcionando agora e nunca funcionará (I João 5.19-20). Por outro lado, nós queremos mostrar coisas gerais que devem ser evitadas no vestir, por amor ao Salvador. O propósito não é trazer vergonha, mas trazer aquilo que todos nós deveríamos saber – não apenas nossas mulheres, mas também homens, pais e maridos – como ordenar esta parte da vida de tal maneira que honre ao Salvador.

Iniciaremos nos limitando ao pudor sexual no vestir. Esta é uma questão de princípio moral. O Senhor Jesus Cristo disse: “Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério. Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para cobiçá-la, já em seu coração cometeu adultério com ela”. (Mateus 5.27-28).  

 Se, tal desejo sexual é uma violação do mandamento divino, então, vestir-se intencionalmente de maneira que, provoque ou estimule tal pecado, também é pecaminoso. Por esta razão, a instrução religiosa ensina que o sétimo mandamento exige “modéstia no vestuário” e proíbe “imodéstia no vestuário”.

SEUS SIGNIFICADOS
Vestir - Cobrir com roupa ou veste: vestir uma criança. Usar roupa de (certo tecido): vestir seda ou lã. Dar vestuário a; Fornecer roupas a: vestir os pobres. Adornar, enfeitar:

Nudez - Do grego antigo vu e do latim nudus, significa – Estado de quem ou do que se encontra nu; Ausência total de roupa; O corpo nu (cenas de nudez); Ausência de ornamentos; Carência, privação de algo.

Seminu - Meio nu; quase nu. Roto, maltrapilho.

A EVOLUÇÃO DA NUDEZ FEMININA
Hoje a nudez e considerada normal, mas há alguns anos atrás não era assim, veja como foi à evolução da nudez pública:

Ano de 1910 - Braços que eram naturalmente cobertos, começaram a ser descobertos até os ombros;

Ano de 1920 - As pernas começaram a ser expostas publicamente;

Ano de 1930 - Começaram a aparecer os primeiros decotes expondo partes dos seios;

Ano de 1940 - Parte da barriga começou a ser exposta;

Ano de 1960 - Foi à vez do umbigo que começou a ser exposto devido aos modelos de roupas lançadas.

As praias colaboraram para a nudez ser considerada normal, haja vista o fato de hoje já existir praias de nudismo e países como a Europa, Brasil e Estados Unidos que tornaram legais em locais públicos, o topless.

O TOPLESS
Topless, é um termo originário do inglês, significa literalmente "sem a parte de cima", designando a situação na qual uma mulher fica com os seios à mostra e não está vestindo nada da cintura para cima. 

Na verdade, o significado dessa palavra foi ampliado; hoje considera-se que, quando o decote de uma mulher se abre e ela expõe o busto, também faz topless, ou mesmo quando desfila sem nada, além das mãos, a cobrir os seios.

Comumente, não se emprega a expressão para os homens. A eles é destinado o termo sem camisa, normalmente para a proibição da entrada de pessoas nessa situação em bares, lojas e outros estabelecimentos.

O BIQUÍNI
Há dois séculos atrás e as pessoas, principalmente as mulheres, não tinham o costume de ir à praia, somente no início do meados do século XIX quando os esportes começaram a ganha popularidade, especialmente a natação, as pessoas começaram ir à praia, surgiu então a necessidade de criar um traje para as mulheres se banharem em piscinas e praias.

Esses trajes eram compostos por um "calção" até o joelho, uma túnica, uma capa longa amarada nos ombros, meia e sapatos. "Os trajes de banho nessa época cobriam o mais possível as formas das senhoras ... depois o conforto foi dando suas ordens e os maiôs encurtando ... As pernas foram ficando inteiramente descobertas e surgiram os decotes nos ombros, colo e costas ..."

O biquíni como o conhecemos foi apresentado ao público em 3 de julho de1946, por Louis Réard em Paris. Porém o parisiense Jacques Heim reclama a autoria. Não se sabe ao certo a legitimidade da invenção. 

O nome "biquíni" provem do atol de Bikini, no arquipélago Marshall, localiza ao Sul do Pacífico, "na região da Micronésia, oeste da Oceania", completa o pesquisador. Nesta época eram realizados testes nucleares, de bombas atômicas, realizados pela Marinha dos EUA.

Réard "era um engenheiro mecânico desempregado que cuidava do ateliê da mãe, em Paris e aproveitou-se da idéia do estilista Jacques Heim, que criara um pequeno maiô de duas peças denominado "atome", átomo em francês, e confeccionou um tipo ainda menor, escandalizando a sociedade", diz Fernando Moura Peixoto. Talvez Réard profetizasse que sua invenção fosse cair no mundo da moda como uma bomba, como de fato foi o que aconteceu.

A sua idéia era tão devastadora que no início apenas poucas mulheres tiveram a coragem de exibir-se usando o biquíni. "O biquíni de Réar era tão pequeno e ousado que não houve manequim parisiense que aceitasse desfilar com ele. A solução encontrada foi apelar para Micheline Benardini, uma dançarina do Cassino de Paris que se apresentava nua em espetáculos musicais noturnos. Em julho de 1946, às margens do Rio Sena, ela posou então com o modelito cavado de Réard, desbancando o recente lançamento do compatriota e rival Heim. A audácia trouxe-lhe notoriedade e fama", declara o pesquisador. E mais: "Polêmico, logo proibido em diversos países e condenado pela Igreja, o biquíni revelava quase tudo, para o delírio da libido masculina" completa Fernando Moura.

O biquíni só se popularizou na década de sessenta devido a revolução sociocultural que acontecia no mundo, "entre elas o surgimento da pílula anticoncepcional e a eclosão da liberação feminina" diz Fernando. Com as mulheres buscando sua independência o biquíni era uma forma de expressar a liberdade.

"Seguiu-se mais de um decênio. A telona mágica as sétima arte contribuiu para a popularidade do biquíni, recheado pela sensualidade e o erotismo de atrizes como Janis Paige, Brigitte Bardot, Sophia Loren, Gina Lollobrigida, Mylene Demongeot, Pascale Peti, Marisa Allasio, Rossana Podestá e, depois Ursula Andress e Rachel Welch, dentre tantas" afirma Fernando.

No Brasil, em pleno regime de ditadura o presidente Jânio Quadros resolveu proibi-lo nas praias brasileiras, mas como tudo que é proibido, o uso de biquínis cresceu e seu tamanho foi diminuindo. Surgiu no Brasil na década de setenta uma versão o modelos 'cortininha' que foi introduzido por Inês Mynsseen e outra versão ainda menor, a tanga que a bela atriz Rose di Primo desfilou nas praias cariocas, onde há registros de que até mulheres grávidas usaram o tal modelo, escandalizando a sociedade da época.

Nos anos oitenta com o início do culto ao corpo o Brasil choca o mundo com o "fio dental" que deixa quase todo o bumbum a mostra. Desde a tanga carioca o Brasil passou a editar moda praia, tornando-se uma grande referência desse universo, onde diversas confecções localizadas no Rio e Nordeste, exportam seus biquínis e criações beachwear, para o mundo.

A MINISAIA
Se não fosse pela inglesa Mary Quant – que nasceu em 1934 e continua na ativa até hoje provavelmente os homens continuariam acostumados a ver as mulheres desfilando com saias compridas até os pés. Pois foi Mary Quant que, em meados dos anos 60, inventou a polêmica minissaia e declarou o seguinte: “Foi com o propósito de tornar o sexo mais disponível na parte da tarde. Mini roupas são um símbolo de garotas que querem seduzir um homem”.

O fenômeno apareceu em 1964, quando todo o mundo passava por uma enorme revolução, principalmente cultural. Nesta época, a então estudante Mary Quant achava a moda "terrivelmente feia", passando a desenhar sua própria roupa; Seu nome ficou marcado como sendo inventora da minissaia.

Acontece que, no mesmo ano de 1964, o estilista André Courrèges "subiu" as saias de sua coleção de verão cerca de 15 centímetros acima do joelho. Seriam as primeiras minissaias.

Mas a revolução mesmo foi assinada por Mary Quant, que na mesma época radicalizou ao desenhar saias com "mínimos" 30 centímetros de comprimento, que deixavam toda a perna de fora e eram usadas com blusas justas (a camiseta ainda era roupa íntima).

O fenômeno se alastrou pelo mundo, para desespero das mulheres conservadoras e alegria dos homens em geral. Em poucos anos, Mary Quant abriu 150 filiais na Inglaterra, 320 nos EUA e milhares de pontos de venda no mundo todo. Ela ainda é adepta da sua criação.

A CALÇA
A final do século XIX, as mulheres começaram a usar calças e blusas para o trabalho industrial. Durante a Segunda Guerra Mundial, as mulheres usavam as calças de seus maridos enquanto concorreram a seus empregos, e na década de 1970, as calças da moda foram feitas especialmente para as mulheres.

No E.U.A., isto pode ter ocorrido devido à passagem do Título IX das Emendas de Educação de 1972, o que fez que o ensino público tratasse igualmente aos homens e as mulheres e que não se lhes exigisse que as estudantes seguissem um código de vestimenta diferenciado, já que estes mudaram em quase as escolas públicas todas dos Estados Unidos. Hoje, as mulheres usam calças com mais frequência do que as saias, e muitas delas usam calças quase o tempo todo.

Enquanto nos países ocidentais as calças para as mulheres não se tornaram artigos de moda até o final do século XX, as mulheres começaram a usar as calças dos homens (devidamente modificadas) para o trabalho ao ar livre desde uma centena de anos atrás.

As meninas mineiras marrões de Wigan escandalizaram à sociedade vitoriana com a utilização de calças para o trabalho perigoso nas minas de carvão. Elas vestiam saias sobre as calças e as enrolavam na cintura para mantê-las fora do caminho.

As mulheres que trabalhavam nas fazendas do oeste americano do século XIX também usavam calças de equitação, e a princípios do século XX, aviadoras e outras mulheres que trabalhavam frequentemente usavam calças.

Atrizes como Marlene Dietrich e Katharine Hepburn eram frequentemente fotografadas de calças nos anos 1930, e isto ajudou com que as calças fossem mais aceitas pelas mulheres.

 Durante a Segunda Guerra Mundial, as mulheres que trabalham nas fábricas e faziam também outras formas de "trabalho de homens" no serviço de guerra, usavam calças quando o trabalho o exigia, e no pós-guerra, as calças tornaram-se roupa casual para a jardinagem, a praia e outras atividades de lazer.

Na Grã-Bretanha durante a Segunda Guerra Mundial, por causa do racionamento da roupa, muitas mulheres tomaram as roupas de seus maridos civis, incluídas as calças, para trabalhar, enquanto seus maridos estavam ausentes nas forças armadas. Isso foi em parte porque se as considerou como roupas práticas para o trabalho e, em parte para permitir que as mulheres mantenham suas prestações de roupas para outros usos. Como essa prática do uso de calças tornou-se mais difundida e o vestuário dos homens estava ausente, as substituições eram necessárias, de modo que no verão de 1944 relatou-se que as vendas de calças de mulher foram cinco vezes mais que no ano anterior.

Na década de 1960, André Courrèges introduziu calças compridas para as mulheres como um item de moda, levando à era de pantsuit e corte jeans e à erosão gradual das proibições contra que as meninas e mulheres usem calças nas escolas, no trabalho, e bons restaurantes.

A CAMISA REGATA
Com a Revolução Industrial, iniciada no século 18 e as máquinas inventadas para a produção de malhas. A industrialização têxtil no Brasil deu seus primeiros passos em meados do século 19, com a instalação de fábricas nos Estados da Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro, com destaque para as de algodão.

Até os anos 50 a camiseta era usada apenas como roupa de baixo, para proteger o corpo da transpiração e das mudanças de temperatura. E foi só a partir dessa época, quando foi adotada pela juventude como símbolo de contestação, que ela ganhou o seu lugar no mundo.

Nos anos 60, a camiseta era a porta-voz das novas mensagens que contestavam e ironizavam os valores da sociedade. Ainda artesanal, junto com o jeans e o tênis, ela se transformou no uniforme oficial dos jovens.

Muito do seu sucesso se deve ao cinema de Hollywood e suas estrelas, como Marlon Brando e James Dean, em filmes famosos como Uma Rua Chamada Pecado e Juventude Transviada. Se os atores mais desejados do mundo usavam, a moda estava lançada e o sucesso garantido.

Durante os anos 70, a moda unissex indicava uma idéia de liberdade, deixando essa peça extremamente confortável ainda mais forte no mercado. Nos anos 80, as t-shirts eram super coloridas e podiam comunicar, através de desenhos, palavras e frases de efeito. Nos 90, ela ajudou até a derrubar um presidente brasileiro. Atualmente a camiseta é item fashion, feita para revelar um estilo, uma atitude.

CRONOLOGIA DA CAMISA REGATA
Antiguidade - Os romanos usavam uma túnica dupla, chamada camisia, que é a ancestral das nossas camisetas. Era sempre branca, feita quase sempre de linho. Era usada por baixo da única para proteger da transpiração.

Século 4 - A camisia continuava a ser usada por baixo das peças em Constantinopla. Os tecidos das peças superiores eram muito ricos, bordados com ouro, prata e pedras preciosas, e por isso não dava para lavá-los. A camisia era usada por baixo dessas peças nobres para evitar que sujassem.

Ano de 1516 - O italiano Michelangelo termina a estátua O Escravo Moribundo, que retrata um homem vestido apenas com uma peça de roupa, bem diferente das usadas na época: uma camiseta regata. Apesar da ousadia, a moda não pegou.

Século 19 - As roupas das crianças começam a ficar mais infantis, em vez de serem reproduções das dos adultos em miniatura. A camisia era a única vestimenta até os 5 ou 6 anos. Era usada também para batizar as crianças.

Início do século 20 - A camiseta, ainda restrita à Europa, é usada como roupa de baixo, para proteger os homens da transpiração e do frio. Para não rasgar as camisas, os trabalhadores braçais usam só a camiseta para trabalhar.

1ª Guerra Mundial - Soldados europeus usam, por baixo dos uniformes, confortáveis camisetas feitas de algodão. Os americanos, morrendo de calor em seus uniformes de lã, adoram a novidade e a levam para os Estados Unidos. O design em formato de T leva a peça a ficar conhecida como T-shirt, em inglês.

2ª Guerra Mundial - A camiseta é peça-chave no uniforme da Marinha e do Exército Americano. Ainda é considerada roupa de baixo, mas o público acostuma-se a ver nas revistas fotos dos soldados com camiseta, sem camisa por cima, ao fazerem trabalhos pesados ou em lugares quentes.

Ano de 1948 - Candidato à presidência dos Estados Unidos, Thomas E. Dewey faz uma das primeiras camisetas de propaganda da história, com os dizeres “Dew it for Dewey”.

Ano de 1951 - Marlon Brando aparece de camiseta no filme Um Bonde Chamado Desejo. A peça é o destaque perfeito para os músculos do ator. A partir dessa época, a camiseta sem camisa por cima passa a fazer parte da indumentária das pessoas também na vida civil.

Ano de 1955 - Na trilha aberta por Brando, James Dean aparece de camiseta em Juventude Transviada. Camiseta vira sinônimo de rebeldia e contestação. As crianças continuam usando a camiseta por baixo da roupa, pois não era considerado adequado ficarem em mangas de camisa.

Anos 60 - Na esteira do movimentos anti-guerra e a favor da liberdade, a camiseta veste as cores psicodélicas dos hippies e passa a trazer mensagens pacifistas, na linha de “Faça Amor, Não Faça Guerra”. Nessa época, as mulheres também passam a usar a peça, que se torna unissex.

Anos 70 - As camisetas são usadas tanto como meio de expressão dos anseios da juventude quanto como suporte para propaganda, carregando símbolos de marcas de refrigerante.

Anos 80 - Na década dos yuppies, jovens ligados ao consumismo e ao individualismo, a moda passa a ser ostentação de dinheiro e poder, e a camiseta começa a trazer bem grande as marcas das grifes.

Anos 90 - A falta de ideologia dos jovens da década aparece nas roupas largas e largadas dos grunges. A camiseta é usada por qualquer segmento da sociedade, sem comprometimento com causas, ideologias ou faixa etária.

Anos 2000 - Não existem regras. A customização é a palavra de ordem. A camiseta continua democrática e servindo a todos os gostos, desde as campanhas políticas à estampa de filmes e grupos musicais preferidos. As grandes marcas começam a investir mais nas linhas infantis, e cada vez mais peças voltadas a esse público são produzidas.

JUSTIFICATIVAS SECULARES SOBRE A NUDEZ
Satanás foi quem desnudou Adão e Eva e continua, ainda hoje, desnudando a humanidade. Além de desnudar, ele incute, nos corações das pessoas, mentiras quanto a nudez:

A nudez é uma coisa natural! O homem não nasceu nu? - Realmente o homem nasce nu e, quando criancinha, faz suas necessidades fisiológicas em qualquer lugar (é só ter vontade) mas, depois que cresce, que se torna um adulto, ele não mais fará suas necessidades em qualquer lugar que tenha vontade, como fazia antes.

O nu é arte! Arte é sinônimo de belo e bom - A nudez é imoral, chocante e, apesar de mostrar um corpo jovem, perfeito, é algo que desrespeita e violenta aquilo que só deve ser mostrado ao marido que Deus preparou para cada uma de nós. O nu nem é bom, nem é moral.

O importante é o que se tem no coração - Eu uso decote, alças e fendas em meus vestidos mas não tenho a intenção de provocar ninguém! Tenho a minha consciência limpa! Piores são aquelas mulheres que não usam nada disto e não têm os corações corretos diante de Deus!"

Você até pode não ter a intenção de provocar mas que provoca, provoca!!! E o que mais nos deixam atônitas são estes pastores moderninhos e renovados aceitando tudo como se Deus não estivesse interessado nesta área da vida do crente.

Preocupação com vestuário é legalismo - Se legalismo é fazer exatamente o que agrada ao Senhor, é fazer o que a Sua Palavra ensina, então eu, como crente, devo ser legalista e não querer me conformar com o mundo. Querer seguir tudo o que os estilistas ímpios lançam e não querer ser diferente do mundo cheio de pecado, isto sim é que é legalismo.

Moda que desnuda a pessoa não é natural, nem moral - É uma moda carnal, oriunda do diabo que é inimigo de Deus e quer ver uma filha de Deus sendo rebelde, assim como ele foi desde o princípio. Envergonhar o nome de Deus é o objetivo dele e nós não podemos compactuar com ele.

Se quisermos ser belas aos olhos de Deus, se quisermos ser mulheres segundo o coração de Deus, então não nos conformemos com o mundo, nem com os desejos da nossa carne, nem com os desejos do inimigo de nossas almas, Satanás.

O QUE A BÍBLIA FALA SOBRE A NUDEZ
Que do mesmo modo as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudor e modéstia, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos preciosos (I Timóteo 2.9).

No texto sagrado acima, olharemos especificamente a questão do pudor sexual feminino. Há razão para isso. Não é que, a questão do pudor sexual do vestir seja completamente irrelevante para os homens. Existem modas masculinas que são projetadas para melhorar os aspectos da forma corporal masculina, das quais, certamente, os Cristãos devem evitar. No entanto, o problema é maior em relação ao vestir feminino. E qual é o porquê disso? É, porque os homens, em geral, são muito mais afetados pelo que eles veem, do que as mulheres; como uma regra.

Mulheres, em geral, são afetadas por uma combinação de coisas, diferentemente, dos homens. O desejo sexual é imediatamente despertado nos homens pelo olhar. “Fiz aliança com os meus olhos; como, pois, os fixaria numa virgem?” (Jó 31.1). Outros trechos da Escritura confirmam esta ênfase de que os homens pecam facilmente ao olhar para uma mulher. As Escrituras Sagradas nos dá como texto-prova, o que já fora escrito acima.

O papel dos homens na liderança é enfatizado nos versos anteriores do mesmo e, depois, o apóstolo se dirige às mulheres, dizendo que, elas devem vestirem-se modestamente. Em seguida, ele passa a outros assuntos de ordem da igreja, decoro, governo e ofícios na igreja, no capítulo três.  Outro texto usado pelo Catecismo Maior é Provérbios 7.10, no qual, é mencionado os “enfeites de prostituas”. E, em Isaías 3.16, constata-se que, as mulheres, particularmente, são reprovadas tanto pelo seu vestir como pela maneira como se comportam.

Isto não é um ataque contra as mulheres; não é misoginia (ódio, desprezo ou repulsa ao gênero feminino e às características a ele associadas). Nem reflete qualquer desrespeito às mulheres, muito pelo contrário. Queremos defender a dignidade da mulher Cristã - afim de que, não sejam desvalorizadas, pela conformidade com as normas deste mundo.  Visto que, a Escritura refere-se, especificamente ao traje decoroso feminino, então, é certo que, devemos explicá-lo.

Não devemos supor que haja má intenção em qualquer irmã em Cristo, que, se vista de forma indecente. Pois, é um dever Cristão ser caridoso em seus julgamentos e, se possível, imputar as melhores intenções, no que diz respeito, ao que outros Cristãos fazem. Há algumas mulheres Cristãs que não têm a menor ideia do efeito que produz, o seu modo vestir, nos homens. Supor o contrário sem uma forte razão, não devemos. Nem os jovens que lutam contra o pecado sexual, devem afligirem-se e suporem más intenções em suas irmãs em Cristo.

Qualquer falha em mulheres Cristãs nesta questão, deve ser vista também, como uma possível falha dos maridos e pais Cristãos.  Os homens não devem ser covardes, eles devem liderar e governar suas próprias casas. 

Quando há imodéstia nas mulheres, quando o pai ou marido é Cristão, deve ser levantado à seguinte questão: eles disseram ou não a elas como os homens pensam? Maridos que deixam as suas mulheres se vestirem imodestamente, são, na melhor das hipóteses, negligentes – talvez, eles tenham ficado tão acostumados com as suas esposas, que, se tornaram alheios ao efeito da aparência delas nos homens.

Alguns pais podem ser simplesmente fracos em não querer contar às suas filhas a verdade sobre o vestir ou esperar que elas saiam da linha com as suas amigas; o resultado disso é o mais baixo denominador comum no vestir. Ou talvez, um pai pode estar tão acostumado em pensar na sua filha como a sua filhinha, desta forma, ele se esquece do fato de que sua filhinha se tornou uma mulher e num objeto de desejo de outros homens.

Este assunto não deve ser usado como uma desculpa para o pecado masculino. Se, um homem deseja uma mulher que não é sua esposa, ele peca.

O Islamismo é particularmente mau em jogar toda a responsabilidade do pecado sexual masculino nas mulheres. Dr. Patrick Sookhdeo diz, o seguinte, a respeito da visão islâmica da mulher: “Elas são, portanto, consideradas uma fonte de tentação para os homens e devem ser protegidas de suas próprias fraquezas.” (Islam – The Challenge to the Church, 2006, p.32). 

No Islamismo a culpa pelo pecado sexual é grandemente lançada sobre as mulheres. A verdade é que toda lascívia masculina é pecado, e, é um pecado deles. Apenas se torna um pecado também da mulher se, ela o estimula por seu vestir ou por seu comportamento. 

A responsabilidade da mulher é limitada. Uma mulher não é responsável por prevenir toda a luxúria masculina, nem isto lhe é exigido, porém, apenas assegura que ela não provoque ou estimule esta luxúria.

Os homens podem e se envolvem em desejo sexual por mulheres, não importando como elas estão vestidas. Ainda, que, elas vistam um saco do pescoço aos pés, os homens ainda serão capazes de adulterar no coração.

O Islamismo é um testemunho vivo da futilidade ao se pensar que restrições externas irão resolver o problema do pecado. Assim como, testemunha contra a futilidade da falsa religião, no propósito mudar o coração.

Ficamos surpresos ao ler, recentemente, acerca de missionários num país Muçulmano, afirmando que, num mercado local, onde apesar das mulheres se vestirem de modo que não fica nada visível, a não ser os olhos, ainda assim, estão sujeitas a um constante assédio masculino, seja de um tipo, ou de outro. Elas são maltratadas e sexualmente molestadas, embora sua aparência esteja escondida; contudo, os homens ainda pecam desta forma.

Martinho Lutero, antes de sua conversão, disse que, quebrou o sétimo mandamento, mais vezes, quando ele estava em sua cela do monastério, do que, quando fora dela. O pecado pode operar no coração e na mente sem qualquer estímulo visual.

O nosso propósito não é fazer com que as mulheres fiquem excessivamente introspectivas e autoconscientes sobre si mesmas, contudo, produzir um saudável equilíbrio consciente da necessidade de se vestir para a glória de Deus; para pensar como elas se vestem. Queremos trazer algumas orientações gerais que, esperançosamente, provarão seu uso para este fim. Não estamos procurando uma aparência mórbida ou uma preocupação melancólica, todavia, uma preocupação robusta para obedecer a Palavra de Deus.

O que a Bíblia ensina? Cristo é Rei, e os Cristãos começaram a reconhecê-lo como tal. Isto significa que a vida como um todo deve estar sujeita a Sua Palavra. Se, a Bíblia diz algo sobre vestir, e, ela diz, então, cabe-nos ouvir e obedecer.

Gênesis 9:22,25 - É amaldiçoado aquele que contempla a nudez;

Êxodo 20.26 - Deus não quer que a nudez de seus filhos seja exposta, mostrada. Muito menos que a nudez seja um meio sensual para provocar os outros. Exemplo: Irmãs que vão louvar ao Senhor com roupas "moderninhas", com a barriga de fora, o vestido bem colado ao corpo, muitas vezes mostrando a calcinha;

Levítico 18.6-18 -Mostrar a nudez às pessoas que não é o marido, é maldade;

II Samuel 11.2-4 - Descobrir a nudez", na Bíblia, é sinônimo de "fazer sexo". Foi exatamente isto que aconteceu com Davi e Bate-Seba;

Lamentações 1.8-9 e Ezequiel 16.36-43; 23.18 - A nudez fora do casamento, desvaloriza a mulher, leva ao desprezo do homem e ao castigo de Deus.

Na bíblia a palavra nudez, não significa apenas a ausência de vestimenta, mas traz a idéia de expor partes do corpo que atraem a atenção do sexo oposto.

Podemos dizer que, a parte do corpo que atraem a atenção no sexo oposto, principalmente devido à vulgarização do corpo do homem e principalmente da mulher como objeto sexual, é dos ombros para baixo até abaixo os joelhos.

Podemos dizer que a nudez ou exposição dessa área do corpo é pecado, pois não cumpre com o objetivo com a qual Deus criou a vestimenta.

Você sabia que um judeu mesmo usando uma túnica, se ele não estive com a capa também ele era classificado com nu. Veja o caso de Pedro: Então aquele discípulo, a quem Jesus amava, disse a Pedro: É o Senhor. E, quando Simão Pedro ouviu que era o Senhor, cingiu-se com a túnica (porque estava nu) e lançou-se ao mar (João 21.7). Diante do exposto o que dizer das roupas de hoje: saias curtas, minissaia. Bermudas, camisetas.

POR QUE DEVEMOS NOS VESTIR COM PUDOR
Por que Lascívia é obra da carne - No grego lascívia é aselgéia e denota excesso, licenciosidade, ausência de restrição, indecência, libertinagem sexual, sensualidade. E de acordo com Gálatas 5.19-21, as pessoas sensuais não herdarão o reino de Deus. Infelizmente é comum vermos em algumas igrejas a manifestação deste pecado sem muitas reservas.

A lascívia apresenta-se nas pessoas que levadas por sentimentos diversos deixam-se moldar pelos costumes comuns aos ímpios e lançam mão de roupas inadequadas aos servos do Eterno.

É Satanás, o Mundo, a Moda e o Consumismo que incita as mulheres a usarem saias curtíssimas; calças justíssimas; fazerem uso de vestidos curtos e decotes que expõe os seios e costas. É a sensualidade que se manifesta com grande intensidade.

A declaração da inventora da minissaia, Mary Quant “Foi com o propósito de tornar o sexo mais disponível na parte da tarde. Mini roupas são um símbolo de garotas que querem seduzir um homem”.  Algo poderia ser mais claro que isto? As minissaias foram projetadas para serem imodestas e para tentarem os homens. Em, Isaías 47.2-3, temos a Babilônia retratada como uma mulher sendo exposta involuntariamente: “Toma a mó, e mói a farinha; remove o teu véu, descalça os pés, descobre as pernas e passa os rios. A tua vergonha se descobrirá, e ver-se-á o teu opróbrio; tomarei vingança, e não pouparei a homem algum.”

No verso 2, retrata-se a Babilônia, como acostumada a uma vida de luxúria, tal qual, uma rainha, porém, repentinamente, torna-se uma serva, tendo que atravessar os rios para pegar a mó, e, ao fazer isso, ela expõe suas pernas, levantando a saia. O verso 3 descreve, ainda mais, a sua total desgraça, sendo despida.

No mínimo, o verso 2 quer deixar claro que, mostrar as pernas, era uma desgraça, mesmo que, seja em caso de necessidade, pois trata-se de uma parte do corpo que, normalmente, é coberta.

Enquanto que, ao usar minissaia, se faz isso, totalmente, por escolha.  Qualquer homem, vai te dizer que, a minissaia, que foi feita para promover a lascívia, faz, exatamente, isso.

Outra parte do corpo que, também é comum ser mostrada, os seios. Eles são referidos no contexto da fidelidade do marido à sua esposa: “Como cerva amorosa, e gazela graciosa, os seus seios te saciem todo o tempo; e pelo seu amor sejas atraído perpetuamente.” (Provérbios 5.19). A exposição dos seios é prevista como algo legítimo apenas entre o marido e sua esposa, caso contrário, eles devem ser cobertos na presença de outros homens.

Podemos concluir com segurança que o corpo da mulher, dos seios até as suas pernas, deve estar completamente coberto em todas as circunstâncias normais, na presença de homens, exceto para seu marido se, ela for casada.  Assim, os seios, a barriga e as pernas não devem ser expostos, a roupa deve cobri-los, estando a mulher em pé, sentada ou abaixando-se para pegar algo no chão.

Não é uma questão de quantos milímetros estão expostos. Pelo contrário, é uma questão de que parte está sendo exposta. Observa-se várias formas; um pouco de decote, um pouco da barriga à mostra, uma fenda na saia, mostrando um pouco das pernas, expondo uma porção do que deveria se cobrir totalmente.

Não adianta dizer: “Mas é só um pouco.” Tais partes do corpo devem estar cobertas. A exposição limitada é sedutora para os homens. Se você não acredita nisso, pergunte ao seu marido, pai ou irmão que são Cristãos. Se ele for um homem honesto, ele vai te dizer. A indústria da moda procura constantemente formas de maximizar o apelo sexual por exposições sutis e seletivas daquilo que deveria estar coberto.

O mero cobrir da pele que falha em cobrir qualquer coisa da forma ou do contorno do corpo, não é modesto. As técnicas têxteis têm progredido. O homem, sendo pecador, é um inventor de coisas más ou faz mau uso de certas invenções. Por exemplo, algumas calças jeans cobrem o corpo, mas não escondem a sua forma, ainda que, tecnicamente, cubram a real superfície e, nem um milímetro de carne esteja exposta, de fato, porém, certas calças são como se, estivessem apenas borrifado com tinta, logo, não é modesto. O mesmo vale para tops e saias que são coladas na pele. Homens honestos confirmarão estas coisas.

O adversário (satanás) trabalha a longo prazo, basta acompanhar a evolução da nudez e o liberalismo intitulado de liberdade de expressão ou direitos iguais como conquistas seculares, para você perceber o quanto Satanás tem conquistado terreno na mente e comportamento das pessoas, principalmente dos crentes.

VOCÊ NÃO PODE DESPERTAR DESEJO EM NINGUÉM
Homens reclamam que não estavam conseguindo cultuar a Deus, devido as roupas sensuais que algumas irmãs estavam trajando. Tem mulheres que chegam a exibir roupas intimas na igreja devido os comprimento das saias, vestidos e decotes exagerados.

E ele disse: Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me (Gênesis 3.10) - Esse temor devia ser sentido pelo menos dentro da igreja, mas não é o que esta acontecendo hoje.

Será que muitos cristãos, em sua maneira de vestir, realmente refletem a Cristo? As nossas vestes despertam no sexo oposto atração sexual ou servem para impor respeito e a devida distância? A nossa maneira de vestir é respeitosa ou provocativa?

Estas são as perguntas que um verdadeiro cristão deveria de se fazer, quando se olhasse no espelho ao vestir alguma vestimenta.

Roupas cavadas, transparentes, sem mangas, mangas curtas, decotadas, curtas, apertadas, abertas, saias com fendas, tudo isso faz parte do arsenal dos estilistas para destacar a sensualidade do corpo. São artifícios, por essa razão, condenáveis e inaceitáveis em um cristão vitorioso, que verdadeiramente ama o Senhor e a sua vinda.
  
A INSATISFAÇÃO ACERCA DO SEMINU
Padre mexicano pede que mulheres não usem minissaia - Em seu comentário na publicação oficial da Arquidiocese do México, Desde la Fe, o padre Sergio Román del Real disse que as mulheres não devem usar "roupas provocantes" nem iniciar "conversas ou gracejos picantes".

Ao mesmo tempo, uma universidade na cidade de Culiacán, oeste do país está considerando a possibilidade de vetar o uso de minissaias. A direção da Universidade Autônoma de Sinaloa diz que cogita a mudança para "prevenir" a violência sexual.

O reitor da universidade, Héctor Melesio Cuen Ojeda, afirmou que o assédio e os atos de violência contra as mulheres são gerados pela forma de vestir. "As saias muito curtas que algumas estudantes usam se tornam um convite para que sejam agredidas ou molestadas, não apenas dentro da universidade, como também fora dela", disse Cuen.

O arcebispo do Estado de Durango, Héctor González Martínez, responsabilizou as mulheres que se vestem de forma provocativa por despertar o "lado doentio" dos homens. "As mulheres não devem usar minissaias, decotes, nem aberturas nas saias, já que esse tipo de vestimenta é um atentado contra a honra", afirmou Cuen.
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/08/printable/080822_mexicominissai_pm_mp.shtml

Padre recusa-se a celebrar missa por causa de minissaia -O padre recusou-se a celebrar a missa porque o cartaz das festividades incluía a atuação de bailarinas em minissaia. A notícia teve destaque de primeira página no "Correio da Manhã".

Segundo este jornal diário, o caso aconteceu em Julho de 2011(domingo) e deixou a população local revoltado. O "Correio da Manhã" relata que o padre Martinho não gostou de ver o cartaz que anunciava as festas por causa das mulheres de minissaia e recusou-se a participar no evento “Quando lhe mostrámos o cartaz, disse que era uma vergonha, só lhe apetecia escarrar-lhe em cima", contou ontem ao CM uma das mordomas, que pediu anonimato.

"Isto é que são as bailarinas?", terá questionado o padre, "eu chamo-lhes outra coisa". "Se querem que eu lá vá têm de suspender os conjuntos e não autorizo outro padre a participar nas cerimónias religiosas".  Não tendo também autorizado que outro padre participasse nas cerimónia religiosas.
Fonte: http://www.dn.pt/especiais/interior.aspx?content_id=1918766&especial=Revistas%20de%20Imprensa&seccao=TV%20e%20MEDIA

Loja do Cidadão - O CM noticiou a 10 de Abril que a Loja do Cidadão de Faro estabeleceu uma série de normas sobre a indumentária das suas funcionárias. Ficou assim estipulada a proibição do uso de saias curtas, blusas decotadas, gangas, saltos altos, sapatilhas, roupa interior escura e também de perfumes com cheiro agressivo.

A lista de proibições foi comunicada às trabalhadoras durante uma ação de formação promovida pela Agência de Modernização Administrativa. Maria Pulquéria Lúcia, vogal do Conselho Diretivo da Agência de Modernização Administrativa, confirmou na altura que 'esses aspectos de postura pessoal foram abordados por serem importantes para uma imagem cuidada que se privilegia e que tornará o contato com o cidadão mais agradável'.
Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/Noticia.aspx?channelid=ED40E6C1-FF04-4FB3-A203-5B4BE438007E&contentid=2C7B7E8B-0CD5-47E5-AE55-CE1BAA0E65D6

Proibidos decotes e saias curtas - Alunos, professores e funcionários da Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos José Maria dos Santos, no Pinhal Novo (Palmela), estão proibidos de vestir tops com decotes pronunciados, minissaias muito curtas e calças descaídas. Natividade de Azeredo, presidente do Conselho Executivo (CE), confirmou as regras ao CM, explicando tratar-se de uma emenda ao regulamento interno da escola, resultado de situações verificadas na sala de aula.
Fonte: http://www.cmjornal.xl.pt/Noticia.aspx?channelid=ED40E6C1-FF04-4FB3-A203-5B4BE438007E&contentid=2C7B7E8B-0CD5-47E5-AE55-CE1BAA0E65D6

Escola em Gaia proíbe decotes "excessivos" e saias "demasiado curtas - "Decotes "excessivos", calças "excessivamente descidas" ou "saias demasiado curtas" são proibidos aos alunos do Agrupamento de Escolas de Valadares, em Gaia, de acordo com o respetivo regulamento interno.

Segundo o regulamento, consultado pela Lusa, aprovado em janeiro de 2013 pelo Conselho Geral do agrupamento, o aluno deve apresentar-se "com vestuário que se revele adequado, em função da idade, à dignidade do espaço e à especificidade das atividades escolares, no respeito pelas regras estabelecidas na escola". Especificando, o regulamento estipula que o aluno tem de se apresentar na escola "asseado, sem exibir roupa interior, decotes excessivos, calças excessivamente descidas ou saias demasiado curtas".

O regulamento "surpreendeu" a mãe de uma aluna que este ano letivo vai frequentar aquele agrupamento, que quer saber quem e como se define o que é um decote excessivo ou uma saia demasiado curta.
Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Educacao/Interior.aspx?content_id=3418462

Rainha proíbe Kate Middleton de usar saia curta em viagem oficial a Austrália - Kate Middleton está às vésperas de uma viagem oficial a Austrália e a Nova Zelândia, em abril, ao lado do marido, príncipe William, e de seu filho, príncipe George.

Pensando na imagem fashionista que Kate sempre desfila em eventos oficiais, segundo o jornal britânico “Daily Mail”, a rainha Elizabeth II propôs que a duquesa mexesse em seu guarda-roupa. Elizabeth teria pedido que ela abolisse o uso de saias curtas e adotasse nos looks oficiais roupas mais comedidas. O intuito, ainda de acordo com a publicação, é evitar situações constrangedoras, como a que ocorreu há dois anos no aeroporto de Calgary, no Canadá. Na época, um forte vento levantou a saia de Kate. O guarda-roupa perderá as peças de fast fashion de marcas como Topshop e ganhará mais roupas “sob medida” de estilistas como Sarah Burton, da Alexander McQueen, e Alice Temperley, estes escolhidos pela própria Kate. O objetivo seria “reforçar o senso de majestade da duquesa”.
Fonte: http://revistamarieclaire.globo.com/Celebridades/noticia/2014/02/rainha-proibe-kate-middleton-de-usar-saia-curta-em-viagem-oficial-australia.html

Juiz proíbe saia curta, decote, regata e boné em fórum de São Paulo - De acordo com a determinação, as mulheres estão impedidas de entrar no Fórum com decotes profundos que deixem mais da metade do colo dos seios visíveis; roupas transparentes, sem alças ou que "deixem a barriga ou mais de um terço das costas desnudas". Também não podem entrar aquelas que estiverem vestindo saia que não cubram "pelo menos dois terços das coxas", ou shorts ou bermuda, mesmo que estejam usando meias-calças.

Para os homens, a publicação proíbe o uso de camiseta regata ou com gola U ou V, que deixe "mais da metade do tórax exposto". Também estão proibidos shorts ou bermuda e acessórios, masculinos ou femininos, como chapéu, gorro, boina ou boné.
Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/juiz-proibe-saia-curta-decote-regata-e-bone-em-forum-de-sao-paulo,e8d484f86543f310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

Lichinga proíbe uso de saia curta - O Conselho Municipal da Cidade de Lichinga vai banir o uso de saias curtas naquele ponto do país. A medida visa combater a prostituição. Esta decisão de banir o uso de saias curtas na cidade de Lichinga enquadra-se numa série de medidas tomadas pela edilidade como forma de combater a prostituição, sobretudo de crianças.

A resolução daquela autarquia que introduz esta decisão prevê medidas punitivas contra as mulheres que forem encontradas na rua vestidas de saias curtas, mas não explica claramente o tipo de sanções previstas e nem indica a medida máxima de saias que devem ser usadas.
Fonte: http://opais.sapo.mz/index.php/sociedade/45-sociedade/15193-lichinga-proibe-uso-de-saia-curta.html

Padre proíbe decote e saia curta - A missa na Paróquia Nossa Senhora da Glória, no bairro Eldorado, em Contagem, na região metropolitana da capital, começa pontualmente às 19h. No entanto, logo durante a leitura com as intenções da celebração – antes mesmo da entrada do padre, dos ministros da eucaristia e de coroinhas – surge o primeiro aviso: um pedido para que todos desliguem os celulares.

As restrições não param por aí. Um cartaz afixado na porta da igreja desde o ano passado pede para que mulheres evitem usar decotes, minissaias e vestidos curtos quando forem às celebrações. Além disso, ele solicita que as pessoas não fumem nos arredores da igreja. As recomendações têm dividido a opinião de católicos e moradores da região.
Fonte: http://www.otempo.com.br/cidades/padre-pro%C3%ADbe-decote-e-saia-curta-1.705392

Secretaria Municipal proíbe roupas curtas em escolas - Nada de saia curta, decote sensual ou barriga de fora. Chova ou faça sol, educadores da rede municipal de ensino de Franca terão de usar roupas comportadas nas escolas. A Secretaria de Educação baixou uma norma proibindo o uso de peças que tenham apelo sexual nas unidades escolares da Prefeitura.

Com isto, espera zelar pela ética e bons costumes. Está proibido o uso de bermudas ou saias acima do joelho, blusas com decotes profundos e sensuais, além de camisetas regatas justas. A medida, que atingirá 1,5 mil profissionais, foi tomada para coibir exageros que vinham ocorrendo. “Temos de passar uma imagem de autoridade e respeito”, afirmou a secretária Leila Haddad Caleiro. Pais de alunos aprovaram as normas. Os professores, nem tanto.
Fonte: http://www.gcn.net.br/noticia/122010/franca/2011/02/SECRETARIA-MUNICIPAL-PR0IBE-R0UPAS-CURTAS-EM-ESC0LAS--122010

Cidade italiana proíbe saia curta e roupa decotada - O governo da cidade italiana de Castellammare di Stabia aprovou na noite de segunda-feira (25) um conjunto de novas normas policiais que prevê multa para uso de roupa "indecente", entre outros comportamentos considerados ofensivos "à decência e à moral", de acordo com a imprensa italiana.

A nova lei, proposta pelo governo conservador do prefeito Luigi Bobbio, foi aprovada no Conselho Municipal por 17 votos a favor e 9 contra. A medida causou polêmica na pequena cidade, que é localizada próximo a Nápoles, na região central do país, e é banhada pelo mar Mediterrâneo.

As 41 normas do regulamento policial indicam que é crime jogar bola na rua, xingar ou proferir frases ofensivas em lugares públicos, permanecer em local público com torso nu, tomar sol com trajes de banho nas praças e parques ou sair às ruas com saias curtas ou decotes exagerados, entre outros crimes. As multas vão de 25 a 500 euros (cerca de R$ 60 a R$ 1.200).
Fonte: http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2010/10/26/cidade-italiana-proibe-saia-curta-e-roupa-decotada.htm

China proíbe saia curta em evento de games - Xangai - O comprimento das roupas das mulheres está um pouco maior na edição deste ano da feira de jogos online em Xangai, na China, à medida que as companhias de jogos estão cumprindo uma diretiva do governo contra a "vulgaridade", noticiou um jornal chinês nesta sexta-feira. A ChinaJoy Expo, uma mostra anual de jogos online, é bem conhecida por suas "garotas sexys" que vestem roupas sensuais para dançar e posar nos estandes das companhias.

Mas uma recente aplicação de medidas duras do governo contra a "vulgaridade" no setor de jogos online está forçando as garotas a se cobrirem, afirmou o Xangai Daily. A nova política proíbe roupas que mostrem mais de dois terços das costas de uma modelo e proíbe que as garotas colem logotipos impressos em "posições sensíveis", como por exemplo em cima de seus seios, afirmou o jornal.
Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/china-proibe-saia-curta-em-evento-de-games-29072011-35.shl

EXCITAÇÃO COM O SEMINU
O homem é estimulado visualmente; a visão masculina é o início de sua excitação sexual. Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Chicago indica que mesmo a conversa mais inocente com uma mulher usando roupas sensuais é capaz de ativar os hormônios masculinos.

Os pesquisadores pagaram estudantes para que fossem ao laboratório da faculdade com o pretexto de medir os elementos químicos de suas salivas. Na sala, os estudantes conversaram com uma jovem auxiliar da pesquisa. Os testes de saliva mostraram que mesmo uma rápida interação foi suficiente para aumentar os níveis de testosterona nos homens em até 30%.

A disparada dos hormônios foi proporcional à medida que os jovens se disseram atraído pela mulher. Os que depois disseram ter se sentido mais atraídos foram os que tiveram as maiores mudanças hormonais” (BBC). Homens são estimulados visualmente; o mecanismo é fisiológico.

O CASO DE DAVI COM BATE-SEBA CONFIRMA ISSO:
E aconteceu que numa tarde Davi se levantou do seu leito, e andava passeando no terraço da casa real, e viu do terraço a uma mulher que se estava lavando; e era esta mulher mui formosa à vista. E mandou Davi indagar quem era aquela mulher; e disseram: Porventura não é esta Bate-Seba, filha de Eliã, mulher de Urias, o heteu? Então enviou Davi mensageiros, e mandou trazê-la; e ela veio, e ele se deitou com ela (pois já estava purificada da sua imundícia); então voltou ela para sua casa (II Samuel 11.2-4).

A MODA SECULAR E O VESTIR CRISTÃO
Não corremos o risco de parecer estranhos e antiquados? Este clamor, às vezes, assume a forma de uma ameaça fantasma, criando a imagem de pseudo ou neo-puritanismo à igreja; o perigo alegado é que, tentamos impor uma maneira de se vestir, pertencente ao século dezessete.

Qual é a resposta para isso? Primeiro, o vestir-se modestamente não requer que estejamos fora da moda; isto não se opõe a vestir-se elegantemente. Existe diferença entre, vestir-se com elegância e vestir-se sexualmente provocante.

Não são a mesma coisa. Essa distinção tem sido tão esquecidas que, muitas mulheres modernas de qualquer idade, especialmente as não-cristãs, não estão sequer cientes que, tal distinção existe. Vestem-se imodestamente o tempo todo, até mesmo, quando surge uma ocasião especial – um funeral – elas colocam a melhor versão do mesmo tipo de vestimenta imodesta, usada em outras ocasiões.  Nem mesmo, a dignidade e a solenidade de um funeral alteram a imodéstia básica, porque se tornou algo, altamente, arraigado e normal. Há, entretanto, uma diferença importante no vestir-se, de um lado, com modéstia, asseio e beleza e, do outro, no vestir-se com sensualidade e imodestamente.

Em resposta à mesma objeção é que, a estranheza, quando a Escritura exige, é um dever: “E acham estranho não correrdes com eles no mesmo desenfreamento de dissolução, blasfemando de vós.” (I Pedro 4.4). O que é dito aqui sobre comportamento também se aplica, em princípio, ao vestir. Quando a norma é pecaminosa, temos que ser anormais. É, realmente, simples assim. Melhor ser singular e modesto do que ser contemporâneo e imodesto. Melhor parecer incomum do que ser normalmente pecaminoso. Nós, certamente, devemos seguir os Puritanos em sua preocupação com a modéstia no vestir, porque esta é uma exigência Bíblica, tanto para o século 17, quanto para o século 21.

O grau exigido, hoje, dos ditames da moda é muito menor do que, nos anos de 1960 e 1970, pelo menos na Inglaterra e, talvez, na Irlanda do Norte também. Naqueles dias todas as mulheres, virtualmente, usavam minissaia. Era uma prática quase universal e, fazer algo diferente, era realmente parecer muito estranho mesmo.

Os Cristãos foram apresentados à uma escolha clara: ser indecente ou ser estranho. Indecência era uniforme. A minissaia tomou conta e foi, extremamente, difícil para os cristãos, inclusive, encontrar roupas decentes, se eles as quisessem. A preocupação com a modéstia, absolutamente, não aumentou, mas há uma persistência muito menor do que havia, então.  Agora, mesmo as mulheres ímpias, por quaisquer razões, às vezes, vestem-se de forma modesta. 

As mulheres piedosas podem, muito bem, destacaram-se por fazerem isto, o tempo todo, mas ainda, podem usar um comprimento de saia decente, sem, ser, totalmente, bizarro. Pois, assim era o caso no passado.

Porém, a ênfase da Escritura não é para alertar-nos contra a estranheza excessiva. Não dizemos que devemos ser, desnecessariamente, estranhos – claro que não! A Escritura não está cheia de avisos, tais como, “Agora, tome cuidado para não ser muito incomum!” Não é isto, o que encontramos. Encontramos, exatamente, o contrário: “E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento” (Romanos 12.2a).

Em todo caso, onde estão aqueles que supostamente são parecidos com os do século 17? Onde eles estão? Eles não existem ou se existem, nós ainda precisamos conhecê-los. É trivial, o perigo da excessiva estranheza comparado com o da indecência – absolutamente trivial!   Ainda que, haja estranheza desnecessária envolvida, isto não arruinará a igreja, mas a sensualidade, a impureza e a imundícia – estas, certamente, arruinarão. É como se, alguém estivesse ajustando as almofadas no sofá, porque não estão arrumadas, enquanto, a casa está pegando fogo! Há, ainda, ministros que chamam a atenção para uma aviso tolo e terrível sobre o perigo da estranheza de vivermos num túnel do tempo – como se essa fosse a grande ameaça. Fazendo isso, eles distraem os cristãos do real perigo. Na verdade, encorajam a imodéstia, porque, inclinam às mulheres a preocuparem-se em não demonstrarem ser do século 17. Sobre não parecerem estranhas, eles ficam com medo de arriscar, e no processo, admitem a imodéstia.   

O testemunho da igreja não será destruído por causa de mulheres Cristãs que aparentam ser diferentes, mas, por mulheres que se vestem como se estivessem indo para uma discoteca. Portanto, na medida, em que, o mundo é capaz de demonstrar algum respeito à igreja, ele respeita a coerência desta. Desta forma, o clamor que diz ser uma ameaça, o modo de vestir Neo-Puritano do século 17, termina, desencorajando mulheres fiéis que, almejam vestirem-se de forma Bíblica e modesta, e, isto entristece o coração daquelas, que Deus não entristeceu. Seria melhor para os Ministros guardarem o seu poder de fogo para o verdadeiro inimigo, para o real perigo, e, caso estejam cativos à Palavra de Deus, esqueceriam este virtual e imaginário perigo, e advertiriam contra a imodéstia, como as Escrituras o faz.

Uma mulher solteira pode dizer: “Como eu vou conseguir um marido, se, eu não me fizer atrativa? “Eu tenho que mostrar o meu melhor?”

Você não precisa se vestir de maneira sombria para estar modestamente vestida. Modéstia e bom gosto são o seu “melhor”. Segundo, qualquer atenção que você chamar para si, de alguém, do sexo masculino, por vestir-se imodestamente, não vale um centavo. Segundo, qualquer marido, obtido por tais meios, é improvável que, lhe fará muito bem, como esposo. Pois, um homem que é lascivo antes de se casar, vai continuar lascivo depois de casado.

A atratividade não é algo insignificante no casamento, mas um homem piedoso irá mantê-la na mesma proporção, de outros sentimentos. Ele não sentirá necessidade de vê-la vestida indecentemente para decidir se você seria uma boa esposa em todos sentidos, incluindo a questão física.

O vestir imodesto irá desencorajar os homens piedosos de levar em consideração, tal mulher. Ele irá ponderar se você é alguém sério em seguir a Cristo e, ainda, se você vai se vestir assim depois de casada. Então, não há vantagem alguma para uma mulher cristã vestir-se imodestamente. Nenhuma.

QUAL A PROPAGANDA DE UM PROSTITUTA?
Mostrar suas curvas, coxas, nádegas e genitália e as calças compridas apertadas, as minissaias, vestidos decotados, apertados, curtos e transparentes satisfazem perfeitamente essa finalidade.

Então você mulher, não pense que sendo sexy você está sendo bela; ao contrário, você está sendo observada como um objeto. Na verdade, sair para excitar homens é o trabalho de prostitutas, por mais que esse argumento seja duro. Elas, as prostitutas, precisam expor o corpo ao máximo para excitar o homem o bastante, o bastante para fazê-los desejá-las, custe o que custar.

Alguns também dizem: “A maldade está nos olhos de quem vê”. E eu digo: ela também está nas mãos de quem atira. A arma só dispara se você aperta o gatilho. Geralmente, quem atira não se fere, mas quem recebe o tiro às vezes é ferido de morte. A roupa imodesta é o gatilho para o pecado. Você vestiu, você contribuiu. E no pior dos casos, você matou. “A minissaia é sexy. A moda é feita para provocar o desejo”, defendia Mary Quant.

Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela (Mateus 5.28).

A consultora de imagem Susan Dutra falando sobre moda evangélica, comentando como as mulheres podem se vestir de acordo com a ética cristã e ainda manter um estilo. Na visão da estilista a forma correta é “usar roupas que sejam decentes e comportadas”, dizendo que, roupas sensuais devem ser proibidas.

“Acho proibido o uso de roupas sensuais. Porque elas são curtas, justas e decotadas. Sabemos que os homens são atraídos pelo o que eles veem, por isso quando uma mulher se veste de maneira sensual ela faz com que os homens pequem ao olharem para ela”, disse.

Apesar de pensar em roupas que evitem mostrar o corpo de forma inadequada, Susan dá dicas de como a mulher cristã pode se vestir bem sem ultrapassar esses limites. Ao falar do que estará em alta na próxima estação, ela pede para que as mulheres se atentem em relação a transparência e as fendas que fazem parte da coleção primavera/verão de muitas lojas. “Nunca se esqueçam de que a santidade também é refletida através das nossas roupas, por isso, não se deixem enganar pelas ofertas enganosas e passageiras que o mundo propõe o tempo todo”, disse.

E disse aos discípulos: É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem! Melhor lhe fora que lhe pusessem ao pescoço uma mó de atafona, e fosse lançado ao mar, do que fazer tropeçar um destes pequenos (Lucas 17.1-3).

ROUPAS SANTAS
Existe um absoluto constrangimento acerca da modéstia cristã no vestir. É difícil para se ouvir a respeito, e, esteja certo de que, falar sobre isto é mais difícil ainda. Este é o motivo, pelo qual, este assunto é frequentemente ignorado em círculos Cristãos. Todos fingem que não há um problema. É a síndrome do elefante na sala, todos sabem que o elefante está lá, mas ninguém fala sobre o mesmo. Assim, muitos Cristãos estão cientes do problema, mas ninguém quer, ser aquele a, dizer algo. Ministros permanecem em silêncio, e isto não é uma surpresa. Afinal, aqueles que falam são vistos como extremistas ou como quem tem algum tipo de problema pessoal.

A verdade é que, a grande maioria dos homens luta contra o pecado sexual, todavia, o vestuário imodesto das mulheres torna isto, ainda mais difícil, para eles. Provavelmente, 95% dos homens admitiriam esta verdade, a não ser que fossem mentirosos. Portanto, esta é a razão, pela qual, este assunto deve ser abordado. Pois, se não fizermos menção dele, nunca, os padrões não melhorarão e, possivelmente, declinarão.

Caso, algo se aplica a você, leve ao seu coração, caso contrário, pode ser que se aplique a alguém que, leia, posteriormente. Pois, todos nós precisamos conhecer este ensino bíblico, interagindo em grupo e não apenas individualmente. Especialmente, as mulheres Cristãs – sim – mas ainda, os pais precisam saber, pois, devem estar alertas. Afinal, são eles que, instruirão suas famílias, suas filhas a terem uma visão biblicamente correta sobre a modéstia Cristã.

Apesar de haver variáveis que o tornam difícil. Uma delas, é que, homens variam; eles variam naquilo que os afeta, talvez não todos, mas eles variam. Eles variam fisicamente; eles variam mentalmente. Certamente, aqueles que foram criados num lar Cristão e abençoados pelo Espírito de Deus, desde o início de suas vidas, tendo suas mentes repletas de coisas boas, antes de, pensamentos pecaminosos se arraigarem, têm uma vantagem.

Há, ainda, a falta de sensibilidade que vem do uso. Afinal, uma moda que é altamente provocativa e sensacional, num primeiro momento, pode se tornar relativamente banal com o passar do tempo. Veja, quantas variáveis!    

O que iremos fazer então? Pode-se esperar definições coerentes sobre o que é um traje modesto? Em, I Timóteo 2.9 diz que, as mulheres devem ataviarem-se com “traje honesto”, vestindo-se “com pudor e modéstia” – a ideia é de uma reserva adequada, sobriedade, moderação ou restrição.

A segunda parte do verso discorre sobre ostentação, porque está vinculada ao culto público, onde, a atenção e o foco devem estar em Deus, sendo assim, uma mulher não deve se vestir de maneira que faça, com que, todos olhem para ela. Ainda que, a segunda parte seja sobre ostentação, a primeira, com certeza inclui, e, tem como objetivo, a questão do pudor.
A luta contra o pecado nunca acaba neste mundo, e, certamente, não termina quando viemos para a igreja. Todavia, a Igreja de Deus deve ser um lugar onde homens Cristãos (ainda que eles tenham de lutar contra o pecado, porque são pecadores) não sejam induzidos ao pecado por suas irmãs em Cristo.

Como, então, podemos começar a definir a modéstia no aspecto sexual? O propósito Bíblico do vestir-se deve ser o ponto de partida para começarmos e, com muito esforço, definir esta exigência de modéstia, neste aspecto. Não temos a pretensão de dar um detalhamento completo, porém, nos situaremos, voltando a ideia do começo. Por que nos vestimos? No inverno, o motivo é, em parte, para nos manter aquecidos, mas esta não é a única razão, não é mesmo? Porque, quando está calor, também nos vestimos. Por que? Referindo-se ao homem, antes da queda, lemos que “ambos estavam nus, o homem e a sua mulher; e não se envergonhavam.” (Gênesis 2.25).

Depois que Adão pecou, nos é dito que, “foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; e coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais.” (Gênesis 3.7). E, depois, “fez o Senhor Deus a Adão e à sua mulher túnicas de peles, e os vestiu.” (Gênesis 3:21).

Deixando de lado todas as outras considerações, é evidente que, o propósito das roupas era cobrir, embora, houvesse apenas Adão e Eva, nesta época. O senso do pecado trouxe consigo a sensação de que, a vida não poderia, agora, continuar da mesma forma que antes; aquele pecado fez surgir a necessidade de cobrir a nudez. É, por isso, que, o naturalismo ou nudismo são negações da queda do homem, assim como, as pessoas que participam destes movimentos, também negam. O principal propósito das roupas, então, é cobrir a nudez.

A beleza feminina foi dada por Deus e, isto é para ser reconhecido sem embaraço. A própria Escritura reconhece a beleza de Sara, Raquel e das filhas de Jó. Sem dúvida, elas se vestiam com extrema modéstia e, apesar disso, foram contadas e reconhecidas como mulheres bonitas. Contudo, ainda que, a beleza numa mulher, possa se tornar motivo de orgulho, esta foi dada por Deus, portanto, não é, deliberadamente, pecado, os homens reconhecerem isto, afinal, a Bíblia, Palavra de Deus, assim o faz.

A Santa Escritura não condena roupas bonitas e não requer uma monotonia deliberada.

Podemos dizer, entretanto, que se uma roupa falha em não realizar a sua função básica de cobrir, então, tais formas de se vestir, ainda que sejam elegantes, devem ser rejeitadas.

Vejamos no Texto Sagrado alguns ensinamentos bem objetivos sobre as vestimentas:

A primeira roupa – (Gênesis 3.21). Vemos que o primeiro a apresentar a preocupação com a vestimenta do ser humano foi o próprio Deus.

Tais vestimentas são precursoras de muitas outras medidas adotadas por Deus, relacionadas a moral e aos bons costumes, visando o bem-estar físico, social e espiritual da humanidade. Medidas que se tornaram necessárias por causa da corrupção imposta pelo pecado à natureza humana.

(Gênesis 3.10-11) - O homem alega medo de Deus devido a sua nudez. A nudez neste contexto representa a consciência da corrupção, da quebra de um padrão estabelecido por Deus. O homem foi criado em santidade e a nudez não lhe causava constrangimento diante do Criador. Mas depois do pecado, uma vez quebrada a imagem e semelhança moral de Deus no homem, a nudez passou a ser motivo de medo.

Desta referência concluímos que estar na presença de Deus consciente da nudez imoral é afronta contra o Senhor. É pecado. Pior ainda é a Seminudez, que instiga e explora a sensualidade, provocando pensamentos impuros e constrangimentos ao desnudo.

Devemos observar que mesmo sob maldição, em pecado, Deus não expulsou o homem do Éden nu, para a desonra. Deus fez túnicas de peles, (v21). Ou seja, roupa que cobre tudo o que deve ser preservado e que indica parâmetros de moralidade e de respeito entre seres humanos.

As roupas para a adoração – (Êxodo 28.1-4). Neste texto Deus exige roupas especiais, roupas de gala, para o sacerdote na ministração do culto e da adoração.

Se a sua mente tenta justificar a não aplicação deste texto em sua vida, devo ressaltar que a Palavra de Deus assevera que, a partir do sacrifício de Jesus, com o rasgar do véu no templo, todos fomos feitos sacerdotes para Deus (Apocalipse 1.6 e I Pedro 2.9). Adoração é ato de culto. É reconhecimento do caráter divino e da santidade do Deus objeto da adoração. Por esta razão, Deus exige roupas especiais para o ato de culto verdadeiro.

O princípio que se encerra neste contexto bíblico é o de que as vestimentas que usamos no ato de culto devem ser limpas, puras e santificadas, visto que nos aproximaremos de Deus, que é santíssimo.

O conceito básico que estabelece os parâmetros da vestimenta sacerdotal é o de que as roupas são como referencial de apresentação diante da glória de Deus e para a glória do Deus que é adorado. A glória de Deus manifesta é símbolo real e indiscutível da presença de Deus no culto ministrado diante dele e para ele.

Podemos verificar também os versos (Êxodo 28.31-35 e 39.43), que fazem referência aos paramentos e acessórios sacerdotais, destacando a preocupação de Deus até com os calções, ou seja, com a roupa íntima do sacerdote, verso 42, indicando que o cuidado de Deus vai além da roupa aparente.

Pensando ainda em roupas para a adoração, devemos observar ainda os ensinos de Salmos 29.2 e 96.9. As afirmações destes versos, embora traduzidas como "esplendor do seu santuário" ou "esplendor da sua santidade", ou ainda, como "beleza da sua santidade", indicam, em sua idéia mais remota, a luz do contexto geral da Bíblia, que devemos estar bem vestidos, ou seja, trajados com decência, quando nos apresentamos diante do Senhor para prestar-lhe culto. Não podemos estar na Casa de Deus com vestimentas que não sejam expressão da nossa busca de santidade, que é o que nos habilita a estarmos diante do Senhor em adoração (Hebreus 12.14).

Vale ressaltar que o Texto Sagrado alerta até mesmo aqueles que não são servos de Deus e que não têm, por isso, uma experiência íntima com ele, a tomarem cuidado com os seus trajes quando estiverem em uma situação que saibam que estarão diante de Deus.

A realidade, amados, é que Deus requer decência de cada um de nós. Somos os sacerdotes consagrados por ele e para ele. Deus requer moralidade na adoração e na ministração dos cultos, bem como durante os cultos.

Roupas como sinal de reverência – (II Reis 5.1-6). Reverência tem a ver com a postura resultante da conscientização a que chegamos em relação ao valor do outro.

Este texto mostra que Naamã ao se dirigir ao servo de Deus, desejando causar boa impressão e agradá-lo, levou roupas finas e luxuosas, roupas de festa. Este gesto de Naamã aponta para o reconhecimento da superioridade do profeta em relação a ele e para o reconhecimento da soberania de Deus em relação a sua vida e circunstância.
Naamã, o grande general, não entendia bem tudo o que estava acontecendo. Ficou frustrado e aborrecido ao se sentir desprezado pelo profeta, bem como pelo fato de o profeta não aceitar os seus presentes. Afinal, eram roupas especiais, com aplicações em ouro, prata e cravejadas de pedras preciosas. Porém, o seu coração ainda era obstinado e Deus conduziu o profeta para que, com aquela atitude, Naamã fosse quebrantado, humilhado, curado e salvo.

Desta maravilhosa narrativa bíblica fica para nós a seguinte lição: não é molambo, nem trapo velho encardido, nem modismo, nem roupas indecorosas ou falta de roupa que se deve levar para a presença do Senhor ou do servo de Deus, que o representa na ministração para as nossas vidas.

Devemos ter a consciência de que estamos diante do próprio Deus e que, por isso, devemos estar bem trajados, levando o melhor possível, mesmo que com roupas humildes e simples, mas com decência e decoro, mostrando que reconhecemos a superioridade e a soberania de Deus, o Deus que está pronto a nos quebrantar, a nos curar e ministrar salvação.

Roupas como sinal de restauração – (Lucas 15.21-22). Neste texto identificamos duas questões importantes:
·         O filho reconhecendo o seu estado e admitindo a perda da condição de filho;
·         O pai amoroso dando ao filho pródigo, em seu retorno, roupas novas, sapatos e um anel.

A entrega de roupas novas para o filho, "a melhor roupa", indica a transformação de vida que o jovem experimentara. Os farrapos de uma vida dissoluta e distanciada de Deus e dos parâmetros da moralidade devem ser jogados fora e trocados por vestimentas novas, limpas e decentes.

Quando nos convertemos Deus nos honra e nos dá novas vestes, vestes espirituais, que simbolizam a nossa restauração e a retomada da nossa condição de filhos. Estas roupas novas simbolizam o perdão que nos foi outorgado, servindo também como prova da nossa aceitação na casa do Pai, bem como da restituição do nosso direito espiritual como herdeiros de Deus em Cristo.

Em Jesus não somos mais pessoas separadas de Deus, como que deserdadas por causa do pecado. Em Cristo nos tornamos pessoas especiais, tendo regatado a nossa posição espiritual como filhos de Deus, não podemos mais permanecer maltrapilhos, desnudados ou vestidos de maneira indecorosa. A condição de coitado, miserável e nu é para aqueles que serão vomitados pelo Senhor devido a mornidão espiritual (Apocalipse 3.14-22), em especial os versos 16-18, e não para os filhos que vivem em perfeita comunhão com o Pai.

O parâmetro de Deus para a vestimenta do cristão – (I Timóteo 2.9-10). Estes versos falam em trajes decorosos e sem luxúria como a vestimenta ideal para o servo de Deus.

Mais uma vez a sua mente, principalmente a dos homens, pode estar tentando se justificar dizendo que o ensinamento paulino não se aplica a você. Isso não é verdade. A exigência de decoro e de moralidade na vestimenta é para mulheres e homens ao mesmo tempo. O que comprova isso é o contexto geral do capítulo, em especial o verso 8, que exige dos homens um alto padrão de santidade para a oração. Vejamos:

·     Decoro (comportamento decente) - É recato (modéstia) no comportamento e decência no vestir. Está relacionado com a postura que adotamos para a vida.

·         Luxúria - É comportamento desregrado em relação a sexualidade. É licenciosidade moral que denota a lascívia, que é pecado, e a concupiscência, que é o desejo de pecar, do indivíduo. A luxúria se contrapõe acirradamente ao decoro.

Em contrapartida, Deus exige dos seus filhos uma vestimenta decorosa e isenta de qualquer sintoma de luxúria. Ou seja, Deus exige de nós um comportamento recatado através do qual as pessoas percebam que estamos libertos do desejo de pecar e que fomos restaurados em nossa moralidade, em nosso caráter, que é agora santificado pela ação do Espírito Santo que em nós habita.

O termo traduzido por "traje decoroso", utilizado por Paulo, no original, ultrapassa a idéia de vestuário simplesmente. Paulo usa o termo para fazer referência também a moralidade sexual que nos é exigida por Deus e que deve se refletir em nossas roupas.

Nossas roupas indicam se temos maus ou bons costumes morais. A maneira como nos vestimos ressaltam o valor moral que atribuímos ao nosso corpo diante de Deus. O jeito como nos vestimos reflete a nossa consciência moral em termos de sexualidade, bem como o nosso senso de preservação da nossa integridade moral. A nossa roupa “pode” refletir o nosso caráter.

O que vestimos mostra o que esperamos que as pessoas pensem de nós em relação a maneira como tratamos a nossa sexualidade. Se nos vestimos com luxúria as pessoas poderão imaginar que somos licenciosos, ou seja, imorais. Se nos vestimos com decoro, por certo as pessoas perceberão que nós nos honramos e que lutamos para nos preservar em santidade diante de Deus. Isso é verdade desde que não haja falsidade em nossos corações. A escolha não é muito difícil.

Roupas sobrecarregadas de luxúria e de sensualidade, que refletem lascívia e libertinagem imoral, ou roupa decorosa, que reflete a sua compostura moral e espiritual.
Lembre-se; suas roupas, por certo, falarão mais alto do que as suas palavras em meio ao burburinho esganiçado da promiscuidade na qual chafurda a nossa sociedade.

Esperamos agora, se não antes, que o vestir é uma área de submissão a Cristo. Mulheres cristãs precisam de uma mentalidade de modéstia piedosa em seus pensamentos, trazendo à consciência de que, elas não podem se dar ao luxo de apenas, impensadamente, seguir cada moda que este mundo propõe.

A glória de Deus deve ser levada em consideração na decisão de como se vestir. Isto é o que precisamos, não é? Reconhecemos livremente que muitas mulheres cristãs não pensam sobre este assunto e que esta é a maior parte do problema. Não atribuímos um motivo desfavorável, a não ser que, não haja alternativa. Mas agora que você sabe, então comece a distinguir entre o que é inteligente e o que é sexualmente provocativo. Um é bom. O outro não. Ame ao Senhor. Ame ao Salvador. Adorne o Evangelho de Deus nosso Salvador em todas as coisas, incluindo o vestir. O Senhor Jesus Cristo sofreu e morreu para redimir seu povo de toda a iniquidade. Não o honraremos, então, em todas as coisas, homens e mulheres, nesta área particular do nosso vestir, que é, particularmente, aplicado às mulheres? Você não honrará e amará o Senhor Jesus Cristo que primeiro amou você? “Vós, que amais ao Senhor, odiai o mal” (Salmos 97.10ª)    Abandone aquilo que é errado. Agarre-se ao padrão Bíblico. Deleite-se na Lei do Senhor segundo o homem interior e no exterior pratique e glorifique nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo. Amém.   

VOCÊ SE VESTE COMO UMA CRISTÃ?  FAÇA O TESTE
Fique de pé e levante seus braços, bem alto.
·         A barriga está aparecendo pelo menos um pouquinho?
·         Então essa roupa é imprópria para você.

Abaixe o corpo para frente e olhe para seus seios.
·         Apareceu parte dos seios?
·         Então essa roupa e imprópria para você.

Agora assenta.
·         Os joelhos estão descobertos?
·         Então essa roupa e imprópria para você.

Observe a sua sombra.
·         Suas curvas estão definidas, parece que você está nua?
·         Então essa roupa e imprópria para você.

CONCLUSÃO
Talvez você esteja se perguntando: Onde se pretende chegar com este estudo? Ou quem sabe você está ruminando com os seus botões... "Já até sei qual vai ser o resultado disso". Não importa. Não nos preocupa nem mesmo o fato de você pensar que este assunto não deveria ser tratado na Igreja.

Mas devemos tratar destas questões na Igreja sim, visto que imoralidade, promiscuidade, lascívia, exploração da sensualidade na vestimenta e o cinicamente chamado nu artístico são ações maléficas do diabo contra a natureza humana e a sociedade. O resultado dessas estratégias diabólicas tem sido a violência sexual contra as crianças, a gravidez na adolescência, a prostituição desenfreada, a banalização do adultério, a aceitação parcimoniosa do divórcio e, como decorrência, famílias destroçadas. O resultado da imoralidade no vestir é uma sociedade corrompida, desigual e agonizante como percebemos a nossa. Será mesmo que não temos razões que justificam estudar este tema?

Vale ressaltar ainda que este estudo, embora de cunho ético, é também evangelístico. Pois apresenta o evangelho verdadeiro, sem ajustes humanos, sem relativizações éticas e sem a tentativa de se fazer a vontade humana.
Este estudo apresenta o evangelho que é a luta por se fazer a vontade de Deus, que nos quer santos para Ele e santificadores pelo testemunho cristão autêntico.

Uma vez realizado o estudo, nossa oração é para que Deus, pelo Espírito Santo, toque em nossas mentes e corações a fim de que mudemos radicalmente a maneira de nos vestirmos. Não só na Igreja, mas em casa, no trabalho, na escola, na Igreja, enfim, em todo o lugar onde estivermos, e no nosso cotidiano.

Não é o pastor que manda. É Bíblia. É Palavra de Deus. Lógico que cabe ao pastor a ministração da Palavra e a supervisão quanto a obediência aos ensinamentos do Senhor. Por isso, de hoje em diante, devem ser estabelecidas algumas regras bíblicas em relação a vestimenta que se usará para a participação e para ministração nos cultos. Seria uma bênção se estas normas fossem aplicadas pelos irmãos e irmãs de modo geral, pois o pastor não deve se dar ao trabalho de vigiar ninguém. Deus há de restaurar e transformar a consciência de cada um, visto que, como pastores, não podemos fazer o papel do Espírito Santo no convencimento das pessoas.

Porém, no que diz respeito a utilização do púlpito, ao estar na frente para ministrar o culto, para cantar, para declamar, para qualquer coisa, bem como para se subir na plataforma para ministrar o louvor, o culto ou qualquer outra participação, não se deve permitir blusas de alças (aquelas blusas que só tem as alcinhas e mais nada), tomara que caia (que para os mais afoitos devia chamar "pena que não caiu"), decote umbilical, no cóxi ou no "rego", e nem decotes meia-taça que projetam os seios para os olhos incautos dos homens ávidos por aconchego ou mesmo dos desavisados... Haja unção para olhar e não pecar.

Não mais se deve permitir o uso de minissaia, micro-saia, vestidos curtos (daqueles que vão só até a cabeça do fêmur) ou transparentes e translúcidos. Não se deve ir para a Igreja com calça de cós baixo (daqueles que ficam no púbis) sem uma blusa ou camiseta que cubra os quadris, e nem com uma calça comprida atarracada no corpo, na genitália ou nas nádegas, por que estas não são roupas adequadas para se estar na frente da congregação. Com roupas deste tipo não se deve participar da ministração.
Seja para dirigir programa, para ministrar o culto ou o louvor. Seja para apresentar visitantes, fazer anúncios, cantar, tocar, cantar em conjunto ou pregar. Não importa. Diante da Igreja, para ministrar na presença de Deus, não se deve permitir mais uma vestimenta indecorosa, modismos exagerados e imorais, ou mesmo roupas esculachadas, que não condizem com o padrão de Deus para a vestimenta do salvo e nem com o testemunho cristão.

Diante de Deus e da congregação devemos estar bem trajados, demonstrando que não temos mais os temores do pecado quanto a nossa nudez, e que estamos devidamente vestidos para a adoração e em profunda e sincera reverência a Deus.

Isto por quê? Porque fomos restaurados por Deus da nossa natureza pecaminosa e porque estamos dispostos a obedecer ao Senhor, fazendo a sua vontade, expressa na Bíblia Sagrada, mesmo que para isso tenhamos que fazer uma "fogueira santa" com as roupas que usávamos até sermos exortados na Palavra de Deus. Seria maravilhoso se num domingo fizéssemos esta fogueira para queimar as roupas das quais o Senhor nos libertou depois de termos estudado a Palavra.

Somos nós e os nossos filhos que nos vestimos indevidamente. Somos nós que compramos as roupas dos nossos filhos. Se não compramos, admitimos que eles comprem ou que usem. Vamos assumir a nossa responsabilidade e corrigir a nossa conduta moral, diante de Deus, no que diz respeito a vestimenta.

No final de tudo, é que entre a frouxidão moral e Palavra de Deus, ficamos com a Bíblia. Entre a relativização ética e o Texto Sagrado; ficamos com a Bíblia. Entre a perversão do modismo e as Escrituras, ficamos com a Palavra de Deus. Mesmo que isso nos imponha a impopularidade, o estigma de radical ou a renúncia do pastorado.
Apóstolo. Capelão/Juiz. Mestre e Doutor em Ciências da Religião Dr. Edson Cavalcante

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